Ontem descobrimos que o grande segredo do marketing jurídico é ter tempo e relacionamentos. Leia o post de ontem aqui.

A pergunta que não quer calar: Como ter mais tempo e relacionamentos?

Não é simples, mas não é impossível.

O gerenciamento de tempo e dos relacionamentos passa por uma analise detalhada da forma como você gasta o seu tempo e como aplica este mesmo tempo em relacionamentos atuais e/ou novos.

Como assim?

Em relação ao tempo

Tempo talvez seja uma das maiores dificuldades modernas. Ter tempo é ter dinheiro, segundo alguns. Ter tempo é ter sucesso, segundo outros.

Existem inúmeras formas de gerenciar o tempo, mas proponho uma direta e objetiva: Separe as tarefas que tens a fazer no dia em estratégicas e operacionais.

Operacional: Petições (na sua grande maioria), conserto de micros, ligar para fornecedores, etc.

Estratégico: Atender clientes, monitorar o escritório, criar elementos de gestão interna, etc.

O seu tempo deve ser gerenciado com objetivo de ser mais estratégico (gerar negócios) do que operacional. Se outras pessoas podem cuidar do operacional, você terá tempo para se concentrar naquilo que realmente dá resultado em marketing: relacionamentos.

Em relação aos relacionamentos

Não há formula mágica para novos relacionamentos.

Precisa estar sempre disposto a conhecer novas pessoas (cara emburrada não conquista ninguém).

A entender que qualquer relacionamento é importante (não apenas de donos de empresas. Muitos negócios são fechados porque primeiro se conheceu pessoas operacionais).

Relacionamentos podem iniciar presenciais (eventos, shopping, etc) ou virtuais (redes sociais – twitter/linkedin/facebook) e ambos os casos precisam ser cultivados (com informações e interatividade.

Para gerenciar relacionamentos é fundamental ter tempo e muita disposição.

Enfim,

Como gerenciar tempo e relacionamentos?

Usando o tempo de maneira estratégica para gerar mais tempo livre para conhecer novas pessoas e potencializar contatos.

Faça isto e surpreenda-se com os resultados que o tempo e os relacionamentos podem fazer com o seu negócio.

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Talvez uma das perguntas mais cobiçadas do conhecimento dos advogados: Como fazer um marketing jurídico dentro do código de ética, com seriedade, conquistar clientes novos, manter os antigos e crescer de maneira sustentável?

Pode parecer complexo, mas a resposta é muito simples, bastam duas palavras: Relacionamento e tempo.

Muitos pensam que a resposta está em visibilidade, propaganda (erro clássico), em tecnologia, redes sociais, enfim, muitas alternativas, muitos caminhos e o resultado esperado não chega. Por que?

Simples: Porque a resposta é singela e requer um investimento caro e difícil hoje em dia: tempo.

Como assim?

Vamos pensar juntos em alguns elementos de marketing jurídico prático e o segredo do sucesso:

Fazer eventos

Fazer eventos onde os profissionais podem difundir conhecimento e ter uma maior visibilidade está bastante em moda hoje em dia e os resultados realmente são positivos.

Para organizar ou participar de eventos o que é necessário?

Relacionamentos para ser convidado para um evento ou criar um evento e ter pessoas para difundí-lo e tempo em ambos os casos para ser um investimento adequado.

Relacionamento com atuais clientes

Este é um tipo de trabalho de marketing que sempre dá resultado. Se já é cliente, ele tem confiança, sabe do potencial do  escritório.

Agora, para investir neste cliente, dar a ele informações sobre os atuais processos que tem e possíveis assuntos ou informações úteis para novos negócios há a necessidade de dois fatores: Tempo e relacionamento (para com o cliente).

Redes Sociais

Investir em redes sociais dá resultado? Claro que sim. Mas, para que servem as redes sociais?

Dois pontos: Serem informativas (excelente utilidade, indexação da marca, etc) e promoverem relacionamentos.

Como utilizar isto a favor do seu negócio?

Sendo informativo sobre assuntos interessantes ligados a realidade do negócio e estabelecendo conexões com pessoas.

Como fazer isto acontecer?

Tendo tempo e investindo em relacionamentos.

Enfim,

Você quer saber qual o segredo do marketing jurídico: Tempo e relacionamentos.

Quer fazer crescer o seu negócio? Tenha tempo e relacionamentos.

Agora como conseguir o tempo e relacionamentos é outra estória… leia amanhã sobre este assunto aqui!

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Seguem algumas possíveis respostas:

* Qualidade;

* Preço;

* Visão Empresarial;

* Serviço;

* Cliente;

Qual destas você escolhe? OU pensa que todas estão corretas?

Realmente, todas estão corretas, e muitas outras variantes são fundamentais para o desenvolvimento de qualquer negócio.

Agora, aquela máxima tão velha quanto conhecida, ainda vale: O que realmente importa é o cliente.

É através do cliente que desenvolvemos produtos, serviço, qualidade, preço e por aí vai.

Como assim?

Se fizermos nosso trabalho apenas com foco nele, faltará objetivo.  Sabe porque? É através do cliente que temos um objetivo claro para o nosso negócio.

O cliente é que define o que quer comprar ou ter como serviço.

O cliente que estabelece o que é essencial ou não.

O cliente que determina como o mercado se movimenta.

Sim, o marketing é util, auxilia, expõe alguns pontos importantes. Contudo, é o cliente que diz o que quer, como quer e aonde quer.

Sendo assim, o mais importante de um negócio é conhecer o seu cliente. Saber o que o seu cliente quer.

Você pergunta ao seu cliente?

Você faz pesquisas de mercado?

Você faz pesquisas de satisfação interna?

Não???

Como você sabe o que o seu cliente pensa?

Cuidado. Ele pode acabar com o seu negócio.

Quer saber qual a principal razão da existência do seu negócio?

O cliente. Então não perca-o de vista!

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Quando falamos em rotina, alguns logo afirmam: Precisamos de rotinas para organizar o nosso negócio. As rotinas padronizam e levam o negócio para o sucesso. Outros afirmam: As rotinas emburrecem, as rotinas levam o negócio apenas aonde ele já foi ou está. Precisamos de inovação, abaixo as rotinas!

Quem está certo?

Ambos estão certos, ao meu ver. Como assim?

Vamos analisar os dois pontos:

Rotina como algo positivo

Toda organização de um negócio inicia pelas rotinas. São as rotinas que padronizam, organizam, dão a primeira tônica do negócio.

O primeiro passo para organizar o seu escritório é definir as rotinas. Estabeleça quais são as rotinas do seu negócio: Quando o cliente chega, como ele é atendido? Quando ele é atendido como fica a informação deste atendimento? Depois de atendido, como o negócio processa o restante da informação (ação judicial no caso de um escritório jurídico)?

Perguntas… A resposta destas são justamente as rotinas (parte delas) do seu negócio.

Estabelecer estas rotinas pode auxiliar a evolução do negócio de uma maneira ímpar.

Como assim?

Para termos a evolução ou mesmo inovação, devemos saber aonde estamos em primeiro lugar. Como saber aonde estamos se sequer conhecemos nossas atuais rotinas?

Da mesma forma que estas rotinas são essenciais para a evolução do negócio, elas podem ser o principal problema para ele findar. Veja como:

Rotina como algo negativo

A rotina é um problema justamente quando ela se torna intrínseca ao ser humano.

O ser humano tem a tendência de buscar o sucesso e quando chega nele ou próximo dele, se acomoda.

O mesmo acontece com as rotinas.

Ter uma rotina é cômodo. Ter rotina dá segurança. Ter rotina traduz em saber o passo a passo.

E o que há de errado nisto?

Se você quer ficar sempre na mesma situação atual, nada. Agora, se o crescimento do seu negócio é importante, a rotina é perigoso, pois inibe a criatividade e principalmente deixa todos com aquela sensação de “vamos fazer como está, afinal sempre foi assim”. O fato de sempre ter sido assim, não quer dizer que precise ser assim. Não quer dizer que não deve mudar.

A crítica a rotina é fundamental/essencial/imperioso para existir gestão.

Quer gerir o seu negócio?

Critique rotinas internas (procedimentos) e externas (relacionamento com cliente). Estabeleça novas regras e faça as mesmas com controle e organização.

Enfim,

Rotina: Positivo ou negativo?

Positivo, se for padronizar e organizar o dia a dia de todos. Negativo, se as mesmas funcionam há muito tempo sem qualquer tipo de crítica ou pensamento diferente.

Permita-se ser diferente e fazer o seu negócio ter sucesso. Lembre-se que caminhando por onde os outros caminharam chegará somente aonde os outros chegaram.

Ou seja, abaixo a zona de conforto e viva a gestão através da crítica de rotinas!

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Colaciono um exemplo retirado de um outro site, onde a estória demonstrou claramente alguns princípios básicos de administração, que comentou após o texto:

Seu Valdir é de Curitiba, e leva todos os dias sua impecável barraquinha verde ao centro da cidade, num dos melhores pontos, com seus ingredientes frescos e selecionados.

De início, o cliente já é surpreendido. Seu Valdir não manuseia seus produtos sem limpar as mãos com seu álcool em gel. E a pipoca, sempre quente, é feita em menor escala para que as pipocas não se acumulem e fiquem frias. Se você pede na sacolinha acaba levando um “chorinho”. E ah, sem esquecer do “Kit Higiene“, que consiste de um guardanapo, palito de dentes (embalado individualmente), uma balinha de menta e fio dental.

Se o cliente provou, gostou e ficou com vontade de voltar mais vezes, ele criou um “Cartão Fidelidade“, onde a cada 5 pipocas compradas, você leva uma de graça.

Está surpreso até aqui? Calma. Tem mais!

Segundo Seu Valdir, ele destina 30% de seu faturamento pra investimento no próprio negócio. Um destes investimentos foi a genial ideia de seu uniforme.

Mesmo com todos esses diferenciais citados acima, Seu Valdir se preocupa com sua imagem. Ele confeccionou uniformes com os dias da semana estampados. Assim, ele usa um uniforme por dia, não correndo o risco de repetir.

Seu Valdir também é palestrante. Certamente não preciso dizer qual seu case de sucesso. E como ele mesmo diz: acredite no seu negócio, goste do que faça e tenha foco.

Ficou curioso? Assista um vídeo e veja o artigo original aqui.

O que aprendemos desta narrativa?

Um: Que o seu produto deve estar sempre fresquinho, pronto para ser comercializado, quente, enfim, preparado;

Dois: Oferte um diferencial (neste caso kit higiene);

Três: Apresentação impecável;

Quatro: Reinvestimento no negócio;

Cinco: Estimule a fidelidade do cliente;

Ou seja, se você quer desenvolver o seu negócio terá que agir como senhor Valdir, ter foco, gosto pelo que faz e visão de negócio.

O seu negócio tem os cinco elementos citados?

Caso não tenha, busque logo uma alternativa. Sem administração não há solução.

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Não encontre defeitos, encontre soluções. Qualquer um sabe se queixar. Resolver é mais difícil. – Henry Ford

Esta frase resume o pensamento de muitos empresarios, empreendedores, advogados, contadores, médicos, vendedores, donos de empresas, etc.

Encontramos no mercado muitos profissionais. Alguns dizem que o mercado está “saturado”. Para outros faltam oportunidades.

Discordo veemente.

O mercado está saturado de profissionais que sequer sabem como reagir diante da frase de Henry Ford. E, procura com muitas vagas em aberto, profissionais que saibam como seguir o ensinamento da mesma frase.

Como assim?

Muitos profissionais se definem como pró-ativos, como determinados, como formadores de opinião. Muitos tem o ego maior que suas reais capacidades.

Outros, por sua vez, ao invés de buscarem sua capacidade e foco no negócio, ficam focados apenas em ganhar dinheiro.

Dois pontos de vista totalmente equivocados.

Para ser pró-ativo, o caminho começa dentro de si mesmo. Para ser um formador de opinião, primeiro deve-se ter uma opinião, respeitar a opinião alheia, ponderar o certo e errado e admitir que nem sempre o caminho que escolhemos pode ser o caminho correto.

A introspecção e autoconhecimento são elementos fortes e básicos para quem quer se posicionar no mercado de trabalho.

O mesmo vale para ganhar dinheiro, assunto que domina o debate de muitos profissionais:

“É porque o fulano ganhou 3 milhões e eu ganhei cem mil no ultimo ano” “eu faço todo trabalho e ganho um salário de R$ 2000,00 enquanto o chefe não faz nada e ganha no mínimo R$ 20.000,00 no mês” e por aí vai…

Dinheiro é consequencia e não objetivo.

Se o dono do negócio ganha muito mais que você, sinal de que você terá que trabalhar, desenvolver a sua estória de vida, trilhar o seu caminho para ganhar tanto quanto ele ganha. Outra forma, já aprendendo a usar a frase de Henry Ford, é ser um profissional estratégico e não um profissional operacional.

Como assim?

Se você pensa que ficar fazendo petições atrás de uma mesa é ser estratégico, você está enganado.

Ser estratégico é pensar no negócio como um todo, buscando soluções de redução de despesas, melhorias de fluxos internos, administração de conflitos (soluções e não queixas) e por aí vai.

Se você é estratégico e seu chefe não reconhece você, troque de empresa!

O mercado está sedento de pessoas que tragam soluções e não problemas!!!

Contudo, antes de tomar qualquer atitude neste sentido, reflita:

Conheço meus potenciais reais?

Sei meus limites de tensão e controle emocional?

Estou preparado para trabalhar pensando em conquistas de futuro (tempo) e não imediatismo?

Com estas perguntas iniciais e muita reflexão/pensar você poderá estar preparado para ser estratégico e não operacional.

Pense e aja nisto!

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“Um navio está seguro no porto – mas os navios não são feitos para isso…” John A. Shedd

Esta frase nos remete a uma verdade empresarial fundamental: Somos todos navios prontos para zarpar em luta de novos horizontes, mas a segurança não faz parte do nosso dia a dia.

Isto mesmo.

Segurança não faz parte do universo empresarial.

Segurança tem o funcionário que no início do mês o seu salário estará na conta.

Segurança tem o funcionário que tem um horário para cumprir e pode ir embora.

Segurança tem o funcionário que no final do ano pode receber um 13 salário, férias, abonos, etc.

Segurança… palavra que não está no dicionário do empresariado.

O empresário deve buscar incessantemente novos negócios para sobreviver. Um feriado significa perda de negócios e oportunidades, férias uma oportunidade de novos contatos, dinheiro, somente depois da empresa estar paga, incluindo funcionários, material de escritório, etc.

Ser empresario é ser um navio em alto mar, sujeito as intempéries do tempo, manutenção constante da base da empresa (casco), sem esquecer do público alvo (objetivo no mar).

Se a empresa é o navio, os funcionários são os marinheiros que podem auxiliar a empresa a cumprir seu papel ou podem afundar o navio.

Se os navios não foram feitos para estarem no porto, não esqueça de que o porto significa acomodação.

Pode ser no porto que os navios são consertados, mas se lá ficarem por muito tempo não terá sentido continuarem flutuando.

Diga não a acomodação!

Seja o motor que impulsiona o seu navio para o sucesso. Não aceite que portos lhe ofereçam segurança em troca da estagnação. Para evoluir e crescer, precisamos ser forjados como o aço: com calor e frio.

Somente com as horas de mar que o marinheiro vira almirante. Se ficasse no porto, seria eternamente um grumete.

Pense em como você quer a sua vida: grumete, marinheiro ou almirante?

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Esta pergunta talvez seja a mais difícil de responder quando falamos em gestão. Muitos falam de modelos prontos, seja BSC, ISO, etc, mas, mesmo pegando estas ideias gerais sempre surge a mesma problemática: E no meu negócio, como fazer isto funcionar?

Eu, particularmente, penso que a gestão está dentro de cada negócio e não o inverso. O mesmo vale para a tecnologia. Aliás, o mesmo vale para a nossa vida em essência: Porque procurar fora de nós se as respostas estão na maior viagem que podemos fazer nesta vida: Descobrir a nós mesmos.

Vamos fazer o mesmo na gestão do nosso negócio: Vamos buscar respostas dentro do mesmo.

Como assim?

A gestão do seu negócio passa por três filtros: Definições, rotinas e sistema. Cada um se traduz no início da viagem de descobrir a gestão, bem como a eficiência e eficácia do seu negócio.

Definições

As definições do seu negócio são aquelas que devem ser tomadas antes de qualquer outra abordagem. São as definições macro, as mais abrangentes, aquelas que iniciam qualquer processo de reflexão.

Ou seja, estamos falando de definições do tipo:

1. Qual o tipo de clientes que busco? (pessoa física/jurídica/ambos)

2. Quais as áreas de atuação do meu escritório?

3. Dentro destas áreas de atuação, quais produtos tenho?

4. Tenho colaboradores com perfil de liderança?

5. O parque tecnológico do meu escritório está preparado para o processo virtual?

6. Quais são meus diferenciais competitivos em relação a outros escritórios?

7. Como a minha mídia eletronica está impactando meus clientes?

8. Entre outros questionamentos…

Por óbvio, cada escritório irá responder estas e outras perguntas para iniciar o conhecimento sobre si mesmo. Importante é que tudo que é respondido não deve ser apenas verbal, tem que estar escrito/digitado para poder servir de parametro depois.

A gestão está intimamente ligada a estas respostas. Quer ver o grau de dificuldade de se fazer gestão? Tente responder estas 7 perguntas de maneira completa e crítica. Aí está o primeiro desafio a ser superado.

Rotinas

Não basta escrever as rotinas. Tem que se fazer uma crítica a elas. Como sempre afirmo, fazer gestão é criticar os procedimentos (e jamais as pessoas).

Como assim?

A primeira etapa será de escrever como as rotinas estão hoje desenhadas. Ou seja, um cliente é atendido, quem atende, anota que tipo de dados, coloca aonde (sistema ou na pasta) depois esta informação e documentos vão para onde no escritório, é agendado algum prazo para isto? E por aí vai.

Depois desta rotina escrita, fica bem mais fácil de identificar os gargalos e iniciar as correções. Por isto, depois de identificadas as rotinas é que iniciamos a crítica/gestão delas.

Aspectos muito comuns em rotinas equivocadas:

* Documento sai de um setor, é registrado por outro e retorna ao setor de origem (vai e vem de documentos/informações);

* Duas pessoas se envolvem na mesma atividade em pontas diferentes (um grampea, outro arquiva);

* Funcionários com custo elevado fazendo tarefas simples (Sócio tendo que fazer petições de juntada);

* Documentos impressos e depois jogados fora;

* Não armazenamento de petições de forma sistêmica (organizada dentro da pasta e no sistema de gerenciamento do escritório);

* Setores estratégicos, como assinatura de peças para ida ao forum, tendo retrabalho, como sendo assinada as peças várias vezes por dia;

* e por aí vai…

Ou seja, criticar as rotinas é pensar de uma maneira lógica e racional em como elas podem ser simplificadas sem qualquer tipo de prejuízo. Só esta reflexão trará ao seu escritório maior rentabilidade, economia de tempo e evitará gastos desnecessários.

Sistema

E todo este tempo investido em mudanças de rotinas, quebra de paradigmas de pensamento e ação do escritório realmente irá se perpetuar e consolidar com um sistema adequado a sua necessidade.

Com isto afirmo que conheço escritórios que trabalham em Excel, conheço outros que trabalham com softwares simples e outros ainda com softwares de altíssima geração. Cada qual dentro da sua necessidade.

O software deve ser algo útil e não um fardo.

Muitos escritórios que trabalhei e trabalho precisam apenas de treinamento, maior gestão interna e adaptação do software a sua gestão e não a gestão que supostamente o software possa gerar.

Quem manda nas suas rotinas internas é o escritório e não o software! O mesmo vale para você: Quem manda em você é você mesmo e não outras pessoas, por mais que possamos fazer concessões para outras pessoas, como fizemos em softwares mais simples para aproveitar bem as suas funcionalidades.

Algumas perguntas básicas que um simples relatório do seu software deve responder:

1. Quantos processos ativos tenho?

2. Destes, quantos estão na fase de inicial/sentença/recurso/transito em julgado?

3. Quantos alvarás eu tenho para sacar e quantos estão em fase de sair alvará (para serem agilizados)?

4. Quantos clientes foram prospectados pelo escritório nos últimos 6 meses?

5. Quantos prazos tenho para cumprir por semana?

6. Quantos processos tem prognóstico de possível (principalmente quem atua no empresarial)?

7. Para determinado cliente, qual o valor do risco da minha carteira (principalmente quem atua no empresarial)?

8. Quando foi o último contato do cliente o escritório?

9. Como posso contatar meu cliente (etiquetas para carta ou email) para informar novo endereço?

10. E muito mais…

Se o seu software não responde estas 9 perguntas básicas, ele não está alinhado a gestão do seu negócio. Isto que nem foram elencados pontos como o financeiro do negócio com perguntas do tipo: Quanto custa  este processo? Se cobrei do cliente x, e o processo custou y, mais z de anos no judiciário, qual foi a minha lucratividade? Etc…

Enfim,

Com definições macro do seu negócio, realinhamento de rotinas e um software adequado a suas necessidades temos o início da gestão do seu negócio.

Não se iluda, não se aplica gestão a um escritório/empresa em pouco tempo. Além de tudo que temos que fazer em termos de aplicabilidade da gestão, temos o desafio de motivar pessoas, encantar clientes, quebrar resistências, etc.

Isto leva tempo. Mas, não é perda de tempo. É investimento de tempo que se ganha no futuro, economizando capital para reinvestir no próprio negócio.

Em suma, a gestão é a roda do sucesso, onde jamais pode-se parar!

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Hoje é primeiro de abril, também conhecido como dia da mentira. Há várias estórias – ou mentiras – para contar o porque desta data. Veja aqui.

Peço uma licença poética nesta data. Não que seja uma mentira isto, mas quero falar de verdades, mentiras e trazer uma reflexão.

Vislumbramos inúmeras mentiras no universo corporativo. Algumas maiores, outras menores. Mas, mentiras.

De outra banda, igualmente encontramos verdades absolutas no mesmo universo corporativo.

Alguns dizem que mentiras pequenas valem a pena. Outros, dizem que não podemos mentir em hipótese nenhuma, mas suas atitudes não condizem com o que dizem.

Mentiras e verdades…

Mentiras e vaidades…

Mentiras e mentiras travestidas de verdades…

Esta reflexão é maior que apenas um amontoado de palavras. É fundamental para que possamos não apenas pensar e fazer disto uma verborragia. Precisamos agir.

Nunca antes na história deste mundo, precisamos da verdade.

Verdade com nossas crianças.

Verdade com nossos adolescentes.

Verdade entre nós, adultos conscientes.

Não apenas com palavras. Mas sim, principalmente com atitude.

Porque?

Porque nossas atitudes refletem no nosso cotidiano e nosso cotidiano interage com outros cotidianos que fazem o cotidiano do mundo todo.

É o famoso efeito cascata. De cada um de nós há consequencia para todos nós.

Dia da mentira. Uma brincadeira hoje passa. Agora, perpetuar a mentira por um dia a mais se traduz em uma verdade a menos.

O que queremos para o nosso futuro? Verdade ou mentira?

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Esta pergunta tem povoado a mente de empresários, funcionários e curiosos. Alguns defendem que todos somos substituíveis, afinal, ao sairmos de uma empresa, outro poderá assumir nosso posto. Outros dizem que não, pois cada pessoa é única e esta é a natureza da empresa, ser feita/forjada pelas pessoas que lá trabalham.

Qual a sua opinião?

Vamos analisar os dois pontos para acalentar o debate:

Sim, você é substituível.

Dói no ego e no sentimento, não é verdade? Você é substituível. Infelizmente ou felizmente, esta é uma verdade universal.

Ao sairmos de uma empresa, esta não irá fechar as portas pela nossa saída. Outra pessoa irá assumir o nosso lugar, irá fazer nossas tarefas com o mesmo, pior ou melhor desempenho, mas a vida continuará seu rumo. Assim como a água, atua o mercado, sempre buscando brechas, locais onde é mais fácil chegar para atingir seus objetivos.

Muitos funcionários pensam que o seu trabalho é tão importante que se eles saírem a empresa não terá como sobreviver. Nada além de egocentrismo.

Sim, você é insubstituível.

O seu talento é único. O Seu DNA é único. A sua verdade vale para si e para mais ninguém. Sim, você é insubstituível.

Mas, no que você é insubstituível?

Naquilo que você faz, naquilo que você é, na sua essência, na sua alma, na sua verdade.

Suas ideias, sua forma de agir, seu modo de atender, tudo isto faz parte de você e se você for embora, você leva isto com você.

Então, você pode ficar feliz e contente, você é importante para qualquer empresa e seu “eu” é fundamental para o crescimento dela.

Contudo, e a pergunta: Você é insubstituível?, como fica? Sim ou não? O texto diz que sim as duas verdades???!!!

Isto mesmo. As duas premissas são verdadeiras.

A empresa precisa de funcionários e estes poderão estar com a empresa enquanto forem úteis, mas os funcionários tem seus próprios talentos que se não forem reconhecidos pela empresa devem sair da mesma e procurar outra.

Enfim,

Você é substituível para a empresa em termos da função que desempenha, mas insubstituível na essência daquilo que você executa, pensa ou critica.

E como você age frente a esta realidade?

Espera que reconheçam seu valor ou busca no mercado o seu valor?

Pense bem… A empresa precisa de você como você precisa dela, um com força e trabalho, outra com pagamento pelo trabalho realizado… Mas, somente isto não cria líderes.

Você quer ser insubstituível?

Seja primeiro insubstituível para você mesmo. Depois seja verdadeiro na essência que você mostra ao mundo.

A verdade e realidade farão a consciência de que você não é mais operacional, mas sim estratégico ao negócio da empresa!

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