“I cannot teach anybody anything, I can only make them think.” – Socrates

Ou seja, eu não posso ensinar nada a ninguém. Eu somente posso fazer eles pensarem.

Esta reflexão nos remete a algo fundamental nos dias atuais: Executar ou pensar?

Vislumbramos muitas pessoas hoje apenas executando tarefas. Quando questionadas sobre o porque fazem ou o quê fazem, dizem: Faço porque me mandaram, faço porque sempre foi feito assim.

Quantas pessoas pensam desta forma!

Precisamos resgatar da filosofia seus princípios básicos para que tenhamos mais sucesso. Um destes princípios é o livre arbítrio/livre pensamento.

Como assim?

Precisamos aprender a criticar e pensar a respeito de tudo que se passa em nossa vida.

Quer que a sua empresa cresça?

Quer que a sua empresa produza mais e melhor?

Quer que o seu negócio seja sustentável?

Ótimo, comece a pensar a respeito do negócio. Pense em tudo que é feito. Libere a mente para que o pensamento não seja influenciado por outras questões. Procure estar aberto para mudanças.

Este já um início do trabalho.

Quem está aberto a pensar de forma diferente tudo que está sendo feito há bastante tempo da mesma forma, estará aberto também a criar, inovar e perceber cada vez mais as possíveis falhas ou brechas dos erros.

Engana-se quem pensa que este tipo de atitude deve ser somente em empresas. Prestadores de serviço devem fazer o mesmo.

Se não criticarmos/pensarmos nossas rotinas, nosso dia a dia, como poderemos vislumbrar oportunidades de negócio?

A advocacia, assim como outras profissões liberais, contadores, médicos, etc, são cada vez mais influenciados pelo mercado. O mercado é ágil, preciso e muito mutante. Se você não for camaleão para estas mudanças, você não está preparado para o mercado.

Você está sempre correndo atrás de prazos, audiências e não tem tempo para pensar a respeito? Pense bem… Ficar na operação não trará lucratividade… Precisa estar na estratégia do mesmo, pensando, criando soluções e novas oportunidades de negócio.

Então,

Executar ou pensar?

Pensar, criticar e não aceitar tudo como é, primeiro. Depois executar as mudanças para atingir o sucesso!

_______________________________________

Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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Todos direitos reservados.

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Os Cinco Macacos
(autor desconhecido)

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio da jaula, uma escada, e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.

Depois de um certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros pegavam-no e enchiam-no de pancada. Com mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo já não mais subia a escada.

Um segundo macaco, veterano, foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e, afinal, o último dos veteranos, foram substituídos.

Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

“Não sei… Mas as coisas sempre foram assim por aqui…”

Este texto nos traz uma reflexão importante, relacionada diretamente a nossa atitude:

Nós criticamos o que acontece conosco?

Criticamos os procedimentos existentes?

Criticamos as atitudes dos colegas?

Ou simplistamente aceitamos as regras como elas são?

Não se trata de crítica por maldade ou crítica sem fundamento. Trata-se de análise crítica.

Devemos analisar o que está acontecendo ao nosso redor, verificarmos maneiras de mudarmos os procedimentos e evoluirmos.

Não importa se você é estagiário, faxineira ou subalterno. Se você não tem voz no escritório ou empresa, procure outra empresa.

Ouvir seus funcionários, principalmente aqueles que possuem ideias não é favor, É OBRIGAÇÃO DE QUALQUER EMPRESA SÉRIA.

Não aceite as coisas como ela são. Seu raciocínio e conhecimento é que fazem a vida existir e ser um verbo e não um mero substantivo.

Critique os procedimentos com ideias, sugestões e coloque voz nos seus pensamentos. A inovação, inteligência e criatividade agradecem!

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Em termos de marketing jurídico e serviços que os advogados podem oferecer, o Brasil vive um período de reflexão e tentativa de evolução e mudança.

Temos um código de ética que nos proíbe muito, sem muitas liberdades, mas com ideias criativas, temos o marketing jurídico aplicado sem ferir o código de ética atual.

Já nos Estados Unidos, a situação é bem diferente.

Recentemente deparei-me com um site que oferta um escritório de advocacia virtual e dá dicas de como montar um e da segurança que deve ter o sistema virtual para gerenciar as informações ali recebidas e contidas.

O propósito deles é um escritório virtual, com banco de dados virtual, sistema de acompanhamento virtual, ou seja, advocacia pelo menor custo e benefício.

Atire a primeira pedra quem nunca pensou em algo assim!

Por óbvio, no Brasil isto é considerado atividade mercantil e totalmente vedado pelo nosso Código de Ética.

Contudo, mesmo sem poder ofertar serviços on line, o advogado pode ter de forma institucional um site, pode manter um blog com intuito de informar a sociedade, pode manter redes sociais para potencializar os contatos.

Acesse aqui um curso sobre redes sociais para advogados. Inscrições até o dia 06/11!

Ou seja, temos muitos caminhos de realizar o marketing jurídico mesmo sem atendimento virtual, serviços freelance ou tele-advocacia.

Basta usar a nossa criatividade e inovação!

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Esta semana ocorreu o lançamento de mais um portal de buscas na internet, o Wowd. Leia aqui.

Assim como o buscador Bing da Microsoft, leia aqui, este novo portal está acompanhando as tendências de mercado e fará buscas baseado nas redes sociais e popularidade das páginas.

Relembrando um pouco, dia atrás comentei sobre o sidewiki do Google. Leia aqui.

E o próprio Google anunciou que irá fazer pesquisa no twitter, bem como gerou um buscador específico de redes sociais que será lançado em breve. Leia aqui.

O que temos em comum nestes três assuntos: Buscador, redes sociais e sidewiki?

A nova forma de ver a internet, o marketing e principalmente como você está posicionado.

Vejamos:

Você tem um site e blog jurídico, escreve sobre direito autoral, já se tornou conhecido dos internautas neste assunto, participa do twitter, facebook, plaxo, publica artigos em sites diversos. Neste exemplo, temos alguém que domina direito autoral que participa das redes sociais.

Pois bem.

Então, com o sidewiki do Google, as pessoas vão começar a comentar suas páginas na internet e dar recomendações delas aos outros internautas. Através das redes sociais, os buscadores encontrarão o teu site sempre em boa posição, posto que ativamente você participa destas redes.

Em bom português: Se você participa das redes, está no mundo. Caso contrário, apenas tem um site e um blog.

Ter um site, blog e participar das redes sociais é básico.

Quer sucesso?

Seja ativo.

Seja criativo.

Seja inovador.

Sendo ativo, terás sempre teus textos, artigos, slides, etc publicados e divulgados na rede.

Sendo criativo, perceberás oportunidade de negócio em conversas, troca de e-mails e informações através das redes sociais.

Sendo inovador, verás que o direito está se atualizando tão depressa e com tantas novidades jurídicas que penso que a advocacia é uma carreira em evolução e ebulição e não uma profissão saturada.

Saturado estamos de profissionais básicos!

Seja diferente e, sobretudo, faça a diferença!

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A advocacia está em constante evolução. Temos advogados-administradores-informatas-contadores-financeiros entre outros tantas profissões entrelaçadas com o trabalho jurídico.

Esta mescla de inúmeras profissões em conjunto com a advocacia já transformou o advogado em um expert em tecnologia, até mesmo para manejar o processo virtual, certificação digital, entre outros.

Quando lidamos com a advocacia e tecnologia chamamos a advocacia de advocacia 2.0.

Agora temos diversas inserções no mundo da tecnologia que remontam a forma colaborativa.

As pessoas auxiliam umas as outras através das redes sociais.

As pessoas buscam conhecimento através da internet.

As pessoas estão inclusive procurando a subjetividade na rede.

Com atitudes assim nasceu a wikipédia, uma enciclopédia virtual colaborativa, ou seja, as pessoas podem lançar conceitos, auxiliar na evolução da enciclopédia. Há alguns anos atrás nos vendiam enciclopédias em casa, hoje temos na internet de forma colaborativa.

No direito temos a Forensepédia, que inclusive sou coordenador na parte de Gestão e Tecnologia, que a similitude da wikipedia quer definir termos jurídicos.

E o que faz o advogado neste universo colaborativo?

Entre outras coisas o advogado pode (e deve):

* Participar ativamente do negócio do seu cliente (orientar, aconselhar);

* Auxiliar o cliente na prospecção de novos negócios;

* Trabalhar ativamente na solução de litígios visando redução de valores (economia);

* Participar de fóruns de negócios e buscar alianças entre o cliente e possíveis parceiros, sempre com vistas a segurança jurídica;

* Apoiar os projetos do cliente em relação a sustentabilidade, retorno financeiro, novas áreas de projetos, etc;

* Divulgar os negócios do cliente (o escritório pode divulgar que o cliente x está com uma campanha, afinal, o escritório tem orgulho do seu cliente)

Estas são algumas ideias de como o escritório pode atuar de forma colaborativa.

Leia este post onde abordamos que os escritórios podem usar a forma wiki em seus projetos.

Agora vamos a parte prática:

Aonde você pensa que pode ser um advogado 3.0, ou seja, um advogado colaborativo com o seu cliente?

Divida conosco as suas ideias!

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No dia 23 de Setembro o Google lançou uma ferramenta chamada Sidewiki. Conforme a definição contida na reportagem da Folha On Line a ferramenta é

Trata-se de uma barra lateral que aparece em qualquer site, pela qual se pode fazer e ler comentários a respeito da página lida.

“Esteja você pesquisando sobre conselhos para evitar doenças cardíacas ou procurando museus para visitar em Nova York, muitas outras pessoas já o fizeram também”, aponta o Google. “E elas poderiam acrescentar o próprio conhecimento pelo caminho”.

Vamos analisar dois pontos: O jurídico e o estratégico.

Juridicamente este serviço/ferramenta do Google pode ser um prato cheio para injúrias, difamações, entre outros. Afinal o sistema irá trabalhar por uma forma de pontuação, ou seja, quanto mais pessoas citarem mais chances há de se aparecer. Contudo, em internet muito se faz e poderemos ter “hordas de usuários” criando uma situação fictícia e prejudicando alguém ou algo.

Um interessante nicho a ser observado pelos juristas…

E no perfil estratégico?

Fica mais interessante ainda. Conforme explicação do próprio Google, esta ferramenta não vai mostrar apenas no site onde se refere a procura, vai mostrar em qualquer site que tenha os termos da procura.

Em bom português: Tenho esta ferramenta no computador e procuro advogado trabalhista. Vários clientes indicam o escritório X como sendo bom, rápido, organizado, etc. Então, vou ler que muitos procuram o escritório X, mesmo que o site apontado seja do escritório Y, pois a referência é em relação aos advogados trabalhistas e não apenas ao site/blog do escritório X.

Ora, um marketing que pode ser viral!

E mais, já analisaram que este tipo de atitude do Google só reforça a ideia de que quanto mais estamos conectados em rede, mais dependemos da rede para os nossos negócios?

Alguém duvida que o Google em breve irá disponibilizar esta ferramenta no Wave (serviço que tem RSS, e-mail e outros serviços Google tudo na mesma tela, ainda em fase de testes), dentre outros serviços do Google?

O sidewiki reforça a ideia de que temos que pensar na rede – leia-se networking – como algo sério que pode influenciar diretamente o nosso negócio e não apenas como um canal de bate-papo com conhecidos, clientes e amigos.

Uma excelente reflexão para iniciarmos a semana, não?

Boa semana!

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O universo jurídico já conta com twiteiros bem variados, temos advogados, juízes, escritórios de advocacia, estudantes, etc.

Temos inclusive uma lista na Forensepédia sobre este tema, acesse aqui.

Nesta última sexta-feira tivemos uma inovação muito interessante, da qual desconheço se existe noutro lugar deste nosso Brasil: Um twitter específico para uma vara judicial.

Isto mesmo!

A ideia é do juiz Jorge Araújo (@JorgeAraujo), juiz do trabalho no RS. Ele criou o Twitter da Vara do Trabalho de São Jerônimo (@VTSJer).

No meu ponto de vista, revolucionário. Já pensou acessar o twitter na chegada da Vara do Trabalho e saber se a sua audiência está ou não atrasada, se houve cancelamento, etc?

Por óbvio não é um serviço oficial, contudo, é uma maneira rápida, prática e moderna informação e prestação de serviço aos advogados de maneira gratuita.

Sim, gratuita! Não precisa de nenhum programa ou similar. Basta acessar o site http://twitter.com/VTSJer e acompanhar.

Meus parabéns ao Jorge Araújo. Quem quiser ler um artigo dele sobre este tema acesse aqui.

Estamos iniciando a semana com uma inovação jurídica relacionada a tecnologia, informação e redes sociais.

Como você lida com estes patamares (tecnologia, informação e redes sociais)?

Você investe tempo neles?

Busca informações?

Planeja o seu escritório com visão neles?

Como bem mencionado no artigo Como Lavar Pratos, precisamos ter foco. Precisamos ter determinação naquilo que estamos fazendo.

Reflita sobre suas atitudes em relação a tecnologia, informação e redes sociais. O futuro está nestas três palavras, principalmente no que se refere a clientes, que será objeto do nosso post de amanhã.

Um excelente início de semana!!!

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Quando pensamos em advocacia digital pensamos em email, internet, blog, etc, certo?

Pensamos também em direito eletrônico, direito autoral nas midias eletrônicas, entre outros temas.

E a forma de se comunicar e relacionar?

É nisto que reside o futuro e o presente.

Há muito escrevemos aqui no Blog sobre redes de relacionamento, influência destas redes na comunicação entre as pessoas e as consequências disto no Marketing Jurídico.

Vamos então pensarmos:

Se estamos na era dos relacionamentos através das redes virtuais, teremos cada vez mais contatos eletrônicos, negócios pela via eletrônica e consequentemente problemas reais e jurídicos nesta mídia eletrônica.

Isto é o futuro?

Não, isto é o presente.

E a OAB?

No presente, veda qualquer atendimento não presencial, pois entender que ofende a relação cliente-advogado, que deve ser uma relação pessoal.

No futuro? Não sei, mas penso que deve acompanhar as tendências da vida e não ficar atinente única e exclusivamente a letra fria da lei.

Precisamos modernizar a advocacia. Não apenas com email, internet, smartphones, programas via web etc.

Precisamos modernizar o modo de pensar e agir do advogado.

A advocacia digital é voltada ao conhecimento da realidade do seu cliente.

A advocacia digital é cercada de soluções multimídia para agilizar e resolver problemas e não ingressar com processos (destaque-se que ingressar com processos não é sinônimo de solução).

A advocacia digital utiliza a rede de relacionamentos para compartilhar conhecimento, dividir experiências, subtrair possíveis perdas e claro somar resultados!

A advocacia digital pensa em como pode o cliente ser melhor atendido para resolver suas celeumas.

A advocacia digital está se construindo no judiciário com Teleconferências, digitalização, processo eletrônico, etc.

E para você, advogado?

A advocacia digital é futuro ou presente?

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Na última sexta-feira fui professor convidado da Universidade de Cruz Alta/RS para participar da banca do formando Luiz Felipe Prestes de Lima. A razão do convite foi minha atividade profissional de consultor nas áreas de Gestão, Tecnologia e Qualidade, posto que o tema da banca apresentada foi “A Gestão e a responsabilidade civil do advogado: Desmistificando o futuro da advocacia”.

Uma apresentação sublime, nota 9, tudo perfeito.

Porque este relato?

Simples, estamos começando uma nova era. Mesmo sem termos real noção disto, estamos participando de uma mudança radical na advocacia (não percam o post de amanhã sobre “Eu sou radical”).

Há algum tempo falar de tecnologia ou gestão era para poucos interessados. Hoje temos este assunto sendo proposta de trabalho de conclusão do curso de direito.

Há de se parabelizar a UNICRUZ – Univerisdade de Cruz Alta por permitir que a inovação da advocacia fosse transmitida ao formando e consequentemente a todos nós.

Além disto, já temos cursos de extensão em Universidades, mas ainda não conseguimos colocar na própria graduação do direito que a gestão deve ser uma materia obrigatória. E sejamos francos, tecnologia também o é.

Sem gestão e tecnologia o advogado está despreparado para o mercado. Um exemplo simples: Processo eletrônico. Sem conhecimento básico de tecnologia, o advogado sequer saberá o que é um pdf. Sem gestão, não conseguirá perceber que ser intimado numa sexta-feira é mais lógico que numa quarta, posto que o prazo que se intima na sexta só começa na segunda-feira (no processo eletrônico o advogado tem que entrar no sistema para ser intimado).

Quando digo gestão, digo reorganizar processos, padronizar, criticar estruturas, entender marketing jurídico, enfim, gerir o seu negócio de produtos jurídicos que antes se chamava escritório de advocacia.

Quando digo tecnologia, falo das ferramentas eletrônicas, blogs, twitter, site, email, bem como sistemas de gestão e padronização de tarefas.

Se uma universidade colocar a gestão e tecnologia, mesmo como cadeira optativa, estará possibilitando aos formados um diferencial de mercado que nenhuma outra universidade no país possui.

Já pensou em ter um diferencial único?

A ideia está lançada. Estou as ordens, reitores, coordenadores e professores.

Vamos inovar o ensino!

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Sempre noticio a tecnologia como diferencial na Gestão ou igualmente como solução para economia e reestruturação do escritório, além claro, de uma excelente ferramenta de Markentig Jurídico.

Nos dias 14 e 15 de Abril fui parte de uma experiência inovadora e única no país.

A convite do advogado José Vitor (@josevitor), acompanhei e retransmiti o palestras do IV Congresso de Direito da UFSC em tempo real via twitter.

O congresso contava com a presença física do José Vitor (@josevitor) e do Portal Investidura (@investidura), que estavam assistindo e tuitando e comigo em Porto Alegre (há 500 km de distância), acompanhando via internet a palestra (áudio e video) e igualmente fazendo meus comentários via twitter (@GestaoAdvBr), bem como retuitando o José Vitor e o portal Investidura.

Quer ler o que foi escrito? Clique nesta hashtag #cdufsc.

No portal de pesquisa do Twitter via hashtag #cdufsc podem acompanhar que muitas pessoas participaram do evento em tempo real, além dos tuiteiros oficiais.

Em bom português: Alguns Congressos de direito pelo país já tiveram transmissão ao vivo pela internet (áudio e vídeo), mas este foi o primeiro a ser comentado em tempo real via twitter, ou seja, tuitado!

Uma inovação interessantíssima que permitiu a quem nos acompanhou via twitter ter uma real noção do que estava sendo debatido, dito e sentido, mesmo sem estar presente.

Uma prova cabal que a inovação tecnológica se traduz em benefícios para aproximar os colegas, diminuir distâncias e sobretudo dividir a informação e somar conhecimento!

Estão de parabéns a UFSC, o colega José Vitor e o portal Investidura pela ideia e belíssimo exemplo que deram.

Como diz um personagem da ficção: Sigam-me os bons!

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