Debatemos todos os dias as questões do dia a dia, negócios, funcionários, estratégia, oportunidades, novas áreas de atuação, enfim, tudo que pode auxiliar no desenvolvimento do seu negócio.

E você já parou para analisar o seu sonho? O real desejo? O porque efetivo de você levantar todos os dias para ir ao trabalho?

Não basta dizer que precisamos trabalhar.

Não basta dizer que precisamos de dinheiro.

Não basta dizer que precisamos crescer e evoluir.

Precisamos mais. Precisamos sonhar.

O sonho nos remete aquele tempo áureo de infância, nos remete ao encontro conosco, nos remete a pureza dos ideais e verdades.

O sonho constrói seus alicerces na esperança, no desejo, na vontade, enfim, o sonho constrói alicerces fortes, sólidos e confiantes no sucesso.

Deixar de sonhar apenas para contabilizar rentabilidades não se traduz em felicidade ou sucesso pleno. Apenas é uma forma de ganhar dinheiro.

O trabalho é composto da remuneração, contudo ela não pode – nem deve – ser o único compensador.

Quando o líder sonha -  e compartilha este sonho – os liderados são massageados com o sonho de sucesso, atuam com a vontade de vencer e de crescer, enfim, eles vivem a construção deste sonho.

Como diz uma parábola “Tu chegas numa construção e tem dois pedreiros colocando tijolos numa parede. Então perguntas para um deles: O que estás fazendo? Ele responde: Erguendo uma parede. Fazes a mesma pergunta ao segundo pedreiro e ele responde: Estou construindo uma igreja“, ou seja, a visão do sonho compartilhado traduz-se na visão do funcionário no teu negócio, quer dizer, todos voltados ao mesmo crescimento e objetivo.

Então aproveite para refletir:

Você sonha? E compartilha isto com a sua equipe?

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Amigos, colegas, Irmãos e Companheiros de Caminhada terrena,

Em Julho, logo após a copa ;) , estarei em dois momentos palestrando sobre temas atuais e importantes para o universo jurídico.

No dia 08 de Julho estarei em Pelotas/RS a convite da Comissão do Jovem Advogado da OAB de Pelotas para palestrar sobre Marketing Jurídico e as ferramentas tecnológicas atuais.

Nos dias 21 e 22 de Julho estarei em São Paulo/SP palestrando na 3º Conferência Anual de Gestão de escritórios de Advocacia.

Espero vocês lá!

Julho de 2010

Marketing jurídico e as ferramentas tecnológicas atuais

Quando? Dia 08 de Julho de 2010

Horário: 19h

Onde? Presencial em Pelotas/RS – rua Félix da Cunha, nº 776 na sede da OAB de Pelotas.

Como se inscrever? Pelo telefone (53) 3222.3218 ou email pelotas@oabrs.org.br.

Investimento: valor de R$ 15,00 para estudantes e R$ 25,00 para profissionais para quem se inscrever antecipadamente e
para aqueles que se inscreverem na hora, R$ 20,00 para estudantes e R$ 30,00 para profissionais.

Gestão para escritórios de advocacia e departamentos jurídicos

Quando? Dias 21 e 22 de Julho de 2010

Horário: Das 8h30min às 18h30min

Onde? Presencial em São Paulo.

Como se inscrever? Acesse aqui.

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Quando pensamos em quanto a tecnologia está inserida em nossas vidas, chegamos a sentir saudades do passado.

Havia um tempo sem celulares, sem ipods, sem computadores, sem videogames. Uma época em que o trabalho era feito, as pessoas voltavam para casa, assistiam televisão e iam ler, conversar, enfim, viver.

Hoje, vivemos uma época em que estar fora da tecnologia é estar fora do mundo.

A tecnologia deixou de ser um simples diferencial no trabalho, transformou-se em obrigatoriedade. Sem tecnologia básica de um computador e internet, ter emprego hoje é quase impossível.

Há exemplos claros de tecnologia que nos auxiliam. Há igualmente exemplos que nos deturpam.

A tecnologia é para muitos algo desconhecido, sabem apenas o elementar, nem mesmo o básico. Contudo, vivem. Contudo, existem. Contudo, se relacionam.

É justamente neste ponto que quero chegar.

Não sou contra a tecnologia, muito antes pelo contrário, ela faz parte da minha vida e do meu trabalho.

Entretanto, a tecnologia pode e deve ser utilizada para o crescimento das pessoas e não as pessoas crescerem dependendo da tecnologia.

Vamos a um exemplo prático: Se deres a uma criança um calculadora, ela saberá fazer as contas. Mas, se não souber fazer as contas sem uma calculadora, significa que ela não aprendeu o raciocínio do cálculo, apenas sabe usar o mecanismo.

O mesmo acontece com computadores e principalmente nas redes sociais.

Por que temos cada vez mais pessoas pelo mundo terminando seus relacionamentos por mensagens de texto?

Por que temos cada vez mais pessoas pelo mundo cometendo suicídios coletivos marcados pela internet?

Por que temos cada vez mais pessoas pelo mundo ofendendo, brigando e sofrendo em sites de relacionamento?

Sabe por que?

Porque a tecnologia sem o humano é inútil. Sempre afirmo que o computador é a coisa mais burra que eu conheço, pois ele depende 100% de mim para ser útil.

A tecnologia não pode ser um instrumento de escravismo da razão, pensamento e compreensão da realidade.

A tecnologia deve ser um apoio as tarefas do dia a dia, da velocidade na comunicação, na interatividade entre as pessoas.

Como é maravilhoso conversar com todo o mundo sem sair de casa.

Como é maravilhoso ter amigos virtuais e reais.

Como é maravilhoso ter mais produtividade em menos tempo.

Porém, somente será tudo isto maravilhoso se pudermos conversar sem sair de casa com pessoas interessantes, termos amigos virtuais e reais que com a tecnologia cativamos seus corações e podermos ter mais produtividade para interagirmos com outros seres humanos e evoluirmos.

Pense no seu dia a dia e como você usa a tecnologia.

A pergunta que fica é: Você usa a tecnologia para seu crescimento pessoal ou a tecnologia escraviza a sua vida pessoal?

Eu respondo por mim: Mesmo com uma agenda de clientes, viagens, palestras, administração de várias redes sociais – inclusive de clientes – e este Blog, sempre tenho um horário separado para a minha família.

E você?

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Sempre que pensamos em mudar, pensamos em crescer, inovar. Esta mesma expectativa existe no nosso cliente. Ele imagina que a cada novo produto, serviço ou projeto que estamos envolvidos, melhoramos a relação com ele.

Nem sempre isto acontece. Exemplo prático:

Caso: Pessoalmente uso o hootsuite como gerenciador dos meus twitters e de meus clientes, seja pelo agendamento que posso programar os twitts, seja por ser on line, seja pela praticidade que ele oferece. Em fato, oferecia.

Nesta última semana ele mudou completamente. O layout ficou bem melhor, realmente. Todavia, uma excelente funcionalidade que ele tinha, perdeu. Agora, se eu quiser dar um retwitt de alguma notícia, tenho que fazer individualmente em cada conta do twitter. Se o assunto interessar a seis twitters que tenho, por exemplo, terei que fazer manualmente (sem poder pré-agendar) um a um.

Resultado do caso: Mudei de gerenciador. Estou usando agora o tweetdeck, que já era muito bom e agora permite o agendamento dos twitts.

No que este exemplo pode impactar no seu negócio?

No caso da empresa que vende produtos, bem como em serviços, o impacto pode ser devastador.

Se a empresa que produz um determinado produto faz melhorias, deve manter aquilo que já tinha de bom e acrescer. Nunca diminuir. Parece tão óbvio…

Em caso de serviços, vale a mesma regra. Quantas vezes temos profissionais que não sabem crescer?

Como assim? você pode se perguntar.

Ora, quando ele tinha 5 clientes, prestava um serviço excelente, dedicado, etc. Quando chegou em 10 clientes, começou a chegar atrasado,  não conseguia gerenciar todos, faltava compromissos, enfim, seu trabalho ficou marcado negativamente em todos os clientes.

Então, o que fazer?

Faça primeiro o óbvio: Se mudar algo, acrescer mais produtos ao seu serviço, ou melhorias no produto, não perca o que primeiro encantou o seu cliente.

Segundo, sempre pense no crescimento.

Trabalhe o hoje pensando e planejando que daqui a 6 meses você terá que contratar mais uma pessoa, para treinar, dar subsídios e fazer ela crescer, para quando a sua empresa efetivamente crescer, você já estar preparado.

Isto mesmo!

Não deixe para contratar na última hora. Um novo funcionário leva pelo menos 30 dias para estar apto ao trabalho efetivamente dentro da sua empresa. Ele, por mais experiência que tenha, precisa saber como funcionam as rotinas no seu negócio, como utilizar sistemas internos, como atender o cliente conforme a sua necessidade, etc. Isto não acontece da noite para o dia. Leva tempo, treinamento e depende também do próprio funcionário.

Mais uma vez: Não deixe para última hora. Precisa contratar? Pense em quantos funcionários efetivamente precisa e contrate um a mais. Dentro do período de experiência veja o melhor e demita o que não se saiu bem. O pior pode ser uma demissão. Mas, o melhor, é que ambos sendo bons, terás mais argumentos para inclusive ver o rendimento dos funcionários atuais.

A resposta da pergunta do título: Quando a mudança atrapalha?

Quando você não está preparado para ela!

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Certa vez, um pai chegou em casa superestressado e ligou a televisão para assistir ao telejornal. O filho se aproximou sorridente:
- Pai, vamos brincar?
O pai respondeu irritado:
- Meu filho, você não está vendo que estou muito ocupado? Vá brincar com seus irmãos que depois a gente conversa.
O menino saiu, chateado, mas logo em seguida voltou de novo e perguntou:
- Pai, quanto você ganha por hora de trabalho?
E o pai, irritado, disse:
- Você não está vendo que estou ocupado? Vá falar com sua mãe, já lhe disse que estou ocupado, saia daqui.
Alguns minutos depois o garoto tentou chamar a atenção do pai novamente:
- Pai, quanto é que você ganha por hora de trabalho?
O pai não aguentou e explodiu:
- Você é muito mal-educado! Você não percebe que estou ocupado! Vá já para seu quarto.
O garoto argumentou:
- Mas, pai, eu ainda nem jantei!
- Não quero nem saber! Vá para seu quarto agora e não saia de lá.
Assustado, o garoto foi para o quarto com fome, sem entender o que estava ocorrendo.
Terminado o telejornal, o pai se deu conta da bobagem que fizera. Caiu na real e foi chamar o garoto para jantar. Quando abriu a porta, viu que o filho dormia. A consciência pesou. Acordou o menino, que levantou sobressaltado:
- Não, pai, não me bata, desculpe ter atrapalhado seu programa, prometo que isso nunca mais vai acontecer, por favor, não me bata!
Naquele instante, o coração do pai se apertou, e ele disse:
- Não, filho, desculpe o papai, vamos jantar. Depois a gente vai brincar e eu quero que você me conte como foi seu dia.
O menino, percebendo a mudança de tom, aproveitou para perguntar de novo:
- Pai, quanto é que você ganha por hora de trabalho?
O homem parou, pensou e respondeu:
- Ganho mais ou menos 5 reais.
E o menino pediu:
- Pai, dá para você me emprestar 2 reais?
O pai, sentindo-se culpado, pegou duas notas de 1 real e deu ao menino, que então tirou do bolso do calção 3 reais, juntou-as e disse:
- Pai, aqui tem 5 reais. Você me vende uma hora de seu trabalho para a gente brincar?

A história acima é contada no primeiro capítulo do livro Pais e Filhos, Companheiros de Viagem, de Roberto Shinyashiki, chamado Dê prioridade a seus filhos!. Depois de contar o episódio, o autor diz:

“Eu entendo que você viva sob pressão no trabalho, mas essa realidade não pode servir como justificativa para não curtir seus filhos ao chegar em casa. Certamente as mães de hoje não têm mais a mesma disponibilidade de ficar o dia inteiro com os filhos como no passado. Hoje muitas mulheres trabalham fora e exercem uma série de atividades. Pais e mães, ao chegar em casa, precisam encontrar energia para curtir os filhos. Isso tem de ficar muito claro: filho não é obrigação! Aproveitar esses momentos de encontro é uma forma de recarregar as baterias e cumprir um papel que cabe exclusivamente aos pais.
Muitas pessoas admitem que se sentem culpadas por não ter tempo de curtir os filhos porque precisam trabalhar muito. O mais triste dessa história, porém, não é quando você está longe de casa. Duro mesmo é voltar, dar um beijo formal na turma, abrir a geladeira, pegar uma cerveja, abrir o jornal e ligar a televisão. Então, sim, as coisas ficam péssimas. Nesse momento, você mostra para a sua filha que ela vale menos que uma lata de cerveja, você mostra a seu filho que ele é menos importante que um jornal. Triste é destruir a autoestima deles.
Quando estiver trabalhando, dê 110% de sua energia. Mas, quando estiver em casa, curta as pessoas que você ama.”

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Amigos, colegas, Irmãos e Companheiros de Caminhada terrena,

Em Julho, logo após a copa ;) , estarei em dois momentos palestrando sobre temas atuais e importantes para o universo jurídico.

No dia 08 de Julho estarei em Pelotas/RS a convite da Comissão do Jovem Advogado da OAB de Pelotas para palestrar sobre Marketing Jurídico e as ferramentas tecnológicas atuais.

Nos dias 21 e 22 de Julho estarei em São Paulo/SP palestrando na 3º Conferência Anual de Gestão de escritórios de Advocacia.

Espero vocês lá!

Julho de 2010

Marketing jurídico e as ferramentas tecnológicas atuais

Quando? Dia 08 de Julho de 2010

Horário: 19h

Onde? Presencial em Pelotas/RS – rua Félix da Cunha, nº 776 na sede da OAB de Pelotas.

Como se inscrever? Pelo telefone (53) 3222.3218 ou email pelotas@oabrs.org.br.

Investimento: valor de R$ 15,00 para estudantes e R$ 25,00 para profissionais para quem se inscrever antecipadamente e
para aqueles que se inscreverem na hora, R$ 20,00 para estudantes e R$ 30,00 para profissionais.

Gestão para escritórios de advocacia e departamentos jurídicos

Quando? Dias 21 e 22 de Julho de 2010

Horário: Das 8h30min às 18h30min

Onde? Presencial em São Paulo.

Como se inscrever? Acesse aqui.

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Muitas técnicas de administração, planejamento, organização, método, tempo, marketing são excelentes, contudo em algumas empresas simplesmente não funcionam.

Os empresários entendem que as técnicas são ruins ou quem as aplica não sabe, ou ainda, que a equipe não está pronta.

Nem sempre a resposta é tão simples.

Quando pensamos em ter uma empresa, criamos estrutura, contratamos pessoas, organizamos o negócio e saimos a caça de clientes, tudo faz parte de um sonho maravilhoso que muitos anos depois de existência, muitas vezes o empresário sequer relembra qual foi.

Este sonho que motivou o início de tudo tem muito da essência daquele que o sonhou e viveu.

Uma essência que não pode ser negada ou negligenciada.

Sempre afirmo aos meus clientes:

“Podemos implantar a melhor técnica para o crescimento do teu negócio, contudo, se não preservarmos a tua essência, nada disto terá sentido”. Gustavo Rocha

Mas que essência é esta?

Nada mais nada menos que o sonho inicial, que a forma de agir dos sócios.

Se os sócios são mais carinhosos com os funcionários, perder isto é perder a identidade da empresa.

Se os sócios lidam de maneira a investir somente naquilo que tem absoluta certeza, sem nenhum tipo de risco, vamos investir desta forma.

Se os sócios tem sonhos ainda a serem realizados, vamos ter tempo para ouvir e quem sabe realizar.

Não basta profissionalizar a empresa. É fundamental ter identidade. É imperioso ser único.

Compare as empresas que você conhece do mesmo ramo. Analise clientes de cada uma delas. Cada cliente dirá o porque compra numa e não na outra. Nem sempre é o preço o fator determinante. Faz diferença o treinamento do vendedor, ou seja, seu atendimento. Faz diferença o marketing, mais voltado aos negócios ou ao carinho. Faz diferença o tipo de marca que se vende dentro do estabelecimento.

Faz diferença, porque transforma uma empresa do mesmo ramo, com o mesmo tipo de produto em única.

No ramo de serviços ocorre o mesmo.

O líder -  seja o sócio, gerente ou diretor – irá transmitir aos seus colaboradores as ordens da maneira que ele vê o mundo. Ou seja, com a sua essência.

Esta essência será sentida pelo tomador do serviço que irá comparar com a sua própria essência e dizer se aceita como válida ou não.

Confiamos naqueles que se parecem conosco, pensam como nós.

Não mude sua essência pelas regras do universo corporativo. Aplique as técnicas corporativas junto com a sua essência, com o seu ser. Mantenha a identidade do seu negócio.

Afinal,

A essência é essencial.

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Há poucos dias foi noticiado amplamente que o Tribunal de Ética de São Paulo, ao responder uma consulta, informou que não haveria infração ética o recebimento dos valores a serem pagos pelo cliente através de cartão de crédito. Leia a notícia aqui.

O Tribunal entendeu que o recebimento através do cartão de crédito é mera forma de pagamento, não sendo uma forma de mercantilizar a advocacia.

Já estava na hora!

Desde os bancos da faculdade o aluno de direito aprende que o direito consiste em leis que somente tem eficácia prática quando existe o caso concreto, ou seja, quando a realidade provoca o direito, este se manifesta.

Sendo assim, nada mais lógico, diáfano, ululante que a advocacia entender que o mercado aí fora não está para brincadeiras.

Há muitos anos as bancas jurídicas não são mais aquelas bancas românticas que visavam a justiça e o lucro era se fosse possível. Isto não existe mais.

As bancas precisam ter lucratividade para manter seus funcionários, adquirir produtos de tecnologia para acompanhar o judiciário, enfim, para movimentar o mercado.

Iniciativas como esta e a da OAB/SP em criar uma comissão chamada Web Advocacia, são exemplos positivos de mudança.

Precisamos ter planos de carreira, planejamento estratégico, organização, gestão, padronização e tecnologia no direito.

Precisamos aceitar que a tecnologia está dentro do judiciário como realidade e parece que muitos advogados ainda fogem dela.

Precisamos nos modernizar não apenas em redes sociais, mas inclusive nelas.

Enfim,

Precisamos…

Você agora advogado que está com a palavra: Você faz ou vai fazer parte desta mudança ou não?

A sua resposta será a resposta do mercado para contigo.

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Sem muita teoria, nem discurso: Vamos apontar cinco dicas práticas de marketing jurídico:

1. Reserve parte do seu faturamento e tempo para o marketing;

2. Tenha foco no seu atual cliente, ofertando novos produtos;

3. Busque criar uma rede de relacionamentos e mantê-la;

4. Escreva no papel, micro ou ipad o seu plano de ação;

5. Monitore seus resultados;

1. Reserve parte do seu faturamento e tempo para o marketing;

Você deve ter pelo menos estes dois elementos no seu planejamento: Investimento e tempo. Se você não investir, não terá retorno. Se você acha que somente investindo terá resultado, errado. O tempo é fundamental.

Reserve pelo menos 4 horas por semana para dedicar-se a relacionamentos, planejamento, organização, etc. Um turno do seu dia por semana é suficiente para um planejamento continuado e eficiente.

2. Tenha foco no seu atual cliente, ofertando novos produtos;

Buscar novos clientes é maravilhoso, contudo, manter os atuais é melhor ainda.

Quem já conhece o seu escritório, já confia no seu trabalho e quer que você seja a pessoa mais influente que ele conhece.

Sim, isto mesmo!

O cliente quer que você seja uma pessoa influente, com conhecimento em várias áreas, amigos em muitos lugares e que junto com ele cresça. Não é o crescimento do escritório jurídico apenas. É o crescimento do cliente com o escritório e vice-versa.

Converse periodicamente com seus clientes, oferte novos produtos, crie novas possibilidades…

3. Busque criar uma rede de relacionamentos e mantê-la;

Não estar conectado em redes sociais, conversando, interagindo, organizando seus contatos e ações, é como se você não estivesse no mercado.

É muito mais simples clicar no Google e procurar um escritório, saber o que ele escreve, como atua, áreas, outros clientes, etc do que pegar uma “lista amarela” e pegar um escritório apenas pelo nome.

A internet é uma poderosa aliada. Não fuja desta realidade.

4. Escreva no papel, micro ou ipad o seu plano de ação;

Não deixe de registrar o que estás planejando e organizando. Ao ler estas anotações depois de algum tempo, verás a evolução do trabalho e como ele pode ficar melhor.

5. Monitore seus resultados;

Você enviou um artigo para 10 sites diferentes? Quantos publicaram?

Você enviou um email para seus clientes? Quantos retornaram?

Você escreveu num determinado jornal um artigo? Quem lhe procurou através disto?

Sem monitorar seus resultados, não há como saber se o esforço desenvolvido está valendo a pena.

Não acredite em teses milagrosas. O único resutado eficiente de marketing é o trabalho com muita persistência.

E você? Como vê o marketing do seu escritório com estas dicas?

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12 Estratégias para redução do adoecimento osteomuscular na empresa

- Estratégia 7 – Eventos de saúde na empresa -

Dando continuidade à série de 12 estratégias para redução do adoecimento osteomuscular relacionado o trabalho com alta produtividade falaremos hoje sobre os eventos de saúde na empresa.

A abordagem da saúde pode ser feita de três diferentes formas: 1) Promoção a saúde – abordagem onde se trabalha principalmente a divulgação dos conhecimentos básicos de saúde como por exemplo os hábitos de vida saudáveis, higiene bucal, entre tantos outros temas; 2) Prevenção a saúde – abordagem onde se trabalha a prevenção de fatores específicos desencadeadores do adoecimento, como por exemplo a postura inadequada em uma determinada tarefa durante o trabalho. Esta abordagem é tão ampla quanto a anterior e permite trabalhar qualquer fator de risco; 3) Recuperação da saúde – abordagem que trabalha com o indivíduo doente e busca a sua recuperação independente do estágio deste adoecimento.

Toda empresa objetiva o trabalho de promoção ou prevenção dentro da saúde, pois justamente o que se deseja evitar é o adoecimento dos colaboradores que determinam a produtividade de uma instituição. Para alcançar este objetivo e ainda ganhar a valorização do colaborador são promovidos eventos de saúde com periodicidade mensal ou bimestral dentro da empresa focando tanto a promoção da saúde ou a prevenção de doenças específicas.

Neste sentido existem diversos cases que poderiam ser comentados, então posto dois aos quais tiveram resultados surpreendentes: 1) Um trabalho em uma empresa frigorifica de a mensuração da pressão arterial, altura e peso (determina o índice de massa corpóreo – IMC), e circunferência do abdômen associado a uma carteirinha individual de controle e informações por vídeo no intervalo de trabalho auxiliaram a empresa a identificar as pessoas que já possuíam riscos a saúde por obesidade, risco coronariano e hipertensão arterial favorecendo campanhas educativas e acompanhamento médico dos colaboradores que já possuíam riscos e não os conheciam; 2) O desenvolvimento de um programa nutricional voltado as esposas dos colaboradores com aulas de culinária dietética dentro da empresa “ao estilo Ana Maria Braga” em uma empresa de ônibus  após um trabalho similar ao citado no primeiro case resultou na diminuição do percentual de obesos mórbidos ao volante, resultando no menor risco de adoecimento por diabetes, pressão alta, mal súbito, entre outros… Colaboradores ganharam e clientes também!

Veja bem os exemplos! Não trata-se apenas de abordar os riscos osteomusculares para LER / DORT e sim o tratamento da saúde dentro da empresa como um todo. O gerenciamento da saúde leva a uma diminuição gradual do absenteísmo e a valorização continuada do trabalhador gerando uma massa produtiva mais saudável, feliz e comprometida.

Leonardo Rodrigues

Fisioterapeuta do Trabalho e

Ergonomista

leonardo@ergosul.com.br

(Leonardo Rodrigues escreve quinzenalmente no Blog da Consultoria GestãoAdvBr sobre Saúde e Produtividade Empresarial)

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