Independência ou morte! Ou será: Independência ou vida?

setembro 3, 2010 by Gustavo Rocha · Leave a Comment
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Independencia do BrasilNa próxima terça-feira temos a data da independência do Brasil, um dia muito especial para nós Brasileiros. Em razão desta data e de muitos estarem com feriados prolongados (emendando a segunda-feira) irei fazer o post de hoje uma homenagem até a terça-feira dia 07.

“Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria acesso ao sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora… Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. A capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável: Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. E, quando tudo mais faltasse, um segredo: O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.” (Mahatma Gandhi)

Ao pensarmos na independência de um país, pensamos em guerras, batalhas, vitórias, derrotas, enfim, depois de tudo muita reconstrução.

Outros podem pensar que é apenas mais um feriado, mais um momento de descanso e sequer refletir da importância da independência na suas vidas hoje.

O aspecto que penso ser indispensável refletirmos é sobre a nossa independência individual.

Como bem preceituou Gandhi, o segredo é buscar no interior de si mesmo a resposta e encontrar a saída.

E porque isto é importante no universo empresarial?

Somente uma pessoa com visão pode conseguir no complexo mundo dos negócios sobreviver de maneira a ser um verdadeiro camaleão: moldar-se a cada situação da melhor forma possível.

Para obter esta visão, é necessário muito estudo, experiência, maturidade emocial, enfim, vida aplicada ao caso prático.

E para ter todos estes elementos de sucesso, precisamos a maior batalha de todos os tempos: Conhecermos a nós mesmos.

Não se iluda!

Sem buscar em você as respostas as perguntas mais simples e mais complexas da sua existência é que reside a verdadeira resposta para o caminho do sucesso.

Ninguém cresce do dia para noite. Alguns são mais velozes. Outros não. Contudo, o que determina a durabilidade deste crescimento é o conhecimento da pessoa em si mesmo.

Não se trata de egoísmo, pensar em si mesmo, etc. É um ato de vida e amor a si mesmo: Conhecer-se para que o futuro seja duradouro e constante.

Por este motivo, penso que a versão atualizada do grito de Dom Pedro de independência ou morte, é seja independente e viva!

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Marketing Jurídico… Ou seria ensinar a cozinhar?

Li uma frase num artigo do Dave Lorenzo (profissional de Marketing Jurídico nos EUA) que inspirou este artigo e a reflexão que faço em cima da frase.

Não diga ao cliente que o seu trabalho é entregar o peixe para ele. Diga que o seu trabalho é ensinar ele a pescar.

E o Dave acrescentou:

Que depois de aprender a pescar, ele voltará para aprender como cozinhá-lo.

A ideia que nos remete esta frase é sobre a informação que compartilhamos com o cliente, além das atitudes que firmamos com ele.

Ilude-se quem pensa que ao ensinar,  entrega-se o ouro ao bandido.

A informação hoje, mais do que nunca, é pública. Basta ir no Google, Yahoo ou Bing e digitar a sua pesquisa. Você encontra endereços de empresas, CNPJ, modelos de petição, jurisprudência, até namorados(as).

Porque você acha que o seu cliente não saberá fazer esta pesquisa?

Lógico que vai pesquisar. Lógico que vai encontrar algo a respeito. Lógico que vai te questionar (sem avisar que pesquisou antes). Lógico que se a tua resposta não for boa e outro na internet tiver algo melhor, ele troca de fornecedor.

Então, por decorrência lógica, lógico que você deve se posicionar na rede o mais rápido possível.

Não é difícil, nem impossível, tão pouco complicado.

Crie um site, um blog e um twitter, inicialmente.

Alimente diariamente o twitter.

Alimente pelo menos semanalmente o blog.

Alimente o site com informações do blog e do twitter, além de outras.

Só estas três atitudes já criam a tua posição na internet.

Basta isto?

Lógico que não! Precisa ter pesquisa, conteúdo relevante e principalmente interatividade.

Não basta encher tudo de informações. É necessário interagir com outros contatos da rede social, visando o crescimento e qualidade da rede.

A ideia é informar, conversar, propor soluções, enfim, interagir com o cliente, seja presencial, seja virtualmente.

Assim, da próxima vez que pensar em marketing jurídico, pense em ensinar a pescar, já com a ideia de que o cliente poderá querer também aprender a cozinhar, ou seja, já podes deixar uma dica de que conheces o mercado, sabes aonde o caminho vai levar.

Pense nisto!

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Ferradura e o Sucesso da Sua Empresa

agosto 30, 2010 by Gustavo Rocha · Leave a Comment
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“Por causa de um prego, perdeu-se uma ferradura.
Por causa de uma ferradura, perdeu-se um cavalo.
Por causa de um cavalo, perdeu-se um cavaleiro.
Por causa de um cavaleiro, perdeu-se uma batalha.
E assim um reino foi perdido.
Tudo por causa de um prego.”

Autor desconhecido.

Esta estória narra a realidade de muitas empresas que possuem funcionários que pensam igual ao ferreiro: Um prego não vai fazer a diferença…

Quando se pensa assim, está se cometendo pelo menos dois erros: O de achar que o seu trabalho nada vale e de que ninguém vai perceber se o fizer mal feito.

Se você acha que o seu trabalho não vale nada, porque continua trabalhando nesta empresa?

Se pensarmos um pouco, apenas um pouco, vamos raciocinar que empresa nenhuma iria contratar alguém que não tivesse função ou lhe fosse útil.

Da mesma forma, não há razão para quem contrata esperar que o funcionário seja um robô, que não faz nada além do que lhe é ordenado fazer.

O sucesso reside justamente em fazer a estória ao inverso: Se for cometer um pecado no trabalho que seja pelo excesso e não pela omissão.

A omissão é o primeiro e, as vezes último, sinal de que a empresa não exerce mais o fascínio no empregado. Lógico, temos que ponderar que não se pode estar estimulando alguém 24 horas por dia e que salário não é a única forma de encantar o funcionário.

Quando o funcionário começa a trabalhar no automático ou de maneira padrão é um sinal de que ele já foi melhor e agora está num período de baixa. Não quer dizer que tenha que demiti-lo. Mas, ser franco que o seu rendimento está abaixo do esperado e questionar o porque disto. Nesta conversa será uma excelente oportunidade de avaliar o perfil emocional do mesmo.

Então, vamos pensar sob dois aspectos:

Você, funcionário, se começar a sentir que o trabalho não lhe motiva, está desconcentrado, sem ideias e sem ânimo, cuidado, luz vermelha, pense e repense suas atitudes e até o seu futuro na empresa.

Você, empregador, se perceber as atitudes de omissão e desídea de um funcionário, converse com ele, busque os motivos, antes de qualquer atitude mais drástica.

Afinal, sob ambos os ângulos estamos pensando sob o aspecto do trabalho: Se o funcionário não está produzindo a contento, toda engrenagem da empresa está a perigo, independente do cargo que ocupa.

Pense nisto!

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Desculpe ou desculpa?

O título não é uma pegadinha de português.

Normalmente usamos o desculpe no significado de desculpar-se de algo que fizemos e queremos perdão.

Quando usamos desculpa, queremos dizer algo para fugir, não cumprir aquilo que foi ou está sendo pactuado.

O Perdão é o mais nobre dos sentimentos. Precisa de muito amor, verdade e autoconhecimento para perdoar alguém de coração.

Desculpar-se no universo corporativo é fundamental.

Somos falíveis, as vezes erramos, somos grosseiros com pessoas queridas, somos ríspidos, enfim, agimos diferente da nossa conduta habitual.

Se erramos, pedimos desculpa e pronto. Certo?

Errado!

Pedir desculpas não é o suficiente. Devemos tentar reparar o erro. Compensar a pessoa se for possível.

Agora, se não for possível reparar, olhe bem nos olhos da pessoa que cometeste a injustiça e diga: “Errei. Me desculpe. Você pode me perdoar?”

Se você foi o injustiçado, aceite de coração o pedido de desculpas. Não é fácil pedir perdão a alguém. É um gesto nobre, de coração. E mais, se for sincero o pedido, podes ter certeza que perdoar fará do perdoado um amigo verdadeiro.

Esta é uma das facetas da desculpa.

A outra é muito, diria largamente utilizada nas empresas: Desculpas.

Desculpa para não cumprir no prazo;

Desculpa para chegar mais tarde;

Desculpa para sair mais cedo;

Desculpas.

Por óbvio, ululante, diáfano que ao errar, chegar atrasado ou sair mais cedo fornecemos motivos.

Uma coisa é o motivo. Outra é a desculpa.

O motivo é aquele utilizado vez em quando, quase nunca, já que somos conscientes da obrigação que temos e assumimos. Desculpa, é quando qualquer motivo é motivo para não trabalhar.

Analise seus motivos, seus porquês, seus sonhos.

Está descontente com o trabalho? Procure outro!

Acha o salário baixo? Estude, seja diferente, crie!

Sente-se menor que os outros? Veja se está mesmo ou se não é coisa da sua percepção.

Afinal,

Desculpar-se sim, desculpas, não!

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