O título não é uma tentativa desesperada para alguém casar com outra pessoa e achar uma razão para isto.

O título é uma chamada a reflexão da nossa atitude diária. Este artigo foi baseado no artigo de Craig Jarrow.

Você pode ler o artigo original aqui.

Dizer sim pode parecer fácil, mas não é. Dizer sim acarreta responsabilidades, visão de todo do negócio e principalmente coragem de dizer e não voltar atrás.

Agora reflita:

Já pensou em quantas vezes dizemos não ao invés de dizermos sim?

Já pensou que o não pode ser desnecessário em determinados casos?

Já pensou que dizer sim é ser mais feliz e, portanto, mais eficiente no trabalho?

Dizer não é dizer sim, já dizia a música do kid Abelha. Agora, porque falamos mais o não do que o sim?

Muitas vezes por medo, receio de errar, por não querer assumir riscos. É muito mais fácil dizer não faça isto. Afinal, se você fizer e der certo o crédito é seu. Se você fizer e der errado eu posso ser responsabilizado. Muitos pensam assim, infelizmente.

Dizer sim e assumir as responsabilidades – desde que com planejamento e visão – pode ser acertado para qualquer empresa, para qualquer pessoa.

A lista do artigo original dos 25 motivos para dizer sim estão abaixo:

25 Things to Say Yes To… 25 coisas para dizer Sim para …

  1. Yes to a positive attitude. Sim a uma atitude positiva.
  2. Yes to bringing solutions instead of problems. Sim, em vez de trazer soluções de problemas.
  3. Yes to helping a friend or colleague. Sim para ajudar um amigo ou colega.
  4. Yes to seizing today. Sim para a apreensão de hoje.
  5. Yes to finding answers. Sim para encontrar respostas.
  6. Yes to your goals. Sim para seus objetivos.
  7. Yes to your passion. Sim, a sua paixão.
  8. Yes to your spouse or significant other. Sim para o seu esposo ou outro significativo.
  9. Yes to your kids. Sim para os seus filhos.
  10. Yes to mending fences. Sim para remendar cercas.
  11. Yes to finishing that lingering task. Sim para terminar esse persistente tarefa.
  12. Yes to doing, not trying, but doing. Sim para fazer, e não tentar, mas fazendo.
  13. Yes to turning off your phone/email. Sim para desligar o telefone / e-mail.
  14. Yes to working out. Sim para trabalhar fora.
  15. Yes to telling someone you care. Sim para dizer a alguém que você se importa.
  16. Yes to forgiveness. Sim para o perdão.
  17. Yes to new things. Sim para as coisas novas.
  18. Yes to doing the right thing. Sim para fazer a coisa certa.
  19. Yes to reaching out to someone. Sim para estender a mão a alguém.
  20. Yes to giving a compliment. Sim para dar um elogio.
  21. Yes to doing just a little more. Sim para fazer apenas um pouco mais.
  22. Yes to learning a skill. Sim para aprender uma habilidade.
  23. Yes to standing up for what you believe in. Sim para defender o que você acredita dentro
  24. Yes to love. Sim ao amor.
  25. Yes to yourself. Sim a si mesmo.

E você? Diz SIM por qual razão?

Lembre-se que primeiro você é uma pessoa com seu conhecimento, habilidade, inteligência, sentimento e verdade antes de ser qualquer profissional. Refletir sobre isto pode trazer a paz interior que necessita para evoluir, criar inteligência emocional, enfim, alcançar o sucesso!

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Um interessante artigo publicado no portal do David Lorenzo com o título de 10 maneiras de atrair mais clientes. Leia o artigo aqui.

Colaciono as 10 maneiras que ele propõe com meus comentários.

1. Seja Simpático: Ou seja, procure ser atencioso, gentil, afável. Atraímos aquilo que exalamos nos póros, ou seja, atraímos clientes que se identificam conosco. É fundamental, portanto, que a cordialidade e simpatia sejam nossos elementos de negócio.

2. Pense no outro: Não basta que o negócio seja bom para você. O negócio tem que ser bom para ambas as partes. Assim, ao pensar em quais as vantagens que o cliente terá ao lhe contratar, você estará agregando valor a sua proposta.

3. Não minta: Clientes querem profissionais ligados a ética, coerência e verdade. Mentir não leva a lugar nenhum. Mantenha seu site, informativo, blog e redes sociais com as verdades do teu negócio. Isto fará toda a diferença.

4. Esteja bem vestido: Clientes são atraídos por pessoas bem vestidas, que representem bem a si mesmos. Não basta ser, tem que aparentar ser também.

5. Seja verdadeiro: Se preocupe em ver se o cliente está bem, seus familiares, empresa, etc. Todos queremos ser bem tratados e queremos alguém que se interesse por nós.

6. Escute: Temos duas orelhas e uma boca, use nesta proporção. Todos queremos ser ouvidos, todos queremos falar, mas a sabedoria consiste mais em ouvir do que falar, principalmente em termos da relação cliente x contratado.

7. Estabeleça similitudes: O cliente deve identificar em você pontos de convergência, seja futebol, seja amizades, seja pontos de vista. Somos seres humanos, nos relacionamos por pontos de igualdade.

8. Seja humilde: Nada de brigar por dinheiro ou querer vencer uma discussão. Deixe claro teus pontos de vista, mas recue diante da briga.

9. Aparente ocupado: Não dê a impressão que o cliente é o único cliente. Todos gostam de se sentir especiais e o fato do cliente achar que ele é o único, faz ele duvidar da sua capacidade. Demonstre o trabalho efetivo que dá um processo e jamais diga: Não te preocupe, isto é facílimo… Se é tão fácil, porque pagar para isto?

10. Seja fácil de abordar: Ou seja, responda as perguntas que lhe fizerem. O cliente busca uma informação, dê a informação. Lembre-se que uma informação vazia, sem o como fazer, é apenas uma informação.

São dicas simples, de senso comum, contudo, se aplicadas no dia a dia do escritório podem se traduzir em maior rentabilidade.

Pense e aplique!

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Muito se fala em gestão de escritórios jurídicos, em como eles precisam se organizar, estarem preparados para o mercado atual, etc.

Gestão é um termo muito amplo, verdadeiro e assertivo. Contudo, gestão não é a resposta para tudo.

A gestão na advocacia é como um adjetivo, necessita de um sujeito e um verbo para existir.

Como assim?

Sujeito

De que adianta falar em gestão, em padronização de procedimentos, em análise de resultados, se quem comanda o escritório não está fazendo o seu dever de casa?

A direção do negócio tem que ser a primeira a estar envolvida com o processo de mudança do escritório. Ela será o motivacional para toda equipe encarar as mudanças com seriedade, respeito e vontade.

Fazer gestão significa analisar os procedimentos internos, fazer uma crítica em cima dos procedimentos e aplicar as mudanças necessárias para o crescimento do negócio.

Para tanto, é fundamental e imprescindível a presença dos sócios neste processo. Podem ser delegadas as tarefas administrativas, entretanto, as de cunho estratégico tem que ser definidas por aqueles que pensam a empresa e assumem o seu risco, ou seja, os sócios.

Por lógico, uma andorinha não faz o verão. Todos os colaboradores devem participar, auxiliar, estar conectados com o negócio e o seu projeto.

Mais uma vez para isto, o sujeito (líder, sócio, administrador) deve estar presente e ser constante, transformando o planejamento em algo real e palpável.

Verbo

Neste sentido, se tivermos sujeitos (pessoas dispostas a encarar o projeto de mudança), estamos com o primeiro passo dado. Porém, sem uma ação concreta (verbo), não haverá nenhuma modificação. Já diz a lei da física que se algo está em inércia, tende a ficar em inércia se algo não modificar seu estado.

Assim, qual(is) ação(ões) você está fazendo neste momento para o seu negócio?

Pelo menos temos que pensar nesta ações:

* Investir em Marketing Jurídico;

* Investir em Redes Sociais;

* Investir em software adequado; (Leia um artigo publicado no CONJUR sobre este assunto aqui)

Quer dizer, temos estar conectados ao mercado de hoje (marketing jurídico) ao mercado de hoje e de futuro (redes sociais), bem como com a tecnologia como fator preponderante para alavancar o negócio (produzir mais com o mesmo número de pessoas, agregando informações estratégicas e relacionais). Não basta ter sujeito. Temos que ter e ser o verbo da mudança.

Adjetivo

O adjetivo em uma frase é o que a qualifica, o que a embeleza, o que  diz algo a mais.

A gestão se encaixa perfeitamente nisto. Primeiro, porque não tem como existir gestão sem um sujeito e verbo antes. Segundo, porque mesmo um escritório movido por pessoas motivadas e líderes de si com uma ação efetiva na advocacia, sem a gestão, está fadada a ficar estagnada no mercado atual.

Tendo gestão, o escritório tem um fator que agrega qualidade. Consegue estar presente no mercado com eficiência e eficácia.

O mercado não aguarda os escritórios se adaptarem a gestão. Ele contrata aqueles que tem gestão.

Como está o seu escritório nisto?

Tem sujeitos ativos e líderes de si?

Tem ações efetivas focadas em resultados estratégicos?

A gestão está sendo utilizada como qualidade para o seu escritório?

O adjetivo da gestão é mais do que um qualitativo, é um diferencial forte de mercado.

Enfim,

Em bom português, a gestão somente poderá acontecer como o adjetivo da sentença: Com um sujeito ativo e verbo executor para trilhar um caminho de sucesso, com mais qualidade de trabalho, padronização, organização e resultados sustentáveis para o negócio.

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Quando fazem esta pergunta, todos se questionam o mesmo: Querem um software completo, que faça mais do que controlar processos, que organize o escritório, faça gestão, esteja totalmente preparado para o processo eletronico, enfim, que salve o escritório do caos.

Ledo engano.

Antes de qualquer software poder auxiliar o seu escritório em soluções de gestão, há a necessidade de gestão do seu negócio.

Como assim?

Qualquer software possui inúmeras qualidades, principalmente de gerenciar informações, oferecer respostas rápidas (desde que bem cadastrado), extrair relatórios, etc. Todavia, para um escorreito funcionamento, temos que ter em mente que os dados (informações) a serem cadastradas precisam ter uma lógica, um padrão.

Para se chegar a este padrão de cadastramento, precisamos conhecer o software antes de implementá-lo, suas funcionalidades, possibilidades e custos reais de implantação para fazer uma análise de custo versus benefício.

Alguns mitos que existem em relação a softwares jurídicos:

Software completo

Todos os representantes dizem que seus softwares são os mais completos do mercado, que fazem tudo que um escritório precisa. O que ninguém conta é que o software faz tudo que foi programado para fazer e sem uma análise profunda, não há como saber se um determinado produto é ou não adequado a sua realidade.

O software pode ter inúmeros recursos, que de nada adiantarão se você não souber usá-los e/ou eles não forem necessários ao seu negócio.

Antes de adquirir um software faça as seguintes perguntas:

Qual a minha área de atuação?

Dentro da minha área, quais as necessidades de informação que serão úteis aos meus clientes?

Tenho como cadastrar e acessar estas informações cadastradas em qualquer lugar ( inclusive num celular)?

O software gerenciará quais áreas do negócio (processos, finanças, gestão eletronica de documentos, etc)?

Posso investir no produto ideal agora ou tenho outras prioridades?

Enfim, antes do software, pense muito mesmo em gestão.

Controle de processos versus controle do escritório

Temos uma grande confusão neste tópico. Muitos pensam que ao controlar processos estarão controlando seu escritório. Um engano perigoso.

Na profissão de advogado, controlar processos faz parte. Isto mesmo, apenas uma parte. O advogado pode e deve ser parte de negócios de seus clientes, deve auxiliar nas tomadas de decisão, agir preventivamente. A parte processual é necessária, mas não a única que ele tem como objetivo para o seu trabalho.

Se não é o seu único escopo, porque transformar o seu escritório apenas num controle de processos?

Não! Temos que gerenciar o financeiro (contas a pagar, contas a receber, fluxo de caixa, centros de custo, etc), a gestão eletronica de documentos (digitalizar tudo, desde contratos, contas, peças processuais, etc), relacionamento com o cliente ou prospects (gerenciar a comunicação com os clientes ou prospects do escritório), entre outros.

Se você acha que nenhum software jurídico faz isto, está por fora. Muitos no mercado já estão preparados para auxiliar o seu escritório na gestão dele de maneira geral e não apenas processual.

Não se iluda apenas no controle processual, afinal, gestão tem que ser completa para ser eficiente.

Implementação do software

Neste quesito muitos escritórios perdem dinheiro. Justamente por pensarem que ao comprarem um software terão todos os seus problemas resolvidos, eles deixam na mão de pessoas que implementam o software decisões fundamentais do seu negócio.

Não faço nenhum desmerecimento aos consultores e profissionais de TI que implementam softwares, todavia, pouquíssimos se preocupam efetivamente com a gestão do negócio. Sua real preocupação é com o sucesso da implementação, ou seja, se todas as funcionalidades do seu produto estarão prontas para o escritório. Como o escritório irá usar a informação e gerenciar a si mesmo, não é seu problema.

Este é o grande problema, na verdade. Antes de implementar qualquer software há uma necessidade enorme de gestão. Precisamos conhecer as rotinas, verificar se elas estão adequadas a realidade do escritório hoje a sua realidade daqui a um ano. Precisamos conhecer o software para pensar nos controles que ele tem e como ele poderá auxiliar na gestão do negócio. Depois disto construído, o pessoal de implemantação vem treinar, implementar os relatórios e controles conforme a gestão já determinou e assim por diante.

Em bom português: O software vai trabalhar para o escritório e como o escritório quer o controle, e não o mesmo determinado o que pode ou não ser feito. Lembre-se: Você está pagando. Você manda no que quer no produto ou não.

Preparação para processo eletrônico

Já vi representantes de software alardearem no mercado que seus produtos estão adequados ao processo eletronico. Bobagem. Hoje, nenhum software jurídico está completamente preparado para o processo virtual.

Uma razão é preponderante para isto: Todo o cerne do judiciário brasileiro é lastreado através das notas de expediente. Como no processo eletronico não há intimação através do diário oficial, porque o advogado se intima dentro do processo eletronico, o software não tem como advinhar onde o advogado se intimou (qual processo, que dia, etc).

Diante disto, a palavra gestão é primordial: É fundamental que se crie procedimentos internos de intimações no processo eletronico e lançamentos no software de gestão do escritório para que o controle possa ser único e sempre disponível. Ter planilhas no excell, mais alguns arquivos no word e um software para quando alguém lhe pergunta de um processo ter que procurar em três lugares diferentes é um absurdo e um contrasenso em termos de gestão.

Quer se preparar para o processo virtual? Veja se o seu software é simples no agendamento de compromissos e prazos, bem como se ele tem um módulo de Gestão Eletronica de Documentos, o famoso GED. Estes passos já dão o início de que com gestão aplicada as rotinas do negócio, há possibilidade de gerenciar o processo eletronico.

Ser ou não ser pela internet (software web)

Algumas pessoas tem medo, outras preconceito, outras falta de conhecimento sobre softwares pela internet. Minha posição é totalmente a favor. Eles tem mais benefícios que prejuízos (se é que existem) ao meu ver.

Podem ser acessados de qualquer lugar, até de um celular. Informações, peças processuais, sentenças, tudo ao alcance de uma lan house. Segurança? Muita. Eles investem pesado para ter segurança das informações. Aliás, investem muito mais que qualquer escritório iria investir, pois o negócio deles é tecnologia e do escritório jurídico, advocacia. Cada um sabe bem o que faz.

Neste ponto penso que o fundamental é sentir-se seguro em relação a decisão. Analise suas necessidades, pense e pesquise a respeito. Melhor um software não web mas usado por todos, do que um web que ninguém usa por medo.

Enfim,

Existe um software jurídico ideal?

Claro que sim. Mas, não depende do software, depende exclusivamente de você.

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Está na Bíblia Sagrada: «Cuidado com os doutores da Lei, que gostam de andar a passear com trajos vistosos e de serem cumprimentados com todas as atenções na praça pública. Escolhem os primeiros lugares tanto na casa de oração como nos banquetes. Devoram os bens das viúvas e desculpam-se fazendo orações muito compridas. Mas Deus há-de castigá-los ainda mais por causa disso.(Mt 12, 38-44)

Já naquela época a fama dos advogados e operadores do direito não era muito boa.

E hoje, como está depois de 2000 anos?

Para alguns profissionais continua o mesmo. São taxados e menosprezados.

Como você se vê neste contexto?

Se você se enxerga desta forma, precisa rever seus conceitos.

A advocacia mudou. Mudou muito. Já até anunciaram o fim dos advogados. Leia aqui.

Contudo o verdadeiro fim está na forma em que vsilumbramos a advocacia e não na profissão em si.

Precisamos ver uma advocacia mais pró-ativa, perto do cliente, focada em resultados e gestão, utilizando a tecnologia com todo o seu potencial.

Não podemos perder mais tempo com o processo. Precisamos focar em negócios.

Isto é ser mercantilista e ofender o código de ética?

NÃO!

Isto é sobreviver em um mercado cada vez mais competitivo e que precisa do advogado para orientar, acompanhar e crescer.

Precisamos que os advogados vejam esta realidade e participem dela. Ficar atrás de pilhas de processos não irá mudar a advocacia, apenas irá deixar o judiciário contente, pois ficamos a mercê de suas decisões.

Temos que conquistar nossa independência.

Não somos meros peticionadores ou pedidores para juizes. Nossa função social é infinatamente maior.

Precisamos com afinco nos dedicarmos ao mercado, conhecer as novas tendências, possibilidades, ações, teses, enfim, precisamos estar conectados e sintonizados com o que está ocorrendo lá fora do escritório.

Quer ser um homem da lei? Cuidado, até na Bíblia a referência não é boa.

Quer ser um homem de negócio com formação jurídica? Parabéns, o mercado está a sua espera!

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Todos direitos reservados.

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Hoje comemoramos o dia mundial do consumidor. Você sabia disto? Não colocou na sua agenda?

Uma data que valeria a pena comemorar se o brasileiro soubesse o que é ser um consumidor.

Não naquela definição clássica que está no Código de Defesa do Consumidor no seu artigo 2º. Quero pensar no consumidor que sabe de cor e salteado o Código de Defesa do Consumidor, que luta pelos seus direitos, que não aceita ser desrespeitado pelas empresas, aquele que é tido como chato nas lojas, mas representa a verdadeira classe consumeirista.

Porque isto é importante?

Porque o consumidor verdadeiro pode transformar a sociedade, dar maior igualdade entre aquilo que seria a justiça social entre as partes (consumidor e empresário).

Óbvio, ululante e diáfano que não estou escrevendo contra o empresariado. Cada qual tem seus direitos e deveres.

Agora temos que ressaltar que o consumidor consciente é útil em qualquer momento da vida. Somos consumidores muito mais vezes do que imaginamos. Principalmente numa sociedade como a nossa, cada vez mais consumista e relacional.

Muitas das nossas relações profissionais e quiçá pessoais são consumeiristas.

E para o mundo da gestão jurídica, qual a aplicabilidade?

Se você atua para pessoas físicas, cumprimente seu cliente, dê uma palestra sobre algum dos direitos do CDC, escreva um artigo, enfim, demonstre que você sabe qual o consumidor ideal para o mercado.

Se você atua para pessoas jurídicas, lembre o empresário que ele depende tanto quanto você do consumidor, afinal, o consumidor é o cliente direto do empresário e o mesmo pode lembrar desta data com algum desconto, promoção, enfim, aproveitar para comemorar e faturar.

Em suma,

Qual o consumidor que estamos comemorando hoje?

O consciente, sincero, defensor dos seus direitos, enfim, o verdadeiro e ideal(ista) consumidor.

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Não, você não está enganado. O dia internacional da mulher foi há dois dias atrás, dia 08 de Março. Como estávamos no meio do feriado de Carnaval e havia a chance de você não ler este post, decidi escrever no primeiro dia útil do ano, ou seja, o dia após o feriado de Carnaval.

Ainda temos muitas injustiças em relação as mulheres. Elas ganham menos, são menosprezadas em ambientes de trabalho, categorizadas como problemáticas em alguns casos, fofoqueiras em outros, enfim, muito se diz a respeito delas.

Falácias.

Assim como os homens, as mulheres tem perfis diferentes e são muito mais adequadas em alguns trabalhos do que em outros. Não estou dizendo que existem trabalhos adequados conforme o sexo, mas dizendo que existem sim trabalhos mais adequados ao perfil de cada pessoa, independente de ser homem ou mulher.

Admiro muito a história do dia internacional da mulher, seja pela coragem do ato, seja pela infelicidade do que aconteceu e principalmente pela luta que até hoje se trava em desfavor do sexismo.

Além disto, desde 1998, a Constituição Brasileira diz que homens e mulheres são iguais perante a Lei, basta ler o artigo 5º da nossa Carta Magna.

Buscar desigualdades entre os sexos é fácil, elas estão nas estatísticas, reportagens e na TV. Agir, se posicionar e fazer algo a respeito, não.

Você, leitor do Blog, pensa de que forma? Já fez a reflexão sobre este assunto? Já tem sua conclusão?

Nada adianta num dia especial darmos flores, lembrarmos das mulheres, etc. São nossas mães, mulheres, esposas, namoradas, filhas. São pessoas que merecem nosso carinho, amor e principalmente respeito todos os dias.

Exclua o preconceito e o pré-conceito errôneo sobre mulheres. Elas há muito tempo provaram que são o sexo forte ao invés do sexo frágil, são por demais inteligentes, ao invés de meramente belas.

Precisamos muito de mulheres e de homens em harmonia para o mundo ser melhor. Um mundo melhor e com harmonia se traduz em procedimentos internos melhores, maior clareza de papéis, enfim, uma gestão mais eficiente.

Parabéns a todas as mulheres pelo seu dia!

Parabéns a todos que respeitam o próximo, seja ele seu vizinho, colega, parente ou amor. A vida agradece!

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Hoje é sexta-feira, véspera de feriado de Carnaval. Um feriado que leva multidões para as festas, momento de alegria e felicidade.

O Carnaval é uma época onde para muitas pessoas ninguém é de ninguém, tudo pode acontecer, não importa as conseqüências.

Um feriado de quatro dias onde muitos morrem, muitos adoecem e outros tantos apenas se divertem.

O que uma festa pode ter a ver com a gestão?

Quiçá muito, ou simplesmente tudo.

Mesmo uma festa requer muito planejamento, organização e dedicação. Pergunte ao dono do salão onde você vai pular o Carnaval. Em meados de Fevereiro (já que este ano o Carnaval é em Março) já havia planejamento de compra de bebidas, show fechados com os artistas, músicos contratados, etc.

O mesmo vale para as prefeituras, para os trios elétricos, enfim, para qualquer um que participa do Carnaval como negócio.

Aliás, um excelente negócio, que movimenta muito dinheiro e emprega muitas pessoas durante o ano todo.

Mesmo acontecendo apenas uma vez por ano e sendo simbolizado por algumas horas na avenida, o Carnaval é um negócio de gente grande. Organizado  com investimentos nacionais e estrangeiros, o Carnaval é um excelente exemplo de negócio que pode ser lucrativo e divertido.

Como milhares de pessoas podem se divertir se algumas destas não organizarem antes?

Pois é, amigo leitor. A gestão está em tudo que fazemos.

E se é assim, e como dizem por aí, o Brasil somente começa a trabalhar depois do Carnaval, este é um maravilhoso momento para refletir como está o seu negócio, como está o seu planejamento, como está a preparação para a vida que continua na próxima quinta-feira…

Você quer esquecer do mundo? Tudo bem, paciência. Mas, lembre-se que o mundo pertence aqueles que sabem o que estão fazendo. Então, se você quer esquecer do mundo, primeiro planeje isto. Depois esqueça conforme planejado.

Somente assim, usando e abusando da gestão que o seu negócio pode existir após o Carnaval.

Boas festas!!!

Boa gestão!!!

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Todos os dias escutamos as pessoas dizendo que não tem tempo, que querem ter mais tempo, que trabalham muito e se divertem pouco;

Todos os dias a mesma falácia, o mesmo discurso;

Todos os dias…

Adianta falar ou escrever? Adianta dizer que o tempo é escasso? Adianta?

Claro que não. O dia nasce com 24 horas, quer você queira ou não, ele acabará depois de 24 horas.

O que realmente importa é o que fazemos nestas 24 horas.

Num simples cálculo matemático, temos que pelo menos 6 horas você precisa dormir, 2 horas de desolocamentos (ir e vir ao trabalho e ao almoço), 1 hora de almoço e o que sobra são 15 horas. Se você trabalha oito horas por dia, sobram ainda 7 horas… Em sete horas daria para fazer muita coisa em termos de lazer, não é?

Infelizmente a vida não obedece esta regra matemática. Em fato, fizemos muito pouco com o tempo que temos. Não sabemos aproveitar o tempo. Gastamos nosso tempo com TV, conversas paralelas e outros assuntos e este tempo não computamos como lazer. Computamos apenas o tempo. Daí o lazer passa a ser escasso, pois ao invés de aproveitarmos o tempo, estamos usando o tempo com tarefas que consomem, não dão razão/nexo/prazer ao tempo.

A melhor maneira de resolver isto é fazer. Como assim?, você pode questionar.

Planeje, mas execute. Fale, mas escute e aja. Escreva, mas pense e ponha a mão na massa. Eu poderia ter pensado neste artigo, tê-lo escrito e não publicado. Ao publicar, estou fazendo ele criar vida na leitura que você está fazendo agora.

Dê vida ao tempo que você tem. Faça algo de útil, senão não faça.

O mesmo vale para o trabalho. Reuniões intermináveis, discussões, conversas paralelas não levarão você ao sucesso. Seja objetivo, direto e principalmente focado em resultados. Focar-se em teses não causarão o efeito desejado.

Enfim,

Faça da sua vida o melhor que puder no tempo, pois tudo é uma questão de tempo.

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Um recente paper escrito por Larry Bodine nos EUA demonstrou uma realidade que há muito tempo defendemos neste Blog: Vale a pena investir em blogs.

O paper demonstra exemplos claros de advogados americanos que tiveram incrementos de negócios em razão de estarem usando os blogs como ferramentas de comunicação com os clientes. Leia o paper completo aqui.

Em um destes exemplos, um blog de um advogado americano iniciado em 2004 hoje conta com 75 mil visitas por semana, além de uma newletter de pelo menos 15 mil emails. Estamos falando de um conteúdo chegar a mais de 300 mil pessoas em um mês.

Alguns poderão dizer que este número não é tão alto, que existem cadastros para vender na internet de milhares de emails.

Concordo.

Assim como devem concordar que nestes cadastros existem emails falsos, emails que ninguém lê, emails que já estão nas listas de spam dos provedores, etc.

Prefiro, ao meu ver, ter 10 leitores do meu blog verdadeiros, que se interessem pelo que escrevo, do que milhares fakes/falsos, apenas para engordar números.

Você tem um blog? Conte para nós a sua experiência.

Em clientes que implementamos a mídia eletrônica (produto da consultoria GestaoAdvBr para área jurídica) – baseado em site, blog e twitter – obtivemos números expressivos (cerca de 30% a 50%) de aumento de visitas.

Isto significa que você advogado, escrevendo periodicamente em um blog dos assuntos que atua, trocando experiências pessoais e de mercado no twitter e um site integrado ao blog e twitter está desenvolvendo um trabalho bem interessante e de futuro na mídia eletronica.

Agora, sejamos práticos: Ter um blog para escrever de direito apenas, não vale a pena; O blog precisa ser focado em negócios.

Vejamos:

Você escreve em um blog sobre a influência do aumento da base tributária sobre um determinado produto. Diz a lei, cita jurisprudência, fala em termos bonitos e técnicos. Quem vai ler o seu blog? Outros advogados, querendo saber como ofertar este mesmo produto para os seus clientes.

Não dê seu conhecimento para os concorrentes!

Quer escrever em um blog? Ótimo. Escreva de maneira direta, em português bom, mas simples, fale dos impactos do mercado, de como alguma decisão afeta a vida das pessoas, comungue seu entendimento como cidadão e como profissional. As pessoas gostam de se identificar com aquilo que lêem.

Escreva com periodicidade, pelo menos uma vez por semana. O ideal é de duas a três vezes por semana.

Use e abuse dos recursos dos blogs: Post pré escritos para postagem futura, incorporar vídeos, slides nos posts, ter RSS de outros blogs do mesmo assunto, Tags e Categorias que sirvam de facilidade para os leitores, enfim, o que puder ser útil para quem lê.

O relato dos EUA é apenas um indicativo nosso. No Brasil, os blogs tem a sua força e comando. Alguns escritórios já perceberam a sua importância e realidade, usando esta ferramenta com intensidade.

E você? Já tem um blog? Está esperando o quê?

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