Indicação ou Redes Sociais?
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Durante muitos e muitos anos a indicação de outros clientes sempre foi o melhor meio de obter novos clientes.
Hoje, com o advento das redes sociais, temos as redes sociais como uma forma de indicação, interatividade e obtenção de novos clientes.
Será?
As redes sociais são uma excelente forma de conseguir novos contatos, seguidores para aquilo que pensamos, contudo, é apenas uma forma, um meio, não a razão, cerne da contratação.
A indicação nasce do bom trabalho, do bom atendimento, do preço justo, serviço perfeito, tudo justo e perfeito.
Com estes adjetivos, o cliente do teu negócio está apto a poder indicar teu serviço para outra pessoa.
Além de termos um bom trabalho, atendimento, preço, etc, precisamos divulgar isto, ou seja, temos que pensar em marketing.
Como dar publicidade?
Existem “n” maneiras! Algumas lícitas perante o código de ética do advogado, outras não.
Agora, apenas divulgar não é o foco. A informação divulgada deve estar acompanhada da credibilidade.
Credibilidade adquirimos com posicionamentos que refletem o trabalho, ou seja, se falamos sobre o direito do trabalho – reclamante, devemos falar sobre isto, dar dicas, etc. Apenas isto? Claro que não! Precisamos ter ações reais e efetivas em prol do direito dos reclamantes, como apoiar ou participar de sindicatos, estar a frente de movimentos de interatividade com este público alvo.
E como se constrói isto hoje em dia?
Através das redes sociais.
Não se iluda. As gerações mais novas estão até conversando apenas pelas redes sociais. Ignorar isto é deixar o escritório com data de término.
Então, o que vale mais: Indicação ou redes sociais?
Indicação com credibilidade, inclusive através das redes sociais.
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Guerra nas Estrelas e Gestão
Muitos, assim como eu, assistiram os filmes da trologia Star Wars/Guerra nas Estrelas e seus personagens memoráveis, sendo mais recentemente vindo outros três filmes para se juntarem a série e contarem toda a história dos cavaleiros Jedi e seus sabres de luz.
Uma frase do Mestre Yoda, quando estava ensinando o Luke os poderes Jedi, tem uma relação muito forte com a realidade das empresas e de como devemos agir.
Relembrando a cena: Nave do Luke Skywalker atolada (submersa) num pântano sujo e fedorento. O Luke tenta com o poder da mente erguer a nave e não consegue. Então ele diz: “Não adianta, eu tento mas não consigo”.
Diante disto, com toda sapiência, o Mestre Yoda assim dita:
“Faça ou não faça. Não existe tentar”.
Então, o Mestre retira a nave com a força do pensamento…
O que este filme nos traz de lição?
A primeira e óbvia: Não desista.
A segunda, igualmente óbvia: Persista.
A terceira, mais ou menos óbvia: Somente com força e ação conseguimos os objetivos.
E qual a conclusão que você chegou?
Bem, como assisti todos os filmes, já conhecia o enredo, estória, contexto. A frase impacta mais pelo você pode, você é capaz, do que qualquer outro aspecto.
Mas, somente isto basta para que as pessoas possam ser bem sucedidas em suas carreiras?
Claro que não.
Talvez esteja nas entrelinhas do que já disse, mas vamos deixar as claras: O Luke somente cresceu no filme, ganhou batalhas e tudo mais porque ele tinha os elementos da liderança em seu sangue: Confiar em si mesmo, usar as adversidades como trampolim e principalmente visão da totalidade do contexto para tomar decisão.
O foco em si mesmo é fundamental na sua carreira. Acreditar nas suas potencialidades faz toda a diferença.
As adversidades sempre existiram e vão existir. Senão não teria graça! Já pensou num mundo sem desafios? Agora, quando você confia em si mesmo, você acredita que é capaz, as adversidades poderão lhe atingir, mas não te derrubar.
E como não poderia ser diferente, sem analisar o contexto em que você está inserido, não existe como qualquer negócio, projeto ou ideia ir adiante.
Para você poder acertar com um único tiro o buraco do respiro que levava a destruição da estrela da morte você tem que ter estes elementos na sua vida.
E você? Como lida com você mesmo, as adversidades e tudo que acontece ao seu redor?
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Ferradura e o Sucesso da Sua Empresa
“Por causa de um prego, perdeu-se uma ferradura.
Por causa de uma ferradura, perdeu-se um cavalo.
Por causa de um cavalo, perdeu-se um cavaleiro.
Por causa de um cavaleiro, perdeu-se uma batalha.
E assim um reino foi perdido.
Tudo por causa de um prego.”Autor desconhecido.
Esta estória narra a realidade de muitas empresas que possuem funcionários que pensam igual ao ferreiro: Um prego não vai fazer a diferença…
Quando se pensa assim, está se cometendo pelo menos dois erros: O de achar que o seu trabalho nada vale e de que ninguém vai perceber se o fizer mal feito.
Se você acha que o seu trabalho não vale nada, porque continua trabalhando nesta empresa?
Se pensarmos um pouco, apenas um pouco, vamos raciocinar que empresa nenhuma iria contratar alguém que não tivesse função ou lhe fosse útil.
Da mesma forma, não há razão para quem contrata esperar que o funcionário seja um robô, que não faz nada além do que lhe é ordenado fazer.
O sucesso reside justamente em fazer a estória ao inverso: Se for cometer um pecado no trabalho que seja pelo excesso e não pela omissão.
A omissão é o primeiro e, as vezes último, sinal de que a empresa não exerce mais o fascínio no empregado. Lógico, temos que ponderar que não se pode estar estimulando alguém 24 horas por dia e que salário não é a única forma de encantar o funcionário.
Quando o funcionário começa a trabalhar no automático ou de maneira padrão é um sinal de que ele já foi melhor e agora está num período de baixa. Não quer dizer que tenha que demiti-lo. Mas, ser franco que o seu rendimento está abaixo do esperado e questionar o porque disto. Nesta conversa será uma excelente oportunidade de avaliar o perfil emocional do mesmo.
Então, vamos pensar sob dois aspectos:
Você, funcionário, se começar a sentir que o trabalho não lhe motiva, está desconcentrado, sem ideias e sem ânimo, cuidado, luz vermelha, pense e repense suas atitudes e até o seu futuro na empresa.
Você, empregador, se perceber as atitudes de omissão e desídea de um funcionário, converse com ele, busque os motivos, antes de qualquer atitude mais drástica.
Afinal, sob ambos os ângulos estamos pensando sob o aspecto do trabalho: Se o funcionário não está produzindo a contento, toda engrenagem da empresa está a perigo, independente do cargo que ocupa.
Pense nisto!
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Fofoca, boato, rádio corredor ou verdade?
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“Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros.“Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros. Na verdade, está-se exercitando uma pequena maldade, não prevista no Código Penal. Fofocas podem provocar lesões emocionais. Por mais inocente ou absurda, sempre deixa um rastro de desconfiança.Onde há fumaça há fogo, acreditam todos, o que transforma toda fofoca numa verdade em potencial. Não há fofoca que compense. Se for mesmo verdade, é uma bala perdida. Se for mentira, é um tiro pelas costas.”
Martha Medeiros
Quem nunca ouviu uma fofoca? Ou como dizem alguns a notícia circulou via rádio corredor…
Nas empresas é algo aterrorizador. Uma fofoca pode destruir um belo – e difícil – trabalho de equipe.
Muitas vezes as fofocas existem porque a direção/liderança não administrou bem a situação.
Um exemplo prático e comum: A demissão de um determinado funcionário. O fato de demitir é um exercício do livre arbítrio da empresa, contudo, assim que o funcionário saiu começam os boatos. “Ele saiu porque dormiu com a fulana” “Ele saiu porque brigou com o fulano” e por aí vai. Enquanto a direção da empresa fica calada, os boatos aumentam.
A abordagem da empresa deve ser uma: Se posicionar.
A empresa que se posiciona afirma aos demais funcionários que ele foi demitido pelo motivo A, B ou C. Se alguém da empresa quiser comentar outros motivos que não os elencados pela empresa, problema deles. A empresa deu o seu motivo.
O mais importante é termos uma versão oficial. Isto inibe comentários e auxilia a liderança a se posicionar também. Se alguém faz outro comentário que não o oficial, a liderança pode cobrar e reafirmar a posição oficial.
Inclusive sobre demissões, leia mais aqui.
Não aceite que fofocas, boatos maculem a sua empresa.
Posicione-se como empresa e extermine o problema pela raiz.
Fugir do problema não faz ele ser solucionado. Seja o verbo de ação da sua empresa.
Pense nisto!
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