Um artigo do site americano Law Marketing nos questiona sobre os clientes que estão oscilando entre os escritórios pequenos e os grandes escritórios.

Leia o artigo na íntegra em inglês aqui. Ou veja uma versão traduzida para o português aqui.

Em épocas de se falar muito em crise – embora pense que temos é que inovar, leia aqui – os clientes estão buscando além do que apresentação, propaganda e quiçá promessas de resultados: estão buscando preço.

Claro, não é unicamente o preço que fará do escritório uma diferença, mas o preço pode ser um fator diferencial de continuidade de um escritório. Se gastava por mês R$ 1.000,00 (mil reais) para defesa das ações da empresa X, para um escritório de advocacia na Av. Paulista com 100 funcionários, posso a partir de agora gastar R$ 500,00 (quinhentos reais) para um escritório de advocacia Y, que tem 30 funcionários. Lógico que diferenças existem entre os escritórios, mas o investimento e resultado estão colocados no fator máximo ultimamente.

A pesquisa do artigo nos mostra que nos EUA os escritórios menores e especializados – ao qual chamamos de boutiques – estão em alta nas previsões 2009 e 2010. Na demonstração de 2005 à 2008 houve um acréscimo de procura destes escritórios de quase 30%.

E o resultado disto?

Os escritórios menores estão investindo, contratando advogados e funcionários e crescendo. Ou seja, alguns perdem, outros ganham.

Por óbvio, ululante, diáfano não são todos os escritórios que estão crescendo e nem todos os grandes estão diminuindo. Contudo, é uma tendencia a ser observada.

Como está o seu escritório frente esta tendência?

Já planejou os investimentos em 2009? Pense… ainda há tempo!!!

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Ed Poll do portal Law Biz publicou um artigo onde ele demonstra sua preocupação no aviltamento dos honorários advocatícios nos EUA

Para ler o original em inglês, clique aqui.

Para ler uma versão traduzida pelo Google, clique aqui.

No Brasil temos enfrentado esta concorrência em relação a honorários entre os próprios escritórios.

Este tipo de atitude além de quase impossibilitar o crescimento da advocacia, em fato, empobrece o próprio advogado.

Alguns irão se questionar: Mas se eu cobro x para determinada a ação e outro cobra a metade do valor, o outro irá ganhar o cliente e eu morrerei de fome. Nâo é o preço o único diferencial no mercado.

Aliás, preço não é, necessariamente, diferencial.

Leia mais sobre Marketing Jurídico aqui e veja ferramentas simples, de baixo investimento ou gratuitas que tornam a imagem do escritório forte, coesa e, portanto, digna de valores dignos remuneratórios.

Se você está aviltando seus honorários para sobreviver, cuidado! Pare e começe a refletir. Se o único diferencial que você encontrou foi o preço, sua estratégia deve estar equivocada.

Pense nisto! Deixe seu comentário e divida a sua experiência conosco!

Leia amanhã mais um post sobre honorários no Blog Gestão.Adv.br

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Ed Poll do portal Law Biz publicou um artigo onde ele demonstra sua preocupação no aviltamento dos honorários advocatícios nos EUA

Para ler o original em inglês, clique aqui.

Para ler uma versão traduzida pelo Google, clique aqui.

No Brasil temos enfrentado esta concorrência em relação a honorários entre os próprios escritórios.

Este tipo de atitude além de quase impossibilitar o crescimento da advocacia, em fato, empobrece o próprio advogado.

Alguns irão se questionar: Mas se eu cobro x para determinada a ação e outro cobra a metade do valor, o outro irá ganhar o cliente e eu morrerei de fome. Nâo é o preço o único diferencial no mercado.

Aliás, preço não é, necessariamente, diferencial.

Leia mais sobre Marketing Jurídico aqui e veja ferramentas simples, de baixo investimento ou gratuitas que tornam a imagem do escritório forte, coesa e, portanto, digna de valores dignos remuneratórios.

Se você está aviltando seus honorários para sobreviver, cuidado! Pare e começe a refletir. Se o único diferencial que você encontrou foi o preço, sua estratégia deve estar equivocada.

Pense nisto!

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O questionamento acima é uma provocação: Você conhece a Martindale-Hubbell?

Não?

Trata-se de uma publicação americana que tem mais de um milhão de advogados cadastrados em todo mundo!

Para os seus associados eram enviados anualmente um livro que continha os dados de todos advogados cadastrados.

Mesmo com toda tecnologia e internet eles mantinham-se relutantes em ter algo virtual, fora o site deles.

Isto mudou.

A partir de 31/03/2009, iniciou um período de testes para disponibilizar serviços pela internet. É a Martindale-Hubbell na web 2.0!

No blog do Larry Bodine há uma comparação deles com outras redes sociais, apontando as principais diferenças.

Leia em inglês aqui. Leia uma versão traduzida em português aqui.

Destaco alguns pontos:

* É uma rede social exclusiva para advogados, ou seja, especializada, com conteúdo voltado a este seguimento;

*Aqui não existem perfis “fakes”, ou seja, falsos. Todos os perfis são verificados antes de aprovar o seu ingresso. Você precisa ser um advogado para fazer parte.

* A rede sugere pessoas entre si, ou seja, com base no cadastro busca sugerir pessoas do teu interesse (semelhante ao linkedIn);

* Possui muito material para ofertar aos advogados, desde parceiros como a ABA (que é a OAB americana) como artigos de seus membros que superam os 25 mil artigos disponíveis;

Para conhecer, acesse www.martindale.com/connected

E você? Já atualizou o seu inglês para participar? Hoje é necessário mais do que o cliente da cidade, do estado, do país. É necessário estar preparado para o mercado globalizado.

Não concorda?

Leia mais sobre este tema aqui.

Prepare-se! O mercado está se globalizando diariamente e esta é uma tendência cada vez mais forte. Vai ficar esperando a caravana passar?

O meu cadastro já fiz…

Faça o seu cadastro hoje! E depois venha aqui e deixe seu comentário dizendo como foi.

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Um artigo do site americano Law Marketing nos questiona sobre os clientes que estão oscilando entre os escritórios pequenos e os grandes escritórios.

Leia o artigo na íntegra em inglês aqui. Ou veja uma versão traduzida para o português aqui.

Em épocas de se falar muito em crise – embora pense que temos é que inovar, leia aqui – os clientes estão buscando além do que apresentação, propaganda e quiçá promessas de resultados: estão buscando preço.

Claro, não é unicamente o preço que fará do escritório uma diferença, mas o preço pode ser um fator diferencial de continuidade de um escritório. Se gastava por mês R$ 1.000,00 (mil reais) para defesa das ações da empresa X, para um escritório de advocacia na Av. Paulista com 100 funcionários, posso a partir de agora gastar R$ 500,00 (quinhentos reais) para um escritório de advocacia Y, que tem 30 funcionários. Lógico que diferenças existem entre os escritórios, mas o investimento e resultado estão colocados no fator máximo ultimamente.

A pesquisa do artigo nos mostra que nos EUA os escritórios menores e especializados – ao qual chamamos de boutiques – estão em alta nas previsões 2009 e 2010. Na demonstração de 2005 à 2008 houve um acréscimo de procura destes escritórios de quase 30%.

E o resultado disto?

Os escritórios menores estão investindo, contratando advogados e funcionários e crescendo. Ou seja, alguns perdem, outros ganham.

Por óbvio, ululante, diáfano não são todos os escritórios que estão crescendo e nem todos os grandes estão diminuindo. Contudo, é uma tendencia a ser observada.

Como está o seu escritório frente esta tendência?

Já planejou os investimentos em 2009? Pense… ainda há tempo!!!

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O vídeo abaixo traz estes dois questionamentos.

Ele instiga comparações entre tempo e espaço, entre países e nos pergunta: Você sabia disto?

E ao seu término nos instiga: O que estas mudanças siginificam?

Assistam primeiro o vídeo, depois faço alguns comentários:

O que estas mudanças Significam

Venho falando de mudanças há um bom tempo. Precisamos realmente estarmos preparados para empregos que ainda não existem, para tecnologias que irão surgir. Estamos numa mudança muito rápida e de durabilidade rarefeita.

Criamos uma melhor maturidade tecnológica que antes, mas ainda temos muito que aprender.

Há 10 anos atrás – que é muito pouco tempo – a internet ainda era um bebê. Hoje é um adolescente voraz de informações.

Em 20 anos, nossa única informação era a TV. Hoje a internet provê muita informação.

Mas, afinal: O que estas mudanças siginificam?

Na minha ótica, que Einsten estava certo na teoria da relatividade. Ou seja, o universo está em constante evolução e crescimento. O universo, assim como o tempo não páram. Assim, se viajássemos no tempo e quiséssemos ficar parados, seria impossível, pois o próprio tempo nos destruiria, com sua evolução contínua.

Mesmo quem não gosta de física entende que a lei é: NÃO FIQUE PARADO! Inove! Crie! O facebook foi criado há dois anos… Hoje fatura milhões… O que dizer do Youtube?

Cada vez mais insisto nas empresas: Deixem a criatividade dos seus funcionários florecerem. É com criatividade, idéias, inovação que o futuro pertence.

Reflita sobre o vídeo e tire as suas conclusões.

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Esta idéia pode soar estranha num primeiro momento, mas não é de todo ruim.

Para quem não conhece o que é Wiki, conheça a Wikipédia aqui. Wiki é, em resumo, uma forma de texto colaborativo.

Quando li o texto no site Law.com, a primeira comparação que fiz com a idéia de um texto wiki foi com o Google Docs. No Google Docs podemos colocar um texto na internet e compartilhá-lo com outras pessoas, permitindo que estas pessoas editem, modifiquem, etc. Mas a idéia de um texto wiki para escritórios de advocacia é mais arrojada.

Para ler o texto original em inglês, acesse aqui.

Para ler uma tradução pelo Google Tradutor, acesse aqui.

No Brasil, o advogado Gustavo D’Andrea criou a FORENSEPÉDIA, que é um texto wiki com foco jurídico. Conheça aqui.

Leia também este post sobre a Forensepédia.

Agora, porque um texto wiki ao invés de simplesmente compartilhamento de arquivos na internet, como oferta o Google Docs e tantos outros?

Pelo poder de um texto wiki ser uma fonte fidedigna de conhecimento.

Ao lermos um texto na wikipédia, sabemos que o mesmo foi produzido por alguém e pode ser corrigido por outras pessoas, dando conta que se for uma mentira ou algo errôneo, o mesmo será denunciado.

Vamos imaginar isto num escritório de advocacia.

Um escritório quer desenvolver uma tese e pega um esboço e coloca neste texto de formato wiki. Compartilha com outros colegas de seu interesse e tese. Depois, ao começar a ver o resultado no judiciário, começa a corrigir a tese, podendo a mesma estar disponível para clientes ou não clientes.

No ambiente wiki se controla quem edita.

No ambiente wiki tem níveis de acesso.

No ambiente wiki já há uma certa presunção de fonte fidedigna.

Esta é uma idéia muito interessante. Se vai ou não dar certo nos escritórios Brasileiros é outra questão. Nem nos EUA ainda é uma realidade, mas que a idéia é de ser pensada, a ísto é.

Reflita.

Quem sabe o seu escritório pode ser pioneiro?

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Recentemente no Blog do Larry Bodine (especialista em marketing nos EUA) foi publicado um post sobre uma revista americana chamada SUE, cujo lema é SUE – For a Woman Litigation, ou seja, SUE para mulheres advogadas.

Para ler o post original em inglês, clique aqui.

Para ler uma versão traduzida pelo Google, clique aqui.

O formato da revista é similar a algumas que temos no Brasil, ou seja, é uma revista eletrônica. Confira no Brasil duas revistas eletrônicas jurídicas em que sou colunista: Jornal A Comarca e o Guia do Advogado.

Destaco que pelo menos nos EUA, estão valorizando os destaques que o universo feminino possui. Somos iguais perante a lei, mas as mulheres possuem certos atributos que se bem valorizados são diferenciais interessantes e fortes.

Neste artigo escrito em Março deste ano, há uma ênfase interessante do domínio do universo feminino no universo de tecnologia no Brasil.

Para as mulheres leitoras deste artigo, conheçam o site brasileiro Bolsa de Mulher, que apresenta uma rede social (tipo orkut) exclusiva para mulheres, com assuntos interessantes (pelo menos pelo que está escrito na capa do site).

Fica a dica para os editores brasileiros escreverem sobre advogadas, juízas, promotoras, que também são  mães,  irmãs, tem casa, filhos e toda rotina que envolve a vida moderna.

Falar da sensibilidade e verdade que elas conseguem ver o mundo é um tema inesgotável.

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Se você ainda não conhece a Legally Minded, ela é uma divisão da ABA – American Bar Association – que é a OAB americana. A Legally Minded é uma espécie de rede social, cujo objetivo é integrar os advogados em prol do conhecimento em direito, tecnologia, novidades, etc.

Fui contatado por eles há alguns dias e estes dias conversei com um representante via Skype (abusando do meu parco inglês;) ). O primeiro questionamento é: Sabe porque eles me procuraram? – Para que um usuário do serviço – ou seja, eu – indicasse possíveis falhas, o que poderia ser melhorado, sugestões, etc.

Parece familiar a atitude deles? Deveria.

Este tipo de trabalho se traduz numa verdadeira e grande “propaganda” positiva sobre o trabalho que a empresa desenvolve.

Na nossa proveitosa conversa de aproximadamente meia hora, conseguimos transmitir um ao outro idéias muito boas, como de minha parte para eles, de como os brasileiros podem se aproximar dos advogados americanos e deles, de como os mercados internacionais são positivos para o crescimento da economia americana.

Agora pense no seu escritório. Você conversa com o seu cliente? Faz um trabalho que em vendas se chama “Pós-Venda”?

Se não faz, deveria.

São nestas ligações simples, diretas, de baixo investimento, posto que podem ser através de questionários por e-mail ou outra interatividade que o cliente pode dizer sobre um péssimo atendimento, referenciar uma pessoa desrespeitosa e assim por diante. Se você acha que isto só acontece nos outros escritórios, faça o teste. Tenho certeza que irás te surpreender em ver que o teu cliente gosta tanto do teu trabalho que suporta certas atitudes que sequer a direção sabe que acontece.

Só que esta fidelidade acaba. Fidelidade é como casamento, sem regar com amor, compreensão, tesão e vida, acaba.

Se o cliente não for bem atendido, ser surpreendido com um agrado, etc, ele pode e vai procurar outro profissional.

Pense nisto!

Aja como a Legally Minded, busque o seu cliente!

Para conhecer mais a Legally Minded clique aqui.

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Um artigo publicado nos Estados Unidos por Roberta Cummings traz uma série de idéias de marketing específicos para a mulher advogada.

O artigo é bem extenso e muito interessante.

Para ler o original em inglês, clique aqui.

Para ler uma versão traduzida pelo Google Tradutor, clique aqui.

Para evitar a tautologia, ou em bom português, para não ser repetitivo, vou destacar alguns pontos que penso serem nucleares deste artigo:

Tome como prioridade o desenvolvimento das empresas: Coloque o desenvolvimento do seu cliente como prioridade!

Combine seus interesses pessoais e paixões com os interesses da empresa: Aprenda que se a paixão pelo trabalho puder ser tão interessante quanto a paixão por ser uma mulher linda, o sucesso será conseqüência.

Seja estratégica: Não pense que foi o destino. Faça o seu destino!

Invista na rede: Aproveite do cabeleireiro até ao almoço com uma amiga para desenvolver a habilidade de negociação e criação de canais de relacionamento cada vez maiores.

Não tenha medo de pedir ajuda: Não saber tudo e pedir auxílio é sinal de força e não de fraqueza. Ninguém sabe tudo, lembre-se disto.

Crie expectativas realistas: Com toda certeza não será o primeiro contato que fará que irá trazer resultado. Mas, poderá ser este contato uma alavanca para o desenvolvimento.

Ajude outras mulheres a terem sucesso: Pode soar estranho, mas quanto mais ajudamos, mais crescemos. Quanto mais queremos nos isolar ou querermos o sucesso somente para nós, mais sozinhos estamos. Aqui cabe citar uma frase de Madeline Albright: “há um lugar especial no inferno para as mulheres que não ajudar outras mulheres”. Repense suas atitudes hoje!

Evitar a venda direta: Ou seja, não diga que podes fazer isto, aquilo e aquele outro. Diga que existe uma solução, que o mercado assim se posiciona e que a melhor estratégia será esta, e estarás conquistando a confiança do cliente.

Então, você mulher advogada, prepare-se e mãos a obra!

Inicie sem receios e lute, você é fonte de vida, fonte de força, és o princípio de tudo. Ter medo do quê?

Faça valer o seu sentimento, a sua força emocional e estrutural… Vá além!

Muito sucesso!

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