Pensamento de final de semana: Somos o resultado do que pensamos

julho 31, 2010 by Gustavo Rocha · Leave a Comment
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Somos o resultado do que pensamos  -  Rogerio Martins

O que a neurociência vem comprovando cientificamente hoje e os psicólogos estudam há muito tempo, já era verdade há mais de mil anos em outras culturas: somos o resultado do que pensamos.

No filme “Quem somos nós?” há muitas referências da física quântica para comprovar a máxima de que nossos pensamentos influenciam a vida que temos. Ken O’Donell, no livro “Caminhos para uma Consciência Mais Elevada”, afirma: “Se tenho pensamentos positivos, movo-me numa direção positiva. Se tenho pensamentos negativos, movo-me numa direção negativa. Se não tenho nenhum pensamento, não vou a lugar nenhum.”

Quando penso – “sou gordo e não há jeito para emagrecer” – sem dúvida estarei reafirmando esta condição e me resignando a ela. Minhas atitudes serão compatíveis com este pensamento. Continuarei comendo, pois nada que fizer irá me tirar desta condição, de gordo. Este exemplo poderá ser utilizado no trabalho, nos relacionamentos, no ensino, na carreira, na busca por um emprego etc.

Por isso, fique mais atento aos seus pensamentos. Anote tudo o que vem à sua mente no dia-a-dia, como um diário. Escreva:
* Como eles ocorrem?
* Que tipo de pensamento é mais freqüente?
* O que surge em primeiro lugar em sua mente quando tem um problema?
* Como você reage quando é elogiado por alguém?
* Como se sente no trânsito congestionado, numa reunião chata e numa roda de amigos que só falam bobagens?

Depois faça a seguinte experiência: durante uma semana procure pensar positivamente sobre tudo o que acontece a sua volta. É difícil, mas é um exercício extremamente interessante.

Antes de sair de casa visualize um dia fantástico. Ao participar dos diversos eventos diários tenha sempre em mente o lado positivo das coisas. Mesmo quando algo não sair como esperava, busque o lado positivo.

Tente se relacionar com pessoas que conhece e não conhece de modo menos defensivo e reativo. Pare antes de reagir a uma provocação e lembre-se deste exercício. Quando sentir raiva por alguma razão, tente controlar os pensamentos e atitudes. Enfim, fique atento aos seus pensamentos e suas ações, buscando constantemente elevá-los para o lado positivo.

No início poderá ser mais complicado, pois não temos este hábito. A vida moderna nos torna cada vez mais competitivos, reativos e impacientes. Mas persista, ao menos por uma semana. Ao final dela faça um levantamento de como se saiu. Como reagiu às adversidades? Como se sentiu nas situações que passou? Como as pessoas reagiram? Gostou da experiência? Houve alguma situação que não conseguiu ter controle? Percebeu alguma mudança em você mesmo e nos outros?

Não recomendo fazer o exercício contrário, pois o resultado poderá ser realmente negativo. Não há necessidade de experimentarmos algo que não nos faz bem.

O fato é que ao modelarmos positivamente nossos pensamentos teremos condições de lidar com tudo que vivemos de forma mais gratificante e produtiva. Sentimo-nos melhores. As pessoas ao nosso redor também sentem e passam a reagir conforme nossas atitudes. É a base para o comportamento operante. Os estudos da Psicologia Comportamental demonstram que podemos condicionar nosso próprio comportamento e dos demais com as atitudes que queremos.

Por isso, não basta apenas pensar positivamente para ter algum resultado prático. É necessário agir. Ficar sentado durante horas apenas pensando não trará o objeto de seu desejo. Contudo, quando começamos nossas atividades diárias emitindo pensamentos positivos, começamos de forma diferente, mais centrada, mais focada naquilo que realmente importa. Os fatores negativos continuarão existindo, porém não terão o mesmo efeito de quando estamos dispersos, deprimidos ou ansiosos.

Não há mágica, nem tampouco ilusionismo. Apenas somos o resultado daquilo que pensamos de nós mesmos. A base é simples: se quer ver alguma mudança em sua vida, comece mudando seus pensamentos. Pensamentos positivos nos levam a ações positivas. Ações positivas geram hábitos saudáveis. Hábitos saudáveis ocasionam uma estrutura de caráter agradável, carismática e instigante. O caráter define quem você é, o que pensa e o que faz.

Então pense, reflita e promova pequenas ações em seu dia-a-dia. Deixe de lado os velhos e ineficazes paradigmas, dogmas e pré-conceitos. Experimente diariamente coisas novas. Abra sua mente para novas possibilidades. Arrisque! Desfrute as novas oportunidades. Comece pensando positivamente sobre você e tudo que está a sua volta. Sucesso.

Rogerio Martins é graduado em Psicologia e possui Pós-Graduação em Recursos Humanos e Psicodrama. Professor Universitário, Escritor, Consultor Empresarial, Palestrante sobre comportamento e motivação humana e Diretor da Persona Consultoria & Eventos. Atua há mais de 15 anos com Desenvolvimento Humano e Organizacional. Membro da equipe de estudos sobre a formação do Psicólogo junto ao Conselho Regional de Psicologia e criador e coordenador do grupo de estudos sobre liderança: E-LIDERES. Suas palestras e workshops já foram assistidos por mais de dez mil pessoas em todo o Brasil.

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[Mandamentos do Advogado] Número 7: Tem Paciência

julho 30, 2010 by Gustavo Rocha · 2 Comments
Filed under: Gestão.Adv.br, Mandamentos do Advogado 

Todas as segundas e sextas-feiras até a semana do advogado, estaremos relembrando aos profissionais os Mandamentos do Advogado, escrito por Eduardo J. Couture, com comentários dos mandamentos, gestão e tecnologia.

Aproveitem!

Tem paciência. O tempo se vinga das coisas que se fazem sem a sua colaboração.

Este mandamento além de importante é de uma sabedoria ímpar.

Não podemos colocar a carroça na frente dos bois.

Não podemos evoluir sem o fator tempo.

Como assim?

Se aprendermos a ter paciência, aprenderemos que planejando conquistamos mais e com muito mais qualidade do que sem planejamento.

Todo aquele que sobe rápido, rápido também cai.

Os seres humanos tem o péssimo hábito de ver uma pessoa com sucesso e achar que ela é sortuda, ele azarado, que a pessoa é uma abençoada e ele um coitado. Ninguém, ou quase ninguém, observa o quanto aquela pessoa batalhou para estar onde está. Isto acontece com todos em todas as profissões.

É fácil para qualquer um ver as conquistas que determinada pessoa possui. Contudo, verificar tudo que ela se envolveu para esta conquista, ninguém quer saber.

Por isto, paciência.

Não busque a consequencia (sucesso profissional) antes do trabalho, conhecimento, humildade e persistência.

Tenha paciência!

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Processo Eletrônico: Você está preparado?

A resolução 427 do Supremo Tribunal Federal é clara: A partir de 1º Agosto vários tipos de ações somente serão recebidas a partir do meio eletronico.

Veja a lista de ações:

VII – Ação Rescisória;
VIII – Ação Cautelar;
IX – Habeas Corpus;
X – Mandado de Segurança;
XI – Mandado de Injunção;
XII – Suspensão de Liminar;
XIII – Suspensão de Segurança;
XIV – Suspensão de Tutela Antecipada.

Além disto, a partir de 1º Outubro de 2010 todos os agravos ao STF terão que ser também pela via eletronica.

Isto significa que a partir de 2010, quem não estiver adaptado aos meios eletrônicos, estará deixando a advocacia.

Sim, pois a advocacia mudou e mudará mais ainda.

Mudou para melhor em vários aspectos, noutros nem tanto. Mas, o importante é ver que ela mudou.

E não foi somente a advocacia, pois o mundo mudou. Estamos mais conectados, mais interligados e mais sozinhos, paradoxalmente.

A advocacia busca encontrar seu caminho sem perder o norte da justiça e do direito formulário.

Conseguirá?

Não sei, o tempo dirá.

Contudo, penso que cada vez mais o advogado deve cercar-se de informações, preparar-se para o direito virtual.

Como você está no seu escritório? Com escaner antigo e subutilizado? Computadores sem condições de gerenciar e navegar na internet?

Cuidado!!!

O mercado não irá esperar você se adaptar. Ou você se adapta ou está fora dele.

Pense nisto.

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O Advogado e o Executivo

julho 28, 2010 by Gustavo Rocha · 1 Comment
Filed under: Advocacia, Estratégia, Gestão.Adv.br 

O que tem em comum a advocacia e o executivo?

Muito pouco, dirão alguns.

Outros, encontrarão semelhanças.

A realidade é uma só: Hoje, a advocacia é ser executivo.

Como assim?

Não apenas em executar as coisas (executivo), mas sim, nos termos de ser empresarial, com visão de negócio, com visão de mercado.

Vamos ver alguns termos amplamente utilizados no universo empresarial e sua aplicabilidade na esfera jurídica.

Core Business - Ou seja, o centro do negócio. Como podemos imaginar um advogado que não conheça o negócio do seu cliente? Não basta saber o ramo, principais cotações, informações básicas. Tem que buscar novidades, debates, informações privilegiadas, ou seja, estar inserido no mercado do seu cliente.

FYI - For your Information. Este aqui não é uma escolha, deve ser uma obrigação na área jurídica. Manter o cliente informado é mais que dever, é obrigação, é condição indispensável da advocacia. Além dos processos, o advogado deve manter o cliente informado do seu negócio, dos assuntos que interessam para ele, enfim, de tudo que pode ser útil ao cliente.

Compliance – Ou seja, obedecer as regras. O advogado deve não apenas fazer dentro de uma visão estratégica e jurídica seus processos e negócios, deve criar elementos dentro do seu escritório para que possa monitorar, controlar, verificar, planejar melhor o seu próprio negócio.

Estes três elementos são apenas exemplos do que o universo corporativo pode ser inspirativo para a advocacia.

Você quer que a marca do seu escritório seja lembrada e indicada?

Aplique a visão do executivo ao jurídico.

Enfim,

Seja um advogado executivo!

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