Debatemos todos os dias as questões do dia a dia, negócios, funcionários, estratégia, oportunidades, novas áreas de atuação, enfim, tudo que pode auxiliar no desenvolvimento do seu negócio.

E você já parou para analisar o seu sonho? O real desejo? O porque efetivo de você levantar todos os dias para ir ao trabalho?

Não basta dizer que precisamos trabalhar.

Não basta dizer que precisamos de dinheiro.

Não basta dizer que precisamos crescer e evoluir.

Precisamos mais. Precisamos sonhar.

O sonho nos remete aquele tempo áureo de infância, nos remete ao encontro conosco, nos remete a pureza dos ideais e verdades.

O sonho constrói seus alicerces na esperança, no desejo, na vontade, enfim, o sonho constrói alicerces fortes, sólidos e confiantes no sucesso.

Deixar de sonhar apenas para contabilizar rentabilidades não se traduz em felicidade ou sucesso pleno. Apenas é uma forma de ganhar dinheiro.

O trabalho é composto da remuneração, contudo ela não pode – nem deve – ser o único compensador.

Quando o líder sonha -  e compartilha este sonho – os liderados são massageados com o sonho de sucesso, atuam com a vontade de vencer e de crescer, enfim, eles vivem a construção deste sonho.

Como diz uma parábola “Tu chegas numa construção e tem dois pedreiros colocando tijolos numa parede. Então perguntas para um deles: O que estás fazendo? Ele responde: Erguendo uma parede. Fazes a mesma pergunta ao segundo pedreiro e ele responde: Estou construindo uma igreja“, ou seja, a visão do sonho compartilhado traduz-se na visão do funcionário no teu negócio, quer dizer, todos voltados ao mesmo crescimento e objetivo.

Então aproveite para refletir:

Você sonha? E compartilha isto com a sua equipe?

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Fazendo uma autoanálise do seu escritório, como você o vê?

Bom, excelente, o máximo, ou o supra-sumo da competência, agilidade e sucesso?

É importante analisarmos os pontos fortes, contudo os pontos fracos também são fundamentais para que possamos desenvolver de forma sustentável.

Agora raciocine bem: Quem melhor que o seu cliente para avaliar o seu trabalho?

Não qualquer cliente, por óbvio.

Faça este exercício de autoconhecimento:

Selecione alguns clientes mais íntimos e bons de relacionamento.

Formule três ou mais perguntas dentro destes três enfoques:

1. Como o cliente avalia com uma nota de zero a dez o escritório.

2. Após a nota dada, como o escritório deve agir para aumentar de nota.

3.  Você tem conhecimento de outros assuntos, teses ou debates oriundos de outros escritórios?

Vamos analisar um cliente respondendo estas três perguntas:

O cliente, por exemplo, dá a nota 7 para o escritório ao responder a primeira pergunta, aduz que fica muito tempo esperando na recepção para ser atendido, que sempre quando ele chega não tem café, o processo está demorando demais para acabar e outros já receberam e ele não e na terceira pergunta ele diz que outro escritório procurou ele com uma ação nova sobre um determinado assunto e que o escritório (seu) nunca ligou pra ele.

Aqueles que atendem clientes sabem que o parágrafo acima trata-se de uma típica e cotidiana resposta.

Analisando a resposta, num primeiro momento podemos pensar que o cliente está a ponto de desistir do escritório, contudo a verdade é que ele gosta tanto do escritório que diz exatamente aonde estão os problemas!

O cliente expôs suas insatisfações, demonstrou que não está sendo atendido a contento, demonstrou que o escritório não está informando ele adequadamente, que o café está acabando e ninguém está repondo, enfim, várias situações que devem ser analisadas e resolvidas.

E a terceira pergunta? Ora, se é uma tese nova, traga para o seu negócio, estude e oferte aos seus clientes! Se for uma tese que você já faz, sinal que você pode até fazer, mas não está informando o seu cliente. Enfim, a terceira pergunta é uma pergunta de oportunidade real!

Aplique hoje mesmo as três perguntas aos seus clientes especiais. E depois responda:

O que você mudou no seu autoconhecimento?

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Deixo duas frases para iniciarmos o debate, uma do personagem Dilbert e outra do técnico Bernardinho:

“Vou adotar nova postura gerencial: ficar sem fazer nada esperando que os problemas se resolvam sozinhos” Dilbert

“A distância entre o sonho e a realidade chama-se disciplina.” Bernardinho

O que estas duas frases tem em comum? As duas são verdades que no universo empresarial fazem a diferença.

No personagem Dilbert, a frase é uma reflexão para aqueles que pensam que ser empresário é apenas sucesso, dinheiro, pouco trabalho.

Na frase do Bernardinho temos uma realidade: Apenas o trabalho não leva ao sucesso. É necessário muita disciplina.

Infelizmente muitas pessoas apenas visualizam o resultado como se este fosse a causa. O resultado é a consequencia.

Visto assim parece óbvio, mas quantas vezes o funcionário pensa que o dono do negócio é um abonado, que tem tudo de bom e que paga uma miséria. Vale a pena ressaltar que apenas o fato de um funcionário ter carteira assinada já dobra o seu custo para empresa, que o funcionário é mão de obra – cada um no seu papel – e que o dono do negócio precisa reinvestir, administrar, buscar novos mercados, enfim, cuidar de toda estratégia e de tudo para que no final do mês não falte o “pouco” que o funcionário acha que recebe na sua carteira.

Ser empresário no Brasil é uma profissão para loucos, já disse alguém.

Somos exemplo de empreendedorismo, mas, igualmente temos muitos que pensam que ser empreendedor basta uma boa ideia.

Não é tão simples.

A ideia é o início, mas precisa de muita disciplina, precisa de muita maturidade, precisa de muita superação, força de vontade, crença no sonho, enfim, amor.

Sem este enlace, o projeto não tende a ser um sucesso, tende a ser uma decepção.

Aproveite esta ideia para trilhar o caminho do sucesso. Use e abuse do sonho, perseverança, vontade, persistência e amor. E esqueça os conselhos do Dilbert ;)

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“É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os  ricos  pela  prosperidade.  Para  cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo  que  não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia  de  que  não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la,  e  quando  esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, assim chegamos ao começo do fim de uma nação.

É impossível  multiplicar riqueza dividindo-a.”

Adrian Rogers, escreveu em  1931

Este pensamento nos traz uma reflexão interessante e importante: Qual o valor que você dá a riqueza?

Não discorro da riqueza como apenas o dinheiro, mas sim como sucesso, poder, fama, claro, dinheiro e, sobretudo, valor, valoração.

Você vê o dinheiro como problema?

Certamente a resposta será: Claro que não, dinheiro é solução!

Contudo, não falo da resposta óbvia. Falo da reflexão necessária, das atitudes que norteiam o teu caminho.

Quem não vê a riqueza como problema sabe que para crescer é necessário trabalhar. E trabalhar muito. Como se diz no jargão popular “Não existe almoço grátis”. Existem contrapartidas para ações que são realizadas.

Você quer fazer uma parceria?

A primeira pergunta é o que a outra parte vai ganhar com isto?

A segunda pergunta é o que vamos conseguir crescer com a parceria?

A terceira pergunta é qual a chance de termos sucesso?

De posse destas respostas, podes começar a elaborar ou não uma parceria.

Atualmente as parcerias são uma fonte de riqueza. Se você compreende que ao fazer uma parceria não está dividindo, mas sim somando, ótimo.

Agora, se você pensa que somente o outro deve dar algo e você apenas receber, você não sabe trabalhar com a riqueza.

Outra visão deturpada em relação a riqueza é em relação ao que se ganha pelo trabalho. É muito comum o funcionário sentir-se desvalorizado, achar que ganha salário baixo, não sente-se motivado, incentivado, etc.

Contudo, o salário não pode ser o único motivador profissional. E aliás, salário não é riqueza, é dinheiro. Riqueza é mais amplo, é o conceito em si de valoração do dinheiro, da percepção disto.

Voltando, um funcionário deve compreender que o dono do negócio trabalhou arduamente para construir aquele império e hoje recebe por tudo que investiu e trabalhou.

Mesmo concordando que devemos remunerar adequadamente, motivar os funcionários, etc, não podemos deixar de analisar que tudo que foi construído tem um valor, tem um preço.

A mesa, computador, folha, impressora não saem de graça. Não existe nada de graça.

Aproveite este início de ano para repensar seus valores.

Não deixe de ajudar os outros, contudo, valore o quanto cada coisa vale na sua vida.

Não dê valor só porque um produto custa tanto. Tipo, um tubo de oxigênio custa R$ 200,00 (duzentos reais) por exemplo. Este é o valor. Agora, para uma pessoa que não está conseguindo respirar direito, este tanque pode custar a vida.

A valoração é a real riqueza. O valor é apenas dinheiro.

Pense nisto.

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Você já viu um ramo de Acácia? Veja na Wikipédia e conheça um pouco mais.

A Acácia tem uma bela simbologia. No seu seio contém o tanino de onde se extrai um produto muito utilizado nos curtumes para industrialização do couro. A simbologia desta árvore é a imortalidade, a vida eterna.

Quando você iniciou o seu escritório você pensou que um dia ele cresceria, teria funcionários e principalmente que esta marca que você criou – seu nome – poderia se tornar imortal?

Provavelmente não. Geralmente somos mais imediatistas. Queremos resultados para ontem, mas precisamos parar e pensar. Parar e planejar.

Quando digo parar não é no significado exato da palavra, mas sim no sentido de analisarmos e criarmos estratégias, ou seja, de gerarmos tempo para ser estratégicos.

Imortalizar a sua marca significa blindá-la, significa pensar em tudo que ela representa para o mercado, e principalmente analisar se o escritório tem sucessores que irão manter a filosofia da empresa.

Temos no Brasil a maioria de empresas familiares.

Já pensaste na imortalidade da sua marca?

Já iniciaste o treinamento de seus sucessores?

Como você lida com as gerações mais novas?

São pensamentos fundamentais e elementares para a sucessão empresarial.

Ignorá-los é deixar ao vento o sonho que com muito suor, lágrimas e amor construíste.

Construir uma marca é árduo. Destruí-la é simples. Analise com cuidado o símbolo da Acácia.

Faça da Acácia o símbolo da sua marca jurídica: Imortal!

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Quantas vezes achamos que não evoluímos, não crescemos e pior: Nada somos.

O escritor português Paulo Geraldo traz uma reflexão ímpar sobre o tema:

O Zero

O Zero sentia-se vazio. Olhava para si mesmo e não gostava do que via: era aquela enorme barriga; era a incapacidade de sobressair; era a falta de um carácter vincado…

Achava mesmo que não valia nada. Já muitas vezes tentara ser esguio como o 1, elegante como o 4 ou belo como o 7, mas nem sequer conseguia a pequena proeza de esticar uma haste para se assemelhar ao 6 ou ao 9.

Era realmente uma nulidade. Mas o pior de tudo nem sequer era o aspecto, pois já se tinha habituado a isso e os outros também nunca o tinham visto de outra forma. Não, o pior nem era olhar-se ao espelho: o pior era quando olhava para dentro de si mesmo. Não valia nada, pronto! Era isso. Nunca tinha feito nada de que se pudesse realmente orgulhar; tinha as mãos vazias; nunca deixaria o nome na história ou marcas no mundo.

Não passava de um zero.

Mas, então, por que razão tinha consigo todos aqueles sonhos, aquele desejo de grandeza, a vontade de se lançar a tarefas gigantescas? Era um zero e sentia dentro de si uma enorme tendência para o infinito…

Ora, isto – pensava ele – não tinha lógica nenhuma. Era até contraditório. E filosofava: Via-se logo que os números tinham sido uma invenção dos homens. Por isso não batiam certo. Se tivessem sido obra de Deus, tudo teria sido diferente. Sendo assim, paciência…

Mas o Zero estava de longe de se resignar com a situação. Alguma coisa lá por dentro se recusava a aceitar pacificamente estas filosofias, ainda que elas servissem perfeitamente como justificação para a sua nulidade e para a vida preguiçosa que levava.

E, no fim de contas, talvez os algarismos não fossem uma invenção dos homens.

Muitas vezes dizia para si mesmo que não podia fugir à sua natureza, à incapacidade com que nascera. Sentindo-se incapaz do esforço de alcançar o infinito, que chamava por ele, repetia cinquenta vezes por dia que o infinito não existia. Para se convencer a si próprio. Para se poder entregar tranquilamente à doçura de uma vida sem montanhas para subir.

No entanto, aquela doçura acabava por o maçar. Tornava-se amarga: não na boca, mas num lugar qualquer que ele não sabia identificar com exactidão. Ora, aquilo doía-lhe. Era como se tomasse veneno.

O Zero sabia a solução, a resposta, a verdade, mas fugia de pensar nisso. Também lhe doía… O Zero sabia que o verdadeiro problema não era a preguiça nem a falta de capacidade. A questão importante era o orgulho.

Sucedia que o orgulho o levava a procurar sempre o primeiro lugar quando se juntava aos outros algarismos para fazerem alguma coisa em conjunto. Conseguia esse lugar porque era o mais forte de todos, mas os outros algarismos não achavam aquilo bem. E quando isso sucedia formava-se uma barreira, uma vírgula, entre ele e os outros. E, assim, com o Zero no primeiro lugar e a vírgula logo a seguir, aquilo que faziam não valia quase nada.

O Zero pressentia que, se aceitasse um dos últimos lugares, tudo seria diferente. Talvez então pudessem, em conjunto, aproximar-se do infinito e até tocar-lhe. Talvez assim se abrissem as portas a todos os sonhos que desde sempre trouxera consigo. Mas teria – assim pensava – de se curvar perante os outros, e baixar a cabeça era para ele uma impossibilidade…

Não vou acabar de contar a história do Zero. Não vou dizer como chegou a entender que para um zero o melhor lugar é o último. Nem como acabou por pedir desculpa aos outros. Nem como conseguiu depois – não sempre, mas muitas vezes – a glória de baixar a cabeça e se colocar no último posto.

É que estas transformações são sempre muito íntimas e dolorosas. Sou amigo do Zero – conheço-o muito bem – e não está certo que revele em público a sua intimidade.

Paulo Geraldo

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Nada melhor para uma sexta-feira do que pensarmos em novas ideias, reflexões para o final de semana ser mais profícuo.

Todos os pensamentos em destaque são atribuidos ao mestre oriental Confuncio.

Não são as ervas más que afogam a boa semente, e sim a negligência do lavrador.

Em bom português: Se você não fizer a diferença, nada o fará. Não adianta reclamar do governo, por a culpa nos impostos, dizer que o mercado não existe, que os clientes querem pagar pouco. O que resolve é não ser negligente: Trate de plantar as tuas ideias! Comece planejando os caminhos (exatamente como preparar a terra), depois vá semando (escreva textos, divulgue seus pensamentos) depois proteja a semeadura das interpéries (ou seja, crie boa fama a si mesmo) e pronto, esteja preparado para a colheita.

Se queres prever o futuro, estuda o passado.

Aconteceram problemas? E daí? Se tudo fosse maravilhoso seria um tédio. Os problemas estão aí para nos mostrarem o quanto somos bons. Os espinhos existem para valorizarmos a rosa. Então, arregaçe as mangas e vá a luta! Estude seu planejamento, veja suas ações e admita seus erros. Simplesmente mudar o rumo não adianta. Sem reconhecer seus erros, eles voltarão a acontecer da mesma forma, com rumo diferente. Admita seus erros e comece a fazer um caminho diferente pra valer!

Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha.

Aqui fica o ensinamento máximo do mestre Confúncio para hoje. De nada adianta atitudes, verdades, vontades se não houver persistência. Ninguém é vitorioso da noite para o dia. Tudo que começa rápido é efêmero e portanto acaba. Aproveite cada dia para o seu crescimento. Cada dia para novos desafios. Cada dia para novos sucessos. A vida é feita de pequenas coisas e não de grandes conquistas.

Enfim, finalizo os pensamentos com uma ideia fundamental na vida de todos nós: Se queres que algo mude, mude você.

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Os Cinco Macacos
(autor desconhecido)

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio da jaula, uma escada, e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.

Depois de um certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros pegavam-no e enchiam-no de pancada. Com mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo já não mais subia a escada.

Um segundo macaco, veterano, foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e, afinal, o último dos veteranos, foram substituídos.

Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

“Não sei… Mas as coisas sempre foram assim por aqui…”

Este texto nos traz uma reflexão importante, relacionada diretamente a nossa atitude:

Nós criticamos o que acontece conosco?

Criticamos os procedimentos existentes?

Criticamos as atitudes dos colegas?

Ou simplistamente aceitamos as regras como elas são?

Não se trata de crítica por maldade ou crítica sem fundamento. Trata-se de análise crítica.

Devemos analisar o que está acontecendo ao nosso redor, verificarmos maneiras de mudarmos os procedimentos e evoluirmos.

Não importa se você é estagiário, faxineira ou subalterno. Se você não tem voz no escritório ou empresa, procure outra empresa.

Ouvir seus funcionários, principalmente aqueles que possuem ideias não é favor, É OBRIGAÇÃO DE QUALQUER EMPRESA SÉRIA.

Não aceite as coisas como ela são. Seu raciocínio e conhecimento é que fazem a vida existir e ser um verbo e não um mero substantivo.

Critique os procedimentos com ideias, sugestões e coloque voz nos seus pensamentos. A inovação, inteligência e criatividade agradecem!

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Quem nunca errou que atire a primeira pedra. Somos seres humanos, falíveis por natureza. Buscamos em nossa essência aperfeiçoarmos, buscamos a perfeição, contudo temos nossos momentos de erros e fraquezas.

Se é algo tão comum, por que nos importamos tanto?

Porque somos treinados para não errarmos. Somos cobrados para sermos perfeitos. Enfim, somos obrigados a ser o que não somos.

Não estou fazendo apologia ao erro, nem é meu intuito afirmar que devemos errar e pronto. Estou buscando demonstrar que o erro faz parte da vida, apenas isto.

E qual a importância disto? Que ao errarmos, temos que admitir o erro.

Nada adianta ficar fazendo promessas vazias, inverdades cada vez maiores para justificar erros. Errou, assuma.

Mas eu vou perder o cliente, pode dizer um. Pense no cliente: O que é mais valioso num profissional: A verdade com um pedido de desculpas e busca pelo acerto ou uma mentira que depois cai por terra?

Não existe mentira eterna.

“Você pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; mas não consegue enganar todas por todo o tempo.” ( Abraham Lincoln )

A verdade pode ser crua, dura, mas é sempre mais doce do que a mais fantasiosa mentira.

Somente existe uma questão que não tem volta (e alguns como eu acreditam que até isto tem volta): a morte. Para todo resto há um jeito.

Perdi o prazo de apelação, isto não tem volta. E o recurso adesivo?

Perdi o prazo de contestação, isto não tem volta. E a nulidade da citação?

Perdi o prazo de recurso especial, isto não tem volta. Existia matéria para este recurso? A intimação foi válida?

Sempre poderão existir argumentos. Basta pensar com a razão e não com o sentimento de frustração de perda ou do erro.

Errei. E agora?

Agora vou ser sincero comigo mesmo, respirar fundo e buscar a solução. Esta é a resposta.

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SER ETERNO

Diz a lenda ,que Merlim perguntou a Artur, quem é você? Obteve como resposta:
“Sei quem eu sou, sou seu antigo amigo e discípulo”.
Merlim rejeitou essa resposta e disse-lhe:
“O vento me disse quem você era”.
Artur interrogou-o:
“O vento? Mas ele não disse nada.”
Merlim então respondeu:
“Exatamente”.

O homem precisa aprender a ouvir o silêncio.

“Ser intemporal pode ser uma perspectiva assustadora se você estiver fortemente identificado com os papéis que desempenha”.

Existe uma consciência isenta, alerta e silenciosa que é você mesmo, sem representações do dia a dia. Este estado sereno, silencioso e inominável existente em nós é a realidade a essência da vida. “Ele não pode ser tocado pelo pensamento, pela fala ou pela ação”.

A energia não tem início nem fim. Enquanto acharmos que tivemos um início, não encontraremos a parte imortal, “que precisa nunca ter nascido para que possa não morrer nunca”.

A consciência sobrevive à morte das moléculas nas quais ela viaja.

A expectativa é poderosa. “Cada experiência se baseia na continuidade, que alimentamos ao nos lembrarmos de tudo como era no dia anterior, na hora anterior e no segundo anterior”. Nossas mentes geram as mesmas imagens dia após dia.

“Desapegue-se então um pouco, e lembre-se: tudo a que você se agarra já está morto, porque é passado. Morra a cada momento e você descobrirá a porta para a vida eterna”.

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