“Não ande atrás de mim, talvez eu não saiba liderá-lo. Por favor, nem ande em minha frente, talvez eu não saiba segui-lo. Ande ao meu lado para que juntos possamos crescer e galgar os degraus da Elevação da Consciência.” (Provérbio Sioux)

Este provérbio tem uma sabedoria corporativa fundamental: Precisamos estar alinhados com a equipe para poder liderá-la.

Quantas vezes verificamos que o líder quer comandar dizendo tudo que todos tem que fazer, mas que ele mesmo não faz.

A frase mais útil neste aspecto é: Somente pode ser líder aquele que sabe o que o comandado faz, com detalhes, para que possa compreender as mazelas, bem como as facilidades do trabalho.

Daí o provérbio acertou: Não adianta seguir alguém, afinal este alguém pode não saber liderar.

O mesmo vale para o inverso. Não queira apenas se apoiar em líderes para crescer. Podemos admirar pessoas, suas atitudes, escritas e verbo, contudo, seguir cegamente outras pessoas não nos levará a lugar algum.

Precisamos aprender a trabalhar com nossos liderados. Servir de exemplo sempre. Agir conforme a ótica da empresa, com foco nos objetivos da empresa.

Se o estagiário percebe que o sócio trabalha, ensina, tem organização e não busca culpados, mas sim soluções para os problemas, o mesmo terá uma vontade enorme de crescer, permanecer e se estabilizar naquela companhia.

Agir de maneira impulsiva, tratar de forma diferenciada pessoas no mesmo nível favorecendo alguns, deixar sempre para depois as reuniões com a equipe, são alguns exemplos de situações que levam o “líder” a posição de simples chefe.

Liderar é dar exemplo.

E de que adianta dar exemplo, se este exemplo for negativo?

Precisamos de líderes alinhados com os objetivos da empresa. Líderes que saibam para onde a empresa está indo e não apenas cumpram metas.

Precisamos de pessoas que pensem na empresa e não apenas no seu cargo na empresa.

Liderança é muito mais que um título. Liderar é uma verdadeira arte.

Como você vê a liderança na sua equipe?

Tem líderes ou cargos de líder?

Pense nisto.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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“É fácil a missão de comandar homens livres, basta-lhes mostrar o caminho do dever” – Gen Osório

Esta frase tem uma conotação muito importante em três aspectos:

Homens livres;

Comandar;

Caminho do dever;

Vamos analisar estes aspectos que servem para liderança, estratégia e visão do seu negócio.

Homens livres

Você pode afirmar que é livre?

Você pode afirmar que tem todas as decisões sobre o seu comando?

Você pode afirmar que sabe o que está acontecendo no seu negócio neste exato momento?

Difícil, não?

Ser livre requer muita responsabilidade, trabalho e controle. Ser livre não significa fazer tudo que se quer, significa fazer aquilo que é certo na sua visão.

Ser uma pessoa livre significa agir conforme a sua convicção, dentro da moral e ética aceitas socialmente. Não precisamos ser transgressores para sermos livres.

No seu negócio, ser livre significa tomar decisões, arriscar com planejamento, plano B e alternativas, significa fazer mais e melhor.

Queres ser livre? Aja conforme sua consciência e não conforme os outros dizem para agir.

Comandar

Se você é dono do seu negócio, sabe que comandar não é fácil. Para o comandado, parece simples dar ordens. Comandar, é muito mais que dar ordens. É saber a direção que está seguindo e assim agir para chegar naquele objetivo.

Para quem é parte do processo e não é líder, muitas decisões podem parecer injustas, mas o líder sabe que o escopo deve ser alcançado, mesmo que tenhamos que retirar algumas pedras do caminho. Por óbvio, não significa que os fins justificam os meios. Contudo, decisões difíceis são parte do processo evolutivo do líder.

Caminho do dever

Qual é o seu caminho do dever?

Parece simples quando falamos em dever escrito por um General, ou seja, é o dever de cuidar da Pátria amada. E na vida do seu negócio?

Pensou? Não é fácil, não é?

O dever do seu negócio é um misto entre o seu projeto de negócio, a realidade atual, bem como as estratégias que você adotou e adota no seu dia a dia. Esta salada de fruta bem misturada resultará numa visão de realidade, que é o dever do seu negócio.

Por que dever?

Porque suas ações de ontem e hoje farão o seu negócio amanhã.

Enfim,

Quer guiar homens livres pelo universo empresarial? Mostra-lhes o valor do teu negócio!

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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Todos direitos reservados.

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Amanhã comemora-se o feriado de Corpus Christi na Igreja Católica. Um feriado municipal, portanto em alguns lugares do Brasil não será feriado.

Uma época em que os católicos demonstram a Fé na Eucaristia, no corpo de Cristo.

Para reflexão desta data, cito uma palestra do Daniel Godri que fala da liderança de Cristo. Assista abaixo:

Caso não abra, acesse aqui: http://www.youtube.com/watch?v=5PAJ1aR7wRw

A reflexão para hoje é justamente na pessoa de Jesus Cristo. Muito mais que um líder espiritual, filho de Deus-Pai. Uma estória de vida que demonstra um caminho de liderança sem precedentes.

Quando pensamos na liderança corporativa, pensamos numa pessoa ímpar, que consegue conciliar receber informações de seus subordinados e negociar com a direção sem ser pedante nem de uma nem de outra parte. Alguém que com palavras e atitudes comanda a equipe para onde quer que seja. Alguém que – sem mandar ou bater – faz com que os outros sigam seus atos.

Enfim, descrevemos a figura de Jesus Cristo.

Claro, não podemos igualar os feitos, nem penso nisto, contudo, podemos nos espelhar nesta parte da história para nossa reflexão.

Se você é católico e comemora a Eucaristia, os ensinamentos de Cristo estão no seu eu, fica simples compreender tudo isto. Mas, mesmo aquele que não tem religião, também compreende que na história de Cristo temos os elementos fundamentais e intrínsecos da gestão e liderança.

Aproveite o feriado para esta reflexão sobre liderança, atitudes e gestos, independente da sua religião.

Um bom exemplo é sempre salutar, independente de concordares com a história ou crença.

Pense nisto.

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Um interessante artigo do portal LawBiz nos traz uma reflexão comparando o comportamento dos homens e os cães, bem como os próprios cães entre si.

Sabemos que os cães se vêem como líderes da matilha, então eles tentam buscar esta liderança. A melhor forma de criar um cão obediente é demonstrar que o homem é o alpha, ou seja, o dominante.

Se analisarmos a visão do homem  em relação ao treinamento do cão, percebemos que o homem subjulga o cão pela demonstração, clareza, força e exemplo.

Já pensaste que muitos líderes agem assim com seus liderados?

E o cão, como aprende?

Com uma só faceta: Ele observa. Obseva o jeito, atitudes, cheiro.

Ou seja, o cão sabe se és um líder não pelas tuas palavras, roupas que veste, cargo que ocupa. Ele te reconhece porque vê, enxerga, vislumbra em ti as atitudes de um líder.

E na vida profissional?

Precisamos de cargos, roupas, palavras de impacto?

Em fato, mesmo admitindo que as convenções sociais exigem aparencia e hierarquia, a liderança é exercida por pessoas que não subjulgam, mas mostram o caminho; Pessoas que buscam em suas atitudes incentivar outras a fazerem o mesmo; Pessoas que querem o crescimento coletivo e não apenas o individual.

Como você vê a liderança no seu escritório?

E principalmente: Como você vê a sua liderança?

Reflita com cautela. Observe mais. Seja o exemplo de mudança que quer na equipe. Aja com um perfil de líder da matilha!

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“Não basta ser pai, tem que participar”, já diz o brocardo popular. No mundo empresarial, podemos atualizar como: “Não basta ser líder, tem que participar”.

Para alguns, liderança se adquire. Para outros, já se nasce com ela.

Liderar é trazer os outros na mesma linha de raciocínio, eficácia e motivação para o trabalho que o líder. O líder mostra o caminho que deve ser seguido, enquanto o chefe aponta o caminho. O líder comanda e está à frente do trabalho. O chefe somente aparece para colher louros ou se esconde atrás dos subordinados quando tem problemas.

Mas e no mundo jurídico-corporativo?

Muitos confundem liderança com poder, mandos e desmandos. Uma confusão imperdoável.

O líder jurídico é aquela pessoa que agrega em si primeiramente o conhecimento da sua área de atuação, depois carisma e principalmente comunicação.

Isto mesmo, o líder se comunica!

Liderar não é ficar em sua mesa de vidro dando ordens. Liderar é dizer ao estagiário que a atitude dele no fórum não é aceitável, pois uma certidão narratória fica pronta de um dia para o outro e não uma semana depois. É ensiná-lo que sendo gentil e firme no balcão da secretaria judiciária ele conseguirá manter o nome do escritório e fazer o seu próprio nome.

Cito a vocês dez elementos que formam um bom líder gestor:

1. Ser objetivo, justo e basear em fatos: Nada melhor. Ou seja, ser objetivo, direto ao ponto, sem rodeios, sem frescuras e basear suas decisões em fatos não em conversas. Muitos gestores criam uma “panelinha” em volta de si e acreditam apenas nas informações trazidas por estes colegas. Isto é um erro! A decisão deve ser sempre baseada em fatos, indicadores, relatórios, ou seja, a decisão de quem trabalha ou não é diretamente proporcional a quantidade de trabalho que os indicadores apontam e não aquele relatório verbal no boteco do happy hour pelo seu amigo do peito. É fundamental igualmente distinguir a amizade do trabalho. Muitos fazem verdadeiras “chantagens emocionais” com o colega que acabou de ser promovido. Amizades são maravilhosas e essenciais para o desenvolvimento humano, mas devem ter local para serem exercidas e sobretudo reflita: Se a pessoa é realmente teu amigo(a) ele(a) vai querer o melhor para ti e não o melhor para si, não é?

2. Deixar a sua equipe participar das decisões difíceis: Muito importante. Contar com o apoio da equipe é fundamental em épocas difíceis. Algumas idéias simples podem gerar resultados fantásticos. Conversar com todos da equipe pode se traduzir em redução de despesas, organização mais clara para o trabalho, entre outras questões. Exercite isto. Converse com a pessoa que serve o café. Converse com quem faxina. Converse com o colega mais quieto do escritório. Leve-os para uma sala separada dos demais e converse abertamente. Deixe eles se manifestarem. Verás que muitas idéias vem daqueles que quase nunca são ouvidos. Por óbvio não temos como fazer uma votação com toda empresa em cada decisão que deve ser tomada. Contudo, ouvir os funcionários e ser-lhes franco quando das decisões é fundamental para evitar a rotatividade da equipe e estimular a criatividade e potencialidade da equipe.

3. Fale com freqüência – e pessoalmente: Muitas vezes a comunicação é falha. Bastava uma ligação, uma simples ordem direta e pronto, tudo resolvido. Mas, a direção muitas vezes age como se o funcionário soubesse do que se trata e na verdade não sabe. Não estamos menosprezando ninguém, contudo, quem lida na operação precisa de subsídios. Fale! Não mande e-mails! Muitas vezes os gestores passam o tempo inteiro em suas salas fechadas disparando ordens por e-mails, bilhetes, ordenando a um para ordenar para outro, ou seja, a comunicação é sempre indireta. Não permita isto. Converse francamente com seus funcionários. Pessoalmente de preferência. Por obvio que nem sempre isto é possível. Mas, não deixe que a rotina não permita uma “passeada” pelo escritório com sorriso aberto, cumprimentando a equipe e ouvindo um pouco seus anseios. Esta é uma atitude líder!

4. Caminhe pela empresa: Você confia apenas no que diz seu funcionário? Ande pela empresa. Faça-se presente. Sinta os ânimos. Isto traz mais confiança aos funcionários. Além disto, numa simples caminhada, verás pessoas brabas, alegres, infantis, perceberás que estás rodeados de pessoas diferentes e poderás entender as qualidades de cada um para serem melhor aproveitadas. Além, claro, de que ver o “dono” da empresa ao seu lado e ouvir dele um bom dia, gostei da sua gravata, etc, é um incentivo que não tem preço.

5. Seja criativo na redução de custos: Para reduzir custos nem sempre é necessário demitir pessoas. Comece por outras áreas e deixe a pessoal por último. Faça campanhas de diminuição de papel, luz, água, telefone. Premie as equipes que conseguirem reduzir as despesas. Só há uma maneira de reduzir custos: Englobar, incentivar e fazer toda a empresa participar deste processo!

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