O título é uma reprodução literal do slogan do Orkut: Who do you know? | Quem você conhece? ou seja, uma pergunta que responde a estratégia acertada de mercado hoje em dia.

Você deve se perguntar: Como assim?

Simples: Se estamos numa era de relacionamentos, quem você conhece pode e faz toda a diferença.

Um dos produtos da Consultoria GestaoAdvBr é as alianças estratégicas. Estas alianças são elaboradas tanto entre escritórios jurídicos como em empresas. Conheça mais sobre alianças aqui.

Contudo, a dúvida é: Como fazer a rede funcionar?

Existem inúmeras respostas para esta pergunta.

Comece pelo básico: Se relacione. Visite seu cliente. Converse com muitas pessoas. Participe ativamente da comunidade onde está inserido. Participe de reunião de condomínio até quermesse. Tudo isto fará o seu círculo de relacionamentos aumentar.

Isto é suficiente? Não, lógico que não.

Ampliar os relacionamentos é um ato.

É necessário qualificar estes relacionamentos. Dar valor aos mesmos.

Não significa ser chato, ficar ligando ou mandando emails diariamente.

Significa dar e criar valor.

Bem, conheceste um vizinho na reunião de condomínio que tem uma pequena empresa. Investigue o que ele vende ou faz. Mande um email sobre assunto pertinente a empresa dele. Coloque-se a disposição sem ser pedinte.

Se tornares esta atitude um hábito, verás que colher resultado dos relacionamentos é possível.

A regra não é pedir e querer receber. A regra é dar. A regra é doar.

Então, para qualificar e potencializar os relacionamentos, faça como o amor faz, doe primeiro. Não espere em troca. Apenas dê ao seu semelhante aquilo que você tem de melhor: Você mesmo.

Se você doar-se e demonstrar sua felicidade em fazer isto, todos ao teu redor farão o mesmo. É plantando que se colhe. Quem pensa que na era dos relacionamentos vai conseguir vencer sozinho, está enganado.

O mercado quer indicações, quer trabalhar com pessoas conhecidas.

Então, quem você conhece é importante, quiçá fundamental.

Dê você mesmo ao mercado e colha os frutos de ser quem você é.

Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Post to Twitter

,

Quando pensamos em inteligência coletiva, estamos imaginando um conjunto de pessoas raciocinando sobre um determinado assunto, interagindo entre si para formar algo maior.

A interatividade pode ser física, virtual.

As redes sociais estão aí, abrindo espaço entre todas as idades.

Você pode se perguntar: Eu com isto? Isto não tem nada a ver com trabalho, gestão ou tecnologia.

Errado…

O caminho do futuro da advocacia e de outras profissões passa por estes três elementos: Inteligência Coletiva, interatividade e redes sociais.

Se os advogados cada vez mais não se unirem para formarem inteligências coletivas em relação a temas de seu interesse, como o processo eletronico, processo civil, penal, etc, não teremos como evoluir mais e mais. Poderemos nos transformar apenas em executores daquilo que outros pensaram e decidiram. Um bom exemplo foi a discussão do Marco Civil da Internet, onde várias pessoas puderam colaborar com outras para uma lei mais próxima da realidade.

A interatividade não é modismo nem tendência. É realidade. Se o profissional não interagir com o cliente, conhecer seu meio, verificar como pode ser útil a ele, outro assim o fará. Atender bem, ter conhecimento, estar arrumado e apresentável são obrigações. O cliente quer resultado. Resultado jurídico não conseguimos prever, contudo, podemos fazer mais pelo nosso cliente, conhecer sua realidade, pesquisar, participar do seu crescimento e não apenas cuidar do seu passivo jurídico.

As redes sociais são uma excelente forma de contato com os clientes, colegas e parceiros de negócios. São gratuitas, simples, diretas e pela internet. O cuidado que devemos ter é sempre ter foco nas postagens e principalmente atualizar constantemente.

A advocacia está mudando… E você?

Não compartilha informações de mercado com seu cliente? Sequer sabe como o seu cliente exporta mercadorias?

Cuidado… Não é somente  a advocacia que está mudando. O mercado também e por isto precisamos estar atentos.

Advogados, uni-vos! Esta deve ser a nossa luta.

Planeje, aja, busque seus objetivos. Seja a diferença no mercado atual.

Sucesso!

Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Post to Twitter

, , ,

Recentemente em duas reportagens a imprensa noticiou as redes sociais como o investimento das empresas na atualidade.

Numa das reportagens, a Folha on line explicita números expressivos:

Cerca de 60% das pequenas e médias empresas latino-americanas que administram um site próprio se servem das possibilidades oferecidas pela internet para fazer propaganda de seu trabalho empresarial, segundo revelou um relatório encomendado pelo Google e apresentado neste sábado (22) em Bogotá.

Das 3.600 pequenas e médias empresas de países como Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México (que foram entrevistadas pela empresa de consultoria Pyramid Research para o Google), 86% contam com um site, o que permitiu identificar o grau de vinculação destas empresas com a internet.

Leia esta reportagem na íntegra aqui.

Além desta possibilidade de fortalecer a marca empresarial, as empresas também estão focadas na ideia de atrair clientes para o seu negócio. É o que demonstra esta outra reportagem do Correio Brasiliense:

As redes sociais — canais online de troca de conteúdo como Twitter, Facebook e YouTube — vêm alterando a forma como as pessoas se relacionam e têm acesso à informação em todo o mundo. A velocidade com que circulam dados, críticas e elogios sobre toda sorte de assuntos chegou a tal nível que ninguém que dependa, em algum grau, da opinião pública, pode se dar ao luxo de ficar de fora do processo. Políticos, por exemplo, têm se esmerado em interagir com os usuários dessas ferramentas interativas. Para acompanhar gostos, sentimentos, reações e desejos dos clientes, empresas também têm sido obrigadas a esquecer a época em que marcar presença na internet significava ter um site. É preciso estar por toda parte. No Distrito Federal, empresários estão se adaptando à nova realidade, e já existe até consultoria para ajudar a cuidar da imagem virtual.

O fenômeno (1)das mídias sociais com a força que elas possuem nos dias de hoje é recente. O serviço de microblog Twitter, por exemplo, atualmente o canal mais popular dentre todos, foi criado em 2006 e, no Brasil, só se tornou realmente conhecido no ano passado. Entretanto, no universo das redes da web, as coisas acontecem tão rapidamente que quem deseja seguir o ritmo é forçado a tomar decisões antes mesmo de entender o que está se passando.

Foi o que aconteceu com a artista plástica e empresária brasiliense Mariana Dap, proprietária da loja de peças de design Mercado Cobogó. Mariana, que organizava exposições, abriu um espaço fixo de vendas na Asa Norte no ano passado. Na época, sabia por intermédio de amigos que ferramentas da rede mundial de computadores começavam a se mostrar eficazes na divulgação de negócios. Ainda sem ter muita intimidade com as mídias, resolveu ousar. “Comecei a fuçar com a ajuda deles, e decidi que ia fazer tudo de graça, usando esse tipo de canal”, conta.

Atualmente, não é exagero dizer que a empresa da artista plástica está espalhada por toda parte. O Mercado Cobogó tem conta nos conhecidos e campeões de acessos Twitter, Facebook, YouTube e Flickr, e até no mais recente e nem tão ilustre LinkedIn (veja quadro). A loja também está devidamente cadastrada para ser localizada pelo Google Earth e Google Maps, serviços, respectivamente, de fotografias via satélite e coordenadas da Google. Por fim, usa o serviço de blogs Blogspot.

Os canais são tantos que Mariana tem que manter, ao lado do computador, um roteiro com as senhas para acessar cada um deles. Ela faz questão de frisar que a presença em todos esses espaços não é somente nominal. “Monitoro tudo, atualizo diariamente. Até comecei a usar uma ferramenta da Google chamada analytics, que me mostra o histórico de cada acesso ao nosso blog. Sei se a pessoa chegou a nós via Facebook ou Twitter, em que ponto do mundo ela mora, em qual post ficou mais tempo. Desse jeito, posso me planejar e dar preferência às estratégias de divulgação que deram mais certo”, conta.

Proprietário da Brasília Multiesportes, empresa que organiza competições na capital federal, o atleta e empresário Alexandre Carrijo também agiu ainda no escuro em relação às mídias sociais.

“Em fevereiro de 2009, estávamos montando nosso site e ouvindo alguns amigos que entendiam do assunto, decidimos dar algum foco a ferramentas como Twitter, Facebook, Flickr. Você vai aprendendo, refinando. Hoje adotamos algumas estratégias, como segmentação de conteúdo. Não dá para bombardear todo mundo com tudo”, diz Carrijo. De acordo com ele, há uma interação boa com interessados em esportes, e a quantidade de atletas inscritos em eventos realizados pela empresa cresceu 37% no último ano.

Em outra empresa do DF, a Beiramar Imóveis, a inserção em redes sociais se deu com assessoria técnica. O diretor comercial, Pedro Fernandes, conta que há um mês a imobiliária ganhou uma diretoria de web, com 25 funcionários. Destes, 20 são corretores e cinco, além de ter formação na área de internet, são afinados com a administração de novas mídias. A equipe se relaciona com clientes por meio do site da empresa, Twitter, Facebook e Orkut. “O nosso foco é mesmo em resultados, não é uma estratégia institucional. Hoje, essa área é responsável por quase 15% do nosso faturamento”, conta Fernandes.

Para ler esta reportagem na íntegra, clique aqui.

A mídia não pára de noticiar o óbvio: Investir nas redes sociais é mais do que uma simples estratégia. É a maneira de permanecer no mercado do futuro.

Você tem alguma experiência nas redes? Divida conosco!

Você não usa as redes sociais ainda? Leia os jornais, revistas e até o IBOPE e faça seu cadastro hoje!

Dúvidas? Entre em contato.

Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Post to Twitter

, ,

Recentemente a Consultoria GestaoAdvBr fechou um negócio com a empresa produtora do software jurídico LawRD (no twitter @LawRD_SaaS), com sede em Portugal, objetivando a validação e tradução do produto para ingresso no mercado Brasileiro.

Este novo negócio – que rompe as fronteiras territoriais – deixa duas premissas importantes que passamos a ressaltar:

1. O software é SAAS;

2. Os negócios estão em todo lugar;

Vamos esmiuçar estas premissas para elucidá-las bem.

O que vem a ser um software SAAS?

SAAS quer dizer Software as a Service, ou seja, um software que é mais que um aplicativo, é um serviço. Em bom português, é um produto que se paga uma mensalidade e se tem muito mais do que apenas suporte, se tem atendimento completo, armazenamento de dados, entre outros serviços.

É um conceito que é amplamente utilizado no mundo todo, inclusive no Brasil.

Alguns dirão: Mas, o que isto importa ao Brasil, se já temos produtos com a mesma especificação de software como serviço?

Simples, temos que estar observando o que acontece no mundo, pois o mercado é um só.

Como assim negócios em toda parte?

O exemplo da Consultoria GestaoAdvBr ter fechado negócio com uma empresa de Portugal demonstra claramente que o mercado está aberto como um todo em relação a negócios.

Tenho acompanhando empresas que buscam parceiros na China, Europa, Estados Unidos, cada vez mais pensando em expansão de seus negócios e novas possibilidades de faturamento.

Isto vale apenas para empresas? Lógico que não!

Se as empresas buscam caminhos em outros países, aproveitando questões financeiras e monetárias, os prestadores de serviço tem que estar conectados com esta realidade com vistas de orientar, auxiliar e defender seus clientes nos interesses dos mesmos.

Agora, se você quer se candidatar a estes tipos de negócio, a primeira premissa é a de estar conectado nas redes sociais e interagir nas mesmas.

Não adianta apenas fazer o cadastro e atualizar vez em quando. Tem que interagir com os demais participantes, comentar seu conteúdo, etc.

A regra de ouro dos negócios são os contatos e bons relacionamentos, sejam eles virtuais ou reais.

E você? Como vê o mercado ao seu redor?

Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Post to Twitter

, , ,

Pesquisa efetuada pelo IBOPE na semana passada demonstra que cerca de 85% dos internautas Brasileiros estão nas redes sociais.

Leia aqui a reportagem completa.

Este dado significa algo muito claro: Você precisa estar na internet e precisa estar nas redes sociais.

Como fazer isto?

Não é difícil, um domínio de site e email pode sair por R$ 10,00 até R$ 30,00 por mês de hospedagem mais R$ 40,00 do registro do domínio de forma anual. Blog e as redes sociais são de graça!!!

Mas, adianta estar na web, simplesmente por estar?

Lógico que não.

Estar nas redes sociais significa manter sua presença constante, de maneira atualizada e, sobretudo, de maneira relevante.

Um dos trabalhos que desenvolvo como consultor é admnistrar redes sociais de clientes. Um trabalho muito prazeiroso, principalmente por usar o conhecimento em favor da própria rede social.

Como assim?

Postando material relevante ao público alvo que se pretende atingir;

Postando curiosidades – dicas de português, por exemplo – para aguçar as pessoas;

Postando assuntos de mercado, visando dar conhecimento de que o dono do negócio sabe com quem está lidando;

Ou seja,

Se você souber o que está fazendo, as redes sociais podem ser extremamente benéficas para solidificar a sua marca, captar novos clientes e também criar laços de identidade com outras pessoas.

Você está nas redes sociais?

Não??? Então você está fora de 85% dos internautas brasileiros. Pense nisto.

Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Post to Twitter

, ,

Uma recente pesquisa nos Estados Unidos demonstrou que cerca de 50% dos americanos entrevistados possuiam algum cadastro em redes sociais. Isto mesmo, 50%. Leia a reportagem aqui.

Como os EUA lançam modismos e tendências, vamos analisar historicamente para podermos concluir com maior precisão. Em 2008, quando o twitter era febre nos EUA, sequer usávamos por aqui no Brasil. Fomos perceber a utilidade e benefícios do twitter em 2009, a partir do segundo semestre. Nesta mesma época (2009) os EUA já afirmavam o twitter poderia terminar, que o facebook é que estava com tudo, etc.

Pois bem.

Em 2010, os americanos redescobriram o twitter, voltaram a utiliza-lo com força, bem como o facebook e os blogs em geral.

E no Brasil?

Temos o orkut ainda forte, um facebook em plena expansão e um twitter explodindo no gosto dos Brasileiros, sendo os blogs ainda uma parcela tímida de utilização, mesmo sendo uma ferramenta poderosa.

E estes dados nos levam a qual raciocínio?

Primeiro, que tanto no Brasil como nos EUA, as redes sociais são importantes.

Segundo, que elas são referenciais perante as pessoas.

Terceiro, que elas unem as pessoas que estão cada vez mais conectadas entre si.

Em 2009 escrevi um artigo que revelava uma tendência cada vez mais confirmada no mercado: Estamos voltando a um período feudal. Leia o artigo aqui.

As redes sociais estão conectando as pessoas de uma maneira em que as relações de confiança estão servindo de indicação para aquelas pessoas que podemos não conhecer pessoalmente, mas admiramos virtualmente.

Quem usa as redes sociais sabe o que eu digo.

Conhecemos o que a pessoa escreve. O que ela opina. Qual sua posição política. Dividimos nossas conquistas. Compartilhamos problemas em prol de colhermos soluções. Tudo isto ao alcance de alguns cliques.

Pois é…

Redes sociais estão se transformando a cada momento… E moldando as tendências a cada instante…

E para você? Redes sociais são um modismo ou uma tendência?

Para mim a resposta é simples: Redes sociais não são nem modismo, nem tendência, são a mais pura realidade.

Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Post to Twitter

, ,

Quais as principais razões que um cliente tem para sair de um escritório e ir para outro?

Podemos elencar várias, mas vamos focar em algumas:

Valor dos honorários;

Retorno do contato;

Forma de comunicação;

Necessidade do cliente;

Desentendimento com funcionário;

Em relação a valores, aprenda a ser flexível sem ser pedinte. Ou seja, se o valor de uma ação é de R$ 1000,00,  aceite o pagamento em três vezes, aceite fazer duas ações com o valor de uma ação e meio, aceite negociar. Alguns dirão: “Mas negociar? Advocacia não é mercantil”. Advocacia pode não ser mercantil, mas o mercado é. Negocie ou fique fora dele.

O retorno do advogado ao cliente é uma reclamação tão antiga e parece que os advogados não perceberam que basta dar retorno. O cliente não quer ser chato, mala, pedande; não quer nada mais do que ser ouvido e ter uma informação plausível. Dê informação pra ele. Crie um canal de atendimento dentro do seu escritório. Envie relatórios periódicos. Dê uma senha de acesso ao sistema (cuidado com esta opção). Enfim, dê retorno ao cliente. Apenas isto.

Por falar em retorno, lembramos de comunicação. O que é comunicação? É  falar, escrever e o outro entender. Ou seja, ser intelegível. Não adianta enviar um relatório para o cliente dizendo: Processo concluso há 3 meses. O que é concluso? Porque está há três meses com este tal de concluso? Porque o escritório não fez nada ainda? OU SEJA, o relatório tem que ter uma linguagem adequada ao cliente, uma informação condizente. No exemplo acima, o relatório pode dizer: O processo encontra-se na mesa do juiz para definir a sentença. Estivemos conversando com o juiz para agilizar a sentença. Pronto, cliente feliz e contente, escritório mais feliz ainda com as indicações e marca solidificada no mercado. Lembre-se da máxima: Quem não se comunica, se trumbica. Então: Fale a língua do cliente!

Nesta mesma linha de raciocínio, devemos compreender a necessidade do cliente. O cliente não quer um processo. O cliente não quer audiência. O cliente quer resultado. Alguns dirão: “Mas a advocacia é uma profissão de meio, não de resultado”. Também aprendi isto na faculdade. Mas, aqui fora, no mercado, ou você dá resultado ou está fora. Então, aprenda a dar resultado. Nem sempre dar resultado significa ganhar a demanda. Dar resultado significa dar atenção, responder as dúvidas do cliente, manter ele informado, explicar o porque demora, o porque de uma sentença ser improcedente, ou seja, tornar o cliente parte do processo. Entenda as necessidades do cliente e não as suas.

O escritório cresceu, agora tens funcionários para administrar. Parabéns. Ou meus pêsames. Parabéns se você for inteligente e monitorar estes funcionários, verificar o que eles dizem ao cliente. Somente colocar na frente do cliente funcionários preparados e com vontade de atender e resolver as questões para o cliente. Meus pêsames se você pensa que qualquer funcionário pode atender o cliente. Você irá perder o cliente. E muitas vezes, não tem volta. Nem sempre o cliente tem razão, mas esteja com sua percepção aberta, pois nem sempre o funcionário tem razão.

Aprenda a ler nas entrelinhas, crie pesquisas de satisfação de cliente, mostre ao cliente que você pode oferecer o melhor pra ele.

Não compare seu trabalho com outros advogados. Lembre-se: Você é único. Aja assim.

E, sobretudo, seja sincero. O cliente valoriza os valores que possui de berço. Ainda bem que temos mais pessoas boas que ruins neste mundo.

Atenda as exigências do clientes e tenha um diferencial de mercado.


Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Post to Twitter

, , , ,

Uma pesquisa recente demonstrou que apenas cerca de 17% das empresas estão nas redes sociais em São Paulo. Leia a pesquisa aqui.

Destas, 51% monitoram o que é dito nas redes a seu respeito. Agora, a grande maiora, 68% admite não responder sobre o que é dito na internet.

Em bom português, o que esta pesquisa revela?

Que estamos ainda engatinhando em termos de mídia sociais.

Que estamos despreparados para acompanhar as tendências de mercado.

Que as empresas não estão se preocupando com o seu objetivo de existência: o cliente.

É sabido que o mercado tem se voltado as mídias eletrônicas de uma maneira sem volta. Estamos cada vez mais interligados pelas redes sociais, nossos contatos e parceiros, sejam presenciais, sejam virtuais.

Toda a tecnologia de mídias sociais faz o que antes fazíamos em menor escala: Nutre, controla e desenvolve relacionamentos.

Se não for com este objetivo não tem o menor nexo de utilizarmos as redes sociais.

O mercado está em plena expansão e mudança de visão.

Ainda precisamos de cartões de visita, mas também precisamos de um site, de um blog, um twitter e por aí vai.

O cartão de visita será guardado para o contato futuro, já o blog, twitter e site serão referências diárias, semanais, mensais da nossa forma de pensar, de se posicionar no mercado, bem como de externarmos nosso conhecimento.

Não interagir nas redes sociais é o mesmo que um cliente dizer o que pensa do seu negócio e você fingir que não ouviu. Ou seja, é fugir da realidade dita no mercado.

Aquelas empresas que tem interagido com seus clientes tem obtidos sucessos dia após dia. Veja o exemplo da Dell aqui.

O mercado recompensa as empresas que vêem o cliente e seus anseios. Lembre-se disto.

Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Post to Twitter

,

Ah! Tempos bons aqueles em que a venda de um produto ou serviço era baseado unicamente nos P’s do marketing: Product (produto), Price (preço), Place (local, distribuição), Promotion (como fazer a promoção) e People (pessoas que irão ver o valor do marketing).

Temos hoje um universo bem mais complexo.

Complexo e globalizado.

Complexo, globalizado e em rede.

Complexo, globalizado, em rede e interagindo entre si.

É, o cliente já não é mais o mesmo.

Ele pesquisa na internet preço, discute com o vendedor o produto, negocia a entrega, compra no cartão de crédito um produto fabricado na China e manda de presente a um amigo na Índia, estando este cliente em férias nas Bahamas em um computador de um hotel qualquer.

Cliente hoje debate nas redes sociais com as empresas. Ele critica. Ele quer assistência técnica. Ele quer solução.

Não vamos adentrar aquelas pessoas que simplesmente não tem nenhuma razão e – na sua essência – o que elas querem é uma boa discussão.

Vamos pensar um exemplo prático. Compro via internet um computador do fabricante Dell. Porque pensei neste e não em outro? Algumas dicas:

O site deles para montagem do micro é bom;

No twitter deles tem sempre promoções;

Consigo ter assistência on line a minha disposição;

Vamos supor que este micro dê problema de vídeo.

Entro em contato com a assistência técnica e vamos supor que não tenha retorno (já presenciei justamente o contrário, mas quero um exemplo negativo), então, vou no twitter e cito meu problema com a Dell.

Isto pode se tornar um marketing negativo viral em poucas horas. Imagine que meus seguidores tem problemas com seus computadores e resolvem compartilhar estes problemas também via twitter.

Em algumas horas inúmeras pessoas estarão falando literalmente mal de uma marca. De nada adianta marketing e propaganda massiva se quem pode indicar o teu produto diz que ele não presta.

O cliente está muito mais preocupado em adquirir confiança, inovação e sobretudo atendimento do que só e unicamente preço.

Alguns podem dizer: Ah! com produtos tudo bem, mas em serviços tudo é diferente.

É mesmo?

Se demonstro a um cliente  que estou preparado para usar o processo eletrônico, ele encontra na minha mesa apenas meu trabalho atual e não pilhas e mais pilhas de papéis, se mantenho ele informado por email ou relatórios de seus processos e outras pequenas atitudes como estas ele vai dar tanta atenção ao meu preço?

“Se o cliente quer preço, que ele procure preço. Agora, o cliente que quer diferencial, que procure o produto que ofereço”. Gustavo Rocha

Não se iluda com o cliente. Esteja um passo na frente dele. Surpreenda-o nos detalhes. Muitos podem ter o mesmo ramo, especificação e qualificação técnica. Contudo, seu sorriso, relatórios, organização, apresentação e modo de agir e falar são únicos.

Esta essência faz a diferença no momento de contratar ou não, comprar ou não.

Em resumo:

“Hoje em dia o marketing extrapola o tradicional, devendo ser interativo, usar as redes sociais e aceitar a crítica do cliente como uma lição de crescimento para que o desenvolvimento empresarial seja pleno e constante”. Gustavo Rocha

Pense nisto.

Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Post to Twitter

, , , ,

Quando pensamos na evolução do mercado, logo imaginamos cenários de muita tecnologia, organização e grandes empresas.

Mas, muitas vezes, as mudanças estão acontecendo ao nosso lado, e as mensagens desta evolução (no sentido de continuidade, nem sempre de crescimento) são obscuras ou inusitadas.

Recentemente um fenomeno interessante aconteceu: Um usuário do Twitter que tem mais de 15000 seguidores, resolveu vender sua conta no twitter para qualquer um. Lance mínimo: R$ 1,00. Isto mesmo, um real por quinze mil seguidores. Veja aqui.

Não é algo novo ou inédito, na Europa e nos EUA já vimos situações similares, contudo, é uma atitude que nos faz refletir, principalmente em dois aspectos: Primeiro da utilização da rede em si e segundo da relação custo x benefício.

O Twitter cresce vertiginosamente no Brasil e até em mercados onde estava “morno” como nos EUA, tivemos uma nova visão de mercado para ele, sendo novamente um expoente.

O propósito de utilizarmos redes sociais como o twitter se baseia em vários princípios, sendo os principais de relacionamento e informação.

Neste diapasão, retomando o raciocínio da venda de uma conta do twitter no mercado livre, temos que se alguém tem quinze mil seguidores ou tem um público fiel e leitor de seus posts ou utilizou algum programa para fazer as pessoas seguirem  esta conta.

Nos dois casos temos um verdadeiro problema ao tentar comprar a conta a venda: Se são pessoas leitoras ou confiantes deste seguidor, será que elas também lerão o que eu escrevo/posto no twitter?

Imagine a cena: Você segue um artista famoso porque ele posta algo que você quer ler ou ainda segue um determinado jornal porque gosta das notícias. Então, do dia pra noite, alguém assume aquele perfil, vai nas configurações e altera o nome e começa a postar sobre a eterna divergência entre a religião muçulmana e a católica. Este novo foco interessa para os seguidores?

Um outro foco é que se os seguidores foram adicionados de forma eletronica por programas automaticos e sequer conhecem a conta que os adicionou, quando você comprar e começar a utilizar eles irão te bloquear imediatamente, posto que sequer conhecem você.

Nem sempre uma aparente oportunidade de mercado pode ser útil ou realmente aplicada a realidade que temos.

Em termos de redes sociais, o trabalho diário de informação e contatos na rede tem um efeito bem maior do que tarefas automatizadas ou sem  interatividade.

Melhor ter 10 seguidores fieis  a tua proposta nas redes sociais do que quinze mil que sequer sabem o teu propósito ou nem utilizam a ferramenta.

Pense nisto.

Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Post to Twitter

, , ,