Talvez uma das perguntas mais cobiçadas do conhecimento dos advogados: Como fazer um marketing jurídico dentro do código de ética, com seriedade, conquistar clientes novos, manter os antigos e crescer de maneira sustentável?

Pode parecer complexo, mas a resposta é muito simples, bastam duas palavras: Relacionamento e tempo.

Muitos pensam que a resposta está em visibilidade, propaganda (erro clássico), em tecnologia, redes sociais, enfim, muitas alternativas, muitos caminhos e o resultado esperado não chega. Por que?

Simples: Porque a resposta é singela e requer um investimento caro e difícil hoje em dia: tempo.

Como assim?

Vamos pensar juntos em alguns elementos de marketing jurídico prático e o segredo do sucesso:

Fazer eventos

Fazer eventos onde os profissionais podem difundir conhecimento e ter uma maior visibilidade está bastante em moda hoje em dia e os resultados realmente são positivos.

Para organizar ou participar de eventos o que é necessário?

Relacionamentos para ser convidado para um evento ou criar um evento e ter pessoas para difundí-lo e tempo em ambos os casos para ser um investimento adequado.

Relacionamento com atuais clientes

Este é um tipo de trabalho de marketing que sempre dá resultado. Se já é cliente, ele tem confiança, sabe do potencial do  escritório.

Agora, para investir neste cliente, dar a ele informações sobre os atuais processos que tem e possíveis assuntos ou informações úteis para novos negócios há a necessidade de dois fatores: Tempo e relacionamento (para com o cliente).

Redes Sociais

Investir em redes sociais dá resultado? Claro que sim. Mas, para que servem as redes sociais?

Dois pontos: Serem informativas (excelente utilidade, indexação da marca, etc) e promoverem relacionamentos.

Como utilizar isto a favor do seu negócio?

Sendo informativo sobre assuntos interessantes ligados a realidade do negócio e estabelecendo conexões com pessoas.

Como fazer isto acontecer?

Tendo tempo e investindo em relacionamentos.

Enfim,

Você quer saber qual o segredo do marketing jurídico: Tempo e relacionamentos.

Quer fazer crescer o seu negócio? Tenha tempo e relacionamentos.

Agora como conseguir o tempo e relacionamentos é outra estória… leia amanhã sobre este assunto aqui!

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Muito se fala em redes sociais, nos seus potenciais benefícios, aplicabilidades práticas, possibilidade de negócio, etc.

Uma pesquisa recente demonstrou dados interessantes, alguns já conhecidos – como que o Orkut é maior no Brasil que em outros países, enquanto a maior rede social do mundo, o Facebook, por aqui é pequena -  outros dados não, como que somos as pessoas que mais tem amigos virtuais no mundo, enfim, é uma pesquisa que vale a pena.

Leia a pesquisa completa aqui.

Abaixo alguns trechos da pesquisa com meus comentários.

“Social media usage has experienced explosive growth in Latin America, with Brazilians now having the highest number of online “friends” in the world.

A report from TNS, written by the research firm’s Latin America ceo Wander Meijer, shows that the typical Brazilian has 231 social network friends, while Latin Americans have an average of 176. The global average is 120.”

Ou seja, somos no mundo inteiro, quem mais tem amigos virtuais nas redes sociais. Nossa média é de 231 amigos contra 120 no mundo inteiro. Este dado mostra com clareza que a presença do Brasil nas redes sociais é consistente.

“When asked which network they intend to join in future, over half (53%) of Brazilian consumers said “none”, while 26% said Twitter – the next most popular response – and 15% Facebook.”

Na pesquisa, 53% dos brasileiros dizem que não entrarão em nenhuma rede social, mas 26% disseram que pretendem entrar no twitter e 15% no Facebook. Ou seja, se vamos investir numa rede social atualmente, que seja o Twitter.

A pesquisa demonstra claro que uma necessidade é atual e não futura: Temos que investir nas redes sociais e em conteúdo para ela.

Por que?

Porque temos como difundir conhecimento, estratégias, negócios, tornar-nos conhecidos virtualmente para pelo menos 231 pessoas.

Poderemos não ter efetivamente 231 negócios, mas teremos pelo menos nosso nome e referência daquilo que somos e fazemos para mais de 200 pessoas, sem contar outras que poderão ler em buscadores, emails enviados para grupos de debate, etc.

Temos que investir agora, pois a colheita sim, será no futuro.

Você investe no seu futuro? Invista hoje nas redes sociais. Elas são o futuro chegando ao presente.

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Na sexta-feira passada a Microsoft anunciou que na sua próxima versão do pacote Office (chamado de Office 15) o mesmo terá uma integração com o Facebook, como por exemplo mensagens instantâneas. Leia a notícia completa aqui.

O que isso muda?

Pode parecer pouco, alguns dizem que será até mesmo improdutivo (redes sociais em conjunto com word, por exemplo, mas é uma novidade pelo menos interessante.

Vamos analisar dois pontos:

1.Tendência;

2. Investimento;

Em relação a tendência, é inegável que as redes sociais fazem parte do dia a dia de muitas pessoas hoje. Agora, sejamos francos: Uma gigante como a Microsoft não iria investir milhões em um novo software (atualização do Office – aliás, um dos seus melhores produtos) sem uma pesquisa de mercado e visão de que as redes sociais realmente são o futuro social.

Mesmo que possamos ignorar isto, basta analisar as tendências atuais: Blogs e twitter em alta, sites e correio (físico) em baixa. Não que ter um site não tenha a sua importância, mas sua finalidade não é tão graduada como blog e twitter, bem como redes sociais para os jovens.

E os jovens interessam?

Óbvio. São eles os adultos de amanhã. Eles que serão nossos clientes em alguns anos. Estar conectado a eles é mais do que fundamental: É questão de sobrevivência.

E o investimento?

O maior investimento que se faz em termos de redes sociais é o tempo.

Dinheiro? Não muito. As redes são em sua maioria gratuitas e integradas umas as outras. Uma publicação no twitter pode ser integrado com Facebook e LinkedIn, por exemplo.

Apenas isto basta?

Claro que não, as perspectivas das redes sociais vão para outro caminho: Interatividade.

Como assim?

As redes sociais são um meio tecnologico bem interessante de encontrar pessoas com interesses afins ou pessoas que já conhecemos na vida real e queremos ter maior contato.

Agora a pergunta é: Como fazer?

Se interessar pelas pessoas e pelos contatos. Ler o que é postado e responder quando possível ou interessar. Estar presente e ser presente.

Enfim,

As perspectivas das redes sociais são de crescimento e interatividade.

A pergunta que não quer calar: Você está preparado?

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Uma interessante pesquisa foi publicada semana passada pela agência digital Razorfish. Foram pesquisados cem mil usuários de internet em diversos aspectos e os resultados são importantes para uma reflexão de como investir em marketing digital.

A pesquisa tem um bom número de pessoas entrevistadas e com resultados que trazem uma boa reflexão.

Leia a pesquisa completa aqui (em inglês). Aqui a reportagem da pesquisa em português.

Destacamos alguns pontos da reportagem:

Entre as conclusões está o fato de que o consumidor ainda não consegue enxergar as plataformas on line como fontes de envolvimento com uma marca, uma vez que não atendem a todas as expectativas da audiência. A maioria das pessoas prefere métodos mais tradicionais como o e-mail, sites da empresa ou, ainda, por meio do boca a boca.

Os consumidores citaram o fato de sentirem-se valorizados como sendo o elemento mais importante para o envolvimento com uma marca. “Todos querem a mesma coisa. Assim, as empresas devem se preocupar menos com a construção de inúmeros canais e pontos de contato e mais sobre como assegurar que cada interação com o cliente comunique valor”, aconselha Tassinari.

O resultado não surpreende muito, mas pelo número de entrevistas temos uma boa noção de como as mídias eletronicas podem e devem ser utilizadas em prol do marketing.

Em resumo: Temos que ter foco. De nada adianta ter 15 redes sociais e não atualizar, interagir com os contatos ali existentes. Não é o número de seguidores que faz a diferença. O diferencial está na qualidade da informação e na interatividade.

Neste sentido, o twitter é a febre das redes sociais. A própria pesquisa ressalta isto:

Como parte do estudo, a Razorfish também criou uma ferramenta intitulada “Ranking de Influência do Consumidor” – uma equação que auxilia as marcas a avaliarem o valor de um consumidor com base em sua influência e alcance, bem como a intenção e o poder de compra deste indivíduo. A equação baseia-se fortemente no Twitter, uma vez que o serviço de microbloging é a mais pública e controlável de todas as principais plataformas sociais, observa o relatório.

Como defendemos neste blog há muito tempo (discorremos sobre o twitter desde o início de 2009), uma abordagem de site, blog e twitter tem uma eficiência em marketing eletronico, aumentando o ranking nos motores de busca e alcançando seguidores reais e qualificados para as mídias produzidas.

Lógico que tudo passa por informativos interessantes, com foco no que os seguidores querem ler e saber.

De nada adianta colocar notícias diversas e variadas sem um foco definido. Se você quer chamar a atenção do seu negócio para um determinado público alvo, o primeiro passo é saber o que este público quer ler e estar informado. Sempre busque, além de notícias, colocar curiosidades. A tônica de qualquer interatividade na internet é ser sério e respeitoso sem ser sisudo. Não precisamos de carranca (mensagens tecnicas e jargões de difícil acesso). Precisamos de linguagem simples e direta, para que possa ser compreendido pelo seu público alvo.

Você está preparado para esta realidade?

As pesquisas mostram claramente que você deve(ria) estar.

Pense nisto.

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Um recente artigo publicado no site Consultor Jurídico chamou atenção: Ressalta que nos Estados Unidos os advogados ocupam posições estratégicas e de poder. Leia a reportagem completa aqui.

O artigo descreve personalidades como o presidente dos EUA Barack Obama, Hillary Clinton, entre outros, como advogados que chegaram a posições de destaque, sendo que o presidente dos EUA afirma que busca muito de seus aliados e trabalhadores em Harvard, conceituada escola jurídica americana.

Tal distinção nos leva a uma profunda reflexão: Porque no Brasil é tão diferente? Porque no Brasil achamos a advocacia algo ruim?

Aqui o que temos é uma visão bem mais simplória.

Temos advogados que são parlamentares, contudo, isto não enobrece a profissão.

Temos advogados que se tornam juízes e parece que esquecem que um dia foram advogados.

Temos advogados que chegam ao executivo, mas seus atos não são compatíveis com esta nobre profissão.

Porque será que é assim?

Parece uma pergunta impossível de ser respondida de forma objetiva, contudo, temos algumas pistas do porque isto acontece e mais, das consequencias destas atitudes.

Pistas

Quantas vezes observamos advogados falando mal de outros advogados? Advogados que são vistos em novelas como vilões, sempre querendo prejudicial alguém. Advogados que sequer parecem saber o que é o direito e pelo que o defendem.

As pistas apontam para faculdades com objetivo mais financeiro do que de estudo, aliás, não apenas faculdades, hoje estudar é sinonimo de se o aluno paga ele merece passar de ano, conhecimento é problema dele e não da escola. Eu discordo frontalmente, mas é uma realidade que temos que enfrentar, onde alunos chegam ao segundo grau sendo analfabetos funcionais, sequer conseguem compreender corretamente o que lêem.

As pistas apontam para os próprios profissionais que passaram na prova da OAB (já imaginou sem a prova como seria o mercado com qualquer tipo de profissional?) e reclamam da profissão, sempre falam mal da advocacia e na primeira oportunidade querem ser assistentes do Ministério Público, Oficiais de Justiça e por aí vai. Não desmereço qualquer profissão, mas quem lutou e batalhou para passar na prova da OAB e ser advogado(a), deve honrar a sua OAB.

As pistas apontam para profissionais que ao invés de se profissionalizarem, buscarem a gestão e tecnologia como diferenciais competitivos, quererem ser diferentes e fazer a diferença, se preocupam unicamente com o preço. Humilham-se em honorários pífios. Aceitam cuidar de processos por anos a fio e receberem misérias. Dizem que isto que faz é o mercado. Afirmo categoricamente: Não é. Quem faz o preço é o próprio profissional. Se ele tem visão, sabe do direito e quer evoluir, ele pode e será bem sucedido.

Consequências

Uma das piores consequências é o advogado largar a advocacia e buscar outra profissão. Muitas vezes ele é talentoso, sabe do que faz, mas lhe falta visão, gestão, tecnologia. Daí advogar parece um fardo.

Outra consequência terrível é o profissional que fica estagnado, pensando que já fez tudo que a advocacia permite. Este profissional não tem visão do mercado. Falta ver que o mercado está em plena expansão, crescendo diariamente, com novas áreas, mercados, produtos novos (faço quase semanalmente em meus clientes este exercício de visão de mercado e os resultados são produtos diferentes, muitos que eu sequer havia visto, pois a criatividade faz parte da carreira jurídica).

Quem fica parado achando que o mundo deve mudar primeiro, realmente está na profissão errada. Estamos diante de desafios enormes na área em si do direito material, igualmente processual e mais o eletrônico. Temos redes sociais reinventando a nossa comunicação, nunca antes na história deste país houve tanto para se promover no universo jurídico, a exemplo do direito no âmbito da internet assim como o processo virtual promovido pelo judiciário em todo país. São questões que precisam ser enfrentadas. Antes, tudo ocorria no papel. Agora, são bytes, rede e memória que fazem o mundo girar.

Não basta ficar achando ruim a situação atual. Faça algo a respeito!

Enfim,

Você se orgulha de ser advogado?

Deveria. É uma profissão maravilhosa. Basta visão, gestão, tecnologia e muito trabalho para que o sucesso seja constante no seu caminho.

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Uma interessante pesquisa recente demonstrou uma característica que há muito tempo abordamos no Blog: As redes sociais estão cada vez mais sendo usadas em detrimento do email. Aliás, desde 2009 escrevemos sobre este assunto. Leia o artigo de 2009 e o de 2010. Para ler a pesquisa recente, clique aqui.

Ou seja, há pelo menos dois anos  já se fala em redes sociais tornando-se mais importantes que o email. Porque, então, ainda não substituiram o email?

Por uma importante razão: Redes Sociais são públicas.

O foco das redes sociais é de unir pessoas, interesses e conversas. Se você conhece alguém no Facebook e quer conversar com ele, porque mandar um email ou entrar no MSN? Basta acessar seu perfil e deixar um recado ou usar o serviço de email interno ou mural do Facebook.

Agora, o foco do email é bem mais amplo. Se você vai mandar ao seu subordinado um orçamento para um cliente, você não irá manda-lo pelas redes sociais, onde todos podem ter acesso, certo?

E mesmo que seja uma mensagem privada – a exemplo do Twitter – ainda assim, o email se mostra mais eficiente.

O que estamos percebendo é uma tendência, ou seja, os jovens estão cada vez mais usando as redes sociais para se comunicar e menos o email, contudo as pessoas acima de 55 anos estão ao contrário, voltando ao email…  A realidade é que pelo menos 70% dos americanos segundo a pesquisa ainda usam seus emails, o que não deverá ainda prejudicar este serviço por algum tempo.

O questionamento que fica é: Você está preparado para as redes sociais? Caso não, cuidado, se a tendência se confirmar, poderemos ter redes sociais exclusivas internas dentro das empresas e sem conhecimento, você poderá estar fora do mercado de trabalho.

Não espere o mundo mudar. Conheça as tendências e se atualize. Conhecimento é, e sempre será, um diferencial.

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Em Dezembro passado uma interessante notícia circulou no meio jurídico: Um anúncio do Citigroup solicitando um advogado com conhecimento de mídias sociais. Leia a notícia aqui.

Destaque-se esta parte da notícia:

“O banco publicou um anúncio de emprego, nos Estados Unidos, para a contratação de um advogado que se dedique ao seu conteúdo publicado na internet, abrangendo os sites das empresas, além das contas no Twitter e no Facebook (e também no YouTube). O advogado será responsável pela criação de um quadro de possíveis riscos jurídicos para ações sociais do banco nos meios de comunicação; cuidará da aprovação de conteúdos; verificará as questões jurídicas com o patrocinador da mídia social, ajudará nas respostas aos comentários em ambientes interativos; protegerá a propriedade intelectual do banco nas mídias sociais, e contribuirá para a elaboração de contratos com terceiros, como provedores de mídia social e fontes de conteúdo”.

Sinal dos tempos, não?

Sempre afirmo e repito: A Advocacia não está saturada. A Advocacia está sendo reinventada.

Precisamos cada vez mais de profissionais criativos, inteligentes e principalmente focados com o mercado.

O mercado hoje e de futuro está baseado nas redes sociais. Está baseado na relação entre as pessoas seja fisica, seja virtualmente.

O mercado está cada vez mais tecnológico e menos manual. Informação hoje é obrigação e não diferencial.

O grande diferencial do mercado está em saber utilizar a informação em prol próprio.

Destaque para o título da notícia também, pois busca alguém especializado em mídias sociais e não mídias virtuais, unicamente. Em bom português, precisa alguém que atue socialmente e não apenas nas redes sociais.

Não basta para este candidato ter ouvido falar ou ter um cadastro ativo mas com pouco uso em redes sociais… Quem não usa, não tem como administrar o que pode (potencialidade) e seus riscos dentro de cada uma das redes.

É amigo leitor… Esta vaga de advogado não é para qualquer advogado.

Você se sente preparado para atuar neste mercado? Você conhece as redes sociais?

Se twitter, facebook, orkut, myspace, linkedin entre outros nomes são grego ou palavrões para você, cuidado….

O mercado está em constante ampliação e evolução. Ficar fora do mercado não é uma opção inteligente.

Pense nisto.

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Nesta semana uma interessante pesquisa nos EUA demonstrou com bastante clareza que a internet é um ambiente positivo para negócios jurídicos. Leia  a pesquisa aqui.

Vamos analisar alguns números desta pesquisa:

85% dos entrevistados consideram sites/blogs jurídicos como importante fonte de informação;

Três de cada quatro entrevistados consideram a qualidade do site para coloca-lo nos favoritos;

94% ficam on line com objetivos que não são emails, ou seja, em sites/blogs, etc;

82% informam que usam a internet e não outro método de pesquisar assuntos de seu interesse;

50% dos executivos consideram mecanismos de busca importantes para decisão de negócios;

2/3 dos entrevistados usam redes sociais, principalmente LinkedIn;

75% lêem blogs, sendo que 37% lêem diariamente;

Chega… Ficou claro não?

Internet é a fonte de negócios… Se você acha que isto é só nos EUA, se recorde que estamos num mundo globalizado, empresas multinacionais e principalmente que o Brasil adora tudo que vem dos EUA… Por exemplo, o Twitter nasceu lá em 2006 e veio com força para cá no início de 2009… Sendo uma febre por aqui ainda…. Lá já foi febre, caiu, voltou a ser febre…

Seu site não está atualizado? Redes sociais é um bicho papão? Blog é para seu filho?

Cuidado… O mercado pode estar derrubando estes mitos antes que você aprenda como são importantes para o seu negócio!

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Em Julho de 2010 escrevi sobre o Hootsuite, um portal na internet que permite gerenciar várias contas de twitter. Naquela ocasião, eles haviam retirado uma funcionalidade do sistema deles e depois de duas semanas voltaram a colocar, o que rendeu elogios pela atitude. Leia o artigo aqui.

Neste final de Novembro, a mesma empresa volta a decepcionar.

Em uma era em que todos estamos buscando na internet nossos contatos, serviços melhores e mais eficientes, eles enviam um email informando que dentro de x dias estarão cobrando pelo uso do serviço. Terão uma versão gratuita com poucos recursos e gerenciamento de poucas contas e somente na versão paga ($ 6,00 – seis dólares ao mês) teria direito a todas as funcionalidades que até então estava usando há mais de um ano.

Além da falta de sensibilidade com os atuais clientes – se quer cobrar, cobre de quem nunca usou o serviço e não de quem ajudou a desenvolver a marca – a atitude deles está totalmente em contrasenso a tendencia da Internet e das Redes Sociais.

Na semana passada uma reportagem demonstrou que dois Jornais – um Britanico outro Americano – ao tentar cobrar para ler seu conteudo na web tiveram uma redução de 38% do Jornal Britanico em duas semanas e do Jornal Americano Times perdeu nada menos que 95% de seus leitores. Leia aqui.

Isto mesmo, 95% dos leitores.

Há tantas formas de ganhar dinheiro na internet, mas cobrar por sistemas que gerenciam produtos gratuitos como Twitter não é uma delas ao meu ver.

Voltei para o bom TweetDeck. Tem tudo que o Hootsuite tem e ainda coloquei ele no celular. Acesse aqui para baixar.

Ao meu sentir, cobrar por serviços prestados é algo muito útil e importante, afinal ninguém trabalha de graça. Contudo, querer cobrar por um serviço que tem como base ser gratuito (twitter) e não pensar que ao invés do usuário final (nós) poderia ter interesse de inúmeras empresas em vender seus produtos através de anúncios, posts direcionados, etc…. É falta de criatividade. Até o twitter por si só já tem links patrocinados… E não quer cobrar de seus usuários.

E a pergunta: Pagar ou não pagar conteúdos na internet?

Claro, esta será uma resposta que levará algum tempo para ser respondida, pois estamos no início destas tentativas de cobranças e de um mercado de redes sociais e negócios na internet em plena expansão.

Viveremos e veremos o que o tempo dirá!

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Na semana passada o Facebook, a maior rede social do mundo, anunciou um serviço de email integrado ao seu serviço atual de rede social. Leia aqui.

Pode parecer uma simples concorrencia com o Yahoo ou com o Google, como mostrou a mensagem, mas penso que temos algo maior nesta notícia.

Algo que nos faz refletir em como estamos hoje e como estaremos no futuro.

Há alguns anos atrás, vamos colocar cinco anos, 2005, pouco ou quase nada se falava sobre redes sociais. Se comentava sobre sites principalmente e um pouco sobre blogs.

Pois bem.

Em menos de cinco anos, temos uma explosão de redes sociais, deixando o site e blog como complementos e não como ferramentas principais de contato.

E o que isto tem a ver com negócios?

Muito. Muito mesmo.

Se você quer negócios com pessoas daqui a mais cinco anos, prepare-se para as redes sociais.

Há alguns anos já se debatia se emails e redes sociais seriam concorrentes. Leia aqui sobre isto.

Hoje, estamos vendo uma convergência. Isto significa que se estou no facebook e nele mesmo posso receber emails, porque procurar outro serviço de email ou local na internet? Tenho meus amigos, trabalho, contatos tudo no mesmo lugar.

Uma ideia sensacional.

Agora pense com carinho: Como você lida com as redes sociais?

Proíbe? Sequer sabe o que são as redes sociais? Nem quer saber?

Cuidado.

Elas já foram no passado o futuro. Agora estão se tornando o presente.

Quer conhecer pessoas? Redes Sociais…

Quer conhecer empresas? Redes Sociais…

Quer estar presente na internet? Redes Sociais…

Não basta mais emails, site e blogs. Precisamos interagir com o mercado como o mercado está interagindo… Através das redes sociais.

Faça hoje seu cadastro, procure aprender e use com muita cautela, pois tudo que diz e faz na rede fica salvo. Estamos vivendo um verdadeiro Big Brother on line.

Não precisamos fugir ou nos apavorar.

Precisamos sim estar preparados para ele.

Seja a mudança que queres ver no mundo. Começe ja!!!

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