Cinco macacos

janeiro 21, 2010 by Gustavo Rocha · 1 Comment
Filed under: Gestão.Adv.br, Inovação, Pensamento 

Os Cinco Macacos
(autor desconhecido)

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio da jaula, uma escada, e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.

Depois de um certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros pegavam-no e enchiam-no de pancada. Com mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo já não mais subia a escada.

Um segundo macaco, veterano, foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e, afinal, o último dos veteranos, foram substituídos.

Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

“Não sei… Mas as coisas sempre foram assim por aqui…”

Este texto nos traz uma reflexão importante, relacionada diretamente a nossa atitude:

Nós criticamos o que acontece conosco?

Criticamos os procedimentos existentes?

Criticamos as atitudes dos colegas?

Ou simplistamente aceitamos as regras como elas são?

Não se trata de crítica por maldade ou crítica sem fundamento. Trata-se de análise crítica.

Devemos analisar o que está acontecendo ao nosso redor, verificarmos maneiras de mudarmos os procedimentos e evoluirmos.

Não importa se você é estagiário, faxineira ou subalterno. Se você não tem voz no escritório ou empresa, procure outra empresa.

Ouvir seus funcionários, principalmente aqueles que possuem ideias não é favor, É OBRIGAÇÃO DE QUALQUER EMPRESA SÉRIA.

Não aceite as coisas como ela são. Seu raciocínio e conhecimento é que fazem a vida existir e ser um verbo e não um mero substantivo.

Critique os procedimentos com ideias, sugestões e coloque voz nos seus pensamentos. A inovação, inteligência e criatividade agradecem!

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Escritorio de advocacia virtual? E Freelance?

Em termos de marketing jurídico e serviços que os advogados podem oferecer, o Brasil vive um período de reflexão e tentativa de evolução e mudança.

Temos um código de ética que nos proíbe muito, sem muitas liberdades, mas com ideias criativas, temos o marketing jurídico aplicado sem ferir o código de ética atual.

Já nos Estados Unidos, a situação é bem diferente.

Recentemente deparei-me com um site que oferta um escritório de advocacia virtual e dá dicas de como montar um e da segurança que deve ter o sistema virtual para gerenciar as informações ali recebidas e contidas.

O propósito deles é um escritório virtual, com banco de dados virtual, sistema de acompanhamento virtual, ou seja, advocacia pelo menor custo e benefício.

Atire a primeira pedra quem nunca pensou em algo assim!

Por óbvio, no Brasil isto é considerado atividade mercantil e totalmente vedado pelo nosso Código de Ética.

Contudo, mesmo sem poder ofertar serviços on line, o advogado pode ter de forma institucional um site, pode manter um blog com intuito de informar a sociedade, pode manter redes sociais para potencializar os contatos.

Acesse aqui um curso sobre redes sociais para advogados. Inscrições até o dia 06/11!

Ou seja, temos muitos caminhos de realizar o marketing jurídico mesmo sem atendimento virtual, serviços freelance ou tele-advocacia.

Basta usar a nossa criatividade e inovação!

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Busca na internet e redes sociais

Esta semana ocorreu o lançamento de mais um portal de buscas na internet, o Wowd. Leia aqui.

Assim como o buscador Bing da Microsoft, leia aqui, este novo portal está acompanhando as tendências de mercado e fará buscas baseado nas redes sociais e popularidade das páginas.

Relembrando um pouco, dia atrás comentei sobre o sidewiki do Google. Leia aqui.

E o próprio Google anunciou que irá fazer pesquisa no twitter, bem como gerou um buscador específico de redes sociais que será lançado em breve. Leia aqui.

O que temos em comum nestes três assuntos: Buscador, redes sociais e sidewiki?

A nova forma de ver a internet, o marketing e principalmente como você está posicionado.

Vejamos:

Você tem um site e blog jurídico, escreve sobre direito autoral, já se tornou conhecido dos internautas neste assunto, participa do twitter, facebook, plaxo, publica artigos em sites diversos. Neste exemplo, temos alguém que domina direito autoral que participa das redes sociais.

Pois bem.

Então, com o sidewiki do Google, as pessoas vão começar a comentar suas páginas na internet e dar recomendações delas aos outros internautas. Através das redes sociais, os buscadores encontrarão o teu site sempre em boa posição, posto que ativamente você participa destas redes.

Em bom português: Se você participa das redes, está no mundo. Caso contrário, apenas tem um site e um blog.

Ter um site, blog e participar das redes sociais é básico.

Quer sucesso?

Seja ativo.

Seja criativo.

Seja inovador.

Sendo ativo, terás sempre teus textos, artigos, slides, etc publicados e divulgados na rede.

Sendo criativo, perceberás oportunidade de negócio em conversas, troca de e-mails e informações através das redes sociais.

Sendo inovador, verás que o direito está se atualizando tão depressa e com tantas novidades jurídicas que penso que a advocacia é uma carreira em evolução e ebulição e não uma profissão saturada.

Saturado estamos de profissionais básicos!

Seja diferente e, sobretudo, faça a diferença!

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Advocacia 3.0 – Colaborativa?

A advocacia está em constante evolução. Temos advogados-administradores-informatas-contadores-financeiros entre outros tantas profissões entrelaçadas com o trabalho jurídico.

Esta mescla de inúmeras profissões em conjunto com a advocacia já transformou o advogado em um expert em tecnologia, até mesmo para manejar o processo virtual, certificação digital, entre outros.

Quando lidamos com a advocacia e tecnologia chamamos a advocacia de advocacia 2.0.

Agora temos diversas inserções no mundo da tecnologia que remontam a forma colaborativa.

As pessoas auxiliam umas as outras através das redes sociais.

As pessoas buscam conhecimento através da internet.

As pessoas estão inclusive procurando a subjetividade na rede.

Com atitudes assim nasceu a wikipédia, uma enciclopédia virtual colaborativa, ou seja, as pessoas podem lançar conceitos, auxiliar na evolução da enciclopédia. Há alguns anos atrás nos vendiam enciclopédias em casa, hoje temos na internet de forma colaborativa.

No direito temos a Forensepédia, que inclusive sou coordenador na parte de Gestão e Tecnologia, que a similitude da wikipedia quer definir termos jurídicos.

E o que faz o advogado neste universo colaborativo?

Entre outras coisas o advogado pode (e deve):

* Participar ativamente do negócio do seu cliente (orientar, aconselhar);

* Auxiliar o cliente na prospecção de novos negócios;

* Trabalhar ativamente na solução de litígios visando redução de valores (economia);

* Participar de fóruns de negócios e buscar alianças entre o cliente e possíveis parceiros, sempre com vistas a segurança jurídica;

* Apoiar os projetos do cliente em relação a sustentabilidade, retorno financeiro, novas áreas de projetos, etc;

* Divulgar os negócios do cliente (o escritório pode divulgar que o cliente x está com uma campanha, afinal, o escritório tem orgulho do seu cliente)

Estas são algumas ideias de como o escritório pode atuar de forma colaborativa.

Leia este post onde abordamos que os escritórios podem usar a forma wiki em seus projetos.

Agora vamos a parte prática:

Aonde você pensa que pode ser um advogado 3.0, ou seja, um advogado colaborativo com o seu cliente?

Divida conosco as suas ideias!

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