Quando pensamos nos 20 anos do Código de Defesa do Consumidor, lembramos de muita evolução nesta área, muitas novidades e outras questões que até hoje ainda não são respeitadas…

As redes sociais, por seu turno, são muito recentes, no máximo com cinco anos de existência e tem sido uma verdadeira febre entre pessoas de todas as idades.

Qual a confluência que podemos encontrar entre estes dois temas?

Ao meu ver, estamos vendo nascer um novo tipo de consumidor.

Tínhamos um consumidor que ao ver um problema na compra de um produto na loja, ia reclamar com o vendedor, tentava resolver e se não conseguia, falava mal da empresa para umas 7 pessoas em média. Isto para loja era muito ruim, se o problema fosse em escala. Se fosse um problema isolado, não havia quase nenhum prejuízo, afinal, apenas 7 ou 10 pessoas saberiam do problema.

Hoje, estamos acompanhando uma realidade empresarial muito preocupada com as redes sociais.

Qual a diferença?

A diferença é que em alguns segundos ou minutos, milhares de pessoas podem saber de um simples fato contra a marca da sua empresa.

Vejam um exemplo ocorrido nesta semana: Com os problemas ocorridos no ENEM, o portal da Educação afirmou que poderia processar os alunos por estarem colocando tais situações nas redes sociais. Com a repercussão que houve, devem ter visto a bobagem que escreveram e retiraram do ar… Nada na internet se perde. Vários já haviam retuitado a mensagem e a mesma virou notícia. Leia aqui.

Em bom português: A marca da sua empresa depende essencialmente daquilo que a sua empresa se posiciona, forma que trata o consumidor, inclusive na internet.

Divido situação acontecida com um amigo pessoal: Comprou um note de uma grande empresa. Deu problema. Tentou com todos os canais da empresa resolver, sem sucesso. Decidiu colocar seu problema no twitter, citando o nome da empresa e o problema que teve. Ou seja, não fez nada de difamatório. Apenas disse o problema que tinha. Em menos de uma semana recebeu um computador novo…

Comigo já aconteceu o mesmo em relação a uma empresa de hospedagem. Tive uma resposta deles em menos de 3 minutos depois de postar no twitter…

Porque isto é assim hoje?

Porque se a sua empresa não monitorar a sua marca na internet, seja nas redes sociais, seja em blogs, sites, etc, um simples comentário negativo, que antigamente não atingiria mais de 10 pessoas, hoje pode atingir milhares…

O consumidor está mais atento as suas necessidades e troca de empresa, serviço por inúmeros motivos… Erros então, pior ainda, põe a boca no trombone.

Sua empresa está preparada para esta nova versão de consumidores?

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Muitos profissionais esperam que suas atitudes andem sozinhas, ou ainda, que todos saibam o que ele quer que seja feito, sem maiores explicações.

O mundo não funciona assim.

Exemplo prático: Um escritório faz seu cadastro nas redes sociais, como facebook e twitter. Entra vez em quando e posta algo. Assim, ele pensa que está plenamente conectado as mídias sociais atuais.

Ledo engano.

Para estar nas redes sociais deve-se ser informativo, escrever muito, dar opiniões, estar presente, compartilhar noticias interessantes e pertinentes a sociedade ao qual está inserido, enfim, deve interagir. Não basta estar lá. Não basta postar vez em quando. É imperioso interagir.

Outro exemplo: Um chefe diz ao funcionário para executar uma determinada tarefa. O funcionário executa, mas não a contento aos olhos do chefe. Perguntas básicas: Faltou explicação ao funcionário? Ele tinha todos os elementos para tomar uma decisão? A decisão era para ser tomada pelo funcionário ou o chefe deveria ter tomado e não a tomou? Enfim, não adianta culpar os outros pela própria ineficiência.

Vivemos um universo em que muitas pessoas pensam viver a realidade, mas vivem a ilusão da realidade.

Não adianta se iludir. Busque os fatos concretos, analise, critique os procedimentos. Rode o PDCA (leia aqui). Seja a mudança que quer ver no mundo.

Para poder crescer é fundamental criticar. Não as pessoas, óbvio. Temos que criticar os procedimentos, pensar no que podemos melhorar, no que podemos desenvolver de maneira diferente.

Sem a crítica aos procedimentos, não podemos viver na realidade. Temos uma ilusão da realidade. Esta ilusão proporciona uma falsa segurança.

Não aceite a segurança – falsa – de que o sucesso chegou.

Não se acomode.

Busque a realidade real e não a ilusão, por mais doce que esta possa ser.

Em suma, não iluda a si mesmo, pois até o Renato Russo já sabia que mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira…

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Neste domingo dia 03 de Outubro iremos as urnas em todo Brasil votar para Presidente, Senador, Deputado Federal, Deputado Estadual e Governador de cada Estado Brasileiro.

Um momento de exercer a nossa democracia.

Certo?

Apenas isto?

Óbvio que não.

Muito mais do que politiquês, o exercício do nosso voto deve ser coerente.

Coerente com os anseios que a política seja séria;

Coerente com os interesses que queremos defender no parlamento;

Coerente que o voto seja instrumento de mudança e não de safadeza;

E a gestão, onde está inserida nisto tudo?

Precisamos de muita, mas muita gestão mesmo no momento do nosso voto. Tanto para nós como partícipes da seara das eleições como daqueles que pretendem ser eleitos.

Como avaliar um candidato pela sua pobreza? Pela sua condição de cor, raça ou credo? Pelo seu interesse sexual?

Fica a pergunta: E o que este candidato fez na sua vida privada e/ou pública até agora?

Se você já escolheu seu candidato, passe ele pelas peneiras:

1. Ele já atuou na vida pública?

2. Ele fez projetos relevantes para sua comunidade e/ou bairro ou cidade?

3. Suas posições são próximas do que você pensa?

4. Sua experiência de vida irá ser útil a todos ou apenas para alguns?

5. Ele quer um Estado (ou seja todos) melhores ou apenas o seu bolso?

Teríamos aqui uma infinidade de perguntas, mas se você conseguiu responder assertivamente estas 5, provavelmente o seu candidato merece o seu voto.

Afinal, precisamos gerir um estado que recebe muito, muito, mas muito dinheiro mesmo de impostos suados e pagos por aqueles que trabalham e não daqueles que apenas recebem dinheiro público.

A mesma/idêntica situação ocorre na vida privada.

Alguém na sua empresa está pedindo aumento? Passe ele pelas peneiras…

Precisamos de líderes participativos, inteligentes, focados em resultados em prol da empresa e da sociedade e não em prol unicamente de si mesmos.

E em relação a tecnologia?

O que mais se falou foi dos candidatos tentarem fazer as eleições pela internet, através das redes sociais, seguindo o exemplo do Obama nos EUA.

Isto foi o que as pessoas comentaram, contudo o que vimos foram candidaturas fazendo SPAMs diariamente, tentando unicamente se promoverem, sem qualquer cuidado técnico ou análise estratégica de marketing.

Em bom português: Queimando a sua marca.

Sim, porque se recebo uma propaganda mal elaborada, pretensiosa e apenas voltada ao resultado em si, boto no lixo eletronico.

Se for convidado a ouvir, ler, aprender mais sobre um determinado candidato, poderei ter interesse em acompanha-lo.

O mesmo vale para sua empresa.

Fazer marketing não é investir em encher as caixas de emails de possíveis clientes ou botar propagandas nas esquinas.

Precisamos de estratégia, organização, visão do todo para isto.

Enfim, eleições, gestão e tecnologia,

Temos muito a pensar, aprender e vivenciar desta realidade. Seja no país com a política, seja com a política interna da nossa empresa.

Vote consciente neste domingo. Seja consciente na sua empresa.

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Durante muitos e muitos anos a indicação de outros clientes sempre foi o melhor meio de obter novos clientes.

Hoje, com o advento das redes sociais, temos as redes sociais como uma forma de indicação, interatividade e obtenção de novos clientes.

Será?

As redes sociais são uma excelente forma de conseguir novos contatos, seguidores para aquilo que pensamos, contudo, é apenas uma forma, um meio, não a razão, cerne da contratação.

A indicação nasce do bom trabalho, do bom atendimento, do preço justo, serviço perfeito, tudo justo e perfeito.

Com estes adjetivos, o cliente do teu negócio está apto a poder indicar teu serviço para outra pessoa.

Além de termos um bom trabalho, atendimento, preço, etc, precisamos divulgar isto, ou seja, temos que pensar em marketing.

Como dar publicidade?

Existem “n” maneiras! Algumas lícitas perante o código de ética do advogado, outras não.

Agora, apenas divulgar não é o foco. A informação divulgada deve estar acompanhada da credibilidade.

Credibilidade adquirimos com posicionamentos que refletem o trabalho, ou seja, se falamos sobre o direito do trabalho – reclamante, devemos falar sobre isto, dar dicas, etc. Apenas isto? Claro que não! Precisamos ter ações reais e efetivas em prol do direito dos reclamantes, como apoiar ou participar de sindicatos, estar a frente de movimentos de interatividade com este público alvo.

E como se constrói isto hoje em dia?

Através das redes sociais.

Não se iluda. As gerações mais novas estão até conversando apenas pelas redes sociais. Ignorar isto é deixar o escritório com data de término.

Então, o que vale mais: Indicação ou redes sociais?

Indicação com credibilidade, inclusive através das redes sociais.

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Li uma frase num artigo do Dave Lorenzo (profissional de Marketing Jurídico nos EUA) que inspirou este artigo e a reflexão que faço em cima da frase.

Não diga ao cliente que o seu trabalho é entregar o peixe para ele. Diga que o seu trabalho é ensinar ele a pescar.

E o Dave acrescentou:

Que depois de aprender a pescar, ele voltará para aprender como cozinhá-lo.

A ideia que nos remete esta frase é sobre a informação que compartilhamos com o cliente, além das atitudes que firmamos com ele.

Ilude-se quem pensa que ao ensinar,  entrega-se o ouro ao bandido.

A informação hoje, mais do que nunca, é pública. Basta ir no Google, Yahoo ou Bing e digitar a sua pesquisa. Você encontra endereços de empresas, CNPJ, modelos de petição, jurisprudência, até namorados(as).

Porque você acha que o seu cliente não saberá fazer esta pesquisa?

Lógico que vai pesquisar. Lógico que vai encontrar algo a respeito. Lógico que vai te questionar (sem avisar que pesquisou antes). Lógico que se a tua resposta não for boa e outro na internet tiver algo melhor, ele troca de fornecedor.

Então, por decorrência lógica, lógico que você deve se posicionar na rede o mais rápido possível.

Não é difícil, nem impossível, tão pouco complicado.

Crie um site, um blog e um twitter, inicialmente.

Alimente diariamente o twitter.

Alimente pelo menos semanalmente o blog.

Alimente o site com informações do blog e do twitter, além de outras.

Só estas três atitudes já criam a tua posição na internet.

Basta isto?

Lógico que não! Precisa ter pesquisa, conteúdo relevante e principalmente interatividade.

Não basta encher tudo de informações. É necessário interagir com outros contatos da rede social, visando o crescimento e qualidade da rede.

A ideia é informar, conversar, propor soluções, enfim, interagir com o cliente, seja presencial, seja virtualmente.

Assim, da próxima vez que pensar em marketing jurídico, pense em ensinar a pescar, já com a ideia de que o cliente poderá querer também aprender a cozinhar, ou seja, já podes deixar uma dica de que conheces o mercado, sabes aonde o caminho vai levar.

Pense nisto!

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As redes sociais são a mídia do momento. Artigos, reportagens, não importa onde, só se fala disto.

Traça-se paralelos entre as redes sociais e o mercado de trabalho, redes sociais e o marketing jurídico, redes sociais e a nova forma de comunicação da sociedade.

A reflexão que ecoa em todas as perguntas é: Estamos preparados?

Talvez sim, talvez não.

Estar preparado para as redes sociais significa muito mais do que estar com a sua marca nas redes e atualizar periodicamente.

Significa interagir com outros nas redes;

Significa monitorar o que é debatido e interagir;

Significa dedicar tempo e assuntos com foco nas redes e para as redes;

Você faz isto ou apenas atualiza?

Atualizar é imperioso, contudo não resolve tudo.

Sem interatividade a rede fica monótona, vazia, sem qualquer sentido.

O importante é se tornar conhecido das pessoas pela interatividade, pensamento, atualizações e visões sobre os fatos do dia a dia.

Isto mesmo! Fatos do dia a dia.

As redes estão cheias de pessoas vazias, é verdade.

As redes estão cheias de pessoas querendo apenas fama, é verdade.

As redes estão cheias de pessoas com interesses pessoais, é verdade.

Mas, apenas isto é verdade?

Claro que não!

As empresas cada vez mais optam pelas redes como forma de se relacionar com o seu público alvo, com o seu mercado.

Repito, não basta atualizar. Tem que interagir. Tem que ouvir o cliente.

Você está preparado para ouvir o cliente e lhe responder em tempo real?

Você está preparado para monitorar críticas e sem brigas e discussões resolver as situações?

Você está preparado para toda esta interatividade?

Em caso positivo, parabéns, você está preparado para as redes sociais. Caso negativo, pense bem. O futuro da sociedade passa pelas redes sociais e sua empresa depende disto…

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Na última semana participei de um evento entre escritórios e Departamentos Jurídicos de empresas em Porto Alegre/RS. Nesta oportunidade, revi uma advogada que participou de um evento em que fui palestrante em Julho de 2010 em São Paulo, onde em uma das palestras que proferi desenvolvi o tema sobre redes sociais.

A colega esboçou sua alegria em perceber que antes de estar nas redes sociais tinha uma visão sobre as mesmas (pensava apenas no seu aspecto pessoal, ligado a família e amigos) e depois da palestra pode perceber sua utilidade profissional. Comentamos principalmente entre o facebook e o twitter.

Qual a importância deste relato?

Vejo em um enfoque e dois aspectos.

O enfoque: Eventos.

Aspectos: Fazer e participar.

Todos sabemos que o nosso código de ética veda inúmeras questões relativas a propaganda, marketing, etc. Contudo, uma das premissas que existe no mesmo código é da pessoalidade advogado e cliente e do relacionamento. Ou seja, manter relacionamento com o seu cliente de forma pessoal é permitido.

Neste diapasão, eventos se encaixam como?

Se você participa de eventos em prol do seu público alvo, por exemplo, um advogado que atua na área empresarial pode participar de eventos de empreendedores, de industriários, comerciários, etc. Nestes eventos poderá expor suas ideias, visão de mercado, enfim, tudo que é útil para os próprios clientes dele e para ele também. Se for um advogado que atua para pessoas físicas, participar de eventos comunitários, de associações, etc, pode ser uma ótima forma de relacionar-se.

Em qualquer um dos casos, jamais esqueça o cartão de visitas. Vale a pena e dá resultado.

O mesmo vale para o outro aspecto mencionado: Fazer eventos.

Se você tem vocação, seja palestrante na sua área, procure estar presente junto com a comunidade.

O marketing tem tudo a ver com a sua marca, com o seu nome. Quanto mais você estiver presente, melhor para você.

Não deixe para amanhã. Organize hoje o seu evento ou veja na internet os eventos disponíveis.

Você quer fixar a sua marca no seu público alvo? Seja presente. Este é o segredo.

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Recentemente uma reportagem nos EUA demonstrou que cresce o número de extorsões a adolescentes via redes sociais. Destaco uma parte da notícia:

O pesadelo começou com uma brincadeira: três adolescentes visitavam um site de com videochat e cederam ao pedido de mostrarem rapidamente os seios em frente à webcam. Uma semana depois, uma das garotas, moradora do Estado de Indiana, com 17 anos, começou a receber e-mails com ameaças de um desconhecido. Ele dizia que havia capturado a imagem dela na webcam e a exporia no MySpace a menos que ela posasse para mais fotos e vídeos explícitos. E pelo menos duas vezes ela obedeceu, com medo do que o sujeito pudesse fazer.

Finalmente, a polícia e as autoridades federais foram envolvidas no caso e, em junho deste ano, acusaram formalmente um rapaz de 19 anos, do Estado de Maryland, por casos de exploração sexual. Casos como este têm acontecido com frequência cada vez maior nos Estados Unidos, onde já se cunhou inclusive o termo “sextorsion”, ou sextorsão, em tradução livre, em referência a estas extorsões sexuais praticadas via internet.

Leia na íntegra aqui.

Além da questão do crime, temos outros dois fatores que devemos refletir deste episódio: A questão social formada e a consciência coletiva que estamos desenvolvendo para o futuro.

Quem poderia imaginar há anos atrás uma adolescente mostrar os seios numa câmera por simples diversão? Não estou fazendo o julgamento do certo ou do errado, mas sim do fato em si.

Estamos vivenciando uma sociedade nova, sem qualquer paradigma com o passado. As redes sociais tem tido um papel importante neste contexto. Seja para o bem, seja para o mal.

Devemos perceber que as redes sociais são um instrumento de interatividade imprescindível aos jovens atualmente. Muitos sequer usam o email, preferem twitter e facebook.

Esta mudança social deve ser analisada por nós que estamos no mercado com muita atenção, pois reflete as tendência de mercado de médio e longo prazo.

Daqui alguns anos não se imagina as pessoas sem redes sociais, como em 1995 não imaginávamos alguém com internet, afinal pouquíssimos tinham.

Observem que estamos falando de apenas 15 anos (1995 – 2010). Como serão as tendências daqui a 15 anos? Ou melhor, daqui a 5 anos?

Sim, daqui a 5 anos. Diferente de 1995, agora a informação e as culturas sociais tem mudado de maneira muito rápida.

Se a sua marca não estiver hoje preparada para debater na internet, ofertar produtos e serviços e principalmente vivenciar esta mudança do mercado, ela não está preparada para os próximos 15 anos.

Esta mudança social nos remete a segunda questão: Consciência coletiva.

Ao mudarmos tão forte e rapidamente nossos valores culturais, estamos formando pessoas cada vez com diversidades de pensamento, informação e cultura. Em Outubro de 2009 já havia analisado esta questão, quando escrevi sobre as Redes Sociais e o Feudalismo (leia aqui).

Estamos vivenciando uma era de formação de verdadeiros feudos, ou seja, segregações por diferentes culturas, ou tribos como hoje se fala.

Antes ( e não me refiro a isto com saudosismo, mas como constatação), tínhamos uma cultura e consciência coletiva do que era certo ou errado muito próxima em toda a sociedade. Hoje, cada um ou cada tribo está formando sua própria consciência coletiva.

O que isto significa em termos de mercado?

Que cada vez mais precisamos estar dentro de várias tribos, conhecer seus interesses e identificarmos nossa marca com algumas delas, para que a marca seja valorizada.

Estamos vivenciando uma época singular da história humana social.

Analise, critique, pense a respeito e principalmente aja.

Sua atitude hoje pode e será a solução do seu negócio e clientes amanhã.

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Em recente pesquisa divulgada, os americanos demonstraram estar utilizando bem mais as redes sociais que os emails.

A utilização de rede social aumentou de 15,8% do tempo para 22,7% do tempo entre 2009 e 2010.

A utilização do email caiu de 11,5% para 8,3%.

A pesquisa levou em conta duzentos mil usuários on line, ou seja, teve um número bom de parâmetro.

Mas, a pergunta que fica é: Para que serve esta pesquisa?

Respondo: Para demonstrar as tendências.

Não acredito que o email irá desaparecer por completo. Agora, que as redes sociais terão um espaço no futuro não resta dúvida.

E não somente no futuro das pessoas. No futuro das empresas também. Afinal, as empresas são formadas por pessoas.

Como ser inserido neste contexto?

Primeiro: Participe/cadastre-se das redes sociais.

Segundo: Atualize periodicamente as redes sociais.

Terceiro: Interaja com outras pessoas nas redes sociais.

Apenas fazer um cadastro nas redes sociais e não atualizar fará que você fique nas redes sem sentido.

Apenas atualizar as redes sem interagir, fará com que você tenha seguidores, mas jamais fará relacionamentos/contatos.

Contudo, se você usar a interatividade entre pessoas nas redes, as possibilidades de contatos são enormes e vantajosas.

Busque as redes sociais. As tendências de mercado estão aí, querendo ser comprovadas!!!

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A partir de hoje, todas as segundas e sextas-feiras até a semana do advogado, estaremos relembrando aos profissionais os Mandamentos do Advogado, escrito por Eduardo J. Couture, com comentários dos mandamentos, gestão e tecnologia.

Aproveitem!

Estuda: O Direito se transforma constantemente. Se não seguires seus passos, serás cada dia um pouco menos advogado.

Nos dias de hoje: é só o direito que muda constantemente?

Claro que não. A tecnologia é um diferencial muito mais que competitivo. É um diferencial vital para o desenvolvimento da carreira jurídica.

Não basta ser um advogado técnico, ter bom português. Temos que estar atualizados do que está ocorrendo no mercado, como estão as situações referente as pessoas, coisas, bens, governo, novela e futebol.

Além disto, precisamos estar conectados a todo este universo virtual que cada vez mais traz negócios aos profissionais.

Você está nas redes sociais?

Você escreve periodicamente em blog, site ou revistas?

Você se comunica com frequencia com clientes, antigos clientes e/ou potenciais clientes?

Nãaaaoooo????

Aonde você está vivendo? A realidade muda a cada dia, minuto segundo. Estar atualizado é o mesmo que respirar, é fundamental.

Cumpra o primeiro mandamento da advocacia: Atualize-se!!!

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