Recentemente escrevi um artigo demonstrando que o judiciário brasileiro deve usar a tecnologia, desde que os advogados estejam preparados para ela e não apenas como meio de dizer a população que o judiciário está rápido e os advogados não (o que não é verdade).

Este artigo – que pode ser lido aqui – foi publicado em várias revistas eletronicas, midias sociais e também no Blog do software LawRD de Portugal.

Ao ler o meu artigo, o colega advogado português Nuno B.M. Lumbrales sócio da Lumbrales & Associados teve uma inspiração de escrever sobre a tecnologia e o judiciário de Portugal. Leia o artigo dele aqui.

A visão dele é muito parecida com a minha, demonstrando que a tecnologia, judiciário e advogados são situações existentes no Brasil, na Europa, no mundo.

Precisamos de uma tecnologia com segurança, advogados preparados para usar esta tecnologia, temos que ter uma simbiose entre o Judiciário e os Advogados e não uma concorrência ou busca de quem está certo ou quem está errado.

Ambos – Judiciário e Advocacia – querem o mesmo objetivo: A racionalização da prestação jurisdicional, para que a mesma seja mais eficiente, célere e justa e não um direito formulário que diz que é mais rápido, mas sequer se analisar o que está sendo julgado.

Se no Brasil e além mar estamos conectados em ideias e problemas, vamos unir esforços para conscientizarmos o Judiciário e a representação dos advogados para JUNTOS resolverem esta questão.

Exprima a sua opinião, escreva um artigo, contate seu colega advogado para este debate. Não deixe que a situação lhe mostre o que fazer. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer…

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