O Twitter é alvo constante de críticas e defesas apaixonadas.

Temos inúmeros advogados utilizando esta ferramenta para se comunicar. Seja para comentar de palestras, eventos, bem como informando a comunidade os seus direitos em qualquer cidade do Brasil.

A grande pergunta é: O Twitter é capaz de gerar negócios para escritórios jurídicos?

Penso que não apenas o twitter, mas qualquer rede social como facebook, plaxo, etc são ferramentas. Quem gera negócios são as pessoas.

No meu ver a grande realidade de hoje são os relacionamentos, portanto as redes em si.

As ferramentas existem várias. Mas, apenas lançar dados no twitter não fará que o cliente vá ao seu escritório.

Todavia, o fato de postar constantemente no twitter pode se traduzir em:

* Demonstrar conhecimento sobre uma determinada área de atuação;

* Demonstrar que está presente em eventos de relevância, ministra palestras, etc;

* Demonstrar que estás on line, conectado com o público de forma virtual;

São três possibilidades interessantes de marketing pessoal.

É sabido que o twitter é utilizado pelas classes A, B e C, basicamente. Então, estamos atingindo um público seletivo, que tem um certo poder aquisitivo, pesquisa na internet, geralmente sabe o que quer.

Para este tipo de público, estar on line não é importante. É fundamental.

Respondendo o questionamento do título: Sim, o twitter pode gerar negócios, depende de como você interage com o público das redes que ele pode proporcionar. Não, ele não gera negócios se for usado apenas como comentários de futebol e novelas.

Pense em como você se posiciona. Como profissional ou pessoal?

Faz toda a diferença. Na dúvida, crie dois perfis. Não macule a sua marca.

E continue investindo nas redes sociais, afinal, quem não é visto não é lembrado!!!

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Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”.

Esta frase, que é atribuída ao Marquês de Alorna, traz grande sabedoria a nossa vida pessoal e profissional.

Muitos profissionais ficam em apuros quando são sabatinados pela vida com inúmeras dificuldades inerentes ao gerenciamento empresarial, principalmente no universo jurídico que envolve prazos exíguos, competência profissional, qualificação e, sobretudo, competição interna e externa.

O axioma alhures nos opõe uma solução simples e eficaz.

Numa situação de problema, faça o que diz o ditado:

1. Sepulte os mortos: se houve algo que aconteceu e não tem mais volta, deixe para trás. Não adianta buscar culpados, ficar remando em círculos tentando encontrar soluções em situações que já se foram. Enterre-as.

2. Feche os portos: quando estamos com um problema a ser enfrentado, não podemos assumir novas responsabilidades ou mesmo cuidarmos de várias situações ao mesmo tempo. Fixe-se no problema a ser resolvido. Cuide da situação pontualmente, de maneira incisiva e direta, não se deixando afetar pelos outros ou outros problemas. Feche os portos aos demais. Resolva cada caso de uma vez.

3. Cuide dos vivos: esqueça o passado e cuide do que sobrou. Neste momento, após deixar o passado para trás, o mais importante é verificar na situação atual o que resta fazer com as pessoas e com a problemática que ainda tem algum tipo de tratamento e solução. Cuide do que está vivo ao seu redor.

São dicas simples, objetivas e diretas deste aforismo que nos levam a uma ampla reflexão.

O ditado tem utilidade inclusive na nossa vida pessoal, pois se deixarmos para trás o que já ocorreu, nos concentrarmos no que está acontecendo em nossa vida agora, e principalmente quando ocorrer um problema nos fecharmos para alcançarmos uma solução, teremos mais plenitude e felicidade em nosso caminho.

Cada administrador deve buscar soluções criativas e inovadoras para suas batalhas diárias. O adágio do Marquês de Alorna traduz numa fórmula simples um conhecimento que os profissionais acostumados ao gerenciamento de pessoas e processos levam muito tempo para conquistar: Que a solução de um problema reside basicamente em saná-lo com racionalidade, buscando resultados práticos com o que restou, fechando as portas de novos projetos até a solução clara daquele que por um motivo ou outro não saiu como planejado.

Muito sucesso!

* Artigo escrito por Gustavo Rocha e publicado originalmente no portal Gestao.Adv.br

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No dia 27 de Dezembro de 2009 circulou nas redes sociais e foi objeto de uma notícia na página da revista INFO uma informação no mínimo inusitada: Americanas.com deixou domínio expirar? Leia aqui.

A notícia foi publicada as 17h e 10min e as 19h e 58 quando eu acessei o site já estava tudo normalizado, ou seja, o americanas.com estava redirecionando para o americanas.com.br.

Qual a importância disto?

Vamos analisar a notícia simplesmente: Em menos de uma hora uma notícia escrita num site de informática já circulava no twitter de várias pessoas e muitas estavam preocupadas que uma loja com a marca e fama das americanas pudesse ter feito um erro tão bobo quanto não renovar um site.

Isto em uma hora, quero dizer 60 minutos ou ainda 3600 segundos.

Pense comigo: Em uma hora uma simples notícia pode abalar uma marca. Em uma hora muitas e muitas pessoas podem estar buscando o site americanas.com e comprando noutra empresa que não a verdadeira. Em uma hora.

Quer dizer: em 60 minutos a sua marca pode estar sendo reverenciada ou colocada no lixo.

Por óbvio, a situação da loja foi normalizada e deve ter sido apenas um erro de servidor e redirecionamento. Contudo, é a marca que está on line, sendo monitorada por qualquer um, a qualquer tempo, em qualquer hora.

Você pode argumentar: Mas meu negócio não tem um público que nem o das Americanas que recebe inúmeros visitantes por dia.

Tudo bem. Então, você acha que só porque ao invés de ter 100.000 visitantes por dia você tem 100 você pode ficar fora do ar, pode deixar de atualizar o site, deixar de ser interessante???

E estas 100 pessoas que visualizam teu site e querem divulgá-lo, irão fazê-lo se não verem o crescimento/inovação?

E estas 1oo pessoas que podem ser 1000 em algumas horas, aceitarão um site fora do ar?

E estas 100 pessoas que podem confiar na tua marca, gostar dos teus textos e artigos irão querer ler todos os dias o mesmo texto de 6 meses atrás?

Como fica a sua marca se você não está atento para a internet, site, blog e redes sociais?

Aproveite este início de ano para refletir em como você lida com as redes sociais. Lembre-se que redes sociais e internet são uma poderosa ferramenta de interatividade e contatos, portanto, uma fonte de marketing jurídico.

Nada é a toa. Apenas consequencia de nossos atos.

Pense nisto.

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Muitas são as promessas de ano novo… Diminuir de peso, começar uma dieta, deixar de ser rude, ter mais paciência, ser compreensivo, dedicar-se aos estudos, etc.

Quantas destas promessas são cumpridas?

Por que prometemos se não vamos cumprir?

Por que prometemos e nos frustramos assim?

Simples: porque prometer e cumprir são duas coisas distantes. A promessa gera expectativa e o seu não cumprimento gera frustração.Quando nos frustramos ficamos tristes conosco e assim sendo temos a tendência de colocarmos nossos erros debaixo do tapete do nosso consciente… Tudo isto acontece até sermos instigados novamente a fazer uma nova promessa e o círculo vicioso se repete.

Então, o que fazer???

Novamente a resposta é simples: Planeje e prometa a si mesmo apenas aquilo que podes cumprir.

Não parece difícil, contudo é complexo, pois temos mais ambição do que podemos imaginar.

Trabalhe com perspectivas reais. Busque novos clientes. Valorize a sinceridade, honestidade e dê valor ao seu negócio.

Com valores baseados nestes princípios o teu sucesso estará garantido.

Aproveite a entrada de 2010 para ser feliz!

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Os 3 últimos  desejos de ALEXANDRE, O GRANDE:

1, Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos  médicos da época;

2, Que fossem  espalhados, no caminho e até seu túmulo, os seus tesouros  conquistados, como prata , ouro,  e pedras preciosas ;

3, Que suas duas mãos fossem  deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais,  admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE  quais as razões desses pedidos e ele explicou:

1, Quero que os mais iminentes  médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm  poder de cura perante a morte;

2,  Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as  pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados,  aqui permanecem;

3, Quero que  minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver  que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Pense nisso….

“Os  ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que  trazem algo que aprendemos a amar.. Por isso não devemos  chorar pelo que nos foi tirado e sim, aprender a amar o que  nos foi dado. Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se  vai para sempre.”

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