“Socorro! Meu chefe quer ser meu amigo no facebook” este é um post do Jeremiah Owyang que debate acerca de uma situação corriqueira hoje em dia: As redes sociais se transformaram num local perfeito para conhecer os candidatos e/ou funcionários.

O artigo debate a questão de um amigo dele em que o chefe pediu para ser adicionado no facebook (maior rede social do mundo, em expansão pelo Brasil, mas fortíssima nos EUA) e a resposta do Jeremiah foi muito interessante.

Ele destaca 5 possibilidades de resposta e faz um contraponto com o a posição do chefe.

Divido com vocês as possibilidades e contraponto com a minha opinião.

1. Não faça nada – Apenas ignore o pedido (o facebook não avisará a pessoa nada) e deixe assim mesmo.

2. Negue o pedido – Responda para o chefe dizendo que o facebook é apenas para familiares e amigos. Neste quesito a chance de problemas de relacionamento são grandes.

3. Adicione ele – e corra o risco de ver a tua vida exposta de forma integral. Não é o simples fato de aceitá-lo. É compartilhar com ele tudo que está sendo dividido na rede social.

4. Redirecione para o LinkedIn – exponha que o facebook é apenas para assuntos particulares e dê o seu perfil no linkedin que é para assuntos profissionais. Contudo aqui pode ficar aquela dúvida, se não sou teu amigo sou apenas chefe, o que estás querendo esconder?

5. Usar os recursos de permissão e filtro no Facebook – embora muitos desconheçam, o facebook permite filtros e demonstração de conteúdos específicos para os grupos filtrados.

A melhor alternativa segundo Jeremiah (eu concordo) é a de número 5, ou seja, aceite seu chefe, crie um grupo específico para ele e limite o que pode ser visto.

Aliás, se fizeres assim com todos os grupos que pertence, facilitará ainda mais os relacionamentos, pois os familiares verão assuntos familiares, trabalho de trabalho, etc. Sem bagunça, sem mistura de assuntos, tipo um João te chamando de traidor e Judas que só você e ele sabem da estória engraçada que levou a este apelido, mas um colega de trabalho pode até mesmo deixar de falar contigo se ler algo assim.

E se você é chefe?

Os líderes devem ter uma sensibilidade maior em relação aos funcionários. Devem avaliar bem se a relação que possuem é de trabalho ou amizade, quiçá ambos. O fato de solicitar para serem adicionados é muito mais amplo do que apenas estarem próximos. É um pedido de “estarem conectados” virtualmente, sabendo o que fazem, resultado da balada, etc. Pode ser muito mais do que um colega de trabalho quer e “pode” dizer.

As redes sociais são muito invasivas se não utilizadas corretamente. Devemos ter cuidado, principalmente se estamos na liderança de equipes.

E o que você acha disto?

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É quase unânime: ao dizer para o funcionário se auto-avaliar, começa a choradeira.

Sempre acha que faz muito, ganha pouco, que o escritório não vive sem ele.

Em fato a visão que ele tem de si é que está equivocada.

Todos, sem exceção, somos substituíveis. Aí você pensa: Menos o dono. Engano seu, a exemplo disto, leia a estória do Steve Jobs. Ele criou a Apple e foi demitido da mesma aos 30 anos. Hoje está de volta porque a Apple comprou uma empresa que ele fundou.

Todos podem ser substituídos, inclusive o chefe. Mas, como trabalhar com esta espada na cabeça?

Pensando como o dono do negócio, ou seja, não exatamente nas funções em si que exerce, mas sim na utilidade que elas tem no contexto.

Por exemplo: A faxineira do escritório tem uma utilidade imprescindível na limpeza do mesmo. Agora, se ela não vier, não limpar adequadamente, o que será feito? Será substituida, mesmo o seu trabalho sendo fundamental.

E onde fica o investimento no funcionário?

O investimento no funcionário se dá através de metas cumpridas, retornos alcançados, objetivos cumpridos. Deve ser financeiro e por palavras e atitudes.

Contudo, é obrigação do funcionário prestar bem o seu ofício.

Outro exemplo: estagiário que busca um alvará num processo. Se ele trouxer o alvará e o processo ou até mesmo apenas o alvará, ele terá cumprido o seu ofício, ou seja, ele é um estagiário. Agora, se ele vai buscar o alvará, já passou no banco, verificou como pode ser sacado, indagou se quem sabe não poderia ele mesmo resolver com uma autorização do advogado, este não é um estagiário. Este é um funcionário que tem utilidade, tem valor.

Percebe a diferença?

Ter valor é agregar valor ao negócio.

Se queres ser reconhecido, agregue valor ao teu trabalho.

“Ah! nem adianta, porque eles não vão me reconhecer. Você não conhece o meu escritório, aqui é diferente”. Se esta é a sua realidade, o que você está fazendo nesta empresa? Vai a luta! Procure alternativas!!!

Não deixe a empresa ditar o seu futuro. Construa o seu futuro junto com a empresa e se ela não quiser, procure alguma que queira.

Se você agrega valor, sempre há mercado.

Reflita e repense suas atitudes.

Sobretudo, agregue valor a si mesmo. É o primeiro passo para o sucesso.

O sucesso não virá da empresa ou do teu chefe. Ele vem de ti. A tua estrela brilha independente da constelação. Há inúmeras constelações no universo. Sente-se sem brilho e sabes o brilho que tens, procure outra constelação. Quem sabe Orion não valoriza mais que a Via Láctea?

Muito sucesso!!!

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Sistematicamente nas midias eletrônicas tem se comentado sobre as Redes Sociais, tais como orkut, facebook, twitter, entre outras.

Em vários momentos abordamos este assunto, como podemos verificar aqui.

Recentemente, além das abordagens profissionais costumeiras – avaliando questão do tempo investido do funcionário, dispersão, bem como a força das redes sociais como marketing – temos uma nova visão: a de pesquisa de mercado.

O Twitter, por exemplo, já lançou a sua ferramenta de busca. Em breve este serviço assim como outros serão interligados aos serviços tradicionais de busca. Alguém duvida?

Agora, raciocinamos em conjunto: Se as gerações X e Y estão cada vez mais conectadas, lançando informações nas redes sociais, sejam informações pessoais, sejam profissionais, estas redes estão recheadas de ideias de mercado, interesses, possíveis investimentos e por aí afora.

E mais, justamente nestas redes sociais estão os nossos concorrentes. Seus lançamentos de produtos, visão de mercado, o que o próprio mercado está falando (bem ou mal) de determinado produto, etc.

Imagine: Um número grande de consumidores falando bem do produto x, mas se ele tivesse um atributo “j”, seria perfeito. Então, o concorrente lança o produto “m” que e igual ao x mais o “j”… Quem fica com este mercado?

Na seara jurídica, acontece parecido.

Lógico, não é uma análise simples de produto, mas de mercado como um todo.

Se percebemos que um determinado mercado nosso cliente, por exemplo direito de família, está em mutação, pois há mais separações, mais casais em brigas físicas, etc, podemos estar diante de um diferencial (leia sobre Oceano Azul aqui). Como?

Milhares de advogados leram nos jornais, revistas, etc que existem mais separações, brigas, etc. E a atitude? Quem sabe uma aliança estratégica (leia mais sobre alianças estratégicas aqui) com um psicólogo para ofertar aos seus clientes um produto diferenciado, que não apenas resolve a questão jurídica em si, mas a situação por completo?

Não perca esta oportunidade de visualizar o mercado de maneira diferente.

Ingresse nas redes sociais! Participe e crie seu networking!

Compartilhe conosco através dos seus comentários!!!

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Em perfil de pessoas nas gestões de equipe, temos que analisar inúmeros fatores e estarmos prontos para ouvirmos inúmeras opiniões contrárias.

O título deste artigo se propõe a uma reflexão importante: Aquilo que a pessoa é (ser) em análise ou contradição com o que esta mesma pessoa têm (ter) e frente ao poder que ela possui (poder).

Cito como exemplo a situação do pedido de aumento.

Pedir aumento é realmente necessário? Para alguns sim, senão nunca terão o devido reconhecimento. Para outros, este aumento acontece ao natural e muitos o criticam de puxa-saco, entre outros adjetivos.

Vamos supor a função de estagiário. O cidadão do nosso exemplo tem a função de fazer fórum.

Ele sai todos os dias e “varre” os fóruns da capital buscando os mais diversos tipos de cópias, certidões, protocolos, etc.

Ele pode simplesmente fazer o que lhe é pedido, ou seja, se no papel da nota de expediente está escrito: pegar cópia, nem quero saber o que eles vão fazer com a cópia, vou tirar a cópia e pronto.

Certo?

Não. Errado. A atitude correta é no mínimo dar importância a atividade que se está fazendo. Ou seja, verificar se as cópias foram bem feitas, se a cópia era para um agravo, verificar se a intimação do despacho agravado foi copiada e assim por diante.

Daí tem a velha desculpa: Não tenho tempo para isto. Se ficar fazendo isto não poderei cumprir todas as tarefas.

Sinceramente, para o escritório é preferível ter dois estagiários, do que um que faça o serviço correndo e não agregue valor.

Se o sócio não pensa assim, não está valorizando o próprio negócio, afinal, o resultado que importa é a celeridade do processo, com qualidade e não a perda do processo pela celeridade. Um agravo mal instruído gera preclusão do prazo…

Por óbvio, diáfano, ululante que isto não ocorre apenas na esfera dos estagiários. Ocorre e muito, nas eferas dos advogados.

E afinal, o que quero trazer a baila da reflexão com estes exemplos?

Simples, que executando uma tarefa adequadamente (ser), será lhe dado cada vez mais reponsabilidades (ter) e consequentemente maior poder (poder), resultado matemático que tem como produto a valorização salarial.

Concordas com este raciocínio?

Execute diferente as tarefas. Pense em como elas vão agregar valor ao negócio. Não pense na tarefa em si, pense no todo que ela representa. Irás ver a diferença de raciocínio.

Siga estas idéias e veja os resultados. E, claro, compartilhe conosco!

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Recentemente conversamos sobre operação e estratégia – neste post – e quando pensamos em dia do trabalho, que por razões desconhecidas é um feriado, pensamos em um dia de comemorar o trabalho em si, reivindicar direitos, etc.

Vimos na TV inúmeras manifestações políticas, sindicatos, etc. Mas, não vemos ninguém defendendo o que realmente mantém o trabalho: a estratégia.

Sem ter estratégia, não há negócios. Sem negócios, não há empresas. Sem empresas, não há funcionários. Sem funcionários, não há trabalho. Lógica simples e direta.

Reflita sobre estratégia.

Faça o seu trabalho, mas pense em como o negócio em que você trabalha pode ser mais produtivo.

Por exemplo, se você é estagiário de direito e faz fórum todos os dias, você pode pensar: Mas o meu trabalho é simples, direto, faço parte da operação e não da estratégia.

Ledo engano.

Justamente por estar na operação – e conhecê-la bem – você pode sugerir mudanças fundamentais na parte estratégica da empresa.

Hoje em dia, as empresas que escutam seus funcionários reduzem custos, ampliam possibilidades, enfim, crescem.

Leiam neste post uma simples idéia econômica que reduziu mulhões de dólares.

Aproveite o feriado do dia do trabalho para refletir e pensar.

São ideías simples que transformam operarios em patrões, funcionários em sócios…

Bom feriado!

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