Esta é a última sexta-feira que teremos uma das lições de sucesso da empresa Walt Disney, com comentários meus.

Para ler todas as já publicadas, clique aqui.

Lição número 7: Todas as pessoas são importantes.

Você tem alguma dúvida em relação a sétima lição?

Existem muitos profissionais que ao alcançarem degraus altos dentro de empresas, ao obterem reconhecimentos por estudos e títulos pensam que são mais do que outras pessoas.

É a famosa fama.

Um porque é doutor, outro porque tem cargo de chefia, outro ainda porque pensa que pode.

Ledo engano.

Pelo menos, eu disse pelo menos, dois motivos são fundamentais para que todas as pessoas sejam importantes para você.

1. Humildade;

2. Mercado;

Ser humilde é uma benção. Uma pessoa humilde conquista muito, seja pela simplicidade, seja por estar ao lado de todos o tempo todo. Quem aceita pessoas grosseiras ou pedantes é porque não é humilde, é burro. Humildade não é submissão. Humildade significa não querer ser mais do que ninguém, é trilhar o seu caminho sem pisar nas outras pessoas.

Se você é humilde, você sabe que todas as pessoas são importantes.

Agora, se você não é, quem sabe o mercado lhe mostre o quanto isto é importante.

O mercado não perdoa: Se você ficar mal falado, propaganda não resolve, investimento em treinamento pouco adianta, você cria uma marca em volta de você, contra você.

Se você humilha a moça do cafezinho, se você destrata porteiros, se você age como a única pessoa importante fosse você, cuidado, o seu ego pode lhe engolir.

Pesquisas de mercado mostram que o povo gosta daquilo que é próximo dele. Ou seja, se adquire produtos ou serviços por características regionais.

Ao maltratar pessoas, você está agindo de maneira contrária ao mercado. O mercado quer produtos e serviços que se importem com cada um. Ser um número não é diferencial.

Se assim fosse, as empresas de telefonia não seriam campeãs de reclamações no PROCON. Elas tratam as pessoas como número e não com a singularidade que elas merecem.

Você quer ser mais um ou alguém? Começe fazendo isto na sua empresa, no seu dia a dia.

Pense nisto.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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Lição número 6: Recompensa, reconhecimento e comemoração.

Você já se perguntou porque um funcionário trabalha?

Melhor ainda, você já questionou ele do porque ele trabalha para você?

Muitas respostas são do tipo:

“gosto de trabalhar aqui, o ambiente é bom”.

“me sinto como em família”.

“o escritório é bom, moderno, importante trabalhar aqui”.

Respostas que parecem boas, mas apenas demonstram que os funcionários não estão adaptados a realidade de mercado. Porque? Trabalhamos para sermos remunerados por isto.

Esta é a grande verdade.

De novo: Trabalhamos para ser remunerados por isto.

Se você pensa que existem outros motivos, está enganado. Os outros motivos são acessórios. O principal é sermos remunerados.

Sabe por que?

Porque o funcionário que trabalha apenas pelo amor a camiseta, na primeira discussão ideológica com o chefe ele vai embora.

Porque o funcionário que pensa que o ambiente é bom e isso é tudo, não vislumbra crescimento, nem plano de carreira, nem nda disto…

Porque o funcionário que vê nos colegas o seu futuro, não sabe o que é melhor para si.

Queremos funcionários coleguinhas que não podemos dizer como fazer isto ou aquilo?

Não. Queremos pessoas comprometidas com o projeto da empresa, que sabem que no futuro da empresa existe a real possibilidade de ser remunerado e crescer adequadamente.

Você investe em recompensas, reconhecimentos e comemora o sucesso com a sua equipe?

Este é um enorme diferencial competitivo….

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Lição número 5: Múltiplos postos de escuta.

Talvez a lição mais importante ou pelo menos está no top list delas.

Apesar de escrever, falar, mandar sinais de fumaça, parece que o dono do negócio não aprendeu ainda que a melhor forma de crescer é ouvir o seu cliente.

O marketing é importante, o planejamento também, a execução mais ainda, contudo sem o foco no cliente nada disto serve.

E como ter foco no cliente se você não sabe como o cliente pensa?

Para saber como o cliente pensa, melhor ouvi-lo.

Crie pesquisas de satisfação na recepção do seu escritório;

Quando atende-lo, pergunte como foi a recepção e os funcionários;

Faça o cliente oculto;

Depois destas pesquisas realizadas, obtenha os resultados e comece a investir nas mudanças. Os clientes indicarão o caminho.

Percebeu que os clientes não conhecem determinada área do escritório? Ótimo, intensifique o marketing jurídico.

Percebeu que os clientes estão insatisfeitos com a recepção? Ótimo, ajuste, treine, troque pessoas se necessário.

A pesquisa é apenas um meio. Agora, se o seu negócio não obedece a regra da Disney de vários canais de comunicação, como o cliente pode dizer o que pensa?

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Lição número 4: Tudo mostra entusiasmo.

Na lição da sexta passada, falamos de todos devem mostrar entusiasmo. Hoje, a lição é tudo mostra entusiasmo.

Aqui não estamos falando das pessoas, mas sim da apresentação, do local, da magia que envolve a empresa.

Uma frase resume bem: Não adianta ser, tem que aparentar ser.

Se o seu escritório é organizado, ótimo. Se as pessoas demonstram entusiasmo, melhor ainda. Agora, quando afirmamos que tudo mostra entusiasmo estamos buscando um ambiente de magia. Estamos buscando um ambiente em que as pessoas que lá entram sintam-se amadas e reconfortadas por estarem lá.

Porque não usar este conceito em um escritório jurídico?

Queremos que o cliente sinta-se como no nosso negócio?

Feliz? Em paz? Amado?

OU

Intimidado? Acomodado? Triste?

O estado de espírito da equipe e da disposição do escritório são importantes para o crescimento do mesmo. Um cliente procura um profissional com conhecimento, vontade e principalmente num local onde ele sinta-se bem.

Quando você entra no seu escritório, qual a referência que você tem? As pessoas sentem-se bem? É aconchegante?

Perguntas como esta podem mudar a magia do seu negócio. Pense nisto.

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Lição número 3: Todos mostram entusiasmo.

Nesta lição temos uma verdadeira aula em poucas palavras de algo fundamental em qualquer empresa: Todos mostram entusiasmo, ou seja, dentro da empresa todos demonstram estar contentes e alegres com o que estão fazendo.

Se você tem um problema, procura um advogado e chegando até a recepção deste escritório, qual a situação ideal?

(a) A recepcionista lhe recebe com um sorriso, oferece água/café e pede para aguardar um pouco que já vai lhe passar para atendimento;

(b) A recepcionista recebe com um bom dia/boa tarde baixinho, anota seus dados e pede para você se sentar e esperar;

Por lógico que a letra a é o ideal. Agora vamos pensar na pergunta óbvia: Como saber se a sua recepção está agindo no formato a ou b?

Monitorando. Esta é a resposta.

O sócio do escritório somente sabe de como as coisas estão indo se perguntar ao cliente, se criar pesquisas de satisfação do cliente, enfim, se pesquisar quem realmente importa ao negócio: O cliente.

É muito comum termos uma recepção letra b. Só que os sócios sequer imaginam. Acham normal.

Sorriso, educação, gentileza não matam ninguém e fazem o negócio ser melhor.

Você quer que todos demonstrem entusiasmo? Monitore, treine a equipe dizendo o quanto é importante para o cliente a reação deles.

Afinal, quem não tem entusiasmo com a sua empresa, que procure outra.

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Lição número 2: Fantástica atenção aos detalhes.

Esta lição nos demonstra algo muitas vezes esquecido pelos profissionais liberais principalmente: Os detalhes.

Chegar na sala do advogado com pilhas de papéis espalhados, cheiro de mofo, carpete velho, entre outros não demonstra organização e muito menos trabalho. Demonstra desorganização e falta de profissionalismo.

Conhece a expressão: “Sou pobre mais sou limpinho”?

A ideia é mais ou menos esta. Não importa o tamanho do escritório, seu número de clientes e poder economico do sócio. Importa a forma como ele é visto pelo cliente.

Se for um escritório simples, mas com preocupações básicas como uma balinha/bombom para o cliente, água e café sempre a postos, além da tradicional cordialidade e simpatia dos funcionários, o negócio tem tudo para crescer.

Um quadro pode ser um investimento interessante, junto com um ou dois litros de tinta e pintar uma parede de cor diferente…

Detalhes…

Até o Roberto Carlos sabia que era importante os detalhes.

Não perca negócios e a estratégia do futuro do seu negócio por não pensar naquilo que deveria ser óbvio, detalhes.

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A partir de hoje, as sextas-feiras teremos uma das lições de sucesso da empresa Walt Disney, com comentários meus.

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Lição número 1: Concorrente é qualquer empresa com a qual o cliente compara.

Ao lermos esta primeira lição, algo diferente soa do normal… Quando pensamos em concorrente, pensamos em empresas, pessoas que fazem o mesmo que nós fizemos, certo?

A lição número 1 discorda.

Quem tem que avaliar se é ou não é concorrente é o cliente e não a empresa. Sutil, direto, objetivo. Mas, profundamente verdadeiro.

Quem seria concorrente da Disney? Somente parques temáticos? Será?

Claro que não. Se os possíveis clientes da Disney optarem por esquiar ao invés de irem ao parque ou fazer uma turne pela Europa ao invés de irem ao parque, o parque vai a falência.

Percebe a diferença?

Então vamos pensar juntos: Quem é o meu concorrente hoje?

Se você é um advogado, seu concorrente são somente outros advogados?

Parece uma resposta certeira e óbvia, mas não é.

Ninguém exceto advogado pode exercer a advocacia, mas o seu concorrente não necessariamente precisa ser um advogado.

Um cliente insatisfeito pode ser o seu maior concorrente.

A falta de investimento em marketing jurídico pode ser o seu maior concorrente.

A falta de visão estratégica de negócios pode ser o seu maior concorrente.

Concorrente significa algo ou alguém que faz o nosso trabalho igual ou melhor.

Agora pare e pense: Quem ou quais são os meus principais concorrentes?

E mais: O que estou fazendo para ser melhor do que eles?

Óbvio, ululante, diáfano que não precisamos nos moldar conforme os nossos concorrentes. Precisamos trilhar um caminho nosso, onde os concorrentes não sejam obstáculos. Contudo, monitorar o mercado é fundamental para o crescimento de qualquer empresa.

Assim, aprenda a primeira lição da Disney: Qualquer um pode ser concorrente. Até mesmo as suas próprias atitudes.

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