Você já pensou na sua marca jurídica?

Seu nome, sobrenome, é tudo aquilo que tens para seres ou não referência na vida profissional.

Kevin Randall escreveu um artigo onde resume o sucesso da marca numa palavra: BRAND.

São cinco elementos que descrevem a marca de sucesso. Vamos analisá-los um a um:

B – Believable – Marca é algo em que acreditamos. De nada adianta investirmos milhões dizendo que a marca XXXX é boa, respeitável, não perde prazos, etc, se nossos funcionários, advogados e demais empregados não defenderem esta ideia.

R – Relevant – Marca tem que estar próxima do seu público alvo, tem que ser relevante, importante para ele. Tem que ter produtos adequados, organizados, encaixados na realidade que ele tem.

A – Adapt – A marca deve ser adaptável, ou seja, deve traduzir o momento do tempo. Um escritório com 30 anos de mercado pode falar em tradição, mas deve estar buscando associar ao seu negócio a ideia da inovação, quiçá tecnologia, posto que apenas tradição – embora importante – no cenário atual não se mostra aprazivel numa época em que o que vinga é o processo eletrônico.

N – Number – OU seja, as decisões acerca da marca devem ser embasadas em números, em estratégias que sejam mensuradas e não apenas em achismos. Se queremos saber o que o cliente pensa do escritório devemos questioná-lo, permitir que ele responda formulários on line ou não, enfim, dados numéricos que possam nos apontar problemas em que estamos falhando para podermos assim fortificarmos a marca.

D – Diferent – Aqui a palavra é inovar a marca. Trazer a ela conceitos diferentes. Colocar seu escritório nas redes sociais associado a ideia de informação em tempo real de assuntos interessantes e relevantes. Uma inovação da sua marca…

Estas cinco palavras são importantes para que a marca do seu escritório possa ser sólida e confiável.

E como você age para manter a sua marca forte e confiável?

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Se você pensar em algo para marketing, pode pensar em inúmeras questões, tais como os famosos 4 P’s do Marketing: Preço, Produto, Promoção e Praça, podes pensar em redes de relacionamento, enfim, muitas ideias podem vagar na mente.

Ocorre que nada pode ser mais forte para um escritório de advocacia ou advogado do que o seu próprio nome.

Sim, isto mesmo, seu próprio nome.

A advocacia se constrói pela confiança, pelo conhecimento, pela força do nome do advogado ou escritório.

Porque alguns nomes soam para nós como marcas famosas? Algum dia elas foram pequenas. Algum dia elas erraram. Algum dia elas também falharam.

Então, porque algumas crescem e outras não?

Muitas questões influenciam nisto, contudo alguns fatores são preponderantes para o sucesso:

Se errar, assuma o erro e busque o resultado. Não se constrói uma marca baseado em erros;

Seja sempre sincero em relação as causas. Mais vale um cliente sem uma ação, do que uma ação infundada;

Persista.  Não desista nas primeiras dificuldades. Sempre haverão pedras, mas a beleza do caminho ainda existe.

Veja nas possibilidades de conversas e contatos novos negócios para o seu cliente, mesmo que não tenham rentabilidade direta para você. Ofertar uma solução ao teu cliente pode ser muito mais produtivo do que uma ação propriamente dita.

Tire um tempo para o seu cliente, converse com ele pessoalmente, agende compromissos comuns com os interesses dele. Demonstre que você conhece o negócio dele.

Contudo, para que todas as atitudes acima resultem positivamente, o profissional deve ser e agir como.

Como assim?

O advogado é um excelente profissional, conhece bem a área que atua e tudo bem. O cliente entra no escritório encontra o advogado de bermuda, pés em cima da mesa espalitando os dentes. Dá pra imaginar?

Neste exemplo esdrúxulo quero ressaltar que não basta ser, tem que aparentar ser. O profissional deve estar vestido condizente, deve falar adequadamente (sem gírias, palavras de baixo calão), deve ser gentil e compreender as ansiedades do cliente.

E tudo isto que afirmo nada mais é em resumo: Faça primeiro a sua marca, o seu nome. Com o tempo, o mesmo será referência para bancas ou para a sua própria banca jurídica.

Um nome somente tem nexo causal se forjado, lapidado pelo profissional que labuta e desenvolve esta marca. Senão, continua sendo apenas um nome.

Faça do seu nome um caminho para o sucesso. Use suas atitudes para isto!

Sucesso!!!

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A grande frase de Shakespeare em Hamlet se hoje atualizada, pode ser dita como Estar ou não estar on line… Eis a questão!

Recente pesquisa intitulada “Produtos Financeiros e o Consumidor no Brasil”, da Netpop Research, LLC, realizada em fevereiro deste ano, demonstra claramente que cerca de 60% dos consumidores nacionais utilizam sites de busca para obter as informações que necessitam. E o percentual do Google não poderia ser diferente: o índice é de 98% dos entrevistados. Veja a reportagem aqui.

Aí nos resta a pergunta de Hamlet atualizada: Estar ou não estar on line?

Como está a marca do seu escritório hoje?

Quando digita o nome do escritório ou dos sócios encontramos quem?

Quando digita advogados cidade xxx (sua cidade), o seu escritório ou nome aparece em que posição?

A internet é a fonte de busca para toda a geração atual. Estamos cada vez mais conectados e, por que não,  dependentes desta maneira virtual de ser.

Ter um anúncio na lista telefônica ou ter um site? Faça a pesquisa e veja de onde estão vindo os teus clientes…

Certamente a internet, bem como as redes de relacionamento (que podem se intensificar nas redes sociais virtuais) são excelentes ferramentas de indicação para a sua marca.

Estar on line não é escolha. É a atualização das palavras de Hamlet, é ser, é questão de existência.

Quanto mais cedo, melhor. Afinal, tudo tem seu tempo de maturação, então o próprio escritório e seus sócios precisam se acostumar com a vivência/existência on line.

Ponha em prática e divida conosco a sua experiência!

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Estamos acompanhando nos jornais a saída do reitor da ULBRA de Canoas/RS, após a “falência” econômica da Universidade.

Uma Universidade que obtinha recursos fantásticos de seus alunos, com mensalidades altas em proporção a suas outras concorrentes particulares, bem como fontes públicas por ser “filantrópica”.

Um caso de má gestão, quiçá fraude, mas que a justiça se encarregará de apurar.

Quero abordar um aspecto que está ficando esquecido: E os funcionários e alunos?

Não o fato das demissões ou até mesmo do direito obrigacional e consumeirista dos alunos.

Mas sim, o fator da marca ULBRA.

Mesmo com crise, mesmo com situações deploráveis, a Universidade é composta de bons Professores, bons Funcionários.

Então não podemos rotular como ULBRA tudo, negativamente. Temos uma má administração, direcionada e exclusiva da direção. Nada além.

Ouço colegas, amigos falando “Aquele professor era da ULBRA”. “Aquele funcionário foi demitido da ULBRA”, num tom pejorativo, negativo, ouso afirmar: segregativo.

Devemos separar o joio do trigo.

De um lado está a gestão da Universidade com seus problemas; De outro, estão seus funcionários e professores, pessoas idôneas que não podem ser segregadas socialmente por estarem inseridas em um contexto, sem contudo serem partícipes da decisão dos rumos da Universidade.

Conclamo a todos para este reflexão.

Não apenas no caso da ULBRA. Mas, igualmente em tudo nesta vida, pois se vamos afirmar algo, que seja com propriedade, com conhecimento de causa, mas não podemos exacrar profissionais competentes que não tinham poder decisório, como sendo responsáveis pelo caos instalado na ULBRA, por exemplo.

Aproveite o feriado de amanhã para esta reflexão. Compartilhe conosco a sua opinião!

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