Semana passada saiu uma notícia no STF que importa a todos que tem a tecnologia como aliada e não um problema: O STF Mobile.

Um serviço novo do Supremo Tribunal Federal que permite consultar processos, jusrisprudências e notícias via celular. Leia a notícia aqui.

Já imaginou a cena? Você está na rua e quer saber se o prazo iniciou ontem ou anteontem… Abre o celular e consulta no STF Mobile o seu processo. Chique não?

Além de chique, muito útil. Principalmente entendendo que estas ideias e melhorias virão para os tribunais regionais e um dia – quem sabe – aos estaduais.

Fica a dica para o CNJ: Padronize todos como o STF o mais rápido possível em termos de tecnologia.

Como sempre digo, não basta ser, temos que aparentar ser.

Ter a tecnologia e não fazer uso dela de maneira adequada e útil é o mesmo que não tê-la.

Estamos diante de um novo judiciário em termos de tecnologia (em termos de decisões, sem comentários).

Seja pelo processo virtual, certificação digital, acesso aos sites via celular, a advocacia está precisando mais do nunca adequar-se.

Precisamos, ao meu ver, duas frentes de trabalho:

Uma da própria OAB, onde devemos ter atitude e acompanhamento, sendo fundamental o posicionamento, pois ver o que está mudando na justiça é uma coisa, ver o que é melhor para o advogado ser o instrumento de realizar a justiça é outra.

Segundo, do Judiciário como um todo, pois não estar atualizado com as novas tecnologias significa estar desatualizado na sua profissão.

Converse com o conselheiro da sua seccional da OAB, esteja sempre atualizado das novidades do judiciário – no Blog GestãoAdvBr é uma dica ;) –  e ponha em prática no seu dia a dia estas mudanças.

Não espere o amanhã.

Como diz a música, quem sabe faz a hora, não espera acontecer…

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A origem da quarta-feira de cinzas é interessante e apenas em uma palavra pode se resumir: reflexão. Leia aqui um pouco mais sobre esta origem.

Muitas pessoas retomam seu trabalho a tarde, outras ainda no início da manhã e algumas somente na quinta-feira.

Mesmo não sendo um feriado, o Carnaval é uma tradição no Brasil e a quarta-feira de cinzas representa para grande maioria o retorno ao trabalho.

Se você retornou ao trabalho hoje, aproveite para refletir.

Pense nos objetivos deste ano;

Pense em como o seu negócio pode ser e fazer a diferença;

Pense e comece a agir;

Isto é fundamental, posto que conforme se diz popularmente, o ano começa depois do Carnaval, então agora já comecou, é quarta-feira de cinzas!

Se você seguiu meu conselho e aproveitou o feriado para pensar, agora é mãos a obra!

Busque alternativas para aquilo que foi planejado.

Motive a equipe em prol das mudanças.

Melhore sua comunicação com os clientes.

Aproveite que o ano está iniciando ou re-iniciando!

Use e abuse das redes sociais e do marketing, pensando na sua essência.

Viabilize o seu negócio com ideias simples, mas diferentes.

Enfim, viva o seu negócio com felicidade, planejamento, vivacidade e muita tenacidade!

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Então é Natal, quer dizer, Carnaval!

Tempo de festa, alegria, sorriso e tudo de bom… Apenas isto?

Algumas possíveis definições do Carnaval nos remetem a uma palavra que significa “suprimir a carne” ou seja, um momento de reflexão, pensamento e não de comer a carne seja literal ou metaforicamente. Aqui temos algumas ideias da origem do Carnaval.

Um tempo de reflexão, na minha forma de pensar.

Muitos afirmam que o Brasil somente começa após o Carnaval…

Se esta premissa é verdadeira, você tem 4 dias para repensar o seu negócio.

São 4 dias em que muitos estão apenas pensando em festas.

Você pode estar pensando em como melhorar os seus procedimentos internos.

Em como angariar novos mercados.

Em como tornar o seu negócio mais interessante e, sobretudo, mais sustentável.

Parece loucura dizer para alguém trabalhar no Carnaval. Mas, o Carnaval é uma festa histórica, sequer é um feriado. Pode procurar. Apenas a terça-feira é ponto facultativo. A segunda é dia normal de trabalho. Alguns locais decretaram pontos facultativos e outros criaram leis municipais onde o comércio pode fechar. Mas, não é um feriado nacional.

Assim sendo, é uma boa oportunidade de analisar o seu negócio.

Não precisa ser radical. Use parte do dia para o seu negócio e parte para as festas.

O importante é fazer a diferença. É criar diferenciais.

Enquanto a grande maioria está apenas dançando e saltitando, alguns podem estar planejando, organizando, executando. Quando aqueles que estiverem na farra voltarem, os outros estarão na frente.

Se você trilhar o caminho que todos fazem, chegará apenas aonde eles chegaram. O diferencial é justamente fazer o que a minoria ou ninguém faz.

Pense nisto e um ótimo feriado, que não é feriado…

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Um escritório de advocacia americano foi o primeiro a criar um aplicativo para Iphone, mesclando tecnologia e direito. Leia a reportagem completa aqui.

A ideia deles é ofertar a seus clientes (eles atuam no ramo do direito do consumidor)  uma possibilidade de ler os artigos desenvolvidos pelo escritório off line (sem precisar estar conectado),  enviar aos amigos pelo facebook, twitter, etc, ou seja, uma forma inteligente e prática de gerar conhecimento e divulgar nas redes sociais.

No Brasil, com o nosso atual código de ética da OAB, poderíamos fazer o mesmo?

Penso que sim.

Um aplicativo nada mais é do que um produto desenvolvido para facilitar o acesso dos usuários. Desenvolver um aplicativo para acesso a um blog específico não é atividade fim da advocacia, mas sim uma atividade eletrônica. O conteúdo que seria acessado é o mesmo que está no Blog, então, conteúdo permitido.

Ademais, gerar conhecimento dos direitos dos cidadãos é um múnus público da própria advocacia. Não permitir que o cidadão saiba do seu direito é retirar do advogado uma característica fundamental da sua existência: A informação.

O código de Ética da advocacia proíbe a promoção pessoal, contudo, não veda a informação pública, desde que não seja no formato de resposta a questionamentos de forma habitual.

Ou seja, informar o direito não é proibido.

Respeitando as diferenças entre países (EUA e Brasil), devemos analisar que a ideia de um aplicativo para o Iphone se traduz num misto de tecnologia aplicada ao direito.

O que você pensa disto?

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Em Abril de 2009 já escrevemos sobre este tema, apresentando uma pesquisa Americana que confirmava esta tendência, de que em breve as redes sociais serão mais importantes ou tão importantes quanto o email. Leia o artigo aqui.

Numa pesquisa recente, a consultoria Gartner confirmou esta ideia, aduzindo que até 2012 mais de 50% das empresas terão redes sociais próprias e até 2014, cerca de 20% das empresas terão substituído o email pelas redes sociais como forma de comunicação com seus clientes. Leia a reportagem completa aqui.

Mesmo que não se confirme na totalidade a previsão, temos uma assertiva inegável: as redes sociais vieram para ficar.

Você está inserido nas redes sociais?

Você usa as redes sociais?

Você interage nas redes sociais?

São três perspectivas que determinam o quanto você está preparado para este mercado.

Inicialmente, se você conhece as redes sociais e fez seu cadastro nelas.

No segundo momento, se você usa, quer dizer, posta vez em quando, lê com frequencia, divulga a seus amigos, etc.

No primeiro e segundo passo, muitos profissionais fazem e acreditam que isto é tudo.

Não é.

O fundamental é o terceiro passo: Interagir.

Interagir significa conversar, propor ideias, debater assuntos, difundir conhecimento, lembrar e parabelizar clientes e amigos pelas datas comemorativas, enfim, estar presente.

Pense nisto.

O que você faz nas redes sociais hoje?

O que pretende fazer daqui uma semana?

E daqui um mês?

E o mais importante: Como vai colocar em prática esta ideia de ação?

Não basta planejar. Tem que executar.

Seja a mudança que quer ver no mundo. Comece agora!

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Muitos advogados se queixam que o mercado está saturado, que não temos mais espaço para advogar e que o preço é o único diferencial…

Uma análise simplista e perdedora.

O mercado tem se renovado de muitas formas. Trabalho em vários escritórios de advocacia e afirmo que muitos estão encontrando novas ações onde antes não havia nada.

Além destas “brechas” para novas possibilidades jurídicas, temos todos os dias notícias que nos traduzem em questões interessantes.

Uma notícia da semana passada:

Rede social movida a críticas aposta no anonimato para fazer sucesso Leia artigo completo aqui.

Já pensou no que vai dar? Pessoas podendo xingar umas as outras de forma anônima… E os crimes contra honra? E o dano moral?

Possibilidades…

Este tema é interessante, mas não é novo. Já escrevi alguns artigos sobre ele.

Clique abaixo:

Recursos Repetitivos e Estratégia

Fim dos Advogados – Parte 2

Novas perspectivas de mercado

Como você vê o mercado?

Esta resposta fará toda a diferença. Quando vejo uma possibilidade, invisto tempo, dinheiro, esforços para que ela se torne real. Quando não vejo nenhuma possibilidade, não tomo nenhuma atitude.

Nossas ações iniciam com nossa vontade.

Se queres que algo mude, mude você primeiro. O resto é decorrente da primeira atitude.

Queres encontrar mercado? Encontre possibilidades em ações próprias ou desenvolva alianças estratégicas. Veja aqui.

Não busque desculpas. Seja o verbo da mudança.

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Uma recente pesquisa inglesa apontou que os adolescentes tem utilizado mais redes sociais (facebook, twitter, etc) e menos blogs, enquanto os adultos utilizam os blogs tanto quanto as redes sociais. Leia a reportagem aqui.

Pensando isto em termos de negócio, para que esta pesquisa é importante?

Para tudo. Principalmente o futuro.

Quando analisamos o comportamento dos jovens e adultos novos percebemos quais são as tendências de mercado dos próximos anos.

Leia duas análises que fiz em 2009 sobre mercado. Primeira aqui. Segunda aqui.

Uma análise de mercado como a delineada na pesquisa nos demonstra que a estratégia delineada em 2009 é acertada. Em 2009 e mantemos a ideia em 2010, defendemos que o relacionamento é a forma mais adequada de chegarmos no nosso público alvo, isto em sintonia com o conhecimento, que deve ser demonstrado através de Blogs e redes sociais.

Em bom português: Fazendo uso das ferramentas blog e rede social, você estará interagindo com toda faixa etária de público, o que é fundamental no negócio.

Não adianta querer conversar apenas com adultos. Os adolescentes, que serão os futuros adultos, precisam saber da existência da sua empresa, para que a marca que ela tem seja sempre buscada e referenciada.

Portanto, continue investindo em conhecimento, redes sociais, blogs, pois o mercado continua ávido por noticias suas.

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Aos casados há muito tempo, aos que não casaram, aos que vão casar, aos que acabaram de casar, aos que pensam em se separar, aos que acabaram de se separar, aos que pensam em voltar…Reflitam! Todo casal deveria ler…

(Arthur da Távola)

Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição no ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga.

Tudo o que todos querem é amar. Encontrar alguém que faça bater forte o coração. Que nos faça entrar em transe, cair de quatro. Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado.

Tem algum médico aí?? Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o que? O amor. Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar. O que sobra é o amor que todos conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho. É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo. Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja. O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.

A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta. Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.

Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas. Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência…Amor, só, não basta.

Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades. Tem que saber levar.

Amar, só, é pouco. Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar. Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar. Tem que ter um bom psiquiatra. Não adianta, apenas, amar. Entre casais que se unem visando à longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou.

É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão. E que amar, ‘solamente’, não basta. Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.

O amor é grande, mas não é dois. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência. O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.

Um bom Amor aos que já têm!

Um bom encontro aos que procuram!

E felicidades a todos nós!

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Crie diferenciais.

Gere conhecimento.

Invista em relacionamentos.

Três ideias simples, contudo se traduzem no abc dos negócios. Vamos pensar nestas três atitudes:

Crie diferenciais.

Parece complexo não? Mas, muitos diferenciais são simples. Além do tradicional sorriso, educação e bom atendimento, pense em ser muito calmo ao atender o cliente, deixe ele a vontade para expor o seu problema, não acelere o atendimento. Outra situação importante: Não tente adivinhar o que o cliente vai dizer. Deixe ele dizer.

Tenha um baleiro na frente da sua mesa. Anote o aniversário do cliente, esposa e filhos. Mande um e-mail nas datas importantes. Vez em quando, mande um email apenas para dizer o quanto ele é importante.

Lembre-se:

Informar o andamento do processo é obrigação;

Estabelecer laços é cativar o cliente;

Surpreendê-lo é o diferencial;

Não crie falsas expectativas com o cliente. Diga a verdade. Criar diferenciais é diferente de inventar firulas ou modismos. Pense nisto.

Gere conhecimento.

Cada vez mais sabemos que para termos mais clientes precisamos nos relacionar. Mas, como dizer ao cliente que somos bons em algo?

Simples: gerando conhecimento.

Crie um blog e escreva periodicamente sobre os assuntos que atua. Post no twitter suas ideias e pensamentos sobre a realidade do dia a dia. Divida no orkut e facebook seus escritos e ideias.

Além da forma eletrônica, pense na forma tradicional: Ao invés de um anúncio de jornal, que tal uma coluna informativa? Visite a associação de bairro e publique no jornalzinho informações pertinentes. Enfim, o mercado está ávido por conhecimento. Pelo seu conhecimento.

Invista em relacionamentos.

A palavra investir não é a toa. Não basta se relacionar. Nos relacionamos sempre. Desde uma conversa no boteco até com nossa família.

Agora, investimos muito pouco.

Não precisa dar um cartão de visitas para qualquer um que ver na rua. Mas, conversaste com alguém interessante, troque cartões de visita, envie um email, enfim, demonstre que você existe.

Leu uma notícia que pode interessar a alguém? Compartilhe. Não tenha medo. Envie a notícia com um comentário seu. Qual o problema disto? No máximo o outro que recebeu vai deletar o email, nada mais.

Não podemos promover spam, ficar literalmente “intupindo” de emails as pessoas. Contudo, ao sermos relevantes em nossos posicionamentos estamos sendo diferenciais, demonstrando nosso conhecimento e nos relacionando.

Vez em quando envie emails a parceiros, amigos, colegas de profissão. Todos são importantes, afinal todos possuem suas redes de contatos.

Faça uma análise simples:

Você -> email para amigo sobre assunto X -> amigo envia para outro amigo que interessa o assunto -> outro amigo envia para um conhecido o mesmo email.

Em apenas um email você chegou a duas pessoas que não te conhecem, não sabem o que você faz, mas sabem que você entende ou se interessa pelo assunto X.

Enfim,

Aplique as três ideias em sintonia e verás um crescimento planejado, constante e duradouro, posto que demonstrar conhecimento para sua rede de contatos e de seus conhecidos de maneira relevante é um diferencial muito desejado nos dias de hoje.

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No início deste mês o STF expôs que quer identificar o custo de cada processo para os cofres públicos. Leia a reportagem aqui.

Ao fazer isto, saberemos quanto custa um processo simples, ordinário e comum desde a sua distribuição até o último recurso.

Não há como olvidar que isto será uma bandeira contra os recursos – que segundo os juízes são muitos e atrasam os processos (não lembrando que o prazo máximo de um advogado é de 15 dias e o julgamento de um recurso ou sentença dura mais de anos) – mas, este assunto nos traduz uma reflexão interessante: Ao verificarmos quanto custa, repensaríamos o nosso direito de ação?

Não digo o custo para o Estado, mas o custo em si, para o próprio autor. Um custo que envolve o emocional, o desgaste de tudo que será feito, além claro dos custos processuais com distribuições, recursos, etc.

Nesta mesma seara é importante refletirmos o custo de um processo para o advogado. Você, advogado, que estudou e estuda há anos, atua com afinco na busca da justiça ao seu cliente, quanto valoriza o seus honorários? Um processo que dura 5 anos, você recebeu quanto ao total? Dividindo isto pelo números de meses, quanto você recebeu por mês?

Você não quantifica?

Como saber o custo do seu negócio sem projetar estes valores ao seu negócio?

O primeiro passo para crescer de maneira sustentável é entender quanto ele custa por dia, mês, ano. Depois valorar o seu trabalho de maneira adequada a manter este custo.

Alguns irão dizer que não podem cobrar o valor que merecem porque o mercado cobra menos. Não é assim que tratamos o mercado. Ao comparar o mercado consigo, o máximo que conseguirás é um retorno do mercado, ou seja, da média geral. O correto é comparar o trabalho que o teu escritório desenvolve.

Qual o seu diferencial?

Se for unicamente preço, realmente tens um problema.

Crie diferenciais.

Gere conhecimento.

Invista em relacionamentos.

Três possibilidades de negócios fundamentais que dão resultado.

Reflita sobre o seu negócio e faça a diferença!

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