Twitter salva as mensagens postadas. E daí?

Recentemente um dos fundadores do Twitter afirmou que todas as mensagens postadas no microblog são gravadas. São somente mostradas dos últimos 14 dias, mas todas ficam armazenadas no servidor deles.

A ideia é que todas sejam disponibilizadas dentro de algum tempo no portal de busca do twitter search.twitter.com

Mas, o que isto afeta você?

Vejamos duas situações interessantes de refletirmos.

Primeira:

Você utiliza o twitter como uma forma de briga com o resto do mundo. Usa e abusa das tags # para ofender, defender ideias conflitantes, etc. Até então, se você resolver apenas postar sobre seu trabalho, em 14 dias o seu passado ficou para trás. A partir desta liberação das mensagens antigas, vasculhar as postagens do twitter para conhecer o usuário será fácil e simples. E pior, se usou muito as tags, terás teu perfil associado a estas tags.

Segunda:

Você sempre postou mensagens relacionadas ao direito previdenciário. Notícias, artigos, reportagens. Numa busca no Twitter, facilmente encontraremos o seu nome associado ao direito previdenciário.

Lembre-se: Tudo que você fez, faz e fará é que realmente pode mudar o mundo.

Use o twitter com parcimônia, vocação e paciência. Saiba dividir informações. Não seja beligerante.

Não apenas o Twitter, mas qualquer rede social. A ideia das redes é aproximar, catalogar, organizar as pessoas em prol delas mesmas. Uma rede social sem interação, integração e pessoas não existe.

O fato de existir um banco de dados online com tudo que está no twitter é uma fonte de pesquisa e tanto. O buscador da Microsoft Bing já faz buscas nas buscas do twitter, então através do Bing teremos ampliado todo manancial de informações. Em breve acredito que o Google irá se movimentar neste sentido.

E você? O que está esperando para postar utilidades, curiosidades, suas paixões, sonhos e trabalhos?

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Google e a privacidade. De novo…

Cerca de um mês atrás já havia postado um artigo falando da relação do Google e a privacidade, ou melhor, a falta dela.

A notícia atual é um resultado de como esta invasão da privacidade pode causar efeitos na vida real.

Leia mais sobre privacidade aqui.

Conforme noticiado no portal G1, uma mulher no Reino Unido separou-se do marido por este ter sido flagrado na frente de uma casa de outra mulher, através do serviço Street View (serviço que tira fotos em tempo real e publica na internet – em teste em algumas cidades do Reino Unido).

Claro que a mulher traída reconheceu o cabra safado pelas calotas personalizadas do veículo (põe detalhe para se reconhecer um carro) e como a desculpa dele era de estar fora da cidade, tudo acabou.

Não dou razão ao marido, nem pena sinto da esposa traída, contudo, o fato que cinge destacar é que a cada dia que passa temos mais serviços que estão nos vigiando. Muitas vezes sem consentimento, mas em prol da segurança, somos fotografados, gravados, etc por câmeras públicas.

Até que ponto a privacidade existe?

Vcoê já refletiu sobre isto?

O que você pensa? Aproveite que é  sábado e deixe seu comentário…

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Os dados do seu escritório estão seguros?

Artigo escrito por Gustavo Rocha e publicado no Portal O Gerente e no Portal Investidura.

Segundo uma pesquisa da revista Época Negócios, 59% dos ex-funcionários desviam dados corporativos, seja através de cópias de e-mails, petições, planilhas, etc.

Em primeiro lugar vamos pensar em quem realmente importa: O Cliente do escritório de advocacia. É fundamental que o escritório proteja os dados de maneira a proteger o cliente.

Em segundo, vamos pensar no próprio escritório: Seus prazos, estratégias, organizações, etc.

Agora vamos raciocinar: Como fazer isto?

Parece complexo, mas na verdade são atitudes e determinações que fazem a segurança funcionar bem.

Algumas sugestões:

1. Níveis de acesso no sistema – em muitos escritórios todos acessam tudo nos sistemas de gestão ou controle de processos. É fundamental que a direção acesse tudo. A gerência tenha um nível um pouco menor, os líderes menor ainda e os advogados e esatgiários acessem apenas andamentos do processo. Isto garante a inviolabilidade da informação. Se o seu sistema não faz este tipo de controle por nível de acesso, cuidado. Melhor repensar o sistema.

2. Arquivo de petições, planilhas, etc – Outra falha normalmente encontrada em escritórios. Alguns guardam as petições numa letra do servidor, o financeiro noutra, a direção noutra, etc e pensam que com isto estão seguros. Ledo engano. A segurança tem que ser bem restritiva, tipo, somente leitura, não pode editar, em alguns casos não pode imprimir, em outros casos não se permite utilizar USB (para pen drives e afins), nem gravadores de CD. Porque deixar a sua tese que levou pesquisa, tempo e dinheiro para um estagiário/advogado/funcionário copiar e, mesmo sem conhecimento de causa, entrar com ações iguais? Não esqueça que o direito autoral não protege as petições dos advogados… Melhor previnir do que remediar.

3. Pessoal da informática – Nada contra o trabalho desenvolvido pelos técnicos de informática, mas é muito comum em escritórios de advocacia exisitir aquele que é chamado de técnico mas é um estudante que está aprendendo informática e se sente como o dono da informação do escritório. Alguém de nível hierárquico superior deve controlar o trabalho do informata, posto que um tecnico pode fazer um backup como um favor para alguém e daí foi a segurança.

Estas são algumas dicas, tem inúmeras outras, tais como: quando demitir alguém, não deixe esta pessoa no escritório copiando dados; exclua a senha desta pessoa do sistema; Obrigue a equipe a alterar a senha do sistema pelo menos a cada 60 dias; sistemas baseados na internet, devem expirar o login após algum tempo sem uso; e por aí vai.

Pense com carinho na segurança da informação do seu negócio. Informação é poder.

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Google e a privacidade

fevereiro 27, 2009 by Gustavo Rocha · Leave a Comment
Filed under: Google, Internet - Privacidade 

Você já parou para pensar que pelo menos um serviço do Google utilizou/utilizará hoje no seu dia?

Estamos dependentes totalmente ou parcialmente, mas cada vez mais dependentes do “bonzinho” Google.

Quem usa o Gmail, já observou que as notícias que aparecem no topo da página são totalmente direcionadas ao e-mail que abrimos. Quer dizer, segundo o Google, eles não ficam com seus dados, mas sabem o que você está lendo/acessando.

Seria pueril dizer que isto não é poder. Informação é poder.

O lançamento do Google Latitude foi um boom no mercado recentemente. Acesse aqui para conhecer o serviço.

Simplesmente através do nosso celular poderemos digitar padaria e ele localizará as padarias ao nosso redor. Diremos advogado e ele dirá quais advogados estão perto da nossa localização. Alguém duvida que em alguns anos não existirá mais lista telefônica? Eu não.

Mas, e o preço disto?

Quer dizer, através do meu número de celular, cadastro e IP o Google sabe o que eu como, quando jantei fora, quando tive dor de barriga e pedi remédios, enfim, sabe a minha vida e mais, com endereço e localização exata! E a privacidade?

Alguns dirão: Mas, só se cadastra quem quer. Então quem quer diz a sua localização. Isto seria inocência? E se em nome desta “bondade” o Google fecha uma parceria com empresas de telefone e disponibiliza a você e sua agenda de celular a localização exata de todos, através da triangulação de satélites do celular? Impossível? Não, até simples de ser feito.

Claro, não quero dizer aqui que sou contra o Google. Não sou. Tanto que uso os serviços deles e gosto. Não podemos negar que eles estão sendo inovadores e inteligentes para criarem soluções diferentes e que “facilitem” a nossa vida.

Contudo, pensarmos mais um pouco sobre a nossa privacidade também vale a pena.

Fica a idéia para reflexão e debate.

Uma ótima sexta-feira!

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