Ontem descobrimos que o grande segredo do marketing jurídico é ter tempo e relacionamentos. Leia o post de ontem aqui.

A pergunta que não quer calar: Como ter mais tempo e relacionamentos?

Não é simples, mas não é impossível.

O gerenciamento de tempo e dos relacionamentos passa por uma analise detalhada da forma como você gasta o seu tempo e como aplica este mesmo tempo em relacionamentos atuais e/ou novos.

Como assim?

Em relação ao tempo

Tempo talvez seja uma das maiores dificuldades modernas. Ter tempo é ter dinheiro, segundo alguns. Ter tempo é ter sucesso, segundo outros.

Existem inúmeras formas de gerenciar o tempo, mas proponho uma direta e objetiva: Separe as tarefas que tens a fazer no dia em estratégicas e operacionais.

Operacional: Petições (na sua grande maioria), conserto de micros, ligar para fornecedores, etc.

Estratégico: Atender clientes, monitorar o escritório, criar elementos de gestão interna, etc.

O seu tempo deve ser gerenciado com objetivo de ser mais estratégico (gerar negócios) do que operacional. Se outras pessoas podem cuidar do operacional, você terá tempo para se concentrar naquilo que realmente dá resultado em marketing: relacionamentos.

Em relação aos relacionamentos

Não há formula mágica para novos relacionamentos.

Precisa estar sempre disposto a conhecer novas pessoas (cara emburrada não conquista ninguém).

A entender que qualquer relacionamento é importante (não apenas de donos de empresas. Muitos negócios são fechados porque primeiro se conheceu pessoas operacionais).

Relacionamentos podem iniciar presenciais (eventos, shopping, etc) ou virtuais (redes sociais – twitter/linkedin/facebook) e ambos os casos precisam ser cultivados (com informações e interatividade.

Para gerenciar relacionamentos é fundamental ter tempo e muita disposição.

Enfim,

Como gerenciar tempo e relacionamentos?

Usando o tempo de maneira estratégica para gerar mais tempo livre para conhecer novas pessoas e potencializar contatos.

Faça isto e surpreenda-se com os resultados que o tempo e os relacionamentos podem fazer com o seu negócio.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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Talvez uma das perguntas mais cobiçadas do conhecimento dos advogados: Como fazer um marketing jurídico dentro do código de ética, com seriedade, conquistar clientes novos, manter os antigos e crescer de maneira sustentável?

Pode parecer complexo, mas a resposta é muito simples, bastam duas palavras: Relacionamento e tempo.

Muitos pensam que a resposta está em visibilidade, propaganda (erro clássico), em tecnologia, redes sociais, enfim, muitas alternativas, muitos caminhos e o resultado esperado não chega. Por que?

Simples: Porque a resposta é singela e requer um investimento caro e difícil hoje em dia: tempo.

Como assim?

Vamos pensar juntos em alguns elementos de marketing jurídico prático e o segredo do sucesso:

Fazer eventos

Fazer eventos onde os profissionais podem difundir conhecimento e ter uma maior visibilidade está bastante em moda hoje em dia e os resultados realmente são positivos.

Para organizar ou participar de eventos o que é necessário?

Relacionamentos para ser convidado para um evento ou criar um evento e ter pessoas para difundí-lo e tempo em ambos os casos para ser um investimento adequado.

Relacionamento com atuais clientes

Este é um tipo de trabalho de marketing que sempre dá resultado. Se já é cliente, ele tem confiança, sabe do potencial do  escritório.

Agora, para investir neste cliente, dar a ele informações sobre os atuais processos que tem e possíveis assuntos ou informações úteis para novos negócios há a necessidade de dois fatores: Tempo e relacionamento (para com o cliente).

Redes Sociais

Investir em redes sociais dá resultado? Claro que sim. Mas, para que servem as redes sociais?

Dois pontos: Serem informativas (excelente utilidade, indexação da marca, etc) e promoverem relacionamentos.

Como utilizar isto a favor do seu negócio?

Sendo informativo sobre assuntos interessantes ligados a realidade do negócio e estabelecendo conexões com pessoas.

Como fazer isto acontecer?

Tendo tempo e investindo em relacionamentos.

Enfim,

Você quer saber qual o segredo do marketing jurídico: Tempo e relacionamentos.

Quer fazer crescer o seu negócio? Tenha tempo e relacionamentos.

Agora como conseguir o tempo e relacionamentos é outra estória… leia amanhã sobre este assunto aqui!

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Na sexta-feira passada a Microsoft anunciou que na sua próxima versão do pacote Office (chamado de Office 15) o mesmo terá uma integração com o Facebook, como por exemplo mensagens instantâneas. Leia a notícia completa aqui.

O que isso muda?

Pode parecer pouco, alguns dizem que será até mesmo improdutivo (redes sociais em conjunto com word, por exemplo, mas é uma novidade pelo menos interessante.

Vamos analisar dois pontos:

1.Tendência;

2. Investimento;

Em relação a tendência, é inegável que as redes sociais fazem parte do dia a dia de muitas pessoas hoje. Agora, sejamos francos: Uma gigante como a Microsoft não iria investir milhões em um novo software (atualização do Office – aliás, um dos seus melhores produtos) sem uma pesquisa de mercado e visão de que as redes sociais realmente são o futuro social.

Mesmo que possamos ignorar isto, basta analisar as tendências atuais: Blogs e twitter em alta, sites e correio (físico) em baixa. Não que ter um site não tenha a sua importância, mas sua finalidade não é tão graduada como blog e twitter, bem como redes sociais para os jovens.

E os jovens interessam?

Óbvio. São eles os adultos de amanhã. Eles que serão nossos clientes em alguns anos. Estar conectado a eles é mais do que fundamental: É questão de sobrevivência.

E o investimento?

O maior investimento que se faz em termos de redes sociais é o tempo.

Dinheiro? Não muito. As redes são em sua maioria gratuitas e integradas umas as outras. Uma publicação no twitter pode ser integrado com Facebook e LinkedIn, por exemplo.

Apenas isto basta?

Claro que não, as perspectivas das redes sociais vão para outro caminho: Interatividade.

Como assim?

As redes sociais são um meio tecnologico bem interessante de encontrar pessoas com interesses afins ou pessoas que já conhecemos na vida real e queremos ter maior contato.

Agora a pergunta é: Como fazer?

Se interessar pelas pessoas e pelos contatos. Ler o que é postado e responder quando possível ou interessar. Estar presente e ser presente.

Enfim,

As perspectivas das redes sociais são de crescimento e interatividade.

A pergunta que não quer calar: Você está preparado?

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Em Dezembro passado uma interessante notícia circulou no meio jurídico: Um anúncio do Citigroup solicitando um advogado com conhecimento de mídias sociais. Leia a notícia aqui.

Destaque-se esta parte da notícia:

“O banco publicou um anúncio de emprego, nos Estados Unidos, para a contratação de um advogado que se dedique ao seu conteúdo publicado na internet, abrangendo os sites das empresas, além das contas no Twitter e no Facebook (e também no YouTube). O advogado será responsável pela criação de um quadro de possíveis riscos jurídicos para ações sociais do banco nos meios de comunicação; cuidará da aprovação de conteúdos; verificará as questões jurídicas com o patrocinador da mídia social, ajudará nas respostas aos comentários em ambientes interativos; protegerá a propriedade intelectual do banco nas mídias sociais, e contribuirá para a elaboração de contratos com terceiros, como provedores de mídia social e fontes de conteúdo”.

Sinal dos tempos, não?

Sempre afirmo e repito: A Advocacia não está saturada. A Advocacia está sendo reinventada.

Precisamos cada vez mais de profissionais criativos, inteligentes e principalmente focados com o mercado.

O mercado hoje e de futuro está baseado nas redes sociais. Está baseado na relação entre as pessoas seja fisica, seja virtualmente.

O mercado está cada vez mais tecnológico e menos manual. Informação hoje é obrigação e não diferencial.

O grande diferencial do mercado está em saber utilizar a informação em prol próprio.

Destaque para o título da notícia também, pois busca alguém especializado em mídias sociais e não mídias virtuais, unicamente. Em bom português, precisa alguém que atue socialmente e não apenas nas redes sociais.

Não basta para este candidato ter ouvido falar ou ter um cadastro ativo mas com pouco uso em redes sociais… Quem não usa, não tem como administrar o que pode (potencialidade) e seus riscos dentro de cada uma das redes.

É amigo leitor… Esta vaga de advogado não é para qualquer advogado.

Você se sente preparado para atuar neste mercado? Você conhece as redes sociais?

Se twitter, facebook, orkut, myspace, linkedin entre outros nomes são grego ou palavrões para você, cuidado….

O mercado está em constante ampliação e evolução. Ficar fora do mercado não é uma opção inteligente.

Pense nisto.

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O que seria da vaidade se não fosse quem a cultiva?

Já pensaste nisto? E nas consequências da vaidade?

Temos inúmeros exemplos no universo empresarial da vaidade. São gerentes querendo pisotear funcionários, sócios mal educados e ríspidos, pessoas promovidas pela beleza física e por aí vai.

Tudo vaidade.

Tudo porque o ser humano que assim vive ainda está incompleto na sua essência.

Tudo porque o ser humano que assim procede está sendo decadente em sua existência.

Diz que vaidade no Hebraico significa sopro/vapor que se dissipa no ar.

Nada mais justo, não é?

A vaidade é algo que sequer tem possibilidade de existir por muito tempo, é como o sopro que vai para o ar, com suas partículas gasosas desalinhadas e sem força de coesão entre si, ou seja, se esvai pela falta de conteúdo e energia.

Como identificamos a vaidade no universo empresarial?

Modificando a pergunta acima. Se procuras a vaidade, encontrarás a mesma no individuo. Vaidade é pessoal, não é coletivo.

Por óbvio, não discorro aqui sobre a vaidade no âmbito de autoestima do ser humano, onde ser vaidoso, bem arrumado, asseado e cortês é tudo de bom para si e para os outros.

Aqui, estamos abordando a vaidade com deficiência de maturidade emocional. A vaidade que as pessoas tem, usam e quando estão com poder na mão, sai de baixo! Querem apenas viver neste sopro de pseudo poder.

Identificar este tipo de vaidade nas pessoas que convivemos parece simples, mas não é.

Aqueles que usam a vaidade como arma, são sorrateiros, fazem sem muito alarde e somente são cruéis quando lhes convém.

Os vaidosos comuns identificamos com um olhar ou 5 minutos de conversa.

Assim como na imagem deste post, o vaidoso pensa que é rei, mas está acorrentado ao espelho que justifica sua falta de valores interiores.

Você pensa e analisa seus valores? Sua forma de pensar?

Ou apenas defende sua opinião da mesma forma porque sempre foi assim?

Permita-se ser diferente.

Permita-se pensar e criticar seus próprios procedimentos.

Permita-se viver conforme novas regras e percepções.

Somente sua própria análise poderá conceber se a sua vida é um espelho ou a realidade plena.

E o que fazer com os que são vaidosos e não sabem/querem mudar?

Duas atitudes, ao meu ver. Uma ser tolerante. Outra, ser verdadeiro com a pessoa.

Ser tolerante não significa ser conivente. Ser tolerante significa agir conforme a sua própria consciência e não deixar que a vaidade de outra pessoa seja um problema para a sua pessoa. Lembre-se que somente posso me deixar incomodar por situações alheias a mim mesmo, se eu permitir.

Seja dono do seu templo interior. Seja tolerante.

Igualmente, devemos ser verdadeiros e sinceros. Não precisamos ser rudes e sair dizendo isto ou aquilo. Usando a tolerância, demonstramos em atitudes de tolerar, reagir com parcimônia, dizer com tranquilidade e expor pontos de vista que a pessoa está sendo intransigente, egoísta e, portanto, vaidosa.

Nada adianta nos preocuparmos com planejamento, orçamento, tecnologia, gestão e tudo mais, se a principal força motriz da empresa estiver avariada: As pessoas.

Cuide do seu plantel de seres humanos ativos em produção e energia dentro da sua corporação. O sucesso vem justamente destas atitudes próativas.

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Durante muitos e muitos anos a indicação de outros clientes sempre foi o melhor meio de obter novos clientes.

Hoje, com o advento das redes sociais, temos as redes sociais como uma forma de indicação, interatividade e obtenção de novos clientes.

Será?

As redes sociais são uma excelente forma de conseguir novos contatos, seguidores para aquilo que pensamos, contudo, é apenas uma forma, um meio, não a razão, cerne da contratação.

A indicação nasce do bom trabalho, do bom atendimento, do preço justo, serviço perfeito, tudo justo e perfeito.

Com estes adjetivos, o cliente do teu negócio está apto a poder indicar teu serviço para outra pessoa.

Além de termos um bom trabalho, atendimento, preço, etc, precisamos divulgar isto, ou seja, temos que pensar em marketing.

Como dar publicidade?

Existem “n” maneiras! Algumas lícitas perante o código de ética do advogado, outras não.

Agora, apenas divulgar não é o foco. A informação divulgada deve estar acompanhada da credibilidade.

Credibilidade adquirimos com posicionamentos que refletem o trabalho, ou seja, se falamos sobre o direito do trabalho – reclamante, devemos falar sobre isto, dar dicas, etc. Apenas isto? Claro que não! Precisamos ter ações reais e efetivas em prol do direito dos reclamantes, como apoiar ou participar de sindicatos, estar a frente de movimentos de interatividade com este público alvo.

E como se constrói isto hoje em dia?

Através das redes sociais.

Não se iluda. As gerações mais novas estão até conversando apenas pelas redes sociais. Ignorar isto é deixar o escritório com data de término.

Então, o que vale mais: Indicação ou redes sociais?

Indicação com credibilidade, inclusive através das redes sociais.

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As redes sociais são a mídia do momento. Artigos, reportagens, não importa onde, só se fala disto.

Traça-se paralelos entre as redes sociais e o mercado de trabalho, redes sociais e o marketing jurídico, redes sociais e a nova forma de comunicação da sociedade.

A reflexão que ecoa em todas as perguntas é: Estamos preparados?

Talvez sim, talvez não.

Estar preparado para as redes sociais significa muito mais do que estar com a sua marca nas redes e atualizar periodicamente.

Significa interagir com outros nas redes;

Significa monitorar o que é debatido e interagir;

Significa dedicar tempo e assuntos com foco nas redes e para as redes;

Você faz isto ou apenas atualiza?

Atualizar é imperioso, contudo não resolve tudo.

Sem interatividade a rede fica monótona, vazia, sem qualquer sentido.

O importante é se tornar conhecido das pessoas pela interatividade, pensamento, atualizações e visões sobre os fatos do dia a dia.

Isto mesmo! Fatos do dia a dia.

As redes estão cheias de pessoas vazias, é verdade.

As redes estão cheias de pessoas querendo apenas fama, é verdade.

As redes estão cheias de pessoas com interesses pessoais, é verdade.

Mas, apenas isto é verdade?

Claro que não!

As empresas cada vez mais optam pelas redes como forma de se relacionar com o seu público alvo, com o seu mercado.

Repito, não basta atualizar. Tem que interagir. Tem que ouvir o cliente.

Você está preparado para ouvir o cliente e lhe responder em tempo real?

Você está preparado para monitorar críticas e sem brigas e discussões resolver as situações?

Você está preparado para toda esta interatividade?

Em caso positivo, parabéns, você está preparado para as redes sociais. Caso negativo, pense bem. O futuro da sociedade passa pelas redes sociais e sua empresa depende disto…

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Na última semana participei de um evento entre escritórios e Departamentos Jurídicos de empresas em Porto Alegre/RS. Nesta oportunidade, revi uma advogada que participou de um evento em que fui palestrante em Julho de 2010 em São Paulo, onde em uma das palestras que proferi desenvolvi o tema sobre redes sociais.

A colega esboçou sua alegria em perceber que antes de estar nas redes sociais tinha uma visão sobre as mesmas (pensava apenas no seu aspecto pessoal, ligado a família e amigos) e depois da palestra pode perceber sua utilidade profissional. Comentamos principalmente entre o facebook e o twitter.

Qual a importância deste relato?

Vejo em um enfoque e dois aspectos.

O enfoque: Eventos.

Aspectos: Fazer e participar.

Todos sabemos que o nosso código de ética veda inúmeras questões relativas a propaganda, marketing, etc. Contudo, uma das premissas que existe no mesmo código é da pessoalidade advogado e cliente e do relacionamento. Ou seja, manter relacionamento com o seu cliente de forma pessoal é permitido.

Neste diapasão, eventos se encaixam como?

Se você participa de eventos em prol do seu público alvo, por exemplo, um advogado que atua na área empresarial pode participar de eventos de empreendedores, de industriários, comerciários, etc. Nestes eventos poderá expor suas ideias, visão de mercado, enfim, tudo que é útil para os próprios clientes dele e para ele também. Se for um advogado que atua para pessoas físicas, participar de eventos comunitários, de associações, etc, pode ser uma ótima forma de relacionar-se.

Em qualquer um dos casos, jamais esqueça o cartão de visitas. Vale a pena e dá resultado.

O mesmo vale para o outro aspecto mencionado: Fazer eventos.

Se você tem vocação, seja palestrante na sua área, procure estar presente junto com a comunidade.

O marketing tem tudo a ver com a sua marca, com o seu nome. Quanto mais você estiver presente, melhor para você.

Não deixe para amanhã. Organize hoje o seu evento ou veja na internet os eventos disponíveis.

Você quer fixar a sua marca no seu público alvo? Seja presente. Este é o segredo.

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A partir de hoje, todas as segundas e sextas-feiras até a semana do advogado, estaremos relembrando aos profissionais os Mandamentos do Advogado, escrito por Eduardo J. Couture, com comentários dos mandamentos, gestão e tecnologia.

Aproveitem!

Estuda: O Direito se transforma constantemente. Se não seguires seus passos, serás cada dia um pouco menos advogado.

Nos dias de hoje: é só o direito que muda constantemente?

Claro que não. A tecnologia é um diferencial muito mais que competitivo. É um diferencial vital para o desenvolvimento da carreira jurídica.

Não basta ser um advogado técnico, ter bom português. Temos que estar atualizados do que está ocorrendo no mercado, como estão as situações referente as pessoas, coisas, bens, governo, novela e futebol.

Além disto, precisamos estar conectados a todo este universo virtual que cada vez mais traz negócios aos profissionais.

Você está nas redes sociais?

Você escreve periodicamente em blog, site ou revistas?

Você se comunica com frequencia com clientes, antigos clientes e/ou potenciais clientes?

Nãaaaoooo????

Aonde você está vivendo? A realidade muda a cada dia, minuto segundo. Estar atualizado é o mesmo que respirar, é fundamental.

Cumpra o primeiro mandamento da advocacia: Atualize-se!!!

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Quando pensamos em quanto a tecnologia está inserida em nossas vidas, chegamos a sentir saudades do passado.

Havia um tempo sem celulares, sem ipods, sem computadores, sem videogames. Uma época em que o trabalho era feito, as pessoas voltavam para casa, assistiam televisão e iam ler, conversar, enfim, viver.

Hoje, vivemos uma época em que estar fora da tecnologia é estar fora do mundo.

A tecnologia deixou de ser um simples diferencial no trabalho, transformou-se em obrigatoriedade. Sem tecnologia básica de um computador e internet, ter emprego hoje é quase impossível.

Há exemplos claros de tecnologia que nos auxiliam. Há igualmente exemplos que nos deturpam.

A tecnologia é para muitos algo desconhecido, sabem apenas o elementar, nem mesmo o básico. Contudo, vivem. Contudo, existem. Contudo, se relacionam.

É justamente neste ponto que quero chegar.

Não sou contra a tecnologia, muito antes pelo contrário, ela faz parte da minha vida e do meu trabalho.

Entretanto, a tecnologia pode e deve ser utilizada para o crescimento das pessoas e não as pessoas crescerem dependendo da tecnologia.

Vamos a um exemplo prático: Se deres a uma criança um calculadora, ela saberá fazer as contas. Mas, se não souber fazer as contas sem uma calculadora, significa que ela não aprendeu o raciocínio do cálculo, apenas sabe usar o mecanismo.

O mesmo acontece com computadores e principalmente nas redes sociais.

Por que temos cada vez mais pessoas pelo mundo terminando seus relacionamentos por mensagens de texto?

Por que temos cada vez mais pessoas pelo mundo cometendo suicídios coletivos marcados pela internet?

Por que temos cada vez mais pessoas pelo mundo ofendendo, brigando e sofrendo em sites de relacionamento?

Sabe por que?

Porque a tecnologia sem o humano é inútil. Sempre afirmo que o computador é a coisa mais burra que eu conheço, pois ele depende 100% de mim para ser útil.

A tecnologia não pode ser um instrumento de escravismo da razão, pensamento e compreensão da realidade.

A tecnologia deve ser um apoio as tarefas do dia a dia, da velocidade na comunicação, na interatividade entre as pessoas.

Como é maravilhoso conversar com todo o mundo sem sair de casa.

Como é maravilhoso ter amigos virtuais e reais.

Como é maravilhoso ter mais produtividade em menos tempo.

Porém, somente será tudo isto maravilhoso se pudermos conversar sem sair de casa com pessoas interessantes, termos amigos virtuais e reais que com a tecnologia cativamos seus corações e podermos ter mais produtividade para interagirmos com outros seres humanos e evoluirmos.

Pense no seu dia a dia e como você usa a tecnologia.

A pergunta que fica é: Você usa a tecnologia para seu crescimento pessoal ou a tecnologia escraviza a sua vida pessoal?

Eu respondo por mim: Mesmo com uma agenda de clientes, viagens, palestras, administração de várias redes sociais – inclusive de clientes – e este Blog, sempre tenho um horário separado para a minha família.

E você?

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