12 Estratégias para redução do adoecimento osteomuscular na empresa

- Estratégia 12 –  Rodízio de tarefas -

Terminando a série de 12 estratégias para redução do adoecimento osteomuscular relacionado o trabalho com alta produtividade falaremos hoje sobre a o rodízio de tarefas.

Nem sempre é possível mudar a natureza de determinadas tarefas, porém a análise ergonômica bem fundamentada dos postos de trabalho e tarefas exercidas permite criarmos mecanismos de compensação do risco de adoecimento e com isto conseguimos mais uma forma de gerenciar a saúde ocupacional e manter a produtividade.

Mas como fazemos isto? Em locais de maior repetitividade ou risco biomecânico envolvido as atividades do setor são mapeadas e classificadas, permitindo que seja realizado um rodízio de tarefas entre os colaboradores, reduzindo drasticamente a exposição ao risco e desta forma reduzindo a probabilidade de distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho – DORT.

É realizado um registro por onde o colaborador passou durante a jornada e esta planilha é posteriormente validada pelo fisioterapeuta do trabalho, tornando assim um documento comprobatório das atitudes preventivas da empresa. Bom para o funcionário que garante a menor exposição aos riscos ocupacionais que não foram possíveis de serem modificados e melhor ainda para a empresa que ganha um registro das suas atitudes preventivas.

Esta série de 12 estratégias trouxe um pouco mais sobre o que está sendo feito no mercado de trabalho para otimizar a saúde e a produtividade nas empresas. Aproveite e pense um pouco na sua realidade e como adaptar estas estratégias no seu dia a dia. SEMPRE HÁ O QUE MELHORAR! Nunca se esqueça disto!

Leonardo Rodrigues

Fisioterapeuta do Trabalho e

Ergonomista

leonardo@ergosul.com.br

(Leonardo Rodrigues escreve quinzenalmente no Blog da Consultoria GestãoAdvBr sobre Saúde e Produtividade Empresarial)

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“Por causa de um prego, perdeu-se uma ferradura.
Por causa de uma ferradura, perdeu-se um cavalo.
Por causa de um cavalo, perdeu-se um cavaleiro.
Por causa de um cavaleiro, perdeu-se uma batalha.
E assim um reino foi perdido.
Tudo por causa de um prego.”

Autor desconhecido.

Esta estória narra a realidade de muitas empresas que possuem funcionários que pensam igual ao ferreiro: Um prego não vai fazer a diferença…

Quando se pensa assim, está se cometendo pelo menos dois erros: O de achar que o seu trabalho nada vale e de que ninguém vai perceber se o fizer mal feito.

Se você acha que o seu trabalho não vale nada, porque continua trabalhando nesta empresa?

Se pensarmos um pouco, apenas um pouco, vamos raciocinar que empresa nenhuma iria contratar alguém que não tivesse função ou lhe fosse útil.

Da mesma forma, não há razão para quem contrata esperar que o funcionário seja um robô, que não faz nada além do que lhe é ordenado fazer.

O sucesso reside justamente em fazer a estória ao inverso: Se for cometer um pecado no trabalho que seja pelo excesso e não pela omissão.

A omissão é o primeiro e, as vezes último, sinal de que a empresa não exerce mais o fascínio no empregado. Lógico, temos que ponderar que não se pode estar estimulando alguém 24 horas por dia e que salário não é a única forma de encantar o funcionário.

Quando o funcionário começa a trabalhar no automático ou de maneira padrão é um sinal de que ele já foi melhor e agora está num período de baixa. Não quer dizer que tenha que demiti-lo. Mas, ser franco que o seu rendimento está abaixo do esperado e questionar o porque disto. Nesta conversa será uma excelente oportunidade de avaliar o perfil emocional do mesmo.

Então, vamos pensar sob dois aspectos:

Você, funcionário, se começar a sentir que o trabalho não lhe motiva, está desconcentrado, sem ideias e sem ânimo, cuidado, luz vermelha, pense e repense suas atitudes e até o seu futuro na empresa.

Você, empregador, se perceber as atitudes de omissão e desídea de um funcionário, converse com ele, busque os motivos, antes de qualquer atitude mais drástica.

Afinal, sob ambos os ângulos estamos pensando sob o aspecto do trabalho: Se o funcionário não está produzindo a contento, toda engrenagem da empresa está a perigo, independente do cargo que ocupa.

Pense nisto!

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“Há dois dias em todas as semanas com os quais não deveríamos nos preocupar. Dois dias que deveriam ser mantidos livres do medo e da apreensão. Um destes dias é o ONTEM, com seus erros e ansiedades, suas falhas e bobagens, dores e sofrimentos, o ONTEM passou para sempre, está além do seu controle, todo o dinheiro do mundo não poderá trazê-lo de volta… Não podemos desfazer um único ato que fizemos, não podemos apagar uma única palavra que dissemos, o ONTEM se foi… Outro dia com o qual não deveríamos nos preocupar é o AMANHÃ, com suas possíveis adversidades, suas cargas, suas grandes promessas e pobre desempenho… O AMANHÃ está além do nosso controle imediato, o sol do AMANHÃ irá se levantar ou em esplendor ou por detrás de uma máscara de nuvens, mas se levantará e, até que ele o faça, não temos nenhuma garantia do AMANHÃ, pois ele, ainda não nasceu. Isso deixa apenas um dia, o HOJE. Qualquer homem pode lutar as batalhas de apenas um dia, é só quando você adiciona as cargas daquelas duas assombrosas eternidades – o ONTEM e o AMANHÃ – que sucumbimos. Não é a experiência do HOJE que enlouquece alguém, é o remorso ou a amargura por algo que aconteceu ONTEM e o receio do que o AMANHÃ pode trazer. Portanto, vivamos não mais que um dia por vez. Somente por hoje serei feliz, somente por hoje serei agradável, somente por hoje falarei baixo, agirei polidamente, não criticarei ninguém, não acharei erros em nada e nem tentarei melhorar alguém antes de melhorar a mim mesmo. Somente por hoje terei um momento em silêncio, sozinho, relaxarei e conversarei com Aquele que está a brilhar lá em cima… ONTEM é história, o AMANHÃ é um mistério, mas o HOJE é uma dádiva, por isso é chamado… PRESENTE!”

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“Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros.“Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros. Na verdade, está-se exercitando uma pequena maldade, não prevista no Código Penal. Fofocas podem provocar lesões emocionais. Por mais inocente ou absurda, sempre deixa um rastro de desconfiança.Onde há fumaça há fogo, acreditam todos, o que transforma toda fofoca numa verdade em potencial. Não há fofoca que compense. Se for mesmo verdade, é uma bala perdida. Se for mentira, é um tiro pelas costas.”

Martha Medeiros

Quem nunca ouviu uma fofoca? Ou como dizem alguns a notícia circulou via rádio corredor…

Nas empresas é algo aterrorizador. Uma fofoca pode destruir um belo – e difícil – trabalho de equipe.

Muitas vezes as fofocas existem porque a direção/liderança não administrou bem a situação.

Um exemplo prático e comum: A demissão de um determinado funcionário. O fato de demitir é um exercício do livre arbítrio da empresa, contudo, assim que o funcionário saiu começam os boatos. “Ele saiu porque dormiu com a fulana” “Ele saiu porque brigou com o fulano” e por aí vai. Enquanto a direção da empresa fica calada, os boatos aumentam.

A abordagem da empresa deve ser uma: Se posicionar.

A empresa que se posiciona afirma aos demais funcionários que ele foi demitido pelo motivo A, B ou C. Se alguém da empresa quiser comentar outros motivos que não os elencados pela empresa, problema deles. A empresa deu o seu motivo.

O mais importante é termos uma versão oficial. Isto inibe comentários e auxilia a liderança a se posicionar também. Se alguém faz outro comentário que não o oficial, a liderança pode cobrar e reafirmar a posição oficial.

Inclusive sobre demissões, leia mais aqui.

Não aceite que fofocas, boatos maculem a sua empresa.

Posicione-se como empresa e extermine o problema pela raiz.

Fugir do problema não faz ele ser solucionado. Seja o verbo de ação da sua empresa.

Pense nisto!

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O título não é uma pegadinha de português.

Normalmente usamos o desculpe no significado de desculpar-se de algo que fizemos e queremos perdão.

Quando usamos desculpa, queremos dizer algo para fugir, não cumprir aquilo que foi ou está sendo pactuado.

O Perdão é o mais nobre dos sentimentos. Precisa de muito amor, verdade e autoconhecimento para perdoar alguém de coração.

Desculpar-se no universo corporativo é fundamental.

Somos falíveis, as vezes erramos, somos grosseiros com pessoas queridas, somos ríspidos, enfim, agimos diferente da nossa conduta habitual.

Se erramos, pedimos desculpa e pronto. Certo?

Errado!

Pedir desculpas não é o suficiente. Devemos tentar reparar o erro. Compensar a pessoa se for possível.

Agora, se não for possível reparar, olhe bem nos olhos da pessoa que cometeste a injustiça e diga: “Errei. Me desculpe. Você pode me perdoar?”

Se você foi o injustiçado, aceite de coração o pedido de desculpas. Não é fácil pedir perdão a alguém. É um gesto nobre, de coração. E mais, se for sincero o pedido, podes ter certeza que perdoar fará do perdoado um amigo verdadeiro.

Esta é uma das facetas da desculpa.

A outra é muito, diria largamente utilizada nas empresas: Desculpas.

Desculpa para não cumprir no prazo;

Desculpa para chegar mais tarde;

Desculpa para sair mais cedo;

Desculpas.

Por óbvio, ululante, diáfano que ao errar, chegar atrasado ou sair mais cedo fornecemos motivos.

Uma coisa é o motivo. Outra é a desculpa.

O motivo é aquele utilizado vez em quando, quase nunca, já que somos conscientes da obrigação que temos e assumimos. Desculpa, é quando qualquer motivo é motivo para não trabalhar.

Analise seus motivos, seus porquês, seus sonhos.

Está descontente com o trabalho? Procure outro!

Acha o salário baixo? Estude, seja diferente, crie!

Sente-se menor que os outros? Veja se está mesmo ou se não é coisa da sua percepção.

Afinal,

Desculpar-se sim, desculpas, não!

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As redes sociais são a mídia do momento. Artigos, reportagens, não importa onde, só se fala disto.

Traça-se paralelos entre as redes sociais e o mercado de trabalho, redes sociais e o marketing jurídico, redes sociais e a nova forma de comunicação da sociedade.

A reflexão que ecoa em todas as perguntas é: Estamos preparados?

Talvez sim, talvez não.

Estar preparado para as redes sociais significa muito mais do que estar com a sua marca nas redes e atualizar periodicamente.

Significa interagir com outros nas redes;

Significa monitorar o que é debatido e interagir;

Significa dedicar tempo e assuntos com foco nas redes e para as redes;

Você faz isto ou apenas atualiza?

Atualizar é imperioso, contudo não resolve tudo.

Sem interatividade a rede fica monótona, vazia, sem qualquer sentido.

O importante é se tornar conhecido das pessoas pela interatividade, pensamento, atualizações e visões sobre os fatos do dia a dia.

Isto mesmo! Fatos do dia a dia.

As redes estão cheias de pessoas vazias, é verdade.

As redes estão cheias de pessoas querendo apenas fama, é verdade.

As redes estão cheias de pessoas com interesses pessoais, é verdade.

Mas, apenas isto é verdade?

Claro que não!

As empresas cada vez mais optam pelas redes como forma de se relacionar com o seu público alvo, com o seu mercado.

Repito, não basta atualizar. Tem que interagir. Tem que ouvir o cliente.

Você está preparado para ouvir o cliente e lhe responder em tempo real?

Você está preparado para monitorar críticas e sem brigas e discussões resolver as situações?

Você está preparado para toda esta interatividade?

Em caso positivo, parabéns, você está preparado para as redes sociais. Caso negativo, pense bem. O futuro da sociedade passa pelas redes sociais e sua empresa depende disto…

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Na última semana participei de um evento entre escritórios e Departamentos Jurídicos de empresas em Porto Alegre/RS. Nesta oportunidade, revi uma advogada que participou de um evento em que fui palestrante em Julho de 2010 em São Paulo, onde em uma das palestras que proferi desenvolvi o tema sobre redes sociais.

A colega esboçou sua alegria em perceber que antes de estar nas redes sociais tinha uma visão sobre as mesmas (pensava apenas no seu aspecto pessoal, ligado a família e amigos) e depois da palestra pode perceber sua utilidade profissional. Comentamos principalmente entre o facebook e o twitter.

Qual a importância deste relato?

Vejo em um enfoque e dois aspectos.

O enfoque: Eventos.

Aspectos: Fazer e participar.

Todos sabemos que o nosso código de ética veda inúmeras questões relativas a propaganda, marketing, etc. Contudo, uma das premissas que existe no mesmo código é da pessoalidade advogado e cliente e do relacionamento. Ou seja, manter relacionamento com o seu cliente de forma pessoal é permitido.

Neste diapasão, eventos se encaixam como?

Se você participa de eventos em prol do seu público alvo, por exemplo, um advogado que atua na área empresarial pode participar de eventos de empreendedores, de industriários, comerciários, etc. Nestes eventos poderá expor suas ideias, visão de mercado, enfim, tudo que é útil para os próprios clientes dele e para ele também. Se for um advogado que atua para pessoas físicas, participar de eventos comunitários, de associações, etc, pode ser uma ótima forma de relacionar-se.

Em qualquer um dos casos, jamais esqueça o cartão de visitas. Vale a pena e dá resultado.

O mesmo vale para o outro aspecto mencionado: Fazer eventos.

Se você tem vocação, seja palestrante na sua área, procure estar presente junto com a comunidade.

O marketing tem tudo a ver com a sua marca, com o seu nome. Quanto mais você estiver presente, melhor para você.

Não deixe para amanhã. Organize hoje o seu evento ou veja na internet os eventos disponíveis.

Você quer fixar a sua marca no seu público alvo? Seja presente. Este é o segredo.

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Recentemente uma reportagem nos EUA demonstrou que cresce o número de extorsões a adolescentes via redes sociais. Destaco uma parte da notícia:

O pesadelo começou com uma brincadeira: três adolescentes visitavam um site de com videochat e cederam ao pedido de mostrarem rapidamente os seios em frente à webcam. Uma semana depois, uma das garotas, moradora do Estado de Indiana, com 17 anos, começou a receber e-mails com ameaças de um desconhecido. Ele dizia que havia capturado a imagem dela na webcam e a exporia no MySpace a menos que ela posasse para mais fotos e vídeos explícitos. E pelo menos duas vezes ela obedeceu, com medo do que o sujeito pudesse fazer.

Finalmente, a polícia e as autoridades federais foram envolvidas no caso e, em junho deste ano, acusaram formalmente um rapaz de 19 anos, do Estado de Maryland, por casos de exploração sexual. Casos como este têm acontecido com frequência cada vez maior nos Estados Unidos, onde já se cunhou inclusive o termo “sextorsion”, ou sextorsão, em tradução livre, em referência a estas extorsões sexuais praticadas via internet.

Leia na íntegra aqui.

Além da questão do crime, temos outros dois fatores que devemos refletir deste episódio: A questão social formada e a consciência coletiva que estamos desenvolvendo para o futuro.

Quem poderia imaginar há anos atrás uma adolescente mostrar os seios numa câmera por simples diversão? Não estou fazendo o julgamento do certo ou do errado, mas sim do fato em si.

Estamos vivenciando uma sociedade nova, sem qualquer paradigma com o passado. As redes sociais tem tido um papel importante neste contexto. Seja para o bem, seja para o mal.

Devemos perceber que as redes sociais são um instrumento de interatividade imprescindível aos jovens atualmente. Muitos sequer usam o email, preferem twitter e facebook.

Esta mudança social deve ser analisada por nós que estamos no mercado com muita atenção, pois reflete as tendência de mercado de médio e longo prazo.

Daqui alguns anos não se imagina as pessoas sem redes sociais, como em 1995 não imaginávamos alguém com internet, afinal pouquíssimos tinham.

Observem que estamos falando de apenas 15 anos (1995 – 2010). Como serão as tendências daqui a 15 anos? Ou melhor, daqui a 5 anos?

Sim, daqui a 5 anos. Diferente de 1995, agora a informação e as culturas sociais tem mudado de maneira muito rápida.

Se a sua marca não estiver hoje preparada para debater na internet, ofertar produtos e serviços e principalmente vivenciar esta mudança do mercado, ela não está preparada para os próximos 15 anos.

Esta mudança social nos remete a segunda questão: Consciência coletiva.

Ao mudarmos tão forte e rapidamente nossos valores culturais, estamos formando pessoas cada vez com diversidades de pensamento, informação e cultura. Em Outubro de 2009 já havia analisado esta questão, quando escrevi sobre as Redes Sociais e o Feudalismo (leia aqui).

Estamos vivenciando uma era de formação de verdadeiros feudos, ou seja, segregações por diferentes culturas, ou tribos como hoje se fala.

Antes ( e não me refiro a isto com saudosismo, mas como constatação), tínhamos uma cultura e consciência coletiva do que era certo ou errado muito próxima em toda a sociedade. Hoje, cada um ou cada tribo está formando sua própria consciência coletiva.

O que isto significa em termos de mercado?

Que cada vez mais precisamos estar dentro de várias tribos, conhecer seus interesses e identificarmos nossa marca com algumas delas, para que a marca seja valorizada.

Estamos vivenciando uma época singular da história humana social.

Analise, critique, pense a respeito e principalmente aja.

Sua atitude hoje pode e será a solução do seu negócio e clientes amanhã.

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Se você não sabe aonde quer ir, como poderá chegar lá?

Esta é uma questão óbvia. Por isso, quando se planejam férias, escolhemos o local.

Porque, dependendo do local escolhido, selecionaremos o tipo de transporte, faremos reservas para hospedagem, providenciaremos a roupa adequada.

Quando se sai a passeio, escolhemos o local da mesma forma. Iremos ao campo, à praia, à casa de amigos?

Porque, justamente a partir dessa definição, ajustaremos horários, convidaremos essa ou aquela pessoa, faremos contatos preliminares.

De uma forma muito paradoxal, contudo, quando falamos de nossos objetivos existenciais, poucos têm metas bem definidas.

Essa é uma das causas de depressão, nos dias atuais.

A pessoa diz que quer ter uma vida normal, simplesmente. Mas, não estabelece o que seria essa vida normal. O que deseja para si.

O que gostaria de fazer?

Profissionalmente, o que pretende: onde deseja trabalhar, com quem, que cursos ainda planeja fazer, que aperfeiçoamentos almeja?

Pessoalmente, pensa em se casar, em ter filhos, em viver numa casa ou num apartamento, no campo ou na cidade, neste país, em outro país?

Culturalmente, deseja se aprimorar no estudo da arte, de outro idioma, artesanato?

Quando as perguntas surgem, as respostas quase sempre são evasivas: Sei lá, qualquer coisa, o que vier está bom.

Algumas pessoas se recusam a idealizar, a sonhar. Dizem que é para não sofrerem decepções.

Outras se dizem incapacitadas de sonhar seus próprios sonhos. Pensam em se realizar através de outras pessoas.

Ou que outras pessoas as façam felizes.

Eis a questão: se não há meta a atingir, se não há um objetivo a ser alcançado, como encontrar ânimo e energia para se viver com intensidade a cada dia?

Onde a alegria da conquista? Onde o sorriso da vitória? Onde o contentamento de se afirmar vencedor?

Sem meta não se vive. Simplesmente se obedece a automatismos.

É um adormecer psicológico que conduz a criatura a estados de indiferença, desânimo, descontentamento, até o desprezo pela vida.

Para se ter saúde é imperioso se ter um projeto pessoal, definindo exatamente o que se deseja.

Alcançar ou não é outra questão. Mas o importante é o esforço, a luta continuada.

Pensemos nisso e façamos uma análise de nossas metas, nossos sonhos.

Se até aqui estamos vivendo por viver, trabalhando, estudando, porque está no contexto em que nos movemos, façamos uma parada.

Reformulemos nossa vida. Elejamos ao menos uma meta a alcançar.

E não nos deixemos intimidar pelos anos transcorridos ou pelos muitos dias já vividos.

Sempre é tempo de aprender, de ser feliz.

Pensemos nisso!

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Na teoria assim como na vida, temos três categorias de profissionais:

Os Aprendizes;

Os Mestres;

Os Companheiros;

Os Aprendizes são aqueles no início da profissão, pessoas que estão na busca incessante do conhecimento, do lapidar seu eu interior, desbastando as arestas, querendo subir na escada profissional.

Os Mestres são aqueles que já se consideram prontos, são normalmente sócios, diretores ou líderes. Querem maior estabilidade e planejamento de carreira.

Já os Companheiros são aqueles no meio do caminho, pessoas que buscam um aprendizado junto com sucesso e ainda acreditam nos sonhos do Aprendiz e já começam a ver o mundo com olhos de Mestres.

Na caminhada da vida cruzamos com as pessoas nestes estágios e verificamos características inerentes a cada um:

Aprendizes: São ansiosos, querem aprender, são fugazes, não profundos e muitas vezes acham que já sabem o suficiente.

Mestres: Geralmente acham que já sabem o suficiente, não tem paciência para nada e querem ordenar mais do que racionalizar e planejar.

Companheiros: Estes são aqueles que tem o sonho, planejam, começaram a colher os frutos do trabalho e buscam agora o sucesso. Gostam do planejamento, mas nem sempre o fazem. Estudam, mas querem algo mais prático. São normalmente mais diretos.

E com tudo isto, qual a reflexão a se fazer em cada tipo?

Simples:

Nunca percam o sonho de Aprendiz, aproveitem a maturidade de Mestres para construir castelos sólidos e verdadeiros e sejam como a alavanca quando forem Companheiros: Um trampolim para uma carreira de sucesso através do planejamento, gestão e sapiência!

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