Muitos, assim como eu, assistiram os filmes da trologia Star Wars/Guerra nas Estrelas e seus personagens memoráveis, sendo mais recentemente vindo outros três filmes para se juntarem a série e contarem toda a história dos cavaleiros Jedi e seus sabres de luz.

Uma frase do Mestre Yoda, quando estava ensinando o Luke os poderes Jedi, tem uma relação muito forte com a realidade das empresas e de como devemos agir.

Relembrando a cena: Nave do Luke Skywalker atolada (submersa) num pântano sujo e fedorento. O Luke tenta com o poder da mente erguer a nave e não consegue. Então ele diz: “Não adianta, eu tento mas não consigo”.

Diante disto, com toda sapiência, o Mestre Yoda assim dita:

“Faça ou não faça. Não existe tentar”.

Então, o Mestre retira a nave com a força do pensamento…

O que este filme nos traz de lição?

A primeira e óbvia: Não desista.

A segunda, igualmente óbvia: Persista.

A terceira, mais ou menos óbvia: Somente com força e ação conseguimos os objetivos.

E qual a conclusão que você chegou?

Bem, como assisti todos os filmes, já conhecia o enredo, estória, contexto. A frase impacta mais pelo você pode, você é capaz, do que qualquer outro aspecto.

Mas, somente isto basta para que as pessoas possam ser bem sucedidas em suas carreiras?

Claro que não.

Talvez esteja nas entrelinhas do que já disse, mas vamos deixar as claras: O Luke somente cresceu no filme, ganhou batalhas e tudo mais porque ele tinha os elementos da liderança em seu sangue: Confiar em si mesmo, usar as adversidades como trampolim e principalmente visão da totalidade do contexto para tomar decisão.

O foco em si mesmo é fundamental na sua carreira. Acreditar nas suas potencialidades faz toda a diferença.

As adversidades sempre existiram e vão existir. Senão não teria graça! Já pensou num mundo sem desafios? Agora, quando você confia em si mesmo, você acredita que é capaz, as adversidades poderão lhe atingir, mas não te derrubar.

E como não poderia ser diferente, sem analisar o contexto em que você está inserido, não existe como qualquer negócio, projeto ou ideia ir adiante.

Para você poder acertar com um único tiro o buraco do respiro que levava a destruição da estrela da morte você tem que ter estes elementos na sua vida.

E você? Como lida com você mesmo, as adversidades e tudo que acontece ao seu redor?

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – www.gestao.adv.br | blog.gestao.adv.br | gustavo@gestao.adv.br

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Na teoria assim como na vida, temos três categorias de profissionais:

Os Aprendizes;

Os Mestres;

Os Companheiros;

Os Aprendizes são aqueles no início da profissão, pessoas que estão na busca incessante do conhecimento, do lapidar seu eu interior, desbastando as arestas, querendo subir na escada profissional.

Os Mestres são aqueles que já se consideram prontos, são normalmente sócios, diretores ou líderes. Querem maior estabilidade e planejamento de carreira.

Já os Companheiros são aqueles no meio do caminho, pessoas que buscam um aprendizado junto com sucesso e ainda acreditam nos sonhos do Aprendiz e já começam a ver o mundo com olhos de Mestres.

Na caminhada da vida cruzamos com as pessoas nestes estágios e verificamos características inerentes a cada um:

Aprendizes: São ansiosos, querem aprender, são fugazes, não profundos e muitas vezes acham que já sabem o suficiente.

Mestres: Geralmente acham que já sabem o suficiente, não tem paciência para nada e querem ordenar mais do que racionalizar e planejar.

Companheiros: Estes são aqueles que tem o sonho, planejam, começaram a colher os frutos do trabalho e buscam agora o sucesso. Gostam do planejamento, mas nem sempre o fazem. Estudam, mas querem algo mais prático. São normalmente mais diretos.

E com tudo isto, qual a reflexão a se fazer em cada tipo?

Simples:

Nunca percam o sonho de Aprendiz, aproveitem a maturidade de Mestres para construir castelos sólidos e verdadeiros e sejam como a alavanca quando forem Companheiros: Um trampolim para uma carreira de sucesso através do planejamento, gestão e sapiência!

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DAS UTOPIAS
(Mario Quintana)

Se as coisas são inatingíveis… ora!
Não é motivo para não querê-las…
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!

Quando iniciamos nosso dia já pensamos em nossos sonhos, objetivos ou quiçá o que temos que fazer naquele dia.

As vezes sonhar pode parecer irreal, pode parecer utopia. Contudo, sem o sonho nada somos.

O ser humano é moldado pelo seu material humano, ou seja, intelectual, sentimental, imperfeito, mas repleto de bondade, amor, vida e quiçá vontade.

Ao compreendermos melhor o ser humano podemos compreender melhor a questão do trabalho, da carreira, do porque aquela pessoa consegue ter um sorriso todos os dias e outros parecem que são forçados a trabalhar, como se estivessem acorrentados…

Pode parecer poético apenas… Contudo, a verdade reside na poesia, amor e vida. Aquelas pessoas que tem sonhos, objetivos, ideais, vivem, aprendem, podem não fazer aquilo que gostam, mas estão dispostos a “penar” pelo seu sonho, de investir num estágio ao invés de um emprego, porque ali na frente vêem a possibilidade de serem melhores profissionais.

O ser humano é moldado de sonhos.

É através dos sonhos que inicia o planejamento, execução, enfim, carreira.

É através dos sonhos que as oportunidades surgem, pois ao encontrarmos pessoas com o mesmo sonho, estamos a um passo de transformá-lo em realidade.

É através do sonhos que se cria a visão pessoal e profissional.

Você sonha?

Sonhe, viva e principalmente busque seus sonhos. A sua vida pessoal e profissional agradecem.

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TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS SOBRE O COMPORTAMENTO HUMANO

Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social.   Deixou duas viaturas abandonadas na via pública, duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor.   Uma deixou em Bronx, na altura uma zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia.

Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipa de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada sítio.

Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas.   Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta

É comum atribuir à pobreza as causas de delito.

Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras, (da direita e esquerda).   Contudo, a experiência em questão não terminou aí, quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e  a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto

O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre.

Porquê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso?

Não se trata de pobreza.   Evidentemente é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma ideia de   deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os   códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como que vale tudo.  Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e  multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George Kelling),  desenvolveram a ‘Teoria das Janelas Partidas’, a mesma que de um ponto de vista criminalístico, conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujidade, a desordem e o maltrato são maiores.

Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais.   Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar-se em lugar proibido,  exceder o limite de velocidade ou passar-se um semáforo vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves.  Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças,  o padrão de  desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são  progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor aos gangs), estes mesmos espaços abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metro de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: graffitis deteriorando o lugar, sujeira das estações, ebriedade entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens.   Os resultados foram evidentes.   Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metro um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metro, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’.

A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não   permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana.

O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e   promoção de condições sociais de segurança.    Não se trata de linchar o delinquente, nem da prepotência da polícia, de fato, a respeito dos abusos de autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero.

Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito.

Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e  dos códigos básicos da convivência social humana.

Em bom português: Queremos tolerância zero no que? Como aplicar no ramo empresarial?

O texto nos ilustra com clareza que devemos ter controle das atividades dos funcionários, conversar com eles quando eles cometem algum deslize, compreender que todos os seres humanos são diferentes e nisto reside a beleza da raça humana.

Não podemos criar regras impossíveis de serem cumpridas, ficar tratando a todos como iguais, se desiguais é o que são!

Temos que refletir, analisar e compreender sobretudo que o ser humano tem suas facetas e devem ser respeitadas em prol da convivência harmonica no trabalho e vida pessoal.

Não julgue para não seres julgado, já diz o provérbio.

Exija trabalho e cobre trabalho. Não se trata de combater a pessoa, mas sim o delito. No escritório, não se trata de combater o funcionário, mas sim, suas atitudes.

Pense nisto.

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