Se você ainda não conhece a Legally Minded, ela é uma divisão da ABA – American Bar Association – que é a OAB americana. A Legally Minded é uma espécie de rede social, cujo objetivo é integrar os advogados em prol do conhecimento em direito, tecnologia, novidades, etc.

Fui contatado por eles há alguns dias e estes dias conversei com um representante via Skype (abusando do meu parco inglês;) ). O primeiro questionamento é: Sabe porque eles me procuraram? – Para que um usuário do serviço – ou seja, eu – indicasse possíveis falhas, o que poderia ser melhorado, sugestões, etc.

Parece familiar a atitude deles? Deveria.

Este tipo de trabalho se traduz numa verdadeira e grande “propaganda” positiva sobre o trabalho que a empresa desenvolve.

Na nossa proveitosa conversa de aproximadamente meia hora, conseguimos transmitir um ao outro idéias muito boas, como de minha parte para eles, de como os brasileiros podem se aproximar dos advogados americanos e deles, de como os mercados internacionais são positivos para o crescimento da economia americana.

Agora pense no seu escritório. Você conversa com o seu cliente? Faz um trabalho que em vendas se chama “Pós-Venda”?

Se não faz, deveria.

São nestas ligações simples, diretas, de baixo investimento, posto que podem ser através de questionários por e-mail ou outra interatividade que o cliente pode dizer sobre um péssimo atendimento, referenciar uma pessoa desrespeitosa e assim por diante. Se você acha que isto só acontece nos outros escritórios, faça o teste. Tenho certeza que irás te surpreender em ver que o teu cliente gosta tanto do teu trabalho que suporta certas atitudes que sequer a direção sabe que acontece.

Só que esta fidelidade acaba. Fidelidade é como casamento, sem regar com amor, compreensão, tesão e vida, acaba.

Se o cliente não for bem atendido, ser surpreendido com um agrado, etc, ele pode e vai procurar outro profissional.

Pense nisto!

Aja como a Legally Minded, busque o seu cliente!

Para conhecer mais a Legally Minded clique aqui.

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Um artigo publicado nos Estados Unidos por Roberta Cummings traz uma série de idéias de marketing específicos para a mulher advogada.

O artigo é bem extenso e muito interessante.

Para ler o original em inglês, clique aqui.

Para ler uma versão traduzida pelo Google Tradutor, clique aqui.

Para evitar a tautologia, ou em bom português, para não ser repetitivo, vou destacar alguns pontos que penso serem nucleares deste artigo:

Tome como prioridade o desenvolvimento das empresas: Coloque o desenvolvimento do seu cliente como prioridade!

Combine seus interesses pessoais e paixões com os interesses da empresa: Aprenda que se a paixão pelo trabalho puder ser tão interessante quanto a paixão por ser uma mulher linda, o sucesso será conseqüência.

Seja estratégica: Não pense que foi o destino. Faça o seu destino!

Invista na rede: Aproveite do cabeleireiro até ao almoço com uma amiga para desenvolver a habilidade de negociação e criação de canais de relacionamento cada vez maiores.

Não tenha medo de pedir ajuda: Não saber tudo e pedir auxílio é sinal de força e não de fraqueza. Ninguém sabe tudo, lembre-se disto.

Crie expectativas realistas: Com toda certeza não será o primeiro contato que fará que irá trazer resultado. Mas, poderá ser este contato uma alavanca para o desenvolvimento.

Ajude outras mulheres a terem sucesso: Pode soar estranho, mas quanto mais ajudamos, mais crescemos. Quanto mais queremos nos isolar ou querermos o sucesso somente para nós, mais sozinhos estamos. Aqui cabe citar uma frase de Madeline Albright: “há um lugar especial no inferno para as mulheres que não ajudar outras mulheres”. Repense suas atitudes hoje!

Evitar a venda direta: Ou seja, não diga que podes fazer isto, aquilo e aquele outro. Diga que existe uma solução, que o mercado assim se posiciona e que a melhor estratégia será esta, e estarás conquistando a confiança do cliente.

Então, você mulher advogada, prepare-se e mãos a obra!

Inicie sem receios e lute, você é fonte de vida, fonte de força, és o princípio de tudo. Ter medo do quê?

Faça valer o seu sentimento, a sua força emocional e estrutural… Vá além!

Muito sucesso!

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Publicado no New York Times um artigo interessante sobre o Twitter: O Twitter é o que você faz dele.

O artigo aborda vários aspectos interessante, a saber:

* A velocidade das informações no Twitter;
* Facilidade de comunicar coisas do cotidiano e notícias;
* Facilidade de usar como marketing;
* Acesso instantâneo e em tempo real da realidade local;

Uma parte do artigo me chamou a atenção em especial, quando o seu autor diz: “então, um dia eu vi o Twitter em ação.
Eu estava servindo em uma subvenção proposta em comissão, e eu assisti como um colega juiz pediu a seus seguidores do Twitter se um determinado projeto tinha sido tentado antes. Em 15 segundos, seus seguidores responderam com links para ele as informações necessárias. Sem endereço de e-mail, telefone ou site poderia ter alcançado o mesmo efeito.”

Este é o “poder” do Twitter. Informação rápida, precisa, direta.

Eu uso para ler jornal, artigos em português e inglês, alguns seguidores inclusive são americanos e forneço notícias jurídicas e atualidades diariamente.

Leia mais sobre o Twitter aqui.

Não esqueça de me seguir por lá: @GestaoAdvBr

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Um escritório de advocacia nos Estados Unidos resolveu inovar com um slogan “Nós matamos a cobrança por hora”.

Num período de recessão como estamos – diz o site – a cobrança por hora está sendo reajustada sistematicamente, tornando o trabalho do advogado uma sucessão de horas e não um objetivo. Eles demonstram inclusive com levantamentos estatísticos isto.

Segundo a idéia do site, eles buscam valores maiores que a cobrança, eles querem ser parceiros dos clientes, querem dar valor ao cliente, querem resolver o problema do cliente e não apenas cobrar.

Eles fazem de uma maneira bem humorada um marketing muito eficiente e envolvente, tendo como slogan ” Nós trabalhamos seriamente, mas não nos levamos tão a sério assim”, querendo demonstrar que o ambiente pode ser descontraído, mesmo com profissionais qualificados e com preços diferenciados.

Numa página com o título “Porque nos contratar” eles elencam 4 motivos:

1. Porque nós somos qualificados;
2. Nós buscamos alternativas que você precisa e não qualquer uma serve;
3. Litigar sob uma perspectiva empresarial, ou seja, queremos ir para justiça analisando investimento, tempo, razoabilidade, etc, e não investir para depois ver se consegue receber;
4. Coragem e Paixão, coragem para analisar e dizer ao cliente a verdade e os pontos de vista a serem debatidos e feitos e paixão pela advocacia e trabalho;

Muito instigante e diferente.

No Brasil não temos como regra a cobrança por hora como lá, mas os diferenciais são muito inovadores e demonstram a preocupação que sempre ressalto aqui: temos que atender o cliente!

Veja o site deste escritório aqui.

Leia um artigo em inglês sobre este escritório aqui.

Leia uma tradução deste artigo, aqui.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha e publicado no portal O Gerente em 11/02/2009:

Um interessante artigo foi publicado no Blog Americano Legal Martketing Bawg acerca das newsletters que os escritórios de advocacia enviam.

Destaco cinco pontos interessantes deste artigo:

1. Como faço para configurar uma newsletter? Há inúmeras maneiras de se fazer isto. Desde enviar conforme um cadastro básico de e-mails, configurar o word para isto, existem softwares específicos, alguns baratos outros nem tanto, enfim, depende de como a estratégia do escritório está vendo a newsletter. Porque digo isto? Simples, muitos vêem a newsletter como algo acessório, simples e apenas um serviço dispensável e não como uma possibilidade real de comunicação com o seu cliente ou possível cliente. Agora, se visualizo com algo potencialmente interessante, não vou deixar de investir nesta área e buscar mais elementos para torná-la interessante, atrativa e quiçá, rentável.

2. Devo comprar/copiar conteúdos prontos? Me parece uma resposta óbvia, mas vamos responder: NÃO, CATEGORICAMENTE NÃO. Se o escritório não está organizado para fazer a newsletter (famosa desculpa do não tenho tempo para isto), não faça. O que fará o cliente que receber o mesmo conteúdo de duas fontes diferentes? Como ver um escritório que ao invés de mostrar o que tem de bom, sabe produzir, tem conhecimento para tanto, compila dados de outros? É muito mais produtivo escrever um artigo mensalmente do próprio escritório, do que uma newsletter diária com conteúdo compilado.

3. Já que não posso comprar/copiar produtos prontos, como faço para achar conteúdo? Os conteúdos podem ser diversos e variados. Desde uma palestra de um dos advogados, uma resenha/artigo sobre um assunto interessante (pode não ser jurídico, desde que seja na área do cliente. O cliente ficará muito interessado em ler sobre tendências da empregabilidade se atuar no RH de uma empresa), bem como promova seu time do escritório a fazer artigos com temas afetos as áreas do escritório.

4. Estou preocupado em não dar continuidade a newsletter. Esta é uma preocupação relevante. Melhor nem iniciar, se não pretende continuar. Para ser mais suave, comece com uma publicação mensal. Depois passe a quinzenal e vá diminuindo ou não conforme a demanda e interesse do teu público. De nada adianta bombardear as caixas de e-mails com inúmeros artigos desconexos com a área do cliente e/ou de pouca relevância ou interesse. Aqui destaque-se que procurar um jornalista ou similar pode auxiliar a tornar os artigos e matérias agradáveis e acessadas pelo público alvo.

5. Devo limitar aos meus clientes a newsletter? Com certeza não. pode ser uma interessante maneira de criar um banco de dados de possíveis clientes. É uma forma de ter acesso a pessoas que sequer antes o escritório teria, para divulgar uma palestra, um julgamento importante, enfim, inúmeras possibilidades de contatos com este público alvo e não apenas os clientes.

Agora que as dicas estão lidas, vamos lá! Mãos a obra! Crie a sua newsletter (protótipo), com planejamento e organização. Repasse para alguns conhecidos para avaliarem e darem sua opinião, preferencialmente da área dos clientes que pretende atingir e aumente seus resultados!

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Leia o artigo original em inglês aqui.

Leia uma versão traduzida pelo Google Tradutor, aqui.

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Se alguns ainda tinham dúvida do poder do Twitter, dêem uma lida nesta notícia aqui: Dell dá desconto aos seguidores do Twitter (só para residentes nos Estados Unidos – a propósito, quando esta boa nova vem para o país tupiniquim?)

Eles afirmam terem faturado mais de um milhão de dólares durante o período de venda de final de ano alertando seu seguidores no Twitter sobre promoções.

A estratégia foi apresentada no blog da empresa. “Com mais de 11 mil seguidores, nosso time queria mostrar sua gratidão ao mundo do Twitter e estas ofertas continuarão a cada semana”.

Imagina a força de divulgar produtos e marca neste seguimento…

Eu estou lá, e você?

http://twitter.com/GestaoAdvBr ou @GestaoAdvBr

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Na coluna LegalWeb 2.0 da revista Law Pratice, há um artigo inteiro dedicado as comunicações on line que os advogados podem utilizar no seu networking.

O artigo original em inglês pode ser acessado aqui.

Para quem não lê em inglês, segue uma página traduzida do Babel Fish aqui.

Destaco cinco tópicos interessantes deste artigo:

1. Use um leitor RSS – ou seja, leia notícias através destes agregadores de notícia. Isto economiza muito tempo, posto que num só lugar tens as informações de vários sites condensadas. Cadastre inclusive o Blog GustavoRocha.com, basta clicar no ícone laranja no topo da página do Blog.

2. Use o Twitter – o artigo referencia o Twitter – que é um microblog – como uma ferramenta poderosa de comunicação. Vejo como um meio simples, rápido e de muita eficiência. Conheça o meu Twitter: http://twitter.com/gustavorochacom e acompanhe um pouco mais de direito, tecnologia e um pouco de mim.

3. Construa um site customizável – ou seja, um site que permita interação, utilize agenda, documentos, rss e muito mais. É muito importante estar atualizado e com novidades, senão os visitantes não retornam. Utilizar ferramentas como o artigo expõe é garantia de visitas e serviços divulgados.

4. Comece um networking social on line – ou seja, use e abuse das ferramentas sociais on line para estar presente e divulgar a sua marca cada vez mais.

5. Tenha uma lista do que fazer on line – uma idéia interessante para não parar com e-mails antigos na caixa de entrada e organizar o dia-a-dia.

Estas idéias podem responder por uma produção mais eficiente e conseqüentemente maior produtividade em menor tempo.

Seja bem-vindo ao direito e tecnologia unidos!

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Publicado hoje no blog americano LawInfo, a informação é no mínimo curiosa: Uma lei antipornografia para crianças na internet que tramita há mais de 10 anos no legislativo americano foi derrubada na Suprema Corte.

Para quem lê em inglês, aqui vai na íntegra.

A idéia foi rechaçada, pois na concepção da Suprema Corte a liberdade de expressão é um bem maior. Os argumentos dos favoráveis a lei eram justamente a liberdade de expressão e as possibilidades existentes de controle dos pais (parental control) existentes nos navegadores como Internet Explorer e Firefox. Já os contrários a lei, argumentavam que as crianças conseguem passar por este tipo de controle e ficariam expostas a conteúdo impróprio, já que a indústria pornográfica cresceu assustadoramente nas últimas duas décadas. Leia uma notícia aqui.

Independente de juízo de valor sobre quem está certo ou não, a reflexão que obtenho é que a internet ainda é um campo livre, que todos os anos sofre tentativas de cerceamento que até o momento não deram certo. Agora, se um dia darão, é outra estória…

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