Indicação ou Redes Sociais?
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Durante muitos e muitos anos a indicação de outros clientes sempre foi o melhor meio de obter novos clientes.
Hoje, com o advento das redes sociais, temos as redes sociais como uma forma de indicação, interatividade e obtenção de novos clientes.
Será?
As redes sociais são uma excelente forma de conseguir novos contatos, seguidores para aquilo que pensamos, contudo, é apenas uma forma, um meio, não a razão, cerne da contratação.
A indicação nasce do bom trabalho, do bom atendimento, do preço justo, serviço perfeito, tudo justo e perfeito.
Com estes adjetivos, o cliente do teu negócio está apto a poder indicar teu serviço para outra pessoa.
Além de termos um bom trabalho, atendimento, preço, etc, precisamos divulgar isto, ou seja, temos que pensar em marketing.
Como dar publicidade?
Existem “n” maneiras! Algumas lícitas perante o código de ética do advogado, outras não.
Agora, apenas divulgar não é o foco. A informação divulgada deve estar acompanhada da credibilidade.
Credibilidade adquirimos com posicionamentos que refletem o trabalho, ou seja, se falamos sobre o direito do trabalho – reclamante, devemos falar sobre isto, dar dicas, etc. Apenas isto? Claro que não! Precisamos ter ações reais e efetivas em prol do direito dos reclamantes, como apoiar ou participar de sindicatos, estar a frente de movimentos de interatividade com este público alvo.
E como se constrói isto hoje em dia?
Através das redes sociais.
Não se iluda. As gerações mais novas estão até conversando apenas pelas redes sociais. Ignorar isto é deixar o escritório com data de término.
Então, o que vale mais: Indicação ou redes sociais?
Indicação com credibilidade, inclusive através das redes sociais.
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Spam é dano moral?
Recentemente veiculou notícia que o Superior Tribunal de Justiça negou uma indenização a um advogado por entender que receber spam é normal para quem usa internet e que o fato de esta ação ganhar procedência poderia haver uma enxurrada de ações iguais no país.
Leia na íntegra a reportagem aqui.
Saliento dois fatos:
1. O SPAM em si;
2. Os argumentos para negar a indenização;
Em relação ao SPAM, quem tem email sabe, por dia sáo inúmeros que recebemos de todos os tipos, desde remédios a cunho sexual. Ninguém gosta de SPAM. Aliás, quem promove SPAM poderia ser preso, pois o SPAM só traz prejuízos. Inunda nossa caixa de emails com bobagens, além de ser uma forma de disseminar vírus, trojans, etc.
Ninguém quer SPAM. Se temos muito na internet é porque NÃO HÁ LEGISLAÇÃO SOBRE O ASSUNTO, ou seja, A INTERNET É TERRA SEM LEI.
Em relação a decisão do STJ, só temos a lamentar.
Ao invés de estarmos procurando defender os direitos individuais dos cidadãos, estamos preocupados se o judiciário vai receber muitas ações???!!!
E a Justiça?
E a verdade dos fatos?
E o prejuízo causado por um insistente email que mesmo quando solicitado o descadastramento não lhe é concedido?
Uma verdadeira aberração. Ao dizer que qualquer um pode bloquear o spammer estão demonstrando comparativamente que eu tenho que ficar em casa, enquanto o ladrão pode estar na rua cometendo crimes. E o bom senso?
Eu, Gustavo Rocha, recebo por dia mais de 500 SPAMs. Quinhentos! Se não tivesse que estar entrando na lixeira para verificar se alguem email válido não está entre as inúmeras porcarias que recebo, certamente minha produtividade seria maior.
Alô STJ! Queremos que o SPAM seja banido e não estimulado com decisões como esta.
Numa época de processo eletrônico, padronização e gestão do judiciário ver um julgado assim não tem o menor sentido…
Independência ou morte! Ou será: Independência ou vida?
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Na próxima terça-feira temos a data da independência do Brasil, um dia muito especial para nós Brasileiros. Em razão desta data e de muitos estarem com feriados prolongados (emendando a segunda-feira) irei fazer o post de hoje uma homenagem até a terça-feira dia 07.
“Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria acesso ao sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora… Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. A capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável: Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. E, quando tudo mais faltasse, um segredo: O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.” (Mahatma Gandhi)
Ao pensarmos na independência de um país, pensamos em guerras, batalhas, vitórias, derrotas, enfim, depois de tudo muita reconstrução.
Outros podem pensar que é apenas mais um feriado, mais um momento de descanso e sequer refletir da importância da independência na suas vidas hoje.
O aspecto que penso ser indispensável refletirmos é sobre a nossa independência individual.
Como bem preceituou Gandhi, o segredo é buscar no interior de si mesmo a resposta e encontrar a saída.
E porque isto é importante no universo empresarial?
Somente uma pessoa com visão pode conseguir no complexo mundo dos negócios sobreviver de maneira a ser um verdadeiro camaleão: moldar-se a cada situação da melhor forma possível.
Para obter esta visão, é necessário muito estudo, experiência, maturidade emocial, enfim, vida aplicada ao caso prático.
E para ter todos estes elementos de sucesso, precisamos a maior batalha de todos os tempos: Conhecermos a nós mesmos.
Não se iluda!
Sem buscar em você as respostas as perguntas mais simples e mais complexas da sua existência é que reside a verdadeira resposta para o caminho do sucesso.
Ninguém cresce do dia para noite. Alguns são mais velozes. Outros não. Contudo, o que determina a durabilidade deste crescimento é o conhecimento da pessoa em si mesmo.
Não se trata de egoísmo, pensar em si mesmo, etc. É um ato de vida e amor a si mesmo: Conhecer-se para que o futuro seja duradouro e constante.
Por este motivo, penso que a versão atualizada do grito de Dom Pedro de independência ou morte, é seja independente e viva!
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Marketing Jurídico… Ou seria ensinar a cozinhar?
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Li uma frase num artigo do Dave Lorenzo (profissional de Marketing Jurídico nos EUA) que inspirou este artigo e a reflexão que faço em cima da frase.
Não diga ao cliente que o seu trabalho é entregar o peixe para ele. Diga que o seu trabalho é ensinar ele a pescar.
E o Dave acrescentou:
Que depois de aprender a pescar, ele voltará para aprender como cozinhá-lo.
A ideia que nos remete esta frase é sobre a informação que compartilhamos com o cliente, além das atitudes que firmamos com ele.
Ilude-se quem pensa que ao ensinar, entrega-se o ouro ao bandido.
A informação hoje, mais do que nunca, é pública. Basta ir no Google, Yahoo ou Bing e digitar a sua pesquisa. Você encontra endereços de empresas, CNPJ, modelos de petição, jurisprudência, até namorados(as).
Porque você acha que o seu cliente não saberá fazer esta pesquisa?
Lógico que vai pesquisar. Lógico que vai encontrar algo a respeito. Lógico que vai te questionar (sem avisar que pesquisou antes). Lógico que se a tua resposta não for boa e outro na internet tiver algo melhor, ele troca de fornecedor.
Então, por decorrência lógica, lógico que você deve se posicionar na rede o mais rápido possível.
Não é difícil, nem impossível, tão pouco complicado.
Crie um site, um blog e um twitter, inicialmente.
Alimente diariamente o twitter.
Alimente pelo menos semanalmente o blog.
Alimente o site com informações do blog e do twitter, além de outras.
Só estas três atitudes já criam a tua posição na internet.
Basta isto?
Lógico que não! Precisa ter pesquisa, conteúdo relevante e principalmente interatividade.
Não basta encher tudo de informações. É necessário interagir com outros contatos da rede social, visando o crescimento e qualidade da rede.
A ideia é informar, conversar, propor soluções, enfim, interagir com o cliente, seja presencial, seja virtualmente.
Assim, da próxima vez que pensar em marketing jurídico, pense em ensinar a pescar, já com a ideia de que o cliente poderá querer também aprender a cozinhar, ou seja, já podes deixar uma dica de que conheces o mercado, sabes aonde o caminho vai levar.
Pense nisto!
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