Planejamento de marketing
Quando pensamos em uma ação de marketing temos que ter em mente algumas premissas básicas para que esta atitude não seja um desperdício.
Três atitudes considero elementares:
Quem?
O quê?
Como?
Em bom português:
Quem é o seu público alvo?
O que você pode fazer por ele?
Como chegar até ele?
Não basta dizer que o seu negócio pode fazer tudo pelo cliente. Isto é impossível. Você precisa focar em um determinado público alvo.
Não se pode dizer que atende bem um empresário e o consumidor ao mesmo tempo.
Pense naquilo que você faz que poucos ou ninguém faz. Não vale dizer que você é honesto. Isto é o básico. Você deve ter um produto, um diferencial que seja palpável. Não precisa ser necessariamente o preço, pode ser um atendimento personalizado, um contato importante que resolve as coisas em menos tempo, enfim, algo que você possa fazer ao cliente que o seu concorrente nem sempre possa ou faz.
E muito importante: Como atingir este público alvo? Que ações podem ser tomadas? Ações práticas: Blog, site, jornais, entrevistas, ligações, etc.
Tudo depende do seu público alvo, do seu negócio, da sua visão de mercado.
Mas, todas as decisões passam por estes três filtros.
Pense nisto e mãos a obra!
Pensamento de final de semana: A crise segundo Einstein
A crise segundo “Einstein”
“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.
Quem atribue à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”
Albert Einstein
A mudança e você…
Nada é eterno, exceto a morte, quer dizer, a mudança…
Nas palavras de Heráclito: “Nada é permanente, exceto a mudança.”
Como você pensa na mudança?
A maioria irá responder que aceita a mudança, que a mudança é maravilhosa, que hoje em dia quem não mudar está fora do mercado, etc.
Grandes verdades, mas pouco usáveis.
Toda mudança é um trauma, é algo que tratamos de uma forma difícil. Ninguém muda a todo instante – com exceção dos Bi-Polares – e acham isto normal.
A mudança no ambiente corporativo é igualmente traumática e principalmente pelo fato de nunca ser analisada com seriedade.
Do dia para noite o funcionário chega e sua mesa foi revirada, seu computador levado e/ou trocado, seu trabalho modificado e sem nenhum tipo de aviso prévio.
Qualquer pessoa, independente da função, cria rotinas, padrões e se molda a eles. Qualquer mudança será encarada como algo diferente, quiçá um problema.
O mesmo acontece no nível dos empresários, já que o mercado muda diariamente sem aviso prévio.
Contudo, ao analisarmos estes dois paradigmas, precisamos de um foco diferente.
Se você é diretor, líder ou empresário, tem que analisar que os seus subordinados precisam de rotinas, padrões e visão de continuidade. Isto dá segurança, tranquilidade e aumenta a produtividade.
Se você é diretor, líder ou empresário, tem que analisar que para si mesmo, o que muda é o mercado, as necessidades dos clientes, então, você tem que estar preparado. Diferente da visão do funcionário, se você se adaptar a uma rotina, o seu negócio está fadado ao insucesso.
Quando esta reflexão está incorporada ao dia a dia da organização, o líder se torna alguém preparado e os subordinados produtivos.
Não veja a mudança como um problema. Enfrente a mudança. Analise. Seja criativo. Veja a mudança como salutar ao negócio. Pense ao dar ordens e criar mudanças nas rotinas das pessoas subordinadas. Faça com planejamento e visão de que a mudança é positiva.
Se você mudar informando a mudança, demonstrando a sua viabilidade, você verá que todos sentem-se satisfeitos com a mudança e a empresa mantém a sua continuidade.
Faça da mudança a sua estratégia de crescimento e não de desordem.
Redes Sociais: O investimento da atualidade
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Recentemente em duas reportagens a imprensa noticiou as redes sociais como o investimento das empresas na atualidade.
Numa das reportagens, a Folha on line explicita números expressivos:
Cerca de 60% das pequenas e médias empresas latino-americanas que administram um site próprio se servem das possibilidades oferecidas pela internet para fazer propaganda de seu trabalho empresarial, segundo revelou um relatório encomendado pelo Google e apresentado neste sábado (22) em Bogotá.
Das 3.600 pequenas e médias empresas de países como Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México (que foram entrevistadas pela empresa de consultoria Pyramid Research para o Google), 86% contam com um site, o que permitiu identificar o grau de vinculação destas empresas com a internet.
Leia esta reportagem na íntegra aqui.
Além desta possibilidade de fortalecer a marca empresarial, as empresas também estão focadas na ideia de atrair clientes para o seu negócio. É o que demonstra esta outra reportagem do Correio Brasiliense:
As redes sociais — canais online de troca de conteúdo como Twitter, Facebook e YouTube — vêm alterando a forma como as pessoas se relacionam e têm acesso à informação em todo o mundo. A velocidade com que circulam dados, críticas e elogios sobre toda sorte de assuntos chegou a tal nível que ninguém que dependa, em algum grau, da opinião pública, pode se dar ao luxo de ficar de fora do processo. Políticos, por exemplo, têm se esmerado em interagir com os usuários dessas ferramentas interativas. Para acompanhar gostos, sentimentos, reações e desejos dos clientes, empresas também têm sido obrigadas a esquecer a época em que marcar presença na internet significava ter um site. É preciso estar por toda parte. No Distrito Federal, empresários estão se adaptando à nova realidade, e já existe até consultoria para ajudar a cuidar da imagem virtual.
O fenômeno (1)das mídias sociais com a força que elas possuem nos dias de hoje é recente. O serviço de microblog Twitter, por exemplo, atualmente o canal mais popular dentre todos, foi criado em 2006 e, no Brasil, só se tornou realmente conhecido no ano passado. Entretanto, no universo das redes da web, as coisas acontecem tão rapidamente que quem deseja seguir o ritmo é forçado a tomar decisões antes mesmo de entender o que está se passando.
Foi o que aconteceu com a artista plástica e empresária brasiliense Mariana Dap, proprietária da loja de peças de design Mercado Cobogó. Mariana, que organizava exposições, abriu um espaço fixo de vendas na Asa Norte no ano passado. Na época, sabia por intermédio de amigos que ferramentas da rede mundial de computadores começavam a se mostrar eficazes na divulgação de negócios. Ainda sem ter muita intimidade com as mídias, resolveu ousar. “Comecei a fuçar com a ajuda deles, e decidi que ia fazer tudo de graça, usando esse tipo de canal”, conta.
Atualmente, não é exagero dizer que a empresa da artista plástica está espalhada por toda parte. O Mercado Cobogó tem conta nos conhecidos e campeões de acessos Twitter, Facebook, YouTube e Flickr, e até no mais recente e nem tão ilustre LinkedIn (veja quadro). A loja também está devidamente cadastrada para ser localizada pelo Google Earth e Google Maps, serviços, respectivamente, de fotografias via satélite e coordenadas da Google. Por fim, usa o serviço de blogs Blogspot.
Os canais são tantos que Mariana tem que manter, ao lado do computador, um roteiro com as senhas para acessar cada um deles. Ela faz questão de frisar que a presença em todos esses espaços não é somente nominal. “Monitoro tudo, atualizo diariamente. Até comecei a usar uma ferramenta da Google chamada analytics, que me mostra o histórico de cada acesso ao nosso blog. Sei se a pessoa chegou a nós via Facebook ou Twitter, em que ponto do mundo ela mora, em qual post ficou mais tempo. Desse jeito, posso me planejar e dar preferência às estratégias de divulgação que deram mais certo”, conta.
Proprietário da Brasília Multiesportes, empresa que organiza competições na capital federal, o atleta e empresário Alexandre Carrijo também agiu ainda no escuro em relação às mídias sociais.
“Em fevereiro de 2009, estávamos montando nosso site e ouvindo alguns amigos que entendiam do assunto, decidimos dar algum foco a ferramentas como Twitter, Facebook, Flickr. Você vai aprendendo, refinando. Hoje adotamos algumas estratégias, como segmentação de conteúdo. Não dá para bombardear todo mundo com tudo”, diz Carrijo. De acordo com ele, há uma interação boa com interessados em esportes, e a quantidade de atletas inscritos em eventos realizados pela empresa cresceu 37% no último ano.
Em outra empresa do DF, a Beiramar Imóveis, a inserção em redes sociais se deu com assessoria técnica. O diretor comercial, Pedro Fernandes, conta que há um mês a imobiliária ganhou uma diretoria de web, com 25 funcionários. Destes, 20 são corretores e cinco, além de ter formação na área de internet, são afinados com a administração de novas mídias. A equipe se relaciona com clientes por meio do site da empresa, Twitter, Facebook e Orkut. “O nosso foco é mesmo em resultados, não é uma estratégia institucional. Hoje, essa área é responsável por quase 15% do nosso faturamento”, conta Fernandes.
Para ler esta reportagem na íntegra, clique aqui.
A mídia não pára de noticiar o óbvio: Investir nas redes sociais é mais do que uma simples estratégia. É a maneira de permanecer no mercado do futuro.
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