Talvez você nem tenha ouvido falar do Google Wave. Era uma ideia bem interessante que nasceu em 2009 e prometia revolucionar o email. Era simples: Numa mesma tela agregar as funções de email, redes sociais, notícias, entre outros serviços. Quando foi lançado, foi uma febre, houve até quem vendesse convites para ele no ebay.

Em Agosto de 2010 o Google percebeu que não teve a aderência necessária para manter o produto ativo e decidiu acabá-lo em Dezembro de 2010.

O Google Wave morreu. E agora?

Agora, vamos tirar as lições que este episódio nos ensina.

1. Estar preparado para as tendências de mercado;

2. Acompanhar a evolução do mercado;

3. Reinventar as soluções conforme o mercado;

Mais cedo que os concorrentes, o Google percebeu que o mercado está invariavelmente direcionado para as redes sociais. Diante desta perspectiva, ele criou o Google Wave. A ideia é boa, contudo o formato não agradou os usuários, por parecer complicado demais de utilizar.

O Google aguardou o mercado dizer o que pensava, ver quem iria efetivamente utilizar e gostar. Não aconteceu. Então, vendo esta evolução negativa, resolveu parar de investir no Google Wave e anunciou a sua “morte”  aproximadamente um ano após o seu lançamento em 2009.

Contudo, mesmo com este revés, o Google não desistiu da ideia e lançou o Google Buzz, onde no próprio Gmail o usuário pode compartilhar fotos, lançamentos, etc, uma espécie de rede social para quem usa Gmail.

Em bom português: A lição que o Google nos ensina é de observamos o mercado, estarmos preparados para as tendências, não ter medo de investir nelas, monitorar constantemente os resultados e se não der certo, se reinventar.

E você? Analisa o mercado? Se reinventa nele? 2011 está apenas iniciando (nem chegamos no Carnaval ainda). Aproveite!

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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Você já parou para pensar na marca Google? Não? E no que o Google representa?

Difícil, não?

Parece um simples site que nos permite pesquisar outros sites. Talvez, um site que contém todos os outros sites.

Será só isto?

Claro que não. Ao meu ver, uma palavra resume bem o Google: Simplicidade.

Uma marca que é sinônimo de soluções simples, objetivas e quase sempre gratuitas.

O que isto tem a ver com a sua marca?

Talvez nada, mas se tiver algo a ver, parabéns, a sua marca está cada vez mais se consolidando no mercado.

O Google percebeu algo imprescindível nos dias atuais: Precisamos nos adaptar ao mercado.

Antigamente usávamos o Yahoo para procurar o que queríamos. Quando o Google nasceu, era desacreditado, afinal, quem poderia desbancar o Yahoo?

Com a ideia simples de que não deve ser mal ” Don’t Be Evil” o Google começou a conquistar mais e mais fãs no mundo.

Lógico que o sucesso do Google foi pelo seu produto incrível, pois o buscador Google é realmente melhor que seus concorrentes. Contudo, não apenas o produto é bom. O que se criou em volta da marca foi igualmente poderoso.

Virou um verbo: Googlear.

Estar no Google hoje em dia é fundamental para se estar na internet.

E o que tudo isto tem a ver com a sua marca?

Muito. Se a sua marca quer se destacar, deve ser simples, objetiva, direta. Principalmente: Deve estar conectada com seu público alvo.

Vamos a um exemplo prático de serviço: Se você sempre briga por preço, quer qualquer cliente, por qualquer valor, qual a sua marca? De um profissional que faz o trabalho por qualquer valor. Se você sempre resolve as questões do cliente e lhe cobra um preço justo, o cliente pagará, pois a sua marca vende resultado.

Marca não se faz do dia para noite.

Marca se constitui todos os dias.

Marca depende de você e de seus funcionários.

Você quer a sua marca conectada ao seu negócio? Pense bem nas suas atitudes dentro do negócio. É a partir disto que está se forjando a sua marca no aço da vida.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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Cerca de um mês atrás já havia postado um artigo falando da relação do Google e a privacidade, ou melhor, a falta dela.

A notícia atual é um resultado de como esta invasão da privacidade pode causar efeitos na vida real.

Leia mais sobre privacidade aqui.

Conforme noticiado no portal G1, uma mulher no Reino Unido separou-se do marido por este ter sido flagrado na frente de uma casa de outra mulher, através do serviço Street View (serviço que tira fotos em tempo real e publica na internet – em teste em algumas cidades do Reino Unido).

Claro que a mulher traída reconheceu o cabra safado pelas calotas personalizadas do veículo (põe detalhe para se reconhecer um carro) e como a desculpa dele era de estar fora da cidade, tudo acabou.

Não dou razão ao marido, nem pena sinto da esposa traída, contudo, o fato que cinge destacar é que a cada dia que passa temos mais serviços que estão nos vigiando. Muitas vezes sem consentimento, mas em prol da segurança, somos fotografados, gravados, etc por câmeras públicas.

Até que ponto a privacidade existe?

Vcoê já refletiu sobre isto?

O que você pensa? Aproveite que é  sábado e deixe seu comentário…

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Você já parou para pensar que pelo menos um serviço do Google utilizou/utilizará hoje no seu dia?

Estamos dependentes totalmente ou parcialmente, mas cada vez mais dependentes do “bonzinho” Google.

Quem usa o Gmail, já observou que as notícias que aparecem no topo da página são totalmente direcionadas ao e-mail que abrimos. Quer dizer, segundo o Google, eles não ficam com seus dados, mas sabem o que você está lendo/acessando.

Seria pueril dizer que isto não é poder. Informação é poder.

O lançamento do Google Latitude foi um boom no mercado recentemente. Acesse aqui para conhecer o serviço.

Simplesmente através do nosso celular poderemos digitar padaria e ele localizará as padarias ao nosso redor. Diremos advogado e ele dirá quais advogados estão perto da nossa localização. Alguém duvida que em alguns anos não existirá mais lista telefônica? Eu não.

Mas, e o preço disto?

Quer dizer, através do meu número de celular, cadastro e IP o Google sabe o que eu como, quando jantei fora, quando tive dor de barriga e pedi remédios, enfim, sabe a minha vida e mais, com endereço e localização exata! E a privacidade?

Alguns dirão: Mas, só se cadastra quem quer. Então quem quer diz a sua localização. Isto seria inocência? E se em nome desta “bondade” o Google fecha uma parceria com empresas de telefone e disponibiliza a você e sua agenda de celular a localização exata de todos, através da triangulação de satélites do celular? Impossível? Não, até simples de ser feito.

Claro, não quero dizer aqui que sou contra o Google. Não sou. Tanto que uso os serviços deles e gosto. Não podemos negar que eles estão sendo inovadores e inteligentes para criarem soluções diferentes e que “facilitem” a nossa vida.

Contudo, pensarmos mais um pouco sobre a nossa privacidade também vale a pena.

Fica a idéia para reflexão e debate.

Uma ótima sexta-feira!

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Este artigo abaixo foi escrito por Bernhard Schultze, publicado no saite PC Magazine e apresenta algumas dicas interessantes, que reproduzo aqui:

A cada dia, mais executivos e empreendedores do mundo online e offline se dão conta da importância de estarem bem posicionados nos resultados de sites de busca. Para muitos, aparecer ou não na primeira página do Google é a diferença entre o sucesso e fracasso de seu negócio. Pagar por cliques em campanhas de links patrocinados pode não ser eficiente ou economicamente viável, restando então aparecer nos resultados naturais, ou seja, os não pagos. Por uma limitação matemática e para desespero de muitos, só existe um primeiro lugar, e geralmente só são exibidos 10 resultados na primeira página.

O Google utiliza perto de 200 variáveis em constante mutação para definir o posicionamento de cada site. Ao invés de tentar mapeá-las, existem algumas regras básicas que podem ser seguidas.

1. Escolha as palavras-chave corretas

Você quer aparecer na primeira página do Google, mas já parou para pensar para quais palavras? É comum ouvir de clientes frases como “quero aparecer em primeiro lugar para a palavra ‘carros’”. Mas, convenhamos, quem digita “carros” no Google? Provavelmente uma criança de cinco anos atrás de fotos do Lightning McQueen, o carrinho vermelho e tagarela do filme da Disney. Aparecer em primeiro lugar para a palavra “carros” não significa que você aparecerá em primeiro para “perfume para carros” ou “classificados de automóveis”. Um trabalho de SEO (do inglês Search Engine Optimization, ou otimização para sites de busca) começa exatamente na escolha das palavras-chave mais importantes para o seu negócio. Para cada palavra-chave escolhida, tenha no mínimo uma página em seu site relacionada a ela. É importante ainda não se prender a termos técnicos demais que apenas você e seu concorrente conhecem. Escolha as palavras mais popularmente utilizadas.

2. Conquiste o topo por mérito

Sites de busca existem para oferecer a usuários os resultados mais relevantes possíveis às buscas efetuadas. Olhe para o seu site e pergunte-se: “Eu mereço estar na primeira posição, na primeira página dos resultados do Google? O meu site é o melhor? É o que tem o conteúdo mais relevante do meu setor? Sou a empresa com mais tempo de mercado, a mais conhecida?” Faça-se merecedor da primeira página do Google! Tenha um site rico em conteúdo, com áreas úteis, educativas, com produtos exclusivos.

3. Mil palavras valem muito mais do que uma imagem…

Bem, ao menos para sites de busca… O Google lê e interpreta o texto de seu site para determinar sobre o que este se trata e calcular em que posição deve aparecer para cada uma das palavras lidas. Um site muito gráfico e com pouco texto pode ser excelente para transmitir um conceito diferenciado, mas não ajuda em nada ao Google decifrar o seu conteúdo. Sites desenvolvidos em Flash ou Javascript também apresentam barreiras que podem impedir a sua correta interpretação. Procure desenvolver o seu site utilizando tecnologias que facilitem o trabalho do Google, como HTML, ASP, PHP, CSS e com páginas ricas em texto.

4. Seja o mais votado

O Google criou um mecanismo similar a uma eleição chamado de PageRank, onde ao invés de votos, as páginas na internet que possuem uma maior quantidade de links apontados tornam-se mais propensas a se destacar nos resultados de busca. Cada link é considerado um voto de confiança dado pelo site. Além da quantidade de links, o Google avalia ainda a importância e relevância do site de origem do mesmo. Um link do site da PC Magazine, por exemplo, apontado para um site de jogos online tem muito mais peso do que 10 links de blogs sem importância falando de turismo na Patagônia. À medida em que o seu site for ficando mais conhecido, mais links espontâneos receberá. Não custa acelerar o processo e pedir a seus principais parceiros comerciais e amigos para apontarem um link para o seu site!

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Nos jornais de hoje temos duas notícias que nos remetem a privacidade.

Uma vinda da China que informou que irá censurar os principais mecanismos de busca na Internet naquele pais (Google Chinês e o Baidu) com objetivo de evitar a pornografia no país. Leia a notícia na íntegra aqui.

Outra vindo do Reino Unido, explicitando que a polícia britânica poderá hackear suspeitos sem qualquer mandado judicial, utilizando técnica hacker (enviando vírus ao suspeito ou instalar programas de rastreamento nos computadores dos suspeitos). Leia a notícia na íntegra aqui.

Ao meu ver, toda medida que controla e restringe de maneira genérica, ainda que sob um propósito tido como justo, irá descambar num arbítrio de poder.

Quem pode garantir que a polícia britânica não poderá instalar estes vírus em computadores de pessoas tidas como suspeitas e depois continuar com o monitoramento indefinidamente. Aliás, como a polícia irá desinstalar o vírus?

Gasta-se milhões em prevenção e segurança na internet contra vírus e agora a polícia (que deve defender) está divulgando os vírus como algo benéfico?

Na história tivemos genocídios sobre este mesmo tipo de argumento, que por um bem maior podemos agir de maneira errada.

Não concordo. Entendo que a privacidade deve ser mantida e somente com ordem judicial deve se fazer a apreensão da máquina para investigação. Difundir vírus – ao meu ver – não é solução.

Na China dispensa comentários, frente ao regime que aquele país vive, ou seja, o monitoramento lá é constante e esta questão atual em relação a pornografia é apenas uma “desculpa” para prosseguimento deste regime.

Claro que alguns virão me dizer que a privacidade existe até enquanto não houverem ilícitos, outros dirão que a privacidade já não existe mais, pois temos câmeras em todas esquinas, o Google através de seus serviços já praticamente monitora a todos e assim por diante, mas o Estado monitorar, no meu sentir, é algo bem mais preocupante e digno de ser pensado.

Destaco, inclusive, um serviço Beta que o Google lançou nos Estados Unidos em que acessando a internet pelo celular e fazendo um pedido, o sistema saberá aonde você está e dará resultados próximos ao local de onde você se encontra. Ou seja, o Google saberá exatamente aonde você está e quais empresas estão ali perto. Quer maior invasão de privacidade? (mas, legalizada, pois o cliente acessou aquele serviço porque quis) [Para ler uma reportagem traduzida, clique aqui.]

Fica a reflexão.

Uma ótima semana a todos!!!

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