Pensou em tecnologia, pensou em computadores, teclados, celulares, etc?

Pensou certo, mas com um foco que pode e deve ser ampliado.

A tecnologia de software e hardware (parte que se chinga e chuta, respectivamente -  hehehe) é um aspecto que se analisado de maneira correta reduz custos e pode ampliar o trabalho sem investir em mais material humano.

Inclusive, o investimento de tecnologia deste tipo é fundamental para o processo eletrônico, uma vez que computadores antigos ou de configuração modesta não serão adequados as necessidades virtuais que o judiciário está tornando obrigatório dia após dia.

Pense nisto: Se você tem um computador simples e uma impressora que usa para peticionar, quando comprar um escaner, não adianta comprar qualquer um, pois o tamanho do arquivo não pode ser maior que 500kb para o processo virtual. Ou seja, tem que ser um escaner com configuração de tamanho, qualidade, resolução, enfim, um produto bom. Infelizmente, não funciona com máquinas muito modestas, que em muitos escritórios sequer ultrapassam os 256mb de memória.

Isto sem falar no outro aspecto da tecnologia: As redes sociais.

Uma pesquisa recente mostrou que cerca de 10% das empresas estão preparadas para as redes sociais. As demais, não. Leia aqui.

O que isto quer dizer?

Quer dizer que se você empresário começar a preparar a sua empresa para este mercado das redes sociais, começar a interagir com seus clientes, começar a inovar no atendimento, você estará criando um diferencial único e quase exclusivo de mercado!

Não deixe todos estarem adaptados para se adaptar. As redes são um caminho novo, mas forte. Estão presentes no dia a dia de muitos clientes seus, mesmo que você não saiba disto.

Exercite a inovação no seu negócio: Use a tecnologia a seu favor!

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Uma pesquisa recente demonstrou que o Brasil é o segundo utilizador no mundo do Twitter, só perdendo para os Estados Unidos. Leia a pesquisa aqui.

Isto significa que muitos e muitos usuários de internet possuem o twitter e utilizam-o através dos diversos aplicativos disponíveis, seja no computador, seja no celular.

Sendo mais claro, o cliente do teu negócio pode estar utilizando neste momento o twitter, para conversar com outras pessoas, pesquisar marcas e fazer negócios.

Sim, fazer negócios.

A fabricante de computadores Dell é um exemplo clássico. Leia aqui.

Contudo, a forma de fazermos negócios no twitter é completamente diferente dos negócios tradicionais.

Nos negócios tradicionais, vendemos. No twitter, informamos.

Nos negócios tradicionais um vende outro presta assistência. No twitter o mesmo faz ambos os serviços e está exposto a opinião pública de maneira imediata.

Nos negócios tradicionais uma venda repercute entre vendedor, comprador e talvez uma indicação. No twitter, um bom acordo pode ser notícia no mundo todo.

Ou seja, no twitter e nas redes sociais, a regra é ser informativo, prestar respostas rápidas e precisas e estar atento ao que o mercado está solicitando.

Não é difícil ou impossível, mas muda a forma de ver o cliente.

Antes, buscar o cliente era um negócio, um marketing, uma abordagem.

Agora, buscar o cliente é interagir com ele, ouvir e resolver suas críticas e crescer com ele.

Não aguarde o mercado esvair entre seus dedos. Mude sua forma de pensar e agir para as tendências do mercado e cresça com ele!

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SER ETERNO

Diz a lenda ,que Merlim perguntou a Artur, quem é você? Obteve como resposta:
“Sei quem eu sou, sou seu antigo amigo e discípulo”.
Merlim rejeitou essa resposta e disse-lhe:
“O vento me disse quem você era”.
Artur interrogou-o:
“O vento? Mas ele não disse nada.”
Merlim então respondeu:
“Exatamente”.

O homem precisa aprender a ouvir o silêncio.

“Ser intemporal pode ser uma perspectiva assustadora se você estiver fortemente identificado com os papéis que desempenha”.

Existe uma consciência isenta, alerta e silenciosa que é você mesmo, sem representações do dia a dia. Este estado sereno, silencioso e inominável existente em nós é a realidade a essência da vida. “Ele não pode ser tocado pelo pensamento, pela fala ou pela ação”.

A energia não tem início nem fim. Enquanto acharmos que tivemos um início, não encontraremos a parte imortal, “que precisa nunca ter nascido para que possa não morrer nunca”.

A consciência sobrevive à morte das moléculas nas quais ela viaja.

A expectativa é poderosa. “Cada experiência se baseia na continuidade, que alimentamos ao nos lembrarmos de tudo como era no dia anterior, na hora anterior e no segundo anterior”. Nossas mentes geram as mesmas imagens dia após dia.

“Desapegue-se então um pouco, e lembre-se: tudo a que você se agarra já está morto, porque é passado. Morra a cada momento e você descobrirá a porta para a vida eterna”.

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A conquista de clientes está mais ligada a pesquisa de opinião, consumo, marketing do que tecnologia, certo?

Errado.

Cada vez mais temos a tecnologia presente no dia a dia das pessoas, e o melhor de tudo isto, elas tem utilizado para as coisas mais corriqueiras, desde localizar um cinema ou uma rua no GPS, até a pesquisar sobre determinado assunto na internet.

Um estudo demonstra dados interessantes (leia completo aqui):

79% quer usar os sites para acessar e imprimir cupons; 75% dos entrevistados desejam utilizar os celulares para encontrar onde estão as lojas mais próximas; 66% gostaria de saber quais mercadorias estão em estoque antes de chegarem a algum ponto de venda. (…) 78% dos consumidores disseram que contribuiriam ou co-criariam com os varejistas por meio de feedbacks relacionados ao design do produto, por exemplo (…)

E agora fica a clássica pergunta: Mas como posso usar esta informação no meu negócio se ele se refere a serviço e não a produto em si?

Vamos lá:

Se o mercado está aquecido com clientes querendo usar a internet para se comunicar com seu possível fornecedor, a regra básica é simples, direta e objetiva: Comunique-se!

Tenha um site com informações sobre seus serviços.

Tenha um Blog com artigos sobre o seu serviço.

Tenha um Twitter e interaja com as pessoas demonstrando seu conhecimento.

Depois de começar a se comunicar, repense a forma desta comunicação:

Tenho uma pesquisa de satisfação com meu cliente?

Peço ao cliente que indique meu serviço?

Informo ao cliente que ele é importante para mim?

A tecnologia é maravilhosa.

Contudo, é ao mesmo tempo burra.

Sem o ser humano é inócua.

Não invista apenas na tecnologia. Invista no material humano. Invista na humanidade com os clientes, invista principalmente no relacionamento com o seu cliente.

O resultado do seu negócio depende justamente desta interatividade. Não apenas pense e planeje. Seja o verbo na sua vida.

Ou seja: Ação!

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Um termo novo, sem sombra de dúvidas, que é a abreviatura de social business, ou seja, negócios sociais. Leia uma interessante reportagem aqui.

O que isto tem a ver com o meu negócio?

Simplesmente tudo.

Não importa se você tem um escritório jurídico ou uma empresa de sapatos ou ainda um escritório contábil. Tudo atualmente são relacionamentos.

Escrevo sobre relacionamentos há muito tempo, mas hoje em dia sua fama anda ainda maior. Pudera, sem eles não há mais negócios neste universo empresarial.

Em outubro de 2009 escrevi sobre esta ideia de relacionamento e comparei ao feudalismo, leia aqui.

Se estamos analisando um novo conceito de visão mercadológica devemos primeiro conhece-lo para depois aproveitá-lo.

Negócios em rede nada mais é que utilizar sua rede de relacionamentos, a rede de relacionamentos do seu vizinho, amigo e parente para conquistar cada vez mais espaço no mercado.

É usar e abusar das ferramentas sociais para ter seu nome (que é a sua marca) sempre associado ao que faz/desenvolve/produz.

É fazer promoções de venda (veja o caso da Dell no Twitter)

É ouvir o que o cliente quer.

Como se não bastasse, nas redes sociais, um indica o outro, um cresce com o outro, enfim todos podem crescer e multiplicar seus contatos, basta seguir algumas regras básicas:

Ter foco de divulgação;

Ser profissional e não pessoal;

Ter atualização constante;

Isto aliado a uma empresa séria, com conteúdo e visão de mercado só pode ser um sucesso!

Aproveite que estamos iniciando a ideia de s-business no mercado e seja pioneiro em crescer através das redes.

Quer nos seguir nas redes sociais? Clique aqui.

Ainda tem dúvidas? Comparitlhe conosco nos comentários ou clique aqui.

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Em Dezembro escrevi um artigo intitulado “Recursos Repetitivos e Estratégia” – leia aqui - onde expús a questão de como a advocacia está ficando restrita e mecanizada, devendo o profissional jurídico refletir para achar o “como” mudar esta realidade.

No dia 03/01 – um domingo – o Superior Tribunal de Justiça publicou uma nota institucional chamada de Especial informando da sua “importância” na elaboração das leis do país. Acesse aqui.

Textualmente o STJ afirma:

Cabe ao Poder Judiciário aplicar a lei. Ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) cabe o papel de uniformizar a interpretação da lei federal; por isso a sua função de guardião da lei federal. No cumprimento dessa importante missão é que vai se formando a sua jurisprudência, orientando a direção a seguir na defesa dos direitos.

Há algum tempo esse papel vem influenciando diretamente no arcabouço legal do país. Isso pode ser observado desde o importante papel desempenhado por magistrados da casa na elaboração de novas normas processuais para a Nação, tanto na esfera cível quanto na penal, até a inserção dessa jurisprudência cimentada ao longo dos anos nas leis.

Vamos pensar estrategicamente sobre isto?

Temos enfrentado um poder legislativo que mais se preocupa com seus próprios escandalos do que em legislar propriamente dito. Ouvimos quase que diariamente que as leis estão sendo deixadas para depois, pois deve ser aprovado primeiro o que o Governo quer e depois o que pode realmente fazer diferença para o cidadão. Saliento que não é uma crítica apenas aos Governantes, mas ao povo como um todo, pois se “eles” estão lá, foi com o nosso voto e não através da força bruta.

Voltamos ao raciocínio.

Se o legislativo é eleito com votos apelativos do tipo “eu sou um pobre da vila x e mereço ser vereador e deputado”, “eu sou um coitado que mal sabe ler e escrever mas pelo menos sou honesto” “Não precisam lembrar do que eu fiz no passado, eu vou melhorar agora porque aprendi que não devo errar mais” e por aí vai (desculpem o sarcasmo, mas não suporto  coitadinhos) temos um corpo legislativo que legisla em prol de si mesmo e sua própria corrupção.

E seguindo o raciocínio, o STJ está cada vez mais influente nas decisões do Legislativo…

Este mesmo STJ que é eleito através de indicação direta do executivo e aprovado pelo legislativo.

Este mesmo STJ que faz cursos no litoral Brasileiro patrocinado pelos Bancos.

Este mesmo STJ que aprovou no último ano verdadeira barbáries contra os advogados. Leia a última do ano aqui.

E o que sobra para a profissão jurídica?

Se os tribunais superiores rotulam o direito e querem acabar com os recursos e temos agora o próprio judiciário – a quem cabe fiscalizar os demais poderes e não influenciar nas leis (pelo que me recordo das aulas de direito – mais um pouco de sarcasmo escorrendo pela boca…) – querendo influenciar nas leis do país, resta-nos como profissionais de munus público e indispensáveis para administração da justiça buscarmos alternativas.

Alternativas como buscar na Constituição Federal argumentos para mudar leis eleitoreiras e/ou contrárias ao povo;

Alternativas como não deixar de buscar os seus direitos apenas para “não se incomodar”, pois queremos a eficiência da justiça e não apenas números de processos julgados;

Alternativas de recursos mais críticos e focados em solução e menos cópias e recortes de outras petições, visando a inovação e mudança da situação existente; (lembre-se que a decisão de um processo é lei entre as partes)

Enfim, alternativas.

Pense em outras, busque na criatividade refazer a sua profissão da melhor forma possível, ou seja, pensando nela.

Não basta mais ser advogado por ter OAB.

Temos que ser advogados pensantes. Advogados criativos. Advogados inovadores.

E o que você pensa de tudo isto?

Prefere deixar como está e ver até aonde vai?

Faça da sua voz, consciência e verbo a mudança que quer ver no mundo. Ainda temos pessoas que pensam e não aceitam tudo como vêem na TV e nos Jornais.

Pense nisto.

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Como consultor, uma das primeiras tarefas que tenho ao iniciar o trabalho com uma equipe é entrevistar um a um dos membros.

Na série de perguntas que aplico, uma chama a atenção pelas respostas que recebo: Qual o seu objetivo pessoal e qual o seu objetivo profissional na empresa e profissionalmente.

Analisando friamente, temos três perguntas numa:

1. Qual o seu objetivo pessoal;

2. Qual o seu objetivo profissional na empresa;

3. Qual o seu objetivo profissionalmente;

É incrível como as pessoas confundem estas três questões. Misturam objetivos pessoais com profissionais; Misturam seus sonhos de crescimento com profissão; Misturam os objetivos da empresa para com si e com a sua profissão.

Vamos desmistificar estes três elementos:

1. Qual o seu objetivo pessoal;

Objetivo pessoal não tem a ver com a empresa, não tem a ver com o ramo de trabalho, não tem a ver com nada além de você mesmo. Ou seja, objetivo pessoal pode ser um curso de inglês, uma viagem ao exterior, um carro a ser comprado, quiçá, um novo computador pessoal ou quitar dívidas. São objetivos pessoais que moldam nossos sonhos de concretização imediata ou mediata em relação a nós mesmos, nosso eu interior.

2. Qual o seu objetivo profissional na empresa;

O seu objetivo profissional na empresa pode ser diferente do seu objetivo profissional. Por exemplo, você pode ter a aspiração de ser juiz, mas quer ser advogado sênior primeiro. Os objetivos profissionais na empresa são moldados pelo caminho que vislumbramos ser possível trilhar naquela empresa.

3. Qual o seu objetivo profissionalmente;

O seu objetivo profissional pode ser um sonho, um concurso, pode ser outra profissão que ainda não tentaste, enfim, é aquilo que está no foro íntimo para realizar de maneira profissional.

Nem sempre a empresa que estás trabalhando oferece a resposta para o objetivo profissional.

O mais importante é distinguir estes três objetivos, pois cada um deles forja um caminho.

O objetivo pessoal nos molda a felicidade e satisfação. O objetivo dentro da empresa nos gera as expectativas de curto, médio e longo prazo, gerando satisfação. O objetivo profissional nos estimula a continuar no sonho, apesar das adversidades.

Analise, reflita e questione seus objetivos.

Ainda tem dúvida sobre qual a importância de saber distinguir os objetivos? Sêneca tem a resposta:

Nenhum vento lhe será favorável se não souberes aonde estás se dirigindo.

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Recebi a indicação deste video abaixo por Rudinei  Modezejewski e vale a pena a reflexão proporcionada.

http://www.overstream.net/view.php?oid=lkmrs1iwill4

A pergunta inicial é: Quanto vale o seu trabalho?

Isto porque claramente percebemos que em nenhum momento o entrevistado está se negando a fornecer a “entrevista”, bem como não está interessado em midia. Ele está interessado em ser remunerado por aquilo que faz, ou seja, pelo seu conhecimento, nome, enfim, pela sua entrevista.

Quando um advogado faz um contrato de resultado, ele está fazendo o quê na verdade? Está assumindo um risco que não é seu.

Você já se questionou se o seu médico assumiria o risco da cura de um cancer para depois receber o seu pagamento?

Porque o advogado deve esperar anos para receber algum valor se ele não deu causa a nada do que está defendendo?

Se alguém procura um advogado porque não efetuou pagamento do INSS e está prestes a ser preso ou tem uma execução contra si, a culpa disto é do advogado? Ou será que o advogado é a pessoa mais indicada para resolver este assunto?

Esta inversão de valores está clara nos dias de hoje.

Não estamos valorizando a profissão, conhecimento, dedicação. Estamos valorizando resultados, sendo que estes não dependem unicamente do profissional envolvido.

Quantas e quantas vezes verificamos que o judiciário muda de posição em relação a determinadas ações? Se você entrou em 2002 com uma ação revisional de leasing você tinha uma súmula que dizia que o contrato era descaracterizado se o pagamento do VRG fosse parcelado. Apenas um ano depois, o STJ revogou esta súmula e valeu exatamente o contrário do que antes era válido. Se você empregou seus honorários em resultado, apenas um ano depois sua chance de resultado é zero.

Em bom português: Valorize seu trabalho. Aprenda que negociar, ser maleável, não significa menosprezar, ser indiferente, tratar o seu conhecimento como sendo senso comum. Você estudou, buscou diferenciais, encontrou o seu caminho. Não jogue isto no lixo.

Reflita sobre isto e leia uma interessante crônica de João Ubaldo Ribeiro sobre este assunto http://www.almacarioca.com.br/cro68.htm

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Um rapaz procurou Sócrates e disse-lhe que precisava contar-lhe algo sobre alguém.

Sócrates ergueu os olhos do livro que estava lendo e perguntou:

- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?

- Três peneiras?  - indagou o rapaz.

- Sim ! A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer me contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer aqui mesmo. Suponhamos que seja verdade. Deve, então, passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é uma coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar?  Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?

Arremata Sócrates:

– Se passou pelas três peneiras, conte !!! Tanto eu, como você e seu irmão iremos nos beneficiar.
Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos, colegas do planeta.

Se no mundo pessoal e empresarial as pessoas sempre utilizassem as três peneiras, como teríamos menos discórdia e mais união….

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A abelha e a mosca

(desconheço autor)

A mosca, por mais limpa que seja o corpo sempre procura a sujeira ou a ferida. A abelha, por mais imundo que seja o pântano em que se encontre, sempre procura a flor e dela o néctar. Lótus, uma flor oriental, nasce do lodo do pântano transmutando-o em néctar. A abelha não aceita nada menos, vivendo somente do supra-sumo, do néctar. Se a sua vida não lhe oferece o melhor, é porque você está sendo como a mosca, buscando o pior nas pessoas e nas coisas. Está na hora de você mudar de atitude: como o Lótus, transmutar o desequilíbrio, por pior que sejam as circunstâncias; como a abelha, buscar na vida, somente as flores, e delas o néctar. Assim, a vida lhe oferecerá constantemente o melhor, o supra-sumo – e você bem que o merece.

Este pensamento nos remete a uma reflexão interessante no mundo corporativo: Foco naquilo que queremos.

Alguns dirão que não basta isto, temos que ter sorte, talento, visão, etc.

Mas, com foco, podemos criar e aprender todo o resto.

O foco naquilo que queremos faz com que sejamos seletivos nas parcerias, nos negócios, inclusive nos clientes.

Não podemos ter todos os clientes do mundo no nosso negócio. Devemos ter aqueles que são atraidos pelo que ofertamos e consequentemente, fazem parte do nosso planejamento.

Tentar abraçar o mundo é um erro normal e corriqueiro. Com o tempo percebemos que podemos ser felizes e atingirmos nossos objetivos com a visão de foco no que queremos.

Quero trabalhar para pessoas jurídicas?

Devo ter produtos para pessoas jurídicas, nas áreas que atuo, podendo ter parceria nas outras.

Quero trabalhar para pessoas físicas?

Devo ter produtos para pessoas físicas,nas áreas que atuo, podendo ter parceria nas outras.

Então, aproveite o pensamento da abelha e da mosca e torne-se a abelha para fabricar e colher o doce mel do resultado.

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