O que mais ocorre na advocacia é ouvirmos: “Não tenho tempo pra nada. Só audiências e prazos”.

E o Marketing Jurídico?

Sempre parece que não tem tempo. “Não tenho tempo para escrever, para palestrar e por aí vai”.

Não temos tempo?

Então vamos pensar em alguns aspectos que geram tempo:

Primeiro, repense suas prioridades.

Prazos são importantes, mas quem fica na estratégia deve ficar buscando novos negócios e não ficar na parte operacional.

Segundo, repense seu dia a dia.

Questão de marketing deve estar presente em todos os momentos. Ande sempre com cartões de visita. Converse com todos e não tenha vergonha de demonstrar conhecimento.

Terceiro, repense o valor de si mesmo.

Advogado tem a mania de achar que não vale muito, porque resolve os problemas dos outros através da justiça. Isto está errado!

O valor do profissional deve se dar justamente por resolver os problemas dos outros.

Enfim,

O marketing deve existir todo o tempo, por ser uma prioridade na vida do profissional.

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No dia 28 de Junho publiquei um post com o título Quando a mudança atrapalha? destacando o caso do hootsuite que atualizou a versão e perdeu funcionalidades. Leia o artigo aqui.

Pois bem.

Alguns dias após a publicação, resolvi voltar ao hootsuite para ver como andava e para minha surpresa havia uma tela inicial descrevendo justamente a solução do problema que relatei.

A empresa fez exatamente o que o título deste artigo pressupõe: fez uma mudança, errou, ouviu seus clientes, teve visão de negócio, corrigiu e voltou ao sucesso, estou usando novamente este gerenciador do twitter.

Por óbio, ululante, diáfano que não foi apenas meu pedido que fez esta mudança acontecer. Quiçá nem tenham lido meu pedido, afinal a perda da funcionalidade que relatei deve ter atingido muitos usuários.

Não importa. O importante foi a atitude, foi a visão e correção do problema.

No universo corporativo acontece a mesma questão.

A diferença entre o sucesso e o fracasso é tênue.

Se você mudar, verifique o que foi feito, faça uma análise do seu produto/serviço, peça aos clientes um retorno sobre a mudança, enfim, verifique se você errou.

Não pense que as críticas que receber é em relação a tua pessoa. Não é. O consumidor pode xingar o fabricante, mas está apenas externando que está insatisfeito com o produto, pois a marca lhe era importante e ele não aceita que uma marca importante possa produzir algo ruim.

Então, é neste momento que deves fazer a diferença.

Analise os pedidos de mudança, as críticas em relação aos serviços prestados, etc. Faça uma análise racional, sem o emocional.

Se perceberes que a mudança atrapalhou, oferte a possibilidade de voltar atrás, afinal, errar é humano e persistir no erro é que é burrice.

Assim, se errou, escute seu cliente.

Aprenda a ter visão do negócio. Da importância do seu produto ou serviço ao cliente. Em meus projetos de consultoria, por exemplo, perguntas que todo dia na semana em que visito meu cliente penso: “Será que meu trabalho é útil a ele? Será que posso fazer melhor? Será que ele está satisfeito?” Precisamos das respostas para crescer e evoluir.

Portanto, tenha visão do seu negócio como um todo para corrigir aquilo que está errado ou não satisfatório.

É justamente com os sentidos que podemos traduzir nosso negócio num caso de sucesso.

Pense e repense seu negócio diariamente. Permitir uma rotina achando que o sucesso é eterno, é o primeiro passo para o fracasso.

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Amigos, colegas, Irmãos e Companheiros de Caminhada terrena,

Em Julho, estarei em dois momentos palestrando sobre temas atuais e importantes para o universo jurídico.

No dia 08 de Julho estarei em Pelotas/RS a convite da Comissão do Jovem Advogado da OAB de Pelotas para palestrar sobre Marketing Jurídico e as ferramentas tecnológicas atuais.

Nos dias 21 e 22 de Julho estarei em São Paulo/SP palestrando na 3º Conferência Anual de Gestão de escritórios de Advocacia.

Espero vocês lá!

Julho de 2010

Marketing jurídico e as ferramentas tecnológicas atuais

Quando? Dia 08 de Julho de 2010

Horário: 19h

Onde? Presencial em Pelotas/RS – rua Félix da Cunha, nº 776 na sede da OAB de Pelotas.

Como se inscrever? Pelo telefone (53) 3222.3218 ou email pelotas@oabrs.org.br.

Investimento: valor de R$ 15,00 para estudantes e R$ 25,00 para profissionais para quem se inscrever antecipadamente e
para aqueles que se inscreverem na hora, R$ 20,00 para estudantes e R$ 30,00 para profissionais.

Gestão para escritórios de advocacia e departamentos jurídicos

Quando? Dias 21 e 22 de Julho de 2010

Horário: Das 8h30min às 18h30min

Onde? Presencial em São Paulo.

Como se inscrever? Acesse aqui.

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12 Estratégias para redução do adoecimento osteomuscular na empresa

- Estratégia 8 – Avaliação pré-admissional -

Dando continuidade à série de 12 estratégias para redução do adoecimento osteomuscular relacionado o trabalho com alta produtividade falaremos hoje sobre a avaliação pré-admissional na empresa.

Todos conhecem é claro o processo seletivo para a entrada em uma empresa, embora existam diversas variações. Algumas empresas exigem exame psicológico, exame médico e audiométrico, outras empresas complementam com exames de imagem e de sangue ou testes de dinâmica de grupos. Independente de todos os exames realizados na área da saúde quem bate o martelo no fim e emite o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) é o médico do trabalho. Tudo isto é conhecido do empresariado! O que relato hoje é uma nova modalidade de usar a ergonomia e a avaliação cinética funcional neste processo pré-admissional.

A avaliação cinética funcional é a avaliação da capacidade funcional (de movimento) do indivíduo sendo o profissional habilitado para esta avaliação o fisioterapeuta, mais especificamente dentro das empresas o fisioterapeuta do trabalho. Nesta avaliação são realizados testes funcionais, de amplitude dos movimentos e força muscular específica (incluindo testes com dinamômetros manuais, dorsais, lombares e eletrônicos) onde no resultado final é obtida a capacidade funcional do candidato ao emprego. Esta informação pode ser muito útil ao médico do trabalho, complementando a sua gama de avaliação do individuo e favorecendo uma melhor análise do candidato. Mas afinal em que especificamente o médico poderia usar esta avaliação? E de que forma a empresa se beneficiaria na diminuição do adoecimento dos funcionários?

Possuindo conhecimento ergonômico dos postos de trabalho da empresa a avaliação das capacidades individuais de cada colaborador permite a alocação laboral adequada para as características individuais, reduzindo a sobrecarga de cada funcionário e permitindo uma melhor adaptação ao trabalho. Por exemplo, imagine que dois candidatos concorrem a uma vaga na expedição da sua empresa (carga que ergonomicamente foi avaliado como de grande esforço para as mãos) e uma vaga no almoxarifado (cargo que requer mais mobilidade do que força manual). O candidato A apresentou funcionalidade normal e uma força adequada nos testes dinamometricos (de força) para as mãos e o candidato B apresentou funcionalidade normal, porém pouca força para as mãos (compatível com o seu biótipo, por exemplo). O médico da empresa, junto ao ergonomista, possuirá conhecimento para alocar cada candidato em sua melhor vaga, onde aquele individuo se adaptará com maior facilidade.

Outro ponto fundamental nos dias de hoje para esta avaliação é a possibilidade de usar a mesma para medir as capacitações de indivíduos portadores de necessidades especiais quando os mesmos fazem a admissão na empresa. Mais uma vez conhecer os requisitos ergonômicos do trabalho que será desenvolvido e as capacidades funcionais do individuo irão colaborar para a adaptação do trabalho aquele novo colaborador que está chegando. E a sua empresa pensa neste tipo de prevenção?

Leonardo Rodrigues

Fisioterapeuta do Trabalho e

Ergonomista

leonardo@ergosul.com.br

(Leonardo Rodrigues escreve quinzenalmente no Blog da Consultoria GestãoAdvBr sobre Saúde e Produtividade Empresarial)

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Na última sexta-feira o Brasil perdeu a oportunidade de seguir na Copa do Mundo da África. Voltamos para casa mais cedo.

E agora?

A visão que devemos ter é a mesma que exigimos dos colaboradores em equipe: Reage!

Como diz a música: “Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”.

As situações do cotidiano podem apresentar um revés, isto faz parte da vida. A diferença entre perder e vencer está na atitude, na reação em que cada um tem em razão das mazelas da vida.

Assim como na vida, no jogo o desequilíbrio emocional dos jogadores se transforma em algo negativo para todos, transformando talentos em nulidades.

No universo empresarial, o mesmo ocorre diante da falta de inteligência emocional de alguns profissionais.

Sair da noite para o dia sem sequer dar uma satisfação e mandar um email de desligamento, xingar colega de trabalho via email ou pessoalmente, rebater uma discussão com uma pessoa que não está bem naquele dia, são situações típicas de descontrole emocional.

No mundo corporativo precisamos ser racionais. Vale utilizar a emoção sim – inclusive pode ser um grande diferencial – desde que utilizando com a nossa razão.

Então, pense e repense suas atitudes, sua forma de reagir diante de situações negativas.

Será usando esta razão de pensamento que o diferencial de carreira e caminho do sucesso estão sendo construídos.

Respondendo a pergunta do título: Perdemos… e agora?

Agora, reagir com otimismo, usando a razão a nosso favor.

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CLIC

Daletra

Nasci em uma cidade pequena. De cotidiano pequeno. Uma dentre aquelas que não aparecem na TV a não ser no infortúnio. Onde galos dobravam, as casas tinham quintas, lençóis cheiravam a sol e o futuro das pessoas… bem… o futuro das pessoas  era predito: “- Quando crescer vai ser isto.” E comumente era ou era parecido ou alguém mudava de cidade e se perdia pelo mundo mambembe, quem sabe em um circo que pousava aqui e ali! A cidade da minha infância é uma cidade distante de tudo – como o é o circo da minha infância.

Lembro do rádio e lembro que rádio, naquela época, era mais ou menos o que o computador é para os meus netos: Uma grande descoberta, a maior necessidade, a tela por onde se via o mundo. Confesso, adorava a grande tela que não era a do cinema, mas a tela imaginária que tinha toda e qualquer rádio, onde se via aquilo que não se via no mundo e o que se via no mundo, não ia além daquilo que alcançava a vista ou do mundo que era predito: “Quando crescer vai ser isto”.

Um homem tem que ser do tamanho dos seus sonhos…

…Nunca quis entrar dentro do rádio. Daquela caixa de onde saía uma voz com anúncios de dentifrício e de refrigerante tubaína. Nem quis conhecer a cantora da voz de ouro. Sei, também, que os melhores lances de todas as partidas de futebol, nunca aconteceram, senão na voz dos locutores que falavam na caixa que tinha voz e que em meio a ruídos e estalos, assustava um sabiá dormindo no fundo do sítio, mas anunciava tempestade e esta foi a primeira forma de previsão do tempo, a não ser a do cheiro de chuva que corria de dentro da mata entrando pelas narinas dos velhos…

…mas eu nunca quis entrar no rádio. Um homem tem que ser do tamanho dos seus sonhos. Sabe?!…

(…)

Aprendi a ler até o terceiro ano da escola. Escrever não sei direito, a não ser o que sei hoje apesar de ler bastante, mas o pouco que eu escrevia, já era muito para naquela época tirar diploma na cidade. É! Na cidade! Saí do sítio, contrariando o que “era pra ser isto” e fui morar na cidade. Sempre tive braço forte, hoje já estão cansados, mas eles me deram diploma pra trabalhar no madeirame que vinha nos navios do porto.  Com um pouco mais de força nos braços e cansando a vista, entrei para o sindicato…

…Entrei para o sindicato, daqueles sindicatos que havia antigamente onde os homens tinham muita força nos braços e os sindicatos tinham muita força nas mãos.

(…)

Quando comecei a trabalhar continuei a andar com a bota do sindicato que já era grande coisa, pois sempre andei de chinelas. Não comprei sapato, economizei e comprei um rádio e foi antes de me casar, porque sapato eu comprei só quando fui me casar.

Bom…Eu não tinha sapato, era o mais o mais novo do sindicato, sabia ler alguma coisa e tinha um rádio. Eu nem sabia que era, mas eu era um sujeito diferente, mais ainda se soubessem que eu sempre acreditei que um homem tem que ser do tamanho dos seus sonhos, mas eu nunca quis entrar no rádio, mas sair do alto falante…

Sim, sair de dentro do alto falante…

(…)

Foi dia 1ª de maio. O sindicato comprou uma Kombi e uma Kombi com alto falante. “- Isto é um conquista da classe trabalhadora e do nosso sindicato….” Foi o que disse o presidente saindo do alto falante. Eu já tinha visto, na festa da padroeira, o padre rezando a missa saindo do alto falante, mas eu nunca gostei de padre, porque padre só dizia que a gente que era do sítio, tinha o tamanho de um sítio e não tinha tamanho de sonho, mas tenho o maior respeito por Deus e por todos os santos… Eu não tinha reparado que sair do alto falante era entrar dentro do rádio.

(…)

Falei aqui, falei lá, corri pra cima e pra baixo, fiz amizade com um, depois amizade com outro, fiz até inimizade…Melhor! Fizeram ela comigo. Tudo pra sair do alto falante, pois a Kombi serviria, como de fato serviu, para andar rodando os bairros, falando pra todos os braços que eram do sindicato as noticias do trabalho. “A cada um conforme o seu trabalho”  - findava a locução e depois estacionava no porto. Foi bem ai, nesta época… foi nesta época que me chamaram para a diretoria.

(…)

Eu sabia escrever o que os outros não sabiam, falava com quem eu podia pra conseguir o que eu queria, não tinha parente polícia, não gostava de padre e saia do alto falante. Acharam assim que eu era alguém que poderia vir a ser alguma coisa no sindicato, além de secretário. “A cada um conforme o seu trabalho…” O presidente sempre repetia ao final das reuniões e tinha que ir para a ata. Se um dia eu quisesse não sair mais do alto falante, pra falar naquela mesa, eu iria fazer questão de dizer “A cada um conforme o seu sonho…” porque dar trabalho pra alguém, só mata a fome do sujeito, se você der um sonho, o sujeito não vai morrer de fome nunca. Eu achava isto, mas eu só estava ali por conta de rádio e de alto falante e já sabia também, que os homens não são do tamanho do sonho. Os homens são pequenos e eu era diferente, porque eu saia do alto falante. Eu já tinha tamanho de homem e não me interessava nem um pouco com alguém viajando para um país onde as cortinas fossem de ferro.

(…)

Foi dia 1º de abril a revolução. Ninguém sabe, mas mudaram a data porque dia 1º de abril é o dia da mentira. Uma Kombi parou na frente de casa, com um ou outro colega e o médico do sindicato, mas a Kombi não era a do sindicato. Nem o jipe era do sindicato. O homem no fundo do quintal com um fuzil, também não era do sindicato. Eu já era casado e tinha família. Peguei uma muda de roupa, um monte de vergonha da vizinhança e não fui trabalhar no porto naquela noite. Fui viajar…

(…)

Onde é que eu estava mesmo?… Ah!… Fui pra capital e fui interrogado e já foram perguntando se eu conhecia alguém e eu conhecia todo mundo. Perguntaram se eu ia na missa, eu disse: “- Respeito a todos os santos”. Perguntaram, também, porque eu saía do alto falante da Kombi, eu disse: “- Eu tenho um sonho”. …Perguntaram se eu era comunista e não esperaram resposta, mas eu disse: “- Eu só trabalho no porto”. E isto não convenceu e eu fiquei no quartel.

(…)

Fiquei um tempo e fiz amizade. Os colegas do sindicato foram embora, mas eu era diferente, como o médico era diferente, o advogado era diferente, o doutor juiz desembargador era diferente e até um moleque que foi governador do estado, era diferente, como todos os outros diferentes que dormiam amontoados no chão. Por sermos todos diferentes, ficamos presos e eu comecei a sentir medo de não voltar nunca mais. Medo, o tive, mas tive mais sorte…

(…)

Tive sorte e fui saber disto depois…

Colegas nunca voltaram, como se tivessem sumido com o circo da infância. Outros, apanharam muito pra inventar coisas e chamam isto de tortura – isto é pior que tortura. Mulheres sofreram e as famílias com elas. Isto aconteceu até que todos ficaram calados dentro da cidade, inclusive eu – a Kombi deixou de existir.

Passei a sentir temor que é um medo irracional. Deixei até de ouvir rádio. E talvez todo o temor, não fosse pelo fato de que naquela época poderia alguém citar o meu nome na capital e a Kombi parar na frente de casa. O temor era outro, eu era diferente.

O temor maior era de ter um sonho, porque quem tem um sonho tem liberdade e naquela época ninguém podia ser livre. Tudo era proibido, era reprimido, não se podia inventar nada, nem a própria vida, muito menos ainda a vida dos outros a não ser alguns, que inventaram o medo na vida dos outros!

Não era dado a cada homem ter o seu próprio tamanho, mas isto não dava tristeza. Triste é hoje, não saberem de tudo isto. Que se pode transformar o mundo a sua volta com uma boa idéia. Eu entrei dentro do rádio e nem precisei ser comunista. Depois eu….

“clic”

- Só um minuto. Vou falar pro senhor uma coisa e me perdoe a sinceridade, mas esta historia que o senhor tá contando, é uma estória estúpida e eu não estou chamando o senhor de estúpido. Foi uma estupidez muito grande o que aconteceu… e eu já ouvi bastante esta estória…as pessoas já ouviram bastante estupidez… não sei se vão se interessar por esta estória…eu queria alguma coisa que tivesse um pouco de humor…sabe?! Estes “causos”… me falaram que o senhor tem uns “causos” pra contar…

-  Causos?!… Eu até sei um ou outro. Tem uma história de circo…

- Estória de circo, é boa…Vamo lá…Deixa eu trocar a fita….Pode falar..

“clic”

- Bem, quando eu morava no sítio, papai trouxe a gente pra festa da padroeira. Tinha um circo na festa e eu fugi com o circo porque eu queria ser mágico…

- fim -

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Recentemente li um artigo muito interessante escrito por Fernando Adas sobre frases escritas por Jose Saramago e o marketing. Leia o artigo aqui.

Uma frase destacou meus olhos:

“Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.” (Jose Saramago)

É uma frase instigante.

Me relembra bastante o PDCA, bem como uma importante questão que muito exponho e debato nas minhas palestras e aulas: Precisamos aprender a criticar.

Não uma crítica a pessoa, mas sim aos fatos, a verdade que está acontecendo, a realidade como um todo, enfim, o mercado.

Agora vamos pensar da maneira inversa: Se um possível cliente está querendo comprar algo no seu negócio (produto ou serviço). Ele vai primeiro olhar. Depois talvez, repare em algo que chame a atenção, mas somente irá finalizar a compra se você passar pelo seu olhar crítico.

Neste caso, a crítica é em relação a utilidade, mobilidade, usabilidade, enfim, no que aquele produto ou serviço se torna importante para mim.

Quando fazemos esta reflexão, muitas vezes nos deparamos com respostas simplistas, que não traduzem a real potencialidade da pergunta, como por exemplo: As pessoas me contratam porque sou o melhor na área. As pessoas compram meu produto porque meu preço é bom e a qualidade excelente.

Sinceramente!

O que forma o preço é justamente os outros elementos. São eles que agregam valor. Se alguém me diz que o preço é bom, é porque o produto tem outros defeitos. O preço só é bom quando vislumbramos no produto o reflexo da nossa necessidade.

E como fazer isto?

Inicie pensando em como você pode agregar valor ao seu produto ou serviço. Pense em algo simples, funcional e útil que o teu público alvo precisa.

Depois busque fazer disto uma bandeira no seu marketing.

Exemplo prático em produto: Melhoria do próprio produto.

Exemplo prático em serviços: um escritório de advocacia que atende o direito de família começa uma aliança estratégica com um psicólogo para apoio aos seus clientes, visando melhor qualidade no atendimento e apoio por este momento difícil. O cliente contrata um advogado, mas recebe apoio psicológico, jurídico e fortalece seu espírito.

Isto agrega valor ao produto do advogado!!!

Por este motivo (crítica) é que evoluimos.

Aprenda a ver, reparar e criticar as situações e não as pessoas. Transforme isto dentro do seu negócio e ganhe valor em tudo que faz!

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Amigos, colegas, Irmãos e Companheiros de Caminhada terrena,

Em Julho, logo após a copa ;) , estarei em dois momentos palestrando sobre temas atuais e importantes para o universo jurídico.

No dia 08 de Julho estarei em Pelotas/RS a convite da Comissão do Jovem Advogado da OAB de Pelotas para palestrar sobre Marketing Jurídico e as ferramentas tecnológicas atuais.

Nos dias 21 e 22 de Julho estarei em São Paulo/SP palestrando na 3º Conferência Anual de Gestão de escritórios de Advocacia.

Espero vocês lá!

Julho de 2010

Marketing jurídico e as ferramentas tecnológicas atuais

Quando? Dia 08 de Julho de 2010

Horário: 19h

Onde? Presencial em Pelotas/RS – rua Félix da Cunha, nº 776 na sede da OAB de Pelotas.

Como se inscrever? Pelo telefone (53) 3222.3218 ou email pelotas@oabrs.org.br.

Investimento: valor de R$ 15,00 para estudantes e R$ 25,00 para profissionais para quem se inscrever antecipadamente e
para aqueles que se inscreverem na hora, R$ 20,00 para estudantes e R$ 30,00 para profissionais.

Gestão para escritórios de advocacia e departamentos jurídicos

Quando? Dias 21 e 22 de Julho de 2010

Horário: Das 8h30min às 18h30min

Onde? Presencial em São Paulo.

Como se inscrever? Acesse aqui.

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Para muitos, mudar é um martírio, um verdadeiro problema. Não aceitam a mudança e sequer pensam nos benefícios que ela pode oferecer. Pensam apenas que vai alterar a sua zona de conforto e não saberão como vai ser dali pra frente.

É verdade, a mudança nos impõe o inesperado, o diferente, nada mais igual a antes.

E como isso se reflete em você?

Você pode se questionar: O que importa eu, o que importa é a mudança da empresa, negócio, etc, certo?

Errado. A mudança somente ocorre nos seres humanos, nas suas atitudes, nas suas decisões.

Saber como alguém reage a mudanças é fundamental em qualquer negócio. Temos que aprender a lidarmos com a equipe, suas nuances e suas diferenças.

Faça um teste simples: Mude o caminho para a sua casa. Ao invés de ir por um caminho, vá por outro, não importando que é um pouco mais longe.

Se você se incomoda com esta mudança, melhor repensar suas atitudes, afinal, é uma simples mudança, nada radical.

Uma mudança de caminho pode oportunizar conhecer diferentes lugares, casas, pessoas, carros, enfim, nova rotina.

Não estar aberto a novas rotinas, pode ser um comportamento de conflito a mudanças, uma situação nada desejável no mundo corporativo moderno.

Precisamos de pessoas que vejam que tudo pode mudar, desde que haja planejamento, organização, visão e foco.

Mudar apenas por mudar é insano. Mudar tem que significar atitude concreta, visão do caminho a ser percorrido e dos riscos assumidos.

Repense sua forma de agir. Veja o que é melhor para você, mas saia da zona de conforto.

Não pense que o mundo vai mudar, se você não mudar. Tudo começa dentro de nós, com nossas ideias, raciocínio, conclusões e ações.

Você é o verbo da ação. Lembre-se disto.

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