A ação da amizade

Vez que outra, é bom nos determos, por alguns minutos, para refletir
um pouco sobre a ação da amizade em nossas vidas.

A amizade é o sentimento que une as almas umas às outras, gerando
alegria e bem-estar.

A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar
as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.

Inspiradora de coragem e de abnegação, a amizade enfloresce as almas,
abençoando-as com resistências para as lutas.

Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!

O egoísmo afasta as pessoas e as isola.

A amizade as aproxima e irmana.

O medo agride as almas e as infelicita.

A amizade apazigua e alegra os indivíduos.

A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes,
dulcificando os corações.

Na área dos amores de profundidade a presença da amizade é fundamental.

Ela nasce de uma expressão de simpatia e firma-se com as raízes do
afeto seguro, fincadas nas terras da alma.

Quando outras emoções se enfraquecem no vaivém dos choques, a amizade
perdura, companheira devotada das pessoas que se estimam.

Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria.

Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa.

Discreta, se apaga, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.

Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.

A amizade é fácil de ser vitalizada.

Cultivá-la, constitui dever de todo aquele que pensa e aspira,
porquanto, ninguém logra o êxito, se avança com aridez na alma ou
indiferente ao enlevo da sua fluidez.

Quando passam os impulsos sexuais do amor nos cônjuges, a amizade fica.

Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se
existe amizade, não se rompem os liames da união.

A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões, dá-nos até
hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura,
demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior
que é a meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.

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É O MAIS COMPENSADOR DE TODOS OS SUCESSOS
Sucesso virou uma palavra da moda. Todos querem brilhar e receber
aplausos. Mas qual será o preço disso?
Quando o preço do sucesso é a própria vida, certamente não o compensa.
Será que é preciso gastar tanta energia para decidir se o paletó deve
ter dois ou três botoes? A estrada pela qual caminha a maior parte da
humanidade nao leva à felicidade. O ser humano tem vocaçao natural
para a felicidade, mas vive correndo atrás de miragens e ilusoes, que
nao preenchem sua existência.
As vitórias só têm sentido quando levam à felicidade. É preciso saber
lutar como um leão, mas lutar por sonhos que valham
a pena. Lutar para ser admirado pelos outros é tolice. Realize seus
sonhos com o naturalidade de um rio que sabe por onde corre,e não para
que alguém o aplauda. Lutar para mimar os filhos é outra tolice.
Ajude-os a acreditar em si próprios e liberte-os de sua dependência.
Lutar para que os pais realizem seus desejos é perda de tempo. Seus
pais já fizeram a parte deles. Agora é com você. Lutar para subjugar o
marido ou a esposa também não vale a pena. Onde impera o medo, o amor
é inócuo. Lutar para que seu antigo amor se arrependa da separaçao e
volte para você, tampouco dá resultado. Liberte seu coraçao e deixe
que ele construa seu futuro. Lutar para que os outros tenham pena de
você também é inútil. Você tem grandeza suficiente para dispensar a
compaixao. Quando, no final da vida, as pessoas percebem que lutaram
por algo sem valor, o arrependimento é inevitável.
Lutar só vale a pena quando a causa é nobre. O valor de uma vitória
reside no significado da luta. Lutar simplesmente por lutar, para se
mostrar rebelde, nao conduz a nada. Use sua energia para construir sua
felicidade. A luta é indispensável para realizar as metas da alma, ou
seja, lutar é saudável quando se constrói a felicidade. O mais
importante de tudo é poder ter a sensação de que viver vale a pena.
Viver a plenitude da experiência de brincar com uma criança ou
saborear uma fruta. Apreciar o contato dos pés descalços com um
gramado ou com a areia da praia. Perceber o vento batendo no rosto ou
a água da chuva escorrendo pelos cabelos. Sentir a alegria de um
pescador voltando para casa com o alimento para sua família. O
verdadeiro sucesso é satisfazer sua ânsia de felicidade, cumprir sua
vocação de ser feliz. E isso você só consegue quando se relaciona com
sinceridade com as pessoas que ama, quando é amigo de seus filhos e,
principalmente, quando consegue ser amigo de si próprio.
Ser amigo de si próprio é compreender seus erros, é ser seu cúmplice
para enfrentar os desafios, é motivar-se para superar novos obstáculos
e, principalmente, desfrutar ao máximo a sensaçao de felicidade, sem
culpa nem medo. Ser feliz é o mais compensador de todos os sucessos.

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Eu pedi a Deus para tirar minha dor.
Deus disse não. “Não cabe a mim tirá-la, pois cabe a
você desistir dela.”
Eu pedi a Deus para fazer com que meu filho,
deficiente físico, fosse perfeito.
Deus disse não. “Seu espírito é perfeito e seu corpo é
apenas provisório.”
Eu pedi a Deus para me dar paciência.
Deus disse não. “A paciência é um derivado das
tribulações. Não é doada, é conquistada.”
Eu pedi a Deus para me dar felicidade.
Deus disse não. “Eu lhe dou bênçãos. A felicidade
depende de você.”
Eu pedi a Deus para me proteger da dor.
Deus disse não. “O sofrimento lhe separa dos conceitos
do mundo e lhe traz para perto de mim.”
Eu pedi a Deus para fazer o meu espírito crescer.
Deus disse não. “Você tem que crescer sozinho, mas eu
lhe podarei, para que você possa dar frutos.”
Eu pedi a Deus todas as coisas, para que eu pudesse
gostar da vida.
Deus disse não. “Eu lhe dou vida, para que você possa
gostar de todas as coisas.”
Eu pedi a Deus para me ajudar a AMAR os outros, o
tanto que Ele me ama.
Deus disse…Ahhh, finalmente você começou a entender
o dom da vida.

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“Em tempo algum, pode um filho, por mais generoso, solver para com os pais a dívida de sacrifício e ternura a que se encontra empenhado…”


HONRAR PAI E MÃE
Emmanuel
Declara o mandamento expresso da Lei Antiga:
- “Honrarás pai e mãe.”
E Jesus, mais tarde em complementação das verdades celestes, afirmou positivo:
- “Eu não vim destruir a Lei”.
Entretanto, no decurso do apostolado divino, o Senhor chega a dizer:
- “Aquele que não renunciar ao seu pai e à sua mãe não é digno de ser meu discípulo.”
Ao primeiro exame surge aparente desarmonia nos textos da lição.
Contudo, é preciso encarecer que Jesus não nos endossaria qualquer indiferença para com os benfeitores terrenos que nos ofertam a benção do santuário físico.
O Mestre exortava-nos simplesmente a desistir da exigência de sermos por eles lisonjeados ou mesmo comprometidos.
Prevenia-nos contra o narcisismo pelo qual, muitas vezes, no mundo, pretendemos converter nossos pais em satélites de nossos pontos de vista.
Devemos, sim, renunciar ao egoísmo de guardá-los por escravos de nossos caprichos, no cotidiano, a fim de que lhes possamos dignificar a presença, com a melhor devoção afetiva, perfumada de humildade pura e de carinho incessante.
Em tempo algum, pode um filho, por mais generoso, solver para com os pais a dívida de sacrifício e ternura a que se encontra empenhado.
A Terra não dispõe de recursos suficientes para resgatar os débitos do berço no qual retornamos em nome do Criador, para a regeneração ou elevação de nossos próprios destinos.
Lembra-te ainda do Mestre Incomparável confiando a divina guarda de sues dias ao apóstolo fiel, diante da cruz, e não te creias, em nome do Evangelho, exonerado da obrigação de honrar teus pais humanos, em todos os passos e caminhos do mundo, porque no devotamento incansável dos corações, que nos abrem na Terra as portas da vida, palpita, em verdade, o amor inconcebível do próprio Deus.

(Do livro “Família”, pelo Espírito Emmanuel, Francisco C. Xavier)
NOTA: O link abaixo contém a relação de livros publicados por Chico Xavier e suas respectivas editoras:
http://www.institutoandreluiz.org/chicoxavier_rel_livros.html


Realização:
Instituto André Luiz
http://www.institutoandreluiz.org/
http://br.groups.yahoo.com/group/instituto_andreluiz/
http://institutoandreluiz.blogspot.com/

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Natal.

O que é o Natal?

Nascimento de Cristo, dirão alguns. Chegada de Papai Noel, dirão outros.

Época de amor, podem se manifestar. Ainda terão aqueles que se lembram dos presentes e apenas estes, sem nenhuma outra conotação.

Natal. Uma época de reflexão, sem sombra de dúvidas.

Usando uma licença poética, quero falar do que o Natal significa para mim. Não no sentido único de gestão e tecnologia, já que o blog está de férias… Mas, como o Natal preenche meu âmago.

Para mim Natal é uma época mágica. Uma época única onde podemos exercitar sem pudores algo que deveria prevalecer o ano todo: O amor.

Além do amor, outro sentimento invade os corações: O perdão.

Ao meu ver, sem amor e perdão não podemos viver em plenitude.

Precisamos amar o próximo, amar a vida, amar as coisas que temos e queremos ter, amar as atitudes de bondade e carinho que recebemos, amar os animais que tanto nos dão sem nada pedir em troca, amar a Deus sobre todas as coisas, enfim, amar.

Ame. Não dói. Não acaba. Apenas faz bem.

Perdoe. De coração. Perdoe para o bem do seu coração. Ter rancor é tomar veneno e esperar que o outro morra, já disse Sheakespere. Perdoe. Sua vida merece.

Precisamos perdoar. Não de boca. Perdoar significa apagar as mágoas. Esquecer. Não perdoamos alguém se cobramos desta pessoa resultados e meses, anos depois queremos ainda reavivar a estória.

O Natal nos traduz nestes sentimentos pela vida de Jesus Cristo, comemorado seu nascimento no dia 25 de Dezembro. Já li em várias fontes que esta data está equivocada e que Jesus teria nascido noutro mês e dia.

Sinceramente… O que importa? O que importa é o sentimento que gera, a comemoração que temos como seres humanos, enfim, a felicidade que as pessoas se aproximam uma das outras.

No Natal podemos dar bom dia, boa tarde, boa noite a desconhecidos e não somos taxados de loucos. No Natal abraçamos colegas de trabalho e desejamos o melhor para eles. Porque apenas no Natal? Será que o carinho que sentimos tem dia e hora para acabar?

Óbvio que não. Contudo, ao iniciar o novo ano parece que temos que nos enclausurar em nossos sentimentos até o próximo Natal. Algo convencionado pela sociedade, mas irracional do ponto de vista emocional e pessoal.

Minha sugestão é que o amor e o perdão sejam elementos indispensáveis nos pedidos de primeiro de ano. Precisamos ser afáveis, gentis e principalmente felizes o ano todo e não apenas em uma única data.

Desejo que o espírito natalino seja tão forte na sua vida que o ano de 2011 seja preenchido por ele, com muita verdade, amor, vida e perdão.

Ligue para seus amigos, parentes, conhecidos, vizinhos. Abrace a todos que puder. Deseje o bem a todos que cruzar.

Perdoe o apressado no trânsito. Perdoe o chefe estressado. Perdoe o teu amor que não compreende a tua verdade.

Ame e perdoe. Que sejam os verbos e adjetivos da tua essência neste Natal e ano que está chegando.

Ame e perdoe. Palavras que usadas no momento adequado podem ser a solução.

Ame e perdoe. Nada na vida passa sem estas palavras de união.

Natal.

Para mim tudo de bom e felicidade.

Natal, meu modo de usar. Com abundância de amor e perdão para o que der e vier!

_______________________________________
Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
www.gestao.adv.br | blog.gestao.adv.br | gustavo@gestao.adv.br

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A OBESIDADE MENTAL

O prof. Andrew Oitke, catedrático de Antropologia em Harvard, publicou em 2001 o seu polêmico livro “Mental Obesity”, que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral.

Nessa obra introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna. Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física decorrente de uma alimentação desregrada. É hora de refletir sobre os nossos abusos no campo da informação e do conhecimento, que parecem estar dando origem a problemas tão ou mais sérios do que a barriga proeminente. ”

Segundo o autor, “a nossa sociedade está mais sobrecarregada de preconceitos do que de proteínas; e mais intoxicada de lugares-comuns do que de hidratos de carbono.

As pessoas se viciaram em estereótipos, em juízos apressados, em ensinamentos tacanhos e em condenações precipitadas. Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada. ”

“Os ‘cozinheiros’ desta magna “fast food” intelectual são os jornalistas, os articulistas, os editorialistas, os romancistas, os falsos filósofos, os autores de telenovelas e mais uma infinidade de outros chamados ‘profissionais da informação’”.

“Os telejornais e telenovelas estão se transformando nos hamburgers do espírito. As revistas de variedades e os livros de venda fácil são os “donuts” da imaginação. Os filmes se transformaram na pizza da sensatez.”

“O problema central está na família e na escola”.

“Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se abusarem dos doces e chocolates. Não se entende, então, como aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, por videojogos que se aperfeiçoam em estimular a violência e por telenovelas que exploram, desmesuradamente, a sexualidade, estimulando, cada vez com maior ênfase, a desagregação familiar, a permissividade e, não raro, a promiscuidade. Com uma ‘alimentação intelectual’ tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é possível supor que esses jovens jamais conseguirão viver uma vida saudável e regular”.

Um dos capítulos mais polêmicos e contundentes da obra, intitulado “Os abutres”, afirma: “O jornalista alimenta-se, hoje, quase que exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, e de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.”

O texto descreve como os “jornalistas e comunicadores em geral se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polêmico e chocante”.
“Só a parte morta e apodrecida ou distorcida da realidade é que chega aos jornais.”

“O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades. Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy. Todos dizem que a Capela Sistina tem teto, mas ninguém suspeita para quê ela serve. Todos acham mais cômodo acreditar que Saddam é o mau e Mandella é o bom, mas ninguém se preocupa em questionar o que lhes é empurrado goela abaixo como “informação”.

Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um “cateto.”

Prossegue o autor: “Não admira que, no meio da prosperidade e da abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência. A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se e o folclore virou ‘mico’. A arte é fútil, paradoxal ou doentia. Floresce, entretanto, a pornografia, o cabotinismo (aquele que se elogia), a imitação, a sensaboria (sem sabor) e o egoísmo. Não se trata nem de uma era em decadência, nem de uma ‘idade das trevas’ e nem do fim da civilização, como tantos apregoam. Trata-se, na realidade, de uma questão de obesidade que vem sendo induzida, sutilmente, no espírito e na mente humana. O homem moderno está adiposo no raciocínio, nos gostos e nos sentimentos. O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos. Precisa sobretudo de dieta mental.”

*Retirado do portal Mercado Ético (http://mercadoetico.terra.com.br/) e publicado originalmente no Blog Teoria da Conspiração – O Que Eles não gostariam que você soubesse… (http://www.deldebbio.com.br/)


Muito interessante este artigo não?

Quantas vezes afirmamos que o Google resolve e salva?

Quantas vezes afirmamos que tudo está na internet?

Quantas vezes afirmamos que nosso trabalho ficou banal porque qualquer um acha o que quiser na web?

Será mesmo?

A maior batalha deste século será a da informação. Não da falta de, mas da sobra de informação.

Temos muito sobre tudo e portanto, quase nada claro, direto e objetivo.

Queres achar algo sobre Tiradentes? Simples, fácil. Mas, encontrarás desde a história contada nos livros, como estórias contadas de teorias da conspiração.

E como separar o joio do trigo? Como mostrar o que é certo e o que é errado?

Ensinando a pensar.

Ensinando que antes de teoremas, fórmulas, etc, existiu pessoas que pensaram em soluções de problemas que cabiam estes teoremas e fórmulas.

Ensinar a pensar significa deixar a pessoa concluir, dar oportunidades de liberdade de pensamento e ofertar as pessoas a verem pontos diferentes de vista.

E afinal, o que tem a ver este texto e reflexões com gestão e tecnologia?

Bem, sem pensar, não há como exercer a gestão. A tecnologia sem raciocínio é mera cópia, é ctrl C, ctrl V, é nula.

Ou se aprende a raciocinar e pensar, distinguindo a verdade da ilusão, ou qualquer negócio está fadado a ser mais um, sem diferenciais de mercado, sem qualquer brilho próprio.

É no material humano que encontramos as diferenças entre as grandes empresas.

Aposte nele!

_______________________________________
Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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Quero ser uma TV

Na sala de aula, a professora pediu aos alunos que fizessem uma redação e que nela expressassem, de alguma forma, o que gostariam que Deus fizesse por eles.

Já em casa, quando corrigia os textos dos alunos, deparou-se com uma que a deixou deveras emocionada.

Um choro sentido irrompeu sem que ela pudesse controlar.

Deixou tudo o que estava fazendo, sentou-se numa poltrona, ainda com a redação nas mãos, e ficou ali, pensativa, entre lágrimas.

O marido percebeu que alguma coisa estava errada, e entrou no escritório onde ela estava:

O que aconteceu, querida?

Ela, sem conseguir falar direito, passou a ele a redação e disse:

Lê… A redação é de um aluno meu.

O marido segurou a folha de papel e começou a ler:

Senhor, nesta noite, peço-te algo especial: transforma-me numa televisão.

Quero ocupar o espaço dela. Viver como a televisão da minha casa vive. Ter um espaço especial para mim e reunir a família ao meu redor.

Quero ser levado a sério quando falar. Ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções e perguntas.

Senhor, quero receber a mesma atenção que ela quando não funciona, quando está com algum problema.

Ter a companhia de meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado.

Que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, ao invés de me ignorar.

E ainda, que meus irmãos briguem para poderem estar comigo.

Quero sentir que minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para estar comigo.

Por fim, que eu possa divertir a todos.

Senhor, não te peço muito. Só te peço que me deixes viver intensamente como qualquer televisão vive!

Quando o marido terminou a leitura, estava incomodado.

Meu Deus, coitado desse menino! Que pais ele tem! – disse ele virando-se para a esposa.

A professora olhou bem nos olhos do marido e depois baixou-os, dizendo num sussurro:

Esta redação é do nosso filho…

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DEFICIÊNCIAS – Mario Quintana (escritor gaúcho 30/07/1906 -05/05/1994).

“Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
“Louco” é quem não procura ser feliz com o que possui.
“Cego” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
“Surdo” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
“Mudo” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
“Paralítico” é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
“Diabético” é quem não consegue ser doce.
“Anão” é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

“Miseráveis” são todos que não conseguem falar com Deus.

“A amizade é um amor que nunca morre. “

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Exemplificando sempre

Narra-se que, certa vez, uma jovem indiana, desejando que seu filho tivesse saúde invejável, decidiu que seria importante para ele deixar de comer açúcar.

Acreditava que o açúcar era um produto que agredia o organismo. Afinal, ele possibilitava o aparecimento de cáries, além de ser um produto que facultaria à criança uns quilos a mais.

Por largo tempo ela falou ao filho para deixar de consumir o produto. Mas, a criança adorava açúcar e não o dispensava, deliciando-se com os doces mais variados.

Finalmente, a mãe procurou o Mahatma Gandhi e contou seu problema, pedindo que ele, com sua grande autoridade, falasse ao filho. Com certeza, ele seria ouvido e atendido pelo menino.

O sábio não afirmou que ela estava certa, nem errada. Contudo, pediu-lhe um prazo de 15 dias. Decorrido o tempo, ela deveria retornar com o filho até ele.

A mulher se foi, com a alma embalada pelas mais suaves esperanças. Os dias demoraram a passar. Até que chegou o dia marcado para pôr fim à ansiedade da indiana.

Ela tomou o filho pela mão e o levou até a presença de Gandhi, que se demorou a falar com o garoto, por mais de uma hora.

Terminado o diálogo, Gandhi se despediu do pequeno e devolveu-o à sua mãe.

A mulher estava muito curiosa. E, assim que pôde, perguntou ao Mahatma porque ele a fez esperar quinze dias, para só depois conversar com a criança.

É muito simples, respondeu Gandhi. Há quinze dias eu também consumia açúcar e precisava do prazo para abandonar o hábito, pois se não o fizesse, não teria autoridade moral para lhe pedir que o evitasse.

*   *   *

A utilização ou não do açúcar na dieta alimentar não é o mais importante, no caso em pauta. O que se deve levar em conta é o fator exemplo.

O ilustre Gandhi não se sentia à vontade para pedir a uma criança que deixasse de fazer alguma coisa, se ele mesmo ainda a fazia.

Não desconhecia ele que, enquanto as palavras comovem  multidões, o exemplo as arrasta.

Pensemos em quantas vezes temos tentado modificar os hábitos dos outros, utilizando-nos simplesmente das recomendações ponderadas, sem nos prendermos ao fato de que não estamos exemplificando corretamente.

Assim é no que diz respeito ao uso de drogas como o fumo e o álcool, que afirmamos que agridem e matam, que seu uso é maléfico, sem deixarmos, nós mesmos, do velho cigarro e dos aperitivos de vez em quando.

Assim é, ainda, com relação à frequência no templo religioso, nas aulas específicas de evangelização, quando dizemos aos filhos que são importantes, edificantes. Mas, nós mesmos sequer comparecemos ao templo para o estudo e a oração.

Dizer e fazer. Duas ações importantes. A segunda, com certeza, de peso seguro para a educação mais acertada.

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Neste domingo dia 21 de Novembro um grande amigo, irmão desta vida Jorge Delmar está de aniversário.

Em razão desta data festiva, minha sincera homenagem ao meu amigo com esta música que aprendi na infância e reflete bem o meu sentimento de amizade:

Amigo é…

Harmony Cats

É, amigo é
Um passarinho que vem te acordar
Que vem te avisar que a noite já passou
Que amanheceu e uma estrela no jardim brilhou

E é o Sol, que amigo é
Está lá fora só prá te lembrar
Que o dia que começa um outro amigo é
Pois traz a chance de recomeçar

Refrão:
É, amigo é
A natureza, um alguém que te quer
Todo sonho que você procura realizar
Num amigo você vai encontrar

É, amigo é
Uma pessoa prá nos compreender
Só ele vai saber seus medos e ajudar
Quando você chorar tão triste te fará sorrir

Porque ele tem, amigo tem
Palavra certa que só traz a paz
Não pensa em receber, só quer oferecer
Sua amizade tão sincera

Refrão:
É, amigo é
A natureza, um alguém que te quer
Todo sonho que você procura realizar
Num amigo você vai encontrar

É, amigo é
Uma certeza de uma companhia
Que te conduzirá no que melhor achar
Tentando sempre o impossível para te ajudar

Porque ele tem, amigo tem
Um saber mágico prá te entender
E não importa se difere no pensar
Amigo sempre ao seu lado está

Refrão:
Amigo é
A natureza, um alguém que te quer
Todo sonho que você procura realizar
Num amigo você vai encontrar

É, amigo é
A natureza, um alguém que te quer
Todo sonho que você procura realizar
Num amigo você vai encontrar
Num amigo você vai encontrar
Num amigo você vai encontrar…

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