Na última semana uma reportagem destacou uma nova visibilidade do marketing: A Geolocalização.

O que é isto?

Geolocalização é um serviço que identifica onde o usuário está naquele momento, baseado pelo GPS do celular ou do IP do seu computador. Leia aqui uma definição.

Algumas empresas já se deram conta do que isto representa em termos de marketing. Você já sacou a ideia?

Pense comigo: Você está na rua, em frente ao número 245 da Rua João da Silva. Então você sente vontade de encontrar um restaurante português típico. Você faz o que?

Se fosse antigamente, você entraria em algum local e pediria as páginas amarelas. (Faz tempo, né?)

Hoje, você abre o seu celular entra no google ou em outro serviço e digita o restaurante português na cidade tal…

Será somente isto mesmo?

Hoje, já está melhor. Serviços como Foursquare já estão cadastrando as empresas e desta forma quando você abre o serviço no celular, o mesmo já sabe onde você está (em razão do GPS) e já indica empresas cadastradas próximas. Impressionante, não? Leia sobre esta realidade aqui.

Agora vamos imaginar o futuro breve: Ao invés de cadastrar sua empresa em serviços na internet tradicionais, você vai cadastrar em serviços de geolocalização. As pessoas que estiverem pertas do seu negócio ou se dirigindo para perto dele poderão encontrar o seu negócio num clique.

E na advocacia?

Cabem duas reflexões neste sentido:

1. Como a advocacia vai reagir diante desta tecnologia? (será mercantilização ou não)

2. Como os advogados estão se preparando para isto?

Ainda são reflexões, não temos decisões a este respeito nos Tribunais de Ética, nem vislumbramos muitos advogados (eu conheço talvez uma meia dúzia que já tocou no assunto da geolocalização pela internet) pensando a respeito do assunto, infelizmente.

A tecnologia para muitos profissionais da advocacia ainda é um tabu. Pode até ser um tabu, mas é uma realidade e isto não tem volta.

A pergunta é: Para você, a geolocalização ainda é um tabu?

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Esta notícia publicada semana passada é muito interessante. Cada vez mais estamos diante da tecnologia facilitando a vida dos advogados. Ou não. Para alguns, a tecnologia é um fardo.

Para alguns, a visão que se tem da tecnologia é que pertence a outras pessoas, que para elas, não tem porque se adaptar.

Não deveria. Investir em tecnologia hoje é fazer gestão. É ter mais tempo para o foco do seu negócio (core business) e aproveitar tempo com outros negócios.

Você recorda como era antes a advocacia de existir tecnologia?

Antigamente para agendar uma preferencia no Tribunal tinha que chegar bem mais cedo, conversar, pedir, quase implorar. Hoje, podemos acessar nosso celular, tablet ou computador e fazer on line.

Antigamente para fazer uma pesquisa de jurisprudência, perdia-se uma tarde inteira no setor de jurisprudência do tribunal.

Antigamente para obter uma notícia, tinha que se ler o jornal do dia seguinte.

Antigamente…

Hoje, no alcance dos nossos dedos aonde quer que estejamos, podemos estar conectados com notícias, pesquisar teses, até mesmo adiantar nosso trabalho no tribunal pedindo uma preferência.

Abaixo destaco a notícia do TST:

15/02/2011
TST lança serviços para celular


O Tribunal Superior do Trabalho oferece mais uma facilidade tecnológica: a partir de hoje (15/2), os usuários de dispositivos móveis podem acessar os serviços “Notícias”, “Acompanhamento Processual”, “Jurisprudência” e “Pedido de Preferência”. A novidade é que esses serviços – os mais procurados no site do Tribunal – receberam formatação própria para a essa tecnologia, com o objetivo de facilitar a navegação por meio de aparelhos móveis – celulares com acesso à internet, “tablets” como o Ipad, Galaxy e outros. O acesso é feito pelo endereço convencional na internet: www.tst.jus.br.

Outra aspecto importante, no qual o TST é pioneiro, é o caráter interativo de um desses serviços – o “Pedido de Preferência”. Sem precisar ir ao Tribunal, é possível ao advogado solicitar “on line” que seus processos integrem a lista de prioridade nas sessões de julgamento, com pedido de sustentação oral, quando couber.

Para o presidente do TST, ministro Milton de Moura França, essa é mais uma etapa na trajetória que vem sendo seguida desde o início de sua gestão, com o objetivo de ampliar a visibilidade do Tribunal perante a sociedade, sob o signo da transparência e da modernidade. Entre as tecnologias digitais, além do processo eletrônico, plenamente instalado no Tribunal, os usuários do TST já dispõem de outros serviços, como as transmissões ao vivo das sessões de julgamento – às terças, quartas e quintas –, canal no You Tube e página no Twitter .

(Ribamar Teixeira)

Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.
Permitida a reprodução mediante citação da fonte
Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Superior do Trabalho
Tel. (61) 3043-4404

Fonte: http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=11781&p_cod_area_noticia=ASCS

Esta reflexão é fundamental em vários aspectos, mas em um em particular: Como a tecnologia está fazendo parte do seu dia a dia?

Você está inserido neste contexto ou ainda sonha em ter uma máquina de escrever e voltar no tempo?

Cuidado!

Como afirmo sempre, a tecnologia deixou de ser um luxo na advocacia: Faz parte da profissão agora.

Conecte-se, interaja, não tenha medo, invista tempo no conhecimento da tecnologia. Sendo bem utilizada, ela trará maior produtividade e racionalidade ao seu dia a dia, traduzindo-se em lucratividade e sucesso.

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No final do ano passado uma mulher na Inglaterra informou a todos os seus contatos no facebook que iria cometer suicídio na noite de Natal. Ela tinha 1048 contatos. Nenhuma das 1048 pessoas que receberam a mensagem deram atenção para a ameaça dela, que restou concretizada através da ingestão de pílulas. Leia a notícia aqui.

Esta triste notícia nos remete a uma importante reflexão: O mundo virtual é importante e útil, contudo possui uma limitação extrema – não serve para substituir contatos reais.

Já vimos inúmeros exemplos onde o universo virtual ajudou pessoas, prendeu bandidos, criou contatos, gerou relacionamentos, trouxe paz e guerra, mas igualmente trouxe solidão, dependência e pessoas sem apatia por outras necessidades de pessoas.

Este caso nos faz pensar em como podemos e devemos mesclar o que é virtual e o que é real.

Em termos de empresa, não podemos nos descuidar do universo virtual que se forma a cada dia. São negócios, presença da marca, possibilidades amplas de estar conectado com o público alvo, enfim, algo positivo e necessário hoje em dia. Contudo, este contato virtual não pode substituir o real.

Não pode nem irá substituir.

Os contatos reais são fundamentais para solidificar e consolidar aquilo que construímos virtualmente. Podemos ter amigos virtuais, mas o desejo é sempre de conhecê-los pessoalmente para poder gravar na nossa mente do que eles são feitos (seus jeitos e trejeitos).

O mesmo vale para um negócio.

Você pode contatar e até comprar/assinar um serviço que conheceu totalmente on line. Ele até pode ser prestado on line. Se esta for a única natureza que ele tem. Se eu baixo um programa para gerenciar twitter, por exemplo, não preciso ir na sede da empresa para ter certeza que o produto é bom ou confiável. Agora, ao contratar serviços que envolvam bens reais, vida, patrimonio, etc, como é o caso dos advogados, isto passa, sem sombra de dúvidas, pelo real.

Podemos entrar em contato com um profissional, trocar ideias, abordagens, contatos. Ler seus textos em sites e blogs e tirar nossas conclusões de que se trata de um profissional competente e preparado. Contudo, assinar uma procuração é um ato que ainda se faz dentro do escritório. A pessoalidade é fundamental.

Sei de casos de clientes que sequer conhecem seus advogados. Mas, são exceções a regra. A regra é a pessoalidade.

Dê crédito ao mundo virtual e seu crescente apelo de mercado. Contudo, reserve os princípios da individualidade e realidade presencial, atitude inclusive insculpida no Código de Ética do Advogado.

Esta atitude fará a diferença.

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Uma interessante reportagem foi publicada na Harvard Business Review (leia na íntegra aqui) sobre o tema da perda de tempo com conhecimentos não estratégicos.

Você certamente já pensou em quanto tempo perdemos em tarefas que não são nosso foco de trabalho e que isto representa em verdade uma perda de dinheiro, tempo e tesão pelo negócio.

Se ainda não pensou a respeito, melhor começar agora. Seu negócio pode depender isto para crescer e ser sustentável.

Dois parágrafos que podem resumir o artigo:

Is your company investing in expensive knowledge management systems that are useless for making big, strategy decisions? Most companies recognize the need for knowledge management, but often delegate it to the IT and HR departments without linking it to corporate strategy, often thereby wasting both resources and the strategic options their firm’s knowledge could generate. The problem is that most current knowledge management efforts merely inventory the company’s knowledge, without parsing out the knowledge that is strategically relevant. Strategic management of knowledge focuses only on those knowledge assets that are critical to your firm’s competitive performance — from the tacit expertise of key individuals right through to explicit company-wide general principles.

Here’s how to do it: use strategic management of knowledge (SMK) maps to depict a network of critical knowledge assets in four simple steps: 1) identify the knowledge assets that drive your organization’s competitive performance; 2) map them along the dimensions we present below; 3) analyze the strategic implications of the maps; 4) strategize and plan knowledge development trajectories.

OU seja, estamos focados no core business do negócio ou estamos perdendo tempo em acessórios?

Como assim?

Se você tem um escritório de advocacia e quer ficar preocupado com impressoras, computadores, redes, firewall, etc, você está longe de estar no foco do seu negócio. Tercerizar este tipo de trabalho é uma solução inteligente. Dependendo do tamanho do escritório (principalmente pelo número de pessoas) pode necessitar um auxílio melhor e mais direto de informática, mas nada que um terceiro não possa cumprir num prazo razoável.

Faça um mapeamento das atividades que o escritório possui. Dentro do mapeamento destaque o que é realmente intrínseco ao negócio, o que é tercerizado e o que pode ser repassado a outro para fazer.

Se os seus objetivos estiverem dentro do negócio e não em acessórios, seus resultados serão igualmente proporcionais a esta dedicação.

Quer mais resultados? Foco no seu negócio!

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Um recente artigo publicado no site Consultor Jurídico chamou atenção: Ressalta que nos Estados Unidos os advogados ocupam posições estratégicas e de poder. Leia a reportagem completa aqui.

O artigo descreve personalidades como o presidente dos EUA Barack Obama, Hillary Clinton, entre outros, como advogados que chegaram a posições de destaque, sendo que o presidente dos EUA afirma que busca muito de seus aliados e trabalhadores em Harvard, conceituada escola jurídica americana.

Tal distinção nos leva a uma profunda reflexão: Porque no Brasil é tão diferente? Porque no Brasil achamos a advocacia algo ruim?

Aqui o que temos é uma visão bem mais simplória.

Temos advogados que são parlamentares, contudo, isto não enobrece a profissão.

Temos advogados que se tornam juízes e parece que esquecem que um dia foram advogados.

Temos advogados que chegam ao executivo, mas seus atos não são compatíveis com esta nobre profissão.

Porque será que é assim?

Parece uma pergunta impossível de ser respondida de forma objetiva, contudo, temos algumas pistas do porque isto acontece e mais, das consequencias destas atitudes.

Pistas

Quantas vezes observamos advogados falando mal de outros advogados? Advogados que são vistos em novelas como vilões, sempre querendo prejudicial alguém. Advogados que sequer parecem saber o que é o direito e pelo que o defendem.

As pistas apontam para faculdades com objetivo mais financeiro do que de estudo, aliás, não apenas faculdades, hoje estudar é sinonimo de se o aluno paga ele merece passar de ano, conhecimento é problema dele e não da escola. Eu discordo frontalmente, mas é uma realidade que temos que enfrentar, onde alunos chegam ao segundo grau sendo analfabetos funcionais, sequer conseguem compreender corretamente o que lêem.

As pistas apontam para os próprios profissionais que passaram na prova da OAB (já imaginou sem a prova como seria o mercado com qualquer tipo de profissional?) e reclamam da profissão, sempre falam mal da advocacia e na primeira oportunidade querem ser assistentes do Ministério Público, Oficiais de Justiça e por aí vai. Não desmereço qualquer profissão, mas quem lutou e batalhou para passar na prova da OAB e ser advogado(a), deve honrar a sua OAB.

As pistas apontam para profissionais que ao invés de se profissionalizarem, buscarem a gestão e tecnologia como diferenciais competitivos, quererem ser diferentes e fazer a diferença, se preocupam unicamente com o preço. Humilham-se em honorários pífios. Aceitam cuidar de processos por anos a fio e receberem misérias. Dizem que isto que faz é o mercado. Afirmo categoricamente: Não é. Quem faz o preço é o próprio profissional. Se ele tem visão, sabe do direito e quer evoluir, ele pode e será bem sucedido.

Consequências

Uma das piores consequências é o advogado largar a advocacia e buscar outra profissão. Muitas vezes ele é talentoso, sabe do que faz, mas lhe falta visão, gestão, tecnologia. Daí advogar parece um fardo.

Outra consequência terrível é o profissional que fica estagnado, pensando que já fez tudo que a advocacia permite. Este profissional não tem visão do mercado. Falta ver que o mercado está em plena expansão, crescendo diariamente, com novas áreas, mercados, produtos novos (faço quase semanalmente em meus clientes este exercício de visão de mercado e os resultados são produtos diferentes, muitos que eu sequer havia visto, pois a criatividade faz parte da carreira jurídica).

Quem fica parado achando que o mundo deve mudar primeiro, realmente está na profissão errada. Estamos diante de desafios enormes na área em si do direito material, igualmente processual e mais o eletrônico. Temos redes sociais reinventando a nossa comunicação, nunca antes na história deste país houve tanto para se promover no universo jurídico, a exemplo do direito no âmbito da internet assim como o processo virtual promovido pelo judiciário em todo país. São questões que precisam ser enfrentadas. Antes, tudo ocorria no papel. Agora, são bytes, rede e memória que fazem o mundo girar.

Não basta ficar achando ruim a situação atual. Faça algo a respeito!

Enfim,

Você se orgulha de ser advogado?

Deveria. É uma profissão maravilhosa. Basta visão, gestão, tecnologia e muito trabalho para que o sucesso seja constante no seu caminho.

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Em Dezembro passado uma interessante notícia circulou no meio jurídico: Um anúncio do Citigroup solicitando um advogado com conhecimento de mídias sociais. Leia a notícia aqui.

Destaque-se esta parte da notícia:

“O banco publicou um anúncio de emprego, nos Estados Unidos, para a contratação de um advogado que se dedique ao seu conteúdo publicado na internet, abrangendo os sites das empresas, além das contas no Twitter e no Facebook (e também no YouTube). O advogado será responsável pela criação de um quadro de possíveis riscos jurídicos para ações sociais do banco nos meios de comunicação; cuidará da aprovação de conteúdos; verificará as questões jurídicas com o patrocinador da mídia social, ajudará nas respostas aos comentários em ambientes interativos; protegerá a propriedade intelectual do banco nas mídias sociais, e contribuirá para a elaboração de contratos com terceiros, como provedores de mídia social e fontes de conteúdo”.

Sinal dos tempos, não?

Sempre afirmo e repito: A Advocacia não está saturada. A Advocacia está sendo reinventada.

Precisamos cada vez mais de profissionais criativos, inteligentes e principalmente focados com o mercado.

O mercado hoje e de futuro está baseado nas redes sociais. Está baseado na relação entre as pessoas seja fisica, seja virtualmente.

O mercado está cada vez mais tecnológico e menos manual. Informação hoje é obrigação e não diferencial.

O grande diferencial do mercado está em saber utilizar a informação em prol próprio.

Destaque para o título da notícia também, pois busca alguém especializado em mídias sociais e não mídias virtuais, unicamente. Em bom português, precisa alguém que atue socialmente e não apenas nas redes sociais.

Não basta para este candidato ter ouvido falar ou ter um cadastro ativo mas com pouco uso em redes sociais… Quem não usa, não tem como administrar o que pode (potencialidade) e seus riscos dentro de cada uma das redes.

É amigo leitor… Esta vaga de advogado não é para qualquer advogado.

Você se sente preparado para atuar neste mercado? Você conhece as redes sociais?

Se twitter, facebook, orkut, myspace, linkedin entre outros nomes são grego ou palavrões para você, cuidado….

O mercado está em constante ampliação e evolução. Ficar fora do mercado não é uma opção inteligente.

Pense nisto.

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Pode parecer estranho, soar como boato ou até como algo incrível para você leitor, mas os blogs estão cada vez mais populares. Não somente no Brasil, mas nos Estados Unidos também.

Nos EUA uma pesquisa de Dezembro de 2010 comprovou um aumento significativo de leitores de Blogs jurídicos, inclusive auxiliando os clientes nas tomadas de decisão em relação aos escritórios. Leia aqui a notícia completa.

Destaco alguns pontos interessantes da pesquisa:

- Realizada com 3700 profissionais empresariais;

- Leitura média de 5 a 10 blogs;

- 60% entendem que os blogs influenciam de alguma maneira as suas decisões;

Só nesta última analise já podemos perceber a grande necessidade de estar presente na mídia eletronica.

Qual será este percentual no Brasil? Não temos a resposta ainda.

Contudo, mesmo sem um número, podemos ter a certeza que esta tendência acontece aqui. Talvez com menos intensidade, mas já faz parte do cotidiano de algumas pessoas, inclusive de você, leitor deste Blog.

Ainda que o blog pode ser para um escritório jurídico um investimento de médio prazo para ter leitores assíduos, os posts do blog auxiliam na indexação dos buscadores, fortalecem a marca jurídica do escritório, além de permitirem criar elementos de confiança entre o leitor e o escritor…

Só benefícios, portanto.

Você tem blog?

Se sim, ótimo. Só não esqueça de atualizá-lo periodicamente, de dar ao blog uma “cara” similar ao site (identidade de marca) e falar sobre temas úteis aos clientes.

Se não, cuidado. Você está ficando fora das tendencias do mercado e quando perceber, pode estar fora do mercado em si.

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Recentemente foi noticiado que o Brasil foi o mais procurado para fusões e aquisições em 2010. Movimentação da casa dos trilhões de dólares. Leia a notícia aqui.

É importante analisarmos este assunto num prisma: o que está acontecendo com o mercado?

O mercado está em expansão e modificação. Estamos presenciando algo que não há livro ou dicas, há tendências. Estamos vivendo uma época mágica de transformação.

E o melhor de tudo isto: Os advogados são peças chave para este tipo de trabalho. Não apenas na órbita jurídica. Mas, igualmente na parte negocial.

Você atua neste mercado? Não? Tudo bem. Mas o importante é: Você percebe esta mudança do mercado?

Porque uma fusão ou aquisição pode ocorrer nos trilhões de dólares citados, mas também pode ocorrer com o mercadinho da esquina, com a pequena empresa que você presta consultoria, enfim, o mercado é para todos…

Se você está aberto a perceber estas relações negociais, você está preparado para compreender que tudo pode ser um negócio, uma nova oportunidade de trabalho. Não apenas através de ações judiciais, que é o passivo da advocacia. Mas sim, através de um novo conceito de advogado, o advogado executivo(escrevi sobre isto em Julho de 2010, leia aqui). Aquele profissional que é muito mais útil pelo seu conhecimento de mercado combinado com as possibilidades jurídicas do que apenas pela sua sapiência de tribunais.

Realmente amigo leitor, o mercado está mudando. As notícias afirmam categoricamente isto.

E a sua percepção como está?

E a sua visão do mercado?

E a sua estratégia de atuação?

Perguntas fundamentais para que as respostas sejam o futuro do seu negócio no mercado mutante que estamos vivendo.

Então? Vamos a luta!

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Uma interessante notícia saiu nesta semana: Empresas pesquisadas admitem que não estão preparadas para o público de baixa renda, mesmo entendendo este como um mercado interessante. Leia a notícia aqui

Destaco alguns techos desta reportagem:

Apesar disso, porém, as empresas estão interessadas nesse público, diz o levantamento. E não é à toa, uma vez que as classes C, D e E representam R$ 1,3 trilhão de massa de renda.

Interesse, contudo, não significa preparo. A pesquisa constatou que 79,21% dos executivos não se consideram preparados para atingir esse público. Destes, 91% avaliam que seus colegas de empresa também não possuem esse preparo.

Do total dos entrevistados, 85,43% consideram sua empresa despreparada para lidar com os emergentes. E 49% afirmam que sua empresa não entende nada sobre a baixa renda e 28% acreditam que sua empresa entende pouco sobre esse segmento da população.

A falta de conhecimento e a dificuldade de se comunicar com esse público são as principais dificuldades das instituições. A falta de conhecimento sobre os consumidores das classes C, D e E foi citada por 33,8% dos entrevistados, ao passo que a comunicação é dificuldade para 27,3% deles.

A pergunta que não quer calar: E o seu negócio, como vê esta realidade?

Pode parecer que alguns profissionais atuam para este seguimento e já se encontram adequados. Será mesmo?

Querer atender o público de baixa renda não significa apenas falar na mesma linguagem que ele compreende. Os tidos como baixa renda tem aumentado de renda nos últimos tempos. As classes ditas C, D e E antes marginalizadas estão encontrando poder de compra, buscando mais conhecimento, querendo ser inseridas em contexto antes inimagináveis.

E o que isto representa para a advocacia?

Muito. Significa que cada vez mais pessoas estão procurando seus direitos, querendo estar com seu nome limpo, querendo advogados para proteger seus direitos.

Seu escritório pensa nisto? Já pensou que para atingir estes possíveis clientes precisa estar conectado na realidade deles? Uma realidade de periferia parece um bom negócio economico que muitos querem, mas poucos estão preparados.

Nunca antes na história deste país os programas da Regina Casé foram úteis para conhecer um pouco de contexto…

Pense nisto.

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Um interessante artigo foi publicado recentemente no blog do Alexandre Atheniense, onde menciona que os Tribunais brasileiros ainda estão totalmente fora da padronização de procedimentos, ou seja, cada Tribunal age conforme o seu bel prazer. Leia o artigo na íntegra aqui.

Infelizmente, isto está referenciado na lei, ou seja, eles realmente podem fazer assim. Aqui vai um alerta para todos nós eleitores: Somos nós que colocamos vereadores, deputados e senadores sem capacidade no poder, criando leis estapafúrdias. Vale a pena pensar nisto para as próximas eleições, já que nesta até um palhaço semianalfabeto foi eleito.

A padronização é o primeiro passo antes de qualquer gestão. Sem termos elementos iguais ou similares é impossível o judiciário querer se organizar. Exemplo, aliás, que vale para a própria OAB, onde cada seccional usa o software que lhe convém; devemos sim, ter um produto único, visando integrar os advogados.

A padronização do número do processo foi um excelente avanço, sem sombra de dúvidas. Lógico, precisamos de muito mais, precisamos que no Rio Grande do Sul e no Pará tenhamos o mesmo serviço cartorário, a mesma eficiência (sem querer fazer juízo de valor sobre qual é mais eficiente), enfim, a mesma realidade.

O judiciário é um só, com escopo de prestação jurisdicional. Quando encontramos lugares onde uma guia de recurso é paga no dia e outro local noutro dia, quando num Estado a audiência de conciliação é noutro dia da de instrução e em outro é UNA, quando percebemos custas judiciais completamente disparitárias, ou seja, há Estados em que o processo tem um custo x, enquanto em outros, o custo é x vezes 10, estamos diante da verdadeira injustiça.

O mesmo percebemos no processo eletronico, onde cada Estado tem suas regras, organiza de uma forma diferente. Temos Estados que exigem 500 kb de limite de arquivo, outros chegam a 2 mb… Sem falar nos programas, que cada Estado resolve utilizar um diferente do outro, ou seja, os advogados além de entenderem de processo eletronico, precisam se recordar de várias telas diferentes se quiserem atuar em mais de um Estado… Com uma simples padronização e modelo único, teríamos todos os Estados se esforçando em melhorar um produto e não vários diferentes.

Concentrar forças e dinamizar resultados…

Alô CNJ! Vamos padronizar o judiciário. Vamos ditar regras únicas para que exista ordem naquele poder que compete fiscalizar os outros. Como fiscalizar outros se sequer conseguimos fiscalizar nossa própria organização, Poder Judiciário?

Alô OAB! A chamada é idêntica. Precisamos padronizar para depois buscarmos a gestão.

Sem padronização, não existe a crítica ao padrão, ou seja, impossível de haver gestão. E isto vale não só para processo eletronico, mas para todo o poder em si.

Fica a dica para reflexão neste início de ano…

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