Você sabe o que são dados na nuvem? São arquivos seus (emails, arquivos de texto, planilhas, etc) que ficam armazenados na internet e não no seu computador.

Na verdade não é na internet, eles ficam armazenados em servidores em outros locais que não na sua residencia ou escritório e são acessados pela internet.

Esta foi e continua sendo uma tendência. Leia um artigo aqui sobre os altos investimentos neste assunto.

Cada vez mais temos armazenamento na nuvem, seja pelo baixo investimento, seja pela praticidade, celeridade e acessibilidade.

Tudo uma maravilha não é?

Quem dera.

Uma notícia recente demonstrou justamente o contrário: Dados Armazenados na Nuvem da Amazon foram perdidos para sempre. Leia a notícia completa aqui.

Isto significa que a confiança em uma enorme empresa como a Amazon foi desacreditada de uma hora para outra. E o pior não é isto, é que as empresas que perderam seus dados, como é que ficam? Ganham um desconto e pronto?

Sinal de que a Amazon não fez seu dever de casa, ou seja, além de armazenar nos servidores, deveria ter backups diários, backups externos e por aí vai.

Um alerta para todo o mundo.

O que você hoje tem na nuvem na sua empresa? Tudo? Nada?

Por óbvio não podemos generalizar ou radicalizar. Precisamos encontrar caminhos para nossa segurança.

Dizer que não teremos nada na nuvem é bobagem. Qualquer email hoje pode e é acessado em celulares, notebooks, tablets, de qualquer lugar no mundo com internet. São negócios feitos desta forma. Tudo graças a nuvem de dados na internet.

Este é apenas um exemplo. Se você quer um backup eficiente e prático, recomendo o Dropbox (acesse aqui). Com o dropbox seus arquivos estão armazenados na nuvem, em qualquer computador com Dropbox você tem todos seus dados atualizados. Não está na sua máquina? Não tem problema, acesse o site deles e com seu usuário e senha tens acesso a todos os arquivos. E melhor: até 2 GB de armazenamento é gratuito.

Será que algum dia o dropbox pode falhar?

Claro que sim. Por isto, além de usa-lo como meu backup, faço um backup externo uma vez por semana num disco rígido externo.  Ou seja, se um falhar, tenho o outro e vice-versa.

Depender única e exclusivamente de um método de armazenagem pode ser perigoso, o caso da Amazon nos remete a isto.

Como você armazena seus dados?

Sequer tem backup? Cuidado!!!

Cada vez mais a informação é poder e necessita ser analisada e arquivada com cuidado.

Pense nisto.

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Pelo menos nos EUA são. Por lá está sendo mais comum colocar os QR Codes nos cartões de visitas. Veja este artigo aqui.

Mas, afinal o que são QR Codes?

QR Codes é uma imagem que pode ser lida por celulares enviando para um determinado site na internet. As imagens são similares a esta abaixo:

 

Se você tiver um celular com programa que leia os QR Codes, e você ler a imagem acima, você será redirecionado para uma página que lê os QR Codes. (faça o teste!) Leia aqui uma definição completa.

Agora, porque alguém colocaria isto num cartão de visitas?

Porque celulares são a tendência do mercado. Mais que computadores e tablets, a tendência são os smartphones.

Veja como ficou em cartões de visita de advogados americanos:

 

Lado 1

Lado 2

Em bom português, você pegará o cartão de visitas e se quiser acessar o site ou até mesmo anotar o telefone e dados de contato de quem lhe deu o cartão (VCard), basta colocar a câmera do celular em cima deste código e pronto, seu celular armazenará os dados de contato ou lhe enviará ao site do escritório.

Uma revolução no bom e velho cartão de visitas.

Não se preocupe com infringir o código de ética no Brasil, afinal, não estamos fazendo propaganda, estamos apenas ofertando um meio para a pessoa chegar até o nosso contato. Proibir um QR Code seria o mesmo que proibir o cartão de visita!

O meu cartão já está com o código QR Code. E o seu?

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Hoje comemora-se o dia internacional da liberdade de imprensa (liberdade?) e quero aproveitar a data de reflexão para alguns pensamentos sobre liberdade, imprensa na época de redes sociais e a sua marca.

Como assim?

Liberdade é um conceito bastante abstrato e muito complexo de se chegar a alguma conclusão. Dizer que somos livres para isto ou livres para aquilo não quer dizer que realmente sejamos livres.

Uma das maiores revoluções que estamos presenciando hoje são as redes sociais. A imprensa desde Guttenberg mudou muito. Hoje inclusive deixou de ser impressa. Uma mudança que está mudando o comportamento da mídia como um todo.

A propaganda hoje é bem mais livre (como assim?) do que antes. Hoje temos marcas na TV, rádio, internet e redes sociais. Uma exposição forte e direta na cabeça do consumidor.

Na advocacia temos muitas restrições, mas mesmo assim, a informação é um dos direitos do advogado, além de ser seu munus público.

Embora tudo isto esteja acontecendo, na internet não temos um controle do que é postado. Isto pode ser um sintoma excelente para a liberdade de imprensa, mas ao mesmo tempo um risco as marcas empresariais.

Não estou afirmando que sou a favor da censura ou do controle da internet, pelo contrário, sou defensor desta liberdade de expressão. Contudo, como tudo na vida, temos que ter moderação.

Usar a internet para difamar marcas simplesmente não é um bom negócio. Ao fazer um post positivo ou negativo de uma marca você está assumindo a sua posição e gerando consequencias a quem lê.

Como assim?

Exemplo prático: Sou usuário de um Mac e estou satisfeito. Faço um post comparando o Mac ao Windows e os usuários de windows começam a me ofender, porque acho o Mac superior. Dentro da minha liberdade, posso achar um melhor que o outro e devo respeitar a opinião de quem pensa em contrário. Ao mesmo tempo, estou assumindo que penso que o Mac é melhor e muitos que antes me seguiam, podem perder o interesse.

O que isto representa a sua empresa/escritório/negócio?

Que tudo que você opina e posta na internet está sendo gravado, avaliado e digerido por consumidores do seu produto/serviço ou possíveis consumidores.

Se você, advogado, tem um twitter, facebook, orkut, etc e vive postando bandalheiras, baixarias, etc, é a sua marca que está sendo posta em jogo. A sua e a do escritório que trabalha. Por isto é tão comum as pessoas verificarem perfis on line antes de contratar.

Quero contratar o advogado fulano de tal, qual a primeira atitude? Colocar nome dele no Google. Daí vejo postagens racistas, piadas com raças e credos, etc. Qual a credibilidade que ele tem para com o meu processo?

Você pode achar que isto ocorre muito pouco ou com poucas pessoas. O mundo está se transformando e a cada dia temos mais e mais pessoas conectadas nas redes sociais e fazendo amigos, negócios e muito mais. Quem ainda não se entregou a estas tendências está com dificuldade de compreender o mercado, inclusive.

Posso dizer que sou livre empresarialmente se não conheço o mercado onde vivo? Penso que não.

Qualquer um tem direito de postar seus pensamentos e atitudes na internet e de graça. Agora as consequencias legais disto (crimes, direitos autorais, etc) e principalmente as consequencias para a sua própria marca (seja seu nome ou do escritório) são quase irreparáveis.

Poste suas ideias, atitudes e vontades, mas o faça racionalmente, pensando nas consequencias. A liberdade é assim, começa e termina em nós, mas sem afetar a pessoa ao lado.

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Na semana passada o Judiciário Gaúcho lançou uma campanha em prol da gentileza, afirmando que a gentileza é necessária num ambiente onde acontecem embates.

A imagem ao lado é a imagem da campanha. Para ler a notícia de lançamento, clique aqui.

Saliento dois pontos da própria campanha (conforme sua descrição na notícia mencionada) e mais os aspectos de gestão e tecnologia.

Um dos pontos fortes da campanha vem com a frase:

salientando que nada se justifica, nada acontece, nada existe sem o servidor.”

Interessante esta afirmativa do juiz diretor do foro central de Porto Alegre. O servidor é importante? Lógico, óbvio que é. Tão importante é o trabalho dele quanto o é dos advogados, juízes e representantes do Ministério Público. Tão importante que não há porque dizer isto aos advogados, mas sim aos próprios servidores.

Não é uma crítica aos servidores em geral, mas alguns simplesmente são péssimos – assim como temos na advocacia, judiciario e MP – com um diferencial: Eles tem o poder do processo.

Como assim?

O poder de “esquecer” um processo na pilha, o poder de fazer ou não o alvará, o poder de intimar ou deixar para depois. Os advogados (que não são santos nem coitados) também aprontam, xingam, são desrespeitosos. Neste quesito, a campanha merece ser aplaudida, afinal todos precisamos de gentileza para um melhor ambiente de convivência.

Neste sentido, as palavras do Desembargador Ricardo Ruschel são importantes:

“Vamos deixar o embate apenas no campo jurídico”

Ou seja, vamos focar no resultado da justiça, na sua real missão que é prestar a tutela jurisdicional aos cidadãos.

Tudo muito lindo, mas se pensarmos um pouco, todo este investimento (já que todo Estado receberá material impresso para aderir a campanha!) poderia ser direcionado a um trabalho de base dos servidores, regras claras juntos aos juízes e advogados, enfim, uma busca de paz social através dos meios legais.

Como assim?

Se os juízes fossem receptivos a receberem os advogados (pode ser com hora marcada, pode ser com um horário decente estabelecido e não apenas duas horas na semana), poderiamos começar um bom diálogo. Todos sabemos que o judiciário está lotado de ações e conversar sobre ações pode levar tempo. Agora, a culpa não é das partes que o judiciário como um todo precisa de investimento. O judiciário deve buscar a qualidade, deve primar pela verdade, deve ser o primeiro a se interessar em prestar uma boa jurisdição, o que significa literalmente em atender bem os representantes legítimos e legais dos cidadãos: Os advogados.

Se tivermos treinamentos efetivos, fortes e sistemáticos junto aos servidores em dois ambitos: Atendimento e gestão interna, temos um início de organização. Não basta uma campanha de sensibilização. Precisamos treinar, dar técnica de atendimento e gestão aos servidores (obrigando os cartórios privados a fazerem o mesmo), ou seja, dar elementos para que a campanha seja efetiva e eficiente.

Se fosse investido mais em tecnologia (já temos noção de investimentos bons em tecnologia no judiciário gaúcho), focando questões práticas e mais objetivas para liberar os cartórios do massivo e maçante atendimento presencial, aliados a qualidade mais direta de atendimento, gentileza de todas as partes envolvidas, teríamos mais resultados eficientes.

Enfim,

Podemos e devemos ser mais gentis uns com os outros, pois todos somos partícipes da justiça e paz social. Agora, sem investimentos claros e objetivos de gestão e tecnologia as campanhas de sensibilização ficam sem efetividade.

Fica para reflexão e atitude de todas as partes o presente artigo.

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Amor, Respeito e Liberdade !

É mais valioso optar por agir ao invés de apenas reagir.

Autoria: Kali Mascarenhas

Aquilo que existe em mim e faz parte de mim, pode ser transformado, se eu quiser.
Aquilo que é do outro só pode ser transformado por ele e será compreendido e aceito por mim, dentro dos meus limites, se existir respeito.
Posso falar ao outro como me sinto em relação ao que ele faz ou diz, se houver liberdade.
Não posso afirmar:
“Aquilo que o outro fez ou disse me feriu…”
Eu é que me feri com AQUILO que ele fez ou disse,tenho opções.
Eu sou dono das minhas emoções, sensações e sentimentos.
Também sou dono das minhas atitudes, pensamentos e palavras!
Maravilha!!!
Não é coerente dizer que fiz algo para alguém, só porque alguém fez isso comigo primeiro.
Se eu agisse assim, eu seria apenas resposta e eco, sem vida.
É mais valioso optar por agir ao invés de apenas reagir.
É mais sensato perceber que sou dono das minhas ações e se faço algo, sou o responsável por isso, tenho escolhas.
Reconheço que as rédeas do meu destino estão em minhas mãos e me recuso a segurar as rédeas do destino do outro é meu direito.
Busco o AMOR em sua mais bela expressão e por isso abro mão de querer ter o controle sobre a vida do outro.
Quero amar com liberdade!
Quero amar com plenitude!
Quero Amar antes de tudo porque é bom!
AMAR com RESPEITO e LIBERDADE!

Fonte: http://www.anexoereflexo.com.br/artigos.asp?a=164

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Neste domingo comemoramos o dia do trabalhador. No Brasil e em vários países a data é a mesma. Veja aqui um pouco da história deste dia.

Agora, comemorar este dia é outra estória.

Respeito todas as lutas por melhores condições de trabalho, penso que devemos respeitar os direitos adquiridos e tudo mais. Contudo, a data é também para refletirmos como encaramos o trabalho no nosso dia a dia.

Como assim?

Para você o trabalho é um objetivo ou algo para passar o tempo?

Você trabalha pelo retorno financeiro?

Você trabalha sabendo o que quer daqui a 6 meses/1 ano?

Sim, não???

Pois é, leitor… Trabalhar é muito mais do que passar tempo, ganhar dinheiro e planejar. Trabalhar é tudo isto aliado a um poderoso sentimento: Amor.

Com amor ao que fazemos, trabalhamos com muito mais paciência, valor, carinho para com todos que nos cercam.

Importante destacar que nem tudo que fazemos é divertido ou amável no trabalho. Mesmo que Thomas Edson tenha afirmado que “I never did a day’s work in my life- it was all fun.”, todos sabemos que temos dias bons, outros ruins e alguns momentos de talvez no nosso dia a dia.

Aliás, é justamente por esta incerteza, que podemos dizer que os dias são bons. Se todos fossem bons, como compará-los com os ruins?

Deixo esta reflexão a todos: Como é o seu dia de trabalhador? Bom, ruim, certo, incerto ou simplesmente amável?

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Peço licença poética para dividir com vocês um pouco de mim e de gestão baseados na sabedoria da água, pois não.

A sabedoria da Água

(escrito por Gustavo Rocha)

Observava a chuva caindo lentamente pela janela,

Percebia o quanto a água é forte e bela,

Presenciava a força da natureza,

Verificava que além de bela, contém a água muita destreza;

Uma água que cai de gota em gota,

Mesmo sendo assim, inunda,

Não se preocupa com o tamanho ou força,

É na união que está a sua justa medida;

Oh! Quão belo e necessário a chuva para o homem,

Oh! Quão importante para nós a sua sabedoria,

É na experiência da água que aprendemos,

A ser fonte de soluções e vida;

Água nos ensina que nos obstáculos devemos dar a volta e continuar,

Que de tanto insistir, nem a pedra resiste aguentar,

Que a vida precisa de refresco e trovões para ser bela,

Enfim, que tudo que precisamos é ver como ela;

Use e abuse da sabedoria da água no seu dia a dia,

Seja um espelho de vida e sabedoria infinita,

Seja uma pessoa consciente do seu papel na vida,

Jamais desperdice água e a sua força divina.

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Ontem descobrimos que o grande segredo do marketing jurídico é ter tempo e relacionamentos. Leia o post de ontem aqui.

A pergunta que não quer calar: Como ter mais tempo e relacionamentos?

Não é simples, mas não é impossível.

O gerenciamento de tempo e dos relacionamentos passa por uma analise detalhada da forma como você gasta o seu tempo e como aplica este mesmo tempo em relacionamentos atuais e/ou novos.

Como assim?

Em relação ao tempo

Tempo talvez seja uma das maiores dificuldades modernas. Ter tempo é ter dinheiro, segundo alguns. Ter tempo é ter sucesso, segundo outros.

Existem inúmeras formas de gerenciar o tempo, mas proponho uma direta e objetiva: Separe as tarefas que tens a fazer no dia em estratégicas e operacionais.

Operacional: Petições (na sua grande maioria), conserto de micros, ligar para fornecedores, etc.

Estratégico: Atender clientes, monitorar o escritório, criar elementos de gestão interna, etc.

O seu tempo deve ser gerenciado com objetivo de ser mais estratégico (gerar negócios) do que operacional. Se outras pessoas podem cuidar do operacional, você terá tempo para se concentrar naquilo que realmente dá resultado em marketing: relacionamentos.

Em relação aos relacionamentos

Não há formula mágica para novos relacionamentos.

Precisa estar sempre disposto a conhecer novas pessoas (cara emburrada não conquista ninguém).

A entender que qualquer relacionamento é importante (não apenas de donos de empresas. Muitos negócios são fechados porque primeiro se conheceu pessoas operacionais).

Relacionamentos podem iniciar presenciais (eventos, shopping, etc) ou virtuais (redes sociais – twitter/linkedin/facebook) e ambos os casos precisam ser cultivados (com informações e interatividade.

Para gerenciar relacionamentos é fundamental ter tempo e muita disposição.

Enfim,

Como gerenciar tempo e relacionamentos?

Usando o tempo de maneira estratégica para gerar mais tempo livre para conhecer novas pessoas e potencializar contatos.

Faça isto e surpreenda-se com os resultados que o tempo e os relacionamentos podem fazer com o seu negócio.

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Talvez uma das perguntas mais cobiçadas do conhecimento dos advogados: Como fazer um marketing jurídico dentro do código de ética, com seriedade, conquistar clientes novos, manter os antigos e crescer de maneira sustentável?

Pode parecer complexo, mas a resposta é muito simples, bastam duas palavras: Relacionamento e tempo.

Muitos pensam que a resposta está em visibilidade, propaganda (erro clássico), em tecnologia, redes sociais, enfim, muitas alternativas, muitos caminhos e o resultado esperado não chega. Por que?

Simples: Porque a resposta é singela e requer um investimento caro e difícil hoje em dia: tempo.

Como assim?

Vamos pensar juntos em alguns elementos de marketing jurídico prático e o segredo do sucesso:

Fazer eventos

Fazer eventos onde os profissionais podem difundir conhecimento e ter uma maior visibilidade está bastante em moda hoje em dia e os resultados realmente são positivos.

Para organizar ou participar de eventos o que é necessário?

Relacionamentos para ser convidado para um evento ou criar um evento e ter pessoas para difundí-lo e tempo em ambos os casos para ser um investimento adequado.

Relacionamento com atuais clientes

Este é um tipo de trabalho de marketing que sempre dá resultado. Se já é cliente, ele tem confiança, sabe do potencial do  escritório.

Agora, para investir neste cliente, dar a ele informações sobre os atuais processos que tem e possíveis assuntos ou informações úteis para novos negócios há a necessidade de dois fatores: Tempo e relacionamento (para com o cliente).

Redes Sociais

Investir em redes sociais dá resultado? Claro que sim. Mas, para que servem as redes sociais?

Dois pontos: Serem informativas (excelente utilidade, indexação da marca, etc) e promoverem relacionamentos.

Como utilizar isto a favor do seu negócio?

Sendo informativo sobre assuntos interessantes ligados a realidade do negócio e estabelecendo conexões com pessoas.

Como fazer isto acontecer?

Tendo tempo e investindo em relacionamentos.

Enfim,

Você quer saber qual o segredo do marketing jurídico: Tempo e relacionamentos.

Quer fazer crescer o seu negócio? Tenha tempo e relacionamentos.

Agora como conseguir o tempo e relacionamentos é outra estória… leia amanhã sobre este assunto aqui!

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Seguem algumas possíveis respostas:

* Qualidade;

* Preço;

* Visão Empresarial;

* Serviço;

* Cliente;

Qual destas você escolhe? OU pensa que todas estão corretas?

Realmente, todas estão corretas, e muitas outras variantes são fundamentais para o desenvolvimento de qualquer negócio.

Agora, aquela máxima tão velha quanto conhecida, ainda vale: O que realmente importa é o cliente.

É através do cliente que desenvolvemos produtos, serviço, qualidade, preço e por aí vai.

Como assim?

Se fizermos nosso trabalho apenas com foco nele, faltará objetivo.  Sabe porque? É através do cliente que temos um objetivo claro para o nosso negócio.

O cliente é que define o que quer comprar ou ter como serviço.

O cliente que estabelece o que é essencial ou não.

O cliente que determina como o mercado se movimenta.

Sim, o marketing é util, auxilia, expõe alguns pontos importantes. Contudo, é o cliente que diz o que quer, como quer e aonde quer.

Sendo assim, o mais importante de um negócio é conhecer o seu cliente. Saber o que o seu cliente quer.

Você pergunta ao seu cliente?

Você faz pesquisas de mercado?

Você faz pesquisas de satisfação interna?

Não???

Como você sabe o que o seu cliente pensa?

Cuidado. Ele pode acabar com o seu negócio.

Quer saber qual a principal razão da existência do seu negócio?

O cliente. Então não perca-o de vista!

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