Nos últimos anos a advocacia evoluiu muito. Principalmente no último ano.

2009 foi um ano de ver a advocacia de uma maneira diferente.

Vislumbramos mais gestão;

Vislumbramos mais tecnologia;

Vislumbramos mais empresarial o escritório;

Assistimos a evolução do processo virtual, digitalização, proliferação de sistemas de gestão, controles financeiros avançados para o escritório e para o cliente, enfim, viramos empresas.

Transformamo-nos em empresas? Será este o caminho?

No passado a visão do advogado era de ser uma pessoa respeitável, detentor de um conhecimento ímpar, conduta ilibada, processos artesanalmente elaborados.

No presente um profissional que busca resgatar sua imagem, está refletindo mais sobre o seu próprio negócio, quer encontrar seu espaço no mercado.

No futuro, vislumbro um misto do passado e do presente, um advogado que divulga a informação como meio de disseminar seu conhecimento sobre áreas do direito que atua, participa mais das redes sociais para estar conectado no mercado, cria sua marca e reputação conforme avança nas relações sociais.

Por óbvio, o futuro depende de nossas ações no presente. Se não valorizarmos nossa profissão, encontramos nos relacionamentos oportunidades de negócio e principalmente estarmos abertos a parcerias entre colegas advogados, teremos o futuro que plantarmos.

É plantando que iremos colher. É doando que iremos receber.

Pense nisto.

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Nesta semana foi divulgada a notícia que os advogados poderão ter um cartão de crédito exclusivo, chancelado pela OAB. Leia aqui.

Vamos exercitar o raciocício: O Tribunal de Ética veda que o advogado receba seus honorários via cartão de crédito, quer que o profissional fique a mercê dos caloteiros com cheques e notas promissórias, sob o prisma de que receber honorários no cartão de crédito é mercantilizar a advocacia.

E ter um cartão de crédito da OAB o que é?

Ao meu ver, cartão de crédito é apenas uma modalidade de pagamento. Receber pelo cartão ou com cheque não faz diferença. Aliás, em todo o mundo o cheque está em desuso.

Se posso facilitar ao meu cliente pagar uma causa em 10 parcelas no cheque, porque não poderia ser em 10 vezes no cartão de crédito? Só porque o cartão de crédito dá segurança de pagamento?

Temos que olhar a nossa volta: O mercado está mudando, se desenvolvendo.

Cada vez mais estamos conectados a tecnologia, cada vez temos clientes mais informados e consciente de seus direitos, e a advocacia fica inerte, olhando para um passado de Rui Barbosa que não volta mais.

Precisamos de profissionais competentes, sim.

Precisamos de profissionais distantes do mercantilismo barato, sim.

Contudo, precisamos de profissionais sabedores do seu espaço no mercado.

O cartão de crédito é um exemplo do que precisamos renovar. Entretanto, precisamos mais.

Precisamos dar mais informação ao nosso cliente. Precisamos estar utilizando a tecnologia a nosso favor e não ser sucumbido por ela. Precisamos da gestão interna (fluxos, procedimentos) e externa (CRM, Marketing Jurídico) para que nossos objetivos sejam alcançados.

Seja consciente de seu escopo profissional. Converse com sua OAB, seu conselheiro, conhecido, colega, etc. Somente poderemos mudar quando estivermos unidos e fortes no propósito de adequarmos a advocacia ao mercado e não o contrário.

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Marca. Como assim marca?

Simples, pense em tudo que você faz, diz, pensa. Pense nas suas petições, telefonemas, cartões entregues, problemas solucionados.

Tudo. Simplesmente tudo.

Tudo isto e muito mais é a sua marca.

Você, antes de tudo, é a essência da sua marca.

Nenhuma propaganda no mundo fará diferença daquilo que você é. Nas palavras de Abraham Lincoln “Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo…”

Cada vez mais queremos a verdade.

Queremos resultados.

Queremos soluções.

Mas, queremos confiar.

Queremos ter a certeza que a pessoa ou escritório merece a confiança.

Como fazer a marca ser confiável?

Primeiro: Seja você.

Segundo: Seja verdadeiro.

Terceiro: Seja criativo.

Muitos colegas podem dizer que fazem a mesma coisa que você faz. Contudo, somos únicos neste mundo. Somos apenas um, sem igual.

Todos temos nossos diferenciais no âmbito pessoal. No profissional, temos que aprender a vislumbrar isto também.

Leia aqui uma interessante entrevista sobre neuromarketing. Um belo exemplo de diferenciais nos exemplos desta entrevista.

Já sabe quais são seus diferenciais?

Quais são seus pontos fortes e fracos?

Quais são suas linhas de planejamento?

Pense. Reflita. Contudo, sobretudo aja. Cuidar da sua marca é cuidar de você em primeiro lugar.

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Lesões por esforço repetitivo (LER) são extremamente conhecidas do empresariado brasileiro, pois há muitos anos vem derrubando a produtividade e aumentando o custo financeiro de forma considerável, seja com o colaborador adoecido, o custo social gerado ou mesmo a queda de produtividade da empresa. Engana-se aqueles que imaginam produtividade apenas um conceito válido a empresas que possuem linhas de produção ou elaboram produtos para o consumidor final. A produtividade está presente em todo e qualquer labor podendo ser afetada em diversas formas.

Um conceito importante para quem pensa neste assunto é que o termo Lesões por Esforços Repetitivos (LER) foi substituído no meio acadêmico por Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT). Este termo é muito mais abrangente, pois compreende situações de dor e sofrimento do colaborador mesmo antes de uma lesão de fato existir e ser mais facilmente identificada em exames de imagem.  Uma dor constante na região da coluna lombar ou cervical, dores e formigamentos em punhos e antebraços e desconforto na região posterior dos ombros são algumas das queixas mais comuns que levam o colaborador a preservar-se e diminuir o ritmo de trabalho levando a queda na produtividade.

Neste momento todos estão se perguntando como manter o ritmo de trabalho necessário com uma alta produtividade sem causar um distúrbio osteomuscular em seus colaboradores? A resposta envolve diversos fatores entre eles a organização do trabalho, as condições ambientais do posto de trabalho, a estrutura física (biomecânica) do posto de trabalho e mobiliário e as exigências psicofisiológicas e cognitivas envoltas na tarefa desempenhada. Para que todos estes fatores estejam em harmonia e a alta produtividade seja mantida sem o custo do adoecimento aos funcionários existem algumas normas a serem seguidas (Norma regulamentadora do ministério do trabalho N°17 – NR 17, convenções da organização internacional do trabalho, artigos da CLT, entre outros…) e deve-se sempre recorrer a uma análise mais aprofundada do trabalho e das tarefas desempenhadas evitando assim uma sobrecarga funcional.

Para desenvolver um pouco mais o assunto estarei publicando uma serie de 12 estratégias para a redução das DORT e o desempenho da alta produtividade com menor risco de desenvolvimento para distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho. Aguardem !!!

Leonardo Rodrigues

Fisioterapeuta do Trabalho e

Ergonomista

leonardo@ergosul.com.br

(Leonardo Rodrigues escreve quinzenalmente no Blog da Consultoria GestãoAdvBr sobre Saúde e Produtividade Empresarial)

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Hoje, 15 de março, comemora-se o dia internacional dos direitos do consumidor.

Temos que comemorar?

Fornecedores que não respeitam prazos;

Multas ridículas que sequer ferem o bolso das grandes empresas;

Conteúdo de embalagem reduzido, preço aumentado;

Indicação de um produto na embalagem, outro dentro, em letras miúdas uma explicação…

O consumidor anda muito desrespeitado em seus direitos. Mesmo com um código de 20 anos, ainda não aprendemos a utilizá-lo com consciência e defesa aos interesses dos consumidores.

E o que isto tem a ver com a gestão?

Muito. Ao defendermos os direitos dos cidadãos, estamos defendendo nossos próprios direitos. Ao defender nossos próprios direitos, estamos caminhando para uma sociedade mais madura, correta e de valor. Uma sociedade melhor, melhor serão as empresas.

Nada se muda socialmente se não começarmos com educação. Educação das pessoas. Educação das pessoas que formam as empresas.

Você tem uma empresa, um escritório, uma fábrica. Quer evoluir, se relacionar com o mercado, crescer. Busca ter uma visão social, quer ter inclusão e satisfação da equipe.

Ótimo. Comece agora mesmo!

Eduque sua equipe para atender, satisfazer e encantar o cliente (que é o consumidor final do produto ou serviço);

Seja verdadeiro em palavras e atitudes com todos, inclusive e principalmente com o cliente;

Quando pensar em algo social, pense naquele que usa o seu produto ou serviço: O que mais posso fazer por ele?

Ao colocar estas ideias em prática, você estará colaborando para um dia dos direitos do consumidor melhor. Todos somos consumidores, num ou outro determinado momento.

Faça das suas atitudes um caminho a ser seguido. Basta isto.

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Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.

Esta afirmação está no Livro de Eclesiates, comenta-se que os sábios escritos sejam de autoria do Rei Salomão. Mas, a parte da questão de autoria, este Livro da Bíblia é um dos mais interessantes que já li. A frase acima me prende a atenção há alguns anos. Penso sempre naquilo que não é vaidade? Quase tudo que fazemos, nos moldes da sociedade contemporânea, são motivados pela vaidade. O que quero aqui neste blog? Ser lida porque me sinto capaz de dizer algo interessante e bom para as pessoas que me cercam, ou ainda, pela vaidade artística? Quero ainda pensar que escrevo porque preciso, para viver mesmo! A leitura e escrita arrebentaram cedo em minha vida. Arrebentaram, assim mesmo, como o mar na rocha. Eu sou como a rocha que responde e devolve com a mesma força a água para o mar. Mas, outras vezes, sou o mar que quer atingir a rocha e modificar sua constituição. Quero eu, se almejo alguma coisa a mais nesta vida, ser como o céu. Não quero mais ser rocha ou ser mar. Ser arrebentação. Quero ser o céu infinito e ir além, não pela vaidade, sim por um sentimento de reencontro com as infinitas possibilidades de ser UNO novamente. A vaidade nada me traz ou trouxe de importante. Aliás, além deste passeio no Livro do Eclesiastes, leiam também o Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde e reflitam no quanto este sentimento pode nos corromper. Infelizmente para nosso próprio prejuízo.

Recebido por email de Gabriel Campos de Oliveira

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Ah! Tempos bons aqueles em que a venda de um produto ou serviço era baseado unicamente nos P’s do marketing: Product (produto), Price (preço), Place (local, distribuição), Promotion (como fazer a promoção) e People (pessoas que irão ver o valor do marketing).

Temos hoje um universo bem mais complexo.

Complexo e globalizado.

Complexo, globalizado e em rede.

Complexo, globalizado, em rede e interagindo entre si.

É, o cliente já não é mais o mesmo.

Ele pesquisa na internet preço, discute com o vendedor o produto, negocia a entrega, compra no cartão de crédito um produto fabricado na China e manda de presente a um amigo na Índia, estando este cliente em férias nas Bahamas em um computador de um hotel qualquer.

Cliente hoje debate nas redes sociais com as empresas. Ele critica. Ele quer assistência técnica. Ele quer solução.

Não vamos adentrar aquelas pessoas que simplesmente não tem nenhuma razão e – na sua essência – o que elas querem é uma boa discussão.

Vamos pensar um exemplo prático. Compro via internet um computador do fabricante Dell. Porque pensei neste e não em outro? Algumas dicas:

O site deles para montagem do micro é bom;

No twitter deles tem sempre promoções;

Consigo ter assistência on line a minha disposição;

Vamos supor que este micro dê problema de vídeo.

Entro em contato com a assistência técnica e vamos supor que não tenha retorno (já presenciei justamente o contrário, mas quero um exemplo negativo), então, vou no twitter e cito meu problema com a Dell.

Isto pode se tornar um marketing negativo viral em poucas horas. Imagine que meus seguidores tem problemas com seus computadores e resolvem compartilhar estes problemas também via twitter.

Em algumas horas inúmeras pessoas estarão falando literalmente mal de uma marca. De nada adianta marketing e propaganda massiva se quem pode indicar o teu produto diz que ele não presta.

O cliente está muito mais preocupado em adquirir confiança, inovação e sobretudo atendimento do que só e unicamente preço.

Alguns podem dizer: Ah! com produtos tudo bem, mas em serviços tudo é diferente.

É mesmo?

Se demonstro a um cliente  que estou preparado para usar o processo eletrônico, ele encontra na minha mesa apenas meu trabalho atual e não pilhas e mais pilhas de papéis, se mantenho ele informado por email ou relatórios de seus processos e outras pequenas atitudes como estas ele vai dar tanta atenção ao meu preço?

“Se o cliente quer preço, que ele procure preço. Agora, o cliente que quer diferencial, que procure o produto que ofereço”. Gustavo Rocha

Não se iluda com o cliente. Esteja um passo na frente dele. Surpreenda-o nos detalhes. Muitos podem ter o mesmo ramo, especificação e qualificação técnica. Contudo, seu sorriso, relatórios, organização, apresentação e modo de agir e falar são únicos.

Esta essência faz a diferença no momento de contratar ou não, comprar ou não.

Em resumo:

“Hoje em dia o marketing extrapola o tradicional, devendo ser interativo, usar as redes sociais e aceitar a crítica do cliente como uma lição de crescimento para que o desenvolvimento empresarial seja pleno e constante”. Gustavo Rocha

Pense nisto.

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Hoje estarei no IV Gestão de Escritórios e Departamentos Jurídicos em Porto Alegre, palestrando sobre Gestão e Tecnologia.

Acesse aqui o folder: http://www.gweventos.com.br/newsletter/newsletter_42.htm

Quando pensamos em gestão e tecnologia unidos, parece dá um nó na cabeça. Alguns conseguem pensar apenas na gestão aplicando a tecnologia, como por exemplo uma máquina multifuncional com configurações específicas para o processo eletrônico.

Muito útil, prático e necessário. Contudo, não é tudo.

A gestão está muito mais intimamente ligada a tecnologia e vice-versa do que podemos imaginar.

Falarmos de gestão pura e simplesmente sem o tópico tecnologia é um absurdo teratológico (para quem não conhece, teratológico é sinônimo de monstruoso).

A tecnologia já foi uma aliada forte, hoje é indispensável em termos de gestão prática.

Como assim?

Vamos inicialmente pensar em gestão: Tudo que fazemos no nosso negócio está interligado a gestão, seja pessoas, processos internos, funcionalidades, etc.

Então, se tudo é gestão no seu negócio, como gerir/organizar/controlar tudo isto?

A tecnologia é a resposta.

Utilizando um sistema adequado, controles funcionais, compreendendo o seu negócio profundamente e embasando ele a gestão e tecnologia atual, seja a existente do próprio negócio ou nova, você poderá efetivamente dizer que em termos de gestão e tecnologia, você sabe como usar.

Não pense em um sistema pronto de gestão e tecnologia.

Pense em um sistema adequado e funcional a sua realidade, dentro daquilo que você realmente precisa e não o que o vendedor quer que você precise.

Gestão e tecnologia, modo de usar. Enfim, quer dizer: Gestão e Tecnologia, o SEU modo de usar.

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Amigos,

Amanhã, dia 11 de Março, teremos o IV Gestão de Escritórios e Departamentos Jurídicos em Porto Alegre/RS.

Estarei palestrando sobre a Gestão e Tecnologia no âmbito jurídico.

Faça a sua inscrição ainda hoje!

Acesse o folder:http://www.gweventos.com.br/newsletter/newsletter_42.htm

OU abaixo:

* Se você não está conseguindo visualizar este e-mail, clique aqui.
GESTÃO DE ESCRITÓRIOS E DEPARTAMENTO JURÍDICOS
Data: 11 de março de 2010 (quinta-feira)
Local: Auditório do Prédio Opus One
Av. Carlos Gomes, 222 (próximo Rua Anita Garibaldi)
Porto Alegre/RS

Público-Alvo

Advogados, Sócios e Administradores de escritórios de advocacia, gerentes de departamentos jurídicos de empresas, administradores e demais profissionais cuja atuação seja direcionada à organização e administração de serviços jurídicos.

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO
13h30 às 14h CREDENCIAMENTO
14h às 15h COMO DESENVOLVER O MARKETING DE SEU ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA

- A ética da advocacia e o emprego do Marketing
- Como o Marketing pode ser aplicado ao serviço jurídico
- Desenvolvimento da Marca Jurídica
- A importância do Planejamento de Marketing
- A tangibilização do conhecimento
- As ferramentas de Marketing Aplicadas
- O relacionamento e a percepção do cliente
- De olho no mercado e nas oportunidades
- Crescer ou manter a estrutura
- Case Martinelli Advocacia Empresarial

Expositor: Guilherme Nóbrega, Coordenador de Marketing do escritório Martinelli Advocacia Empresarial, Bacharel em Direito pela Universidade do Vale do Itajaí, Especialista em Marketing de Serviços pela FGV Management, MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Diretor Administrativo do Instituto Martinelli Solidariedade.

15h às 16h GESTÃO FINANCEIRA PARA ESCRITÓRIOS JURÍDICOS

- A importância da gestão financeira para o escritório de advocacia
- Conhecimento dos principais custos do escritório e como controlá-los
- A contabilidade utilizada para tomada de decisão
- Quanto/Qual que é o ponto de equilíbrio do escritório
- Como analisar o desempenho financeiro do escritório
- A importância do fluxo de caixa
- O acompanhamento do contas a receber e o pagar
- Outras ferramentas de gestão: Planejamento Estratégico
- Orçamento Empresarial

Expositor: Profº. Volnei F. de Castilhos, Mestre em Administração UFRGS – Linha de Pesquisa: Finanças e Contabilidade, Pós Graduado em Contabilidade Avançada FGV. Consultor de Empresas nas áreas de Finanças Corporativas, Planejamento Tributário, Contabilidade Gerencial, Implantação de Controladoria, Trabalhos de Avaliação de Controles de Internos, Auditor e Perito na área Cível há 27 anos. Professor no Curso de MBA em Direito Tributário na FGV em Porto Alegre

16h às 16h30 coffee break
16h30 às 17h30 “GESTÃO DE PESSOAS NA ADVOCACIA: PLANOS DE CARREIRA, AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E FORMAS DE REMUNERAÇÃO VARIÁVEL”
Como estimular os profissionais advogados visando aspectos de motivação, desempenho e retenção de talentos.

Expositora: Simone Viana Salomão, formada em Administração de Empresas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), MBA em Controladoria e Finanças pela USP/Fundace, coordenadora e professora no curso de Administração Legal para Advogados da GVlaw da EDESP-FGV/SP, Conselheira de Administração certificada pelo IBGC, Membro Consultor da Comissão de Direito na Sociedade da Informação, Fundadora do Grupo de Trabalho dos Crimes de Alta Tecnologia da FIESP, Comitê de Coordenadora do Comitê de Finanças do CEAE. Atua desde 1991 na gestão de escritórios de advocacia e a partir de 2004 tornou-se sócia da ALB Consultoria. Especialista em diagnóstico organizacional e administrativo de escritórios de advocacia, elaboração de fórmulas de remuneração e planos de carreira para advogados, controladoria e gestão financeira e profissionalização de empresa familiar.

17h30 às 18h30 A GESTÃO E TECNOLOGIA COMO DIFERENCIAL PARA ESCRITÓRIOS JURÍDICOS.

- A gestão versus simples padronização
- Desmistificando o Workflow em processos internos
- Como identificar um software para escritório de advocacia?
- Automatização das tarefas internas

Expositor: Dr. Gustavo Rocha, Advogado, Pós-Graduado em Direito Empresarial com mais de 10 anos de vivência no âmbito jurídico. Atuou como gerente de escritórios de advocacia por mais de 4 anos. Presta consultoria nas áreas de gestão, tecnologia e qualidade para escritórios de advocacia. Possui publicação em livro pela OAB/SC no livro OAB em Movimento, OAB editora: “Reformas Advindas da Lei 10.931/2004 na busca e apreensão em alienação fiduciária”, além de diversos artigos publicados em revistas e periódicos físicos e eletrônicos. Atua também como palestrante e ministra treinamentos in company de gestão e tecnologia.

18h30 Encerramento
18h30 às   19h30 PALESTRA GRATUÍTA

Introdução ao Mercado de Ações

Bianca de Menezes Juliano, Administradora formada pela UFRGS, especialista em Finanças pela FGV, sócia da XP Gestão de Recursos Ltda, agente autônoma de investimentos credenciada pela Ancor e assessora de investimentos da XP Investimentos CCTVM S.A.

INVESTIMENTO

Até 10 de março R$ 90,00
No dia do evento R$ 120,00

INFORMAÇÕES

Fones: (51) 3388.4944
atendimento@gweventos.com.br
www.gweventos.com.br

VALORES E INSCRIÇÃO





Um fraternal abraço e muito sucesso!

Gustavo Rocha
Diretor da Consultoria Gestão.Adv.Br
gustavo@gestao.adv.br
| (51) 8163.3333

Consultoria Gestão.Adv.Br
Gestão, Tecnologia e Qualidade
Site & Blog

Redes Sociais
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Estudos em geral comprovam que a média de sucesso em formação é de 5% contra 95% de insucesso. Ou seja, de uma turma de formandos, 5% tem sucesso pleno enquanto os outros 95% não o tem de forma plena ou são totalmente falíveis.

Parece desolador, não?

Qual o caminho dos 5%?

Simples: Eles não seguiram o caminho de ninguém.

Seguir o caminho que os outros fizeram levará você até onde os outros foram. Você deve trilhar o seu próprio caminho, suas próprias ideias e, portanto, ter seus próprios acertos e erros.

Por óbvio, não precisamos reinventar a roda para trilhar o nosso próprio caminho.

Podemos analisar os erros que já foram cometidos e aprender com eles.

Podemos escolher nuances destes erros e tentar acertos onde outros falharam.

Podemos acertar com escolhas originais e inovadoras.

Nas palavras de Tomas Edson: “Eu inventei 999 maneiras de não fazer uma lâmpada.”

Como você se prepara para ser um vencedor?

Pense em algumas alternativas práticas:

Você escreve periodicamente onde o seu público alvo lê?

Você participa de congressos como palestrante ou participante na área de atuação do cliente?

Você mantém contato com clientes antigos?

Você participa de reuniões de networking?

Você sabe das reais necessidades do seu cliente fora a parte jurídica?

Se o não for a resposta destes questionamentos, o caminho está bem longe…

Os caminhos podem ser vários, mas todos apontam a uma ideia: O objetivo é o cliente.

Pense nisto.

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