A borboleta e a psicopedagogia

Lembro-me de uma manhã em que eu havia descoberto um casulo na casca de uma árvore, no momento em que a borboleta rompia o invólucro e se preparava para sair.
Esperei bastante tempo, mas estava demorando muito, e eu estava com pressa. Irritado, curvei-me e comecei a esquentar o casulo com meu hálito.
Eu o esquentava e o milagre começou a acontecer diante de mim, a um ritmo mais rápido que o natural.
O invólucro se abriu, a borboleta saiu se arrastando e nunca hei de esquecer o horror que senti então: suas asas ainda não estavam abertas e com todo o seu corpinho que tremia, ela se esforçava para desdobrá-las.
Curvado por cima dela, eu a ajudava com o calor do meu hálito. Em vão. Era necessário um acidente natural e o desenrolar das asas devia ser feito lentamente ao sol – agora era tarde demais.
Meu sopro obrigara a borboleta a se mostrar toda amarrotada, antes do tempo.
Ela se agitou desesperada, alguns segundos depois morreu na palma da minha mão.
Aquele pequeno cadáver é, eu acho, o peso maior que tenho na consciência. Pois, hoje entendo bem isso, é um pecado mortal forçar as leis da natureza.
Temos que não nos apressar, não ficar impacientes, seguir com confiança o ritmo do Eterno.

Nikos Azanizaki

* * *

Esta pequena história nos faz pensar num dos aspectos do trabalho psicopedagógico, ou seja, sobre o respeito ao aluno e às necessidades de aprendizagem de cada criança.
A lagarta passa por um longo processo de transformação para virar borboleta e poder voar.
A lagarta se alimenta muito para crescer. Este “alimenta-se para crescer” do ponto de vista da psicopedagogia são as experiências que a criança vai adquirindo em contato com as pessoas, os objetos e o mundo em geral.
Há que se selecionar os “alimentos estímulos” mais apropriados para este crescimento.
Depois, ao formar o casulo, a lagarta entra em repouso. Este tempo é necessário para que haja uma assimilação e uma acomodação das experiências, para que o sujeito as possa tomar como suas, fazendo e refazendo, como se construísse o seu casulo.
Mas, há o tempo de sair do casulo e poder voar.
Tempo de mostrar, de expressar, de comunicar.
As formas de mostrar o que se sabe são variadas, às vezes são desenhos, ou são novas brincadeiras, ou, até novas perguntas.
Só que cada lagarta tem seu tempo de casulo e seu tempo de ser borboleta. Não há como forçar e nem como acelerar os tempos, sem o risco de perdermos o vôo da borboleta!

Os comentários sobre a história da borboleta foram feitos por Erzsebet Mangucci – autora do livro “Vivendo a Leitura e a Escrita”, da Solução Editora.

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Quando você pensa em gestão, organização, planejamento e tecnologia você pensa em revolucionar ou re-evolucionar?

Se você nunca pensou nisto, então revolução é o termo.

Se você já tem um início ou já pensa que organizou o termo é re-evolucionar.

As duas ideias são fundamentais para as empresas, escritórios e negócios hoje em dia.

As mudanças na tecnologia e na organização tem se demonstrado estratégicas para o posicionamento no mercado.

Planejar, organizar e vivenciar a gestão não são apenas termos vazios. São palavras que se utilizadas, vividas como verbo das organizações se traduzem em resultados.

Além disto, a tecnologia mostra-se uma aliada fantástica para a produtividade.

Contudo, apenas os termos são normalmente dores de cabeça.

Para revolucionar ou re-evolucionar o seu negócio a necessidade lastreada em alguns pilares:

* Conhecimento;

* Aplicabilidade prática;

* Análise e reanálise;

* Investimento planejado;

* Alinhamento e escopos reavaliados periodicamente;

Sem pensarmos efetivamente neles, não há como aplicar qualquer mudança.

Veja e reveja o seu negócio.

Inicie com uma reunião para analisar e repensar seus objetivos como sócios. Depois coloque no papel quais mudanças são imperiosas neste momento. Quanto podes investir. Quanto tempo podemos suportar sem resultados (nada é imediato).

Depois destes pensamentos, comece a revolucionar ou re-evolucionar o negócio. Se não sabes como fazer, procure um profissional especializado. Contudo, não deixe de analisar, planejar e executar a revolução e/ou re-evolução no seu negócio.

O sucesso advém do trabalho, esta é a regra.

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“É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os  ricos  pela  prosperidade.  Para  cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo  que  não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia  de  que  não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la,  e  quando  esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, assim chegamos ao começo do fim de uma nação.

É impossível  multiplicar riqueza dividindo-a.”

Adrian Rogers, escreveu em  1931

Este pensamento nos traz uma reflexão interessante e importante: Qual o valor que você dá a riqueza?

Não discorro da riqueza como apenas o dinheiro, mas sim como sucesso, poder, fama, claro, dinheiro e, sobretudo, valor, valoração.

Você vê o dinheiro como problema?

Certamente a resposta será: Claro que não, dinheiro é solução!

Contudo, não falo da resposta óbvia. Falo da reflexão necessária, das atitudes que norteiam o teu caminho.

Quem não vê a riqueza como problema sabe que para crescer é necessário trabalhar. E trabalhar muito. Como se diz no jargão popular “Não existe almoço grátis”. Existem contrapartidas para ações que são realizadas.

Você quer fazer uma parceria?

A primeira pergunta é o que a outra parte vai ganhar com isto?

A segunda pergunta é o que vamos conseguir crescer com a parceria?

A terceira pergunta é qual a chance de termos sucesso?

De posse destas respostas, podes começar a elaborar ou não uma parceria.

Atualmente as parcerias são uma fonte de riqueza. Se você compreende que ao fazer uma parceria não está dividindo, mas sim somando, ótimo.

Agora, se você pensa que somente o outro deve dar algo e você apenas receber, você não sabe trabalhar com a riqueza.

Outra visão deturpada em relação a riqueza é em relação ao que se ganha pelo trabalho. É muito comum o funcionário sentir-se desvalorizado, achar que ganha salário baixo, não sente-se motivado, incentivado, etc.

Contudo, o salário não pode ser o único motivador profissional. E aliás, salário não é riqueza, é dinheiro. Riqueza é mais amplo, é o conceito em si de valoração do dinheiro, da percepção disto.

Voltando, um funcionário deve compreender que o dono do negócio trabalhou arduamente para construir aquele império e hoje recebe por tudo que investiu e trabalhou.

Mesmo concordando que devemos remunerar adequadamente, motivar os funcionários, etc, não podemos deixar de analisar que tudo que foi construído tem um valor, tem um preço.

A mesa, computador, folha, impressora não saem de graça. Não existe nada de graça.

Aproveite este início de ano para repensar seus valores.

Não deixe de ajudar os outros, contudo, valore o quanto cada coisa vale na sua vida.

Não dê valor só porque um produto custa tanto. Tipo, um tubo de oxigênio custa R$ 200,00 (duzentos reais) por exemplo. Este é o valor. Agora, para uma pessoa que não está conseguindo respirar direito, este tanque pode custar a vida.

A valoração é a real riqueza. O valor é apenas dinheiro.

Pense nisto.

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Sempre que pensamos em mídia virtual algumas pessoas pensam que esta mídia ainda não conquistou o seu espaço, afinal, poucos tem acesso a internet, menos ainda buscam produtos e/ou serviços na própria internet, enfim, o investimento neste tipo de mídia pode ser surpéfulo.

Será?

Vamos pensar nos investimentos virtuais em três óticas: Site, blog e redes sociais.

Desenvolver um site profissionalmente requer um investimento, já um blog e redes sociais podem ser feitos gratuitamente.

O grande segredo é deste tipo de mídia pode ser resumido em três grandes pontos:

Ter foco!

Atualização constante!

Interação!

É fundamental que o site, blog e redes sociais sejam colocados dentro dos objetivos em que você se propõe a ser conhecido e/ou quer divulgar. Se um blog não for atualizado pelo menos semanalmente e as redes sociais quase diariamente, terás poucas pessoas interessadas em seguir teus passos. Se não interagires com ninguém, terás apenas leitores; se interagires, poderá conhecer outras pessoas e ter amigos.

O público alvo é bem diversificado, desde crianças, jovens até a terceira ou melhor idade.

Tanto o é, que até o Papa Bento 16 vê a importância dos padres terem um blog. Leia aqui.

Profissionalmente falando, o acesso a internet é feito por pessoas que tem sede de conhecimento, vontade de ter novos mercados e buscam um espaço que está em plena expansão.

Por óbvio não atinge as massas tanto quanto uma novela na TV, contudo, as mídias sociais estão cada vez mais pertencendo a vida das pessoas, em especial dos jovens e adultos.

Negligenciar este público é dizer ao seu negócio que ele tem data para fechar.

Quem contratará seus serviços daqui alguns anos, se até a leitura do jornal é feita hoje de forma eletrônica e você anuncia no jornal apenas?

Quem contratará seus serviços daqui alguns anos, se não conhecem a sua opinião ou conhecimento sobre este ou aquele assunto, mas o seu concorrente expõe toda semana no blog dele?

Quem contratará seus serviços daqui alguns anos, se para achar uma rua, padaria ou telefone podemos ter tudo isto nos buscadores como google e você nem sequer aparece na sua pesquisa?

É amigo leitor…

O mundo é redondo, gira e está mudando. Não me refiro apenas as mudanças climáticas. Refiro a mudança de mercado e percepção. Isto faz toda a diferença.

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Albert Einstein o famoso físico com a foto da língua pra fora (quando ele tinha 72 anos) tinha uma frase para explicar de maneira simples a sua teoria da relatividade:

“When you sit with a nice girl for two hours, it seems like two minutes.
When you sit on a hot stove for two minutes,it seems like two hours.
That’s relativity.”
Duas horas perto de uma linda garota parecem dois minutos.
Dois minutos em cima de um aquecedor parecem duas horas.
Isto é relatividade.

Quantas e quantas vezes na nossa vida esta relatividade posta por Einstein se mostra verdadeira.

Elaboramos um plano, organizamos um projeto e quando verificamos um decisão atropelada ou mesmo um diretor mais entusiasmado pensa que a relatividade pode ser aplicada e quer tudo em dois dias o que duraria mais de dois meses.

Tenho escrito regularmente que a advocacia e o mercado estão mudando e o profissional deve adequar-se as novas realidades.

Além das realidades de tecnologia, processo virtual, certificação digital, padronização interna dos procedimentos, o advogado deve estar atento ao mercado.

Como assim?

Deve aprender a exercer planejamento. Deve aprender e ver as situações sem emoções. Deve aprender a agir dentro das possibilidades.

Por exemplo: Chega uma demanda trabalhista que vai custar a empresa muito dinheiro por um erro de procedimento interno da empresa. Bem, três ações a serem tomadas: O advogado propõe a mudança do procedimento interno, explicando o porque de ser modificado e como deve ser feito para não incorrer no mesmo erro. Dois, avalia o prejuízo de maneira a propor um acordo ou o enfrentamento do processo até as últimas consequencias. Três, dentro da primeira possibilidade estuda uma reanálise de outros procedimentos visando evitar ou minimizar passivos trabalhistas.

No caso citado, o profissional não é visto como um advogado simples e puramente. É visto como um parceiro de negócio, alguém que está buscando soluções e, portanto, alguém fundamental para o desenvolvimento da empresa. Se ele apenas propor a segunda alternativa, ele é o advogado clássico e não um conectado com o mercado atual.

E se não for uma empresa?

A regra é igualmente válida. Deixe um cartão, informe que a consulta jurídica é cobrada, todavia uma pergunta pode ser respondida sem nenhum tipo de investimento, etc. Cative o cliente. Demonstre a ele que você é uma pessoa de confiança e detém conhecimento.

Diante de todo exarado, as regras básicas de marketing jurídicos se mantém: escreva sobre o assunto que domina, publique em site, blog, twitter, etc. Faça do seu nome a sua marca.

Como bem disse Einstein, tudo é relativo. Depende de como estamos vendo a situação.

Aprenda a ver a situação da melhor maneira para o seu cliente e assim, duas horas de reunião parecerão dois minutos…

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Você já viu um ramo de Acácia? Veja na Wikipédia e conheça um pouco mais.

A Acácia tem uma bela simbologia. No seu seio contém o tanino de onde se extrai um produto muito utilizado nos curtumes para industrialização do couro. A simbologia desta árvore é a imortalidade, a vida eterna.

Quando você iniciou o seu escritório você pensou que um dia ele cresceria, teria funcionários e principalmente que esta marca que você criou – seu nome – poderia se tornar imortal?

Provavelmente não. Geralmente somos mais imediatistas. Queremos resultados para ontem, mas precisamos parar e pensar. Parar e planejar.

Quando digo parar não é no significado exato da palavra, mas sim no sentido de analisarmos e criarmos estratégias, ou seja, de gerarmos tempo para ser estratégicos.

Imortalizar a sua marca significa blindá-la, significa pensar em tudo que ela representa para o mercado, e principalmente analisar se o escritório tem sucessores que irão manter a filosofia da empresa.

Temos no Brasil a maioria de empresas familiares.

Já pensaste na imortalidade da sua marca?

Já iniciaste o treinamento de seus sucessores?

Como você lida com as gerações mais novas?

São pensamentos fundamentais e elementares para a sucessão empresarial.

Ignorá-los é deixar ao vento o sonho que com muito suor, lágrimas e amor construíste.

Construir uma marca é árduo. Destruí-la é simples. Analise com cuidado o símbolo da Acácia.

Faça da Acácia o símbolo da sua marca jurídica: Imortal!

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Quantas vezes achamos que não evoluímos, não crescemos e pior: Nada somos.

O escritor português Paulo Geraldo traz uma reflexão ímpar sobre o tema:

O Zero

O Zero sentia-se vazio. Olhava para si mesmo e não gostava do que via: era aquela enorme barriga; era a incapacidade de sobressair; era a falta de um carácter vincado…

Achava mesmo que não valia nada. Já muitas vezes tentara ser esguio como o 1, elegante como o 4 ou belo como o 7, mas nem sequer conseguia a pequena proeza de esticar uma haste para se assemelhar ao 6 ou ao 9.

Era realmente uma nulidade. Mas o pior de tudo nem sequer era o aspecto, pois já se tinha habituado a isso e os outros também nunca o tinham visto de outra forma. Não, o pior nem era olhar-se ao espelho: o pior era quando olhava para dentro de si mesmo. Não valia nada, pronto! Era isso. Nunca tinha feito nada de que se pudesse realmente orgulhar; tinha as mãos vazias; nunca deixaria o nome na história ou marcas no mundo.

Não passava de um zero.

Mas, então, por que razão tinha consigo todos aqueles sonhos, aquele desejo de grandeza, a vontade de se lançar a tarefas gigantescas? Era um zero e sentia dentro de si uma enorme tendência para o infinito…

Ora, isto – pensava ele – não tinha lógica nenhuma. Era até contraditório. E filosofava: Via-se logo que os números tinham sido uma invenção dos homens. Por isso não batiam certo. Se tivessem sido obra de Deus, tudo teria sido diferente. Sendo assim, paciência…

Mas o Zero estava de longe de se resignar com a situação. Alguma coisa lá por dentro se recusava a aceitar pacificamente estas filosofias, ainda que elas servissem perfeitamente como justificação para a sua nulidade e para a vida preguiçosa que levava.

E, no fim de contas, talvez os algarismos não fossem uma invenção dos homens.

Muitas vezes dizia para si mesmo que não podia fugir à sua natureza, à incapacidade com que nascera. Sentindo-se incapaz do esforço de alcançar o infinito, que chamava por ele, repetia cinquenta vezes por dia que o infinito não existia. Para se convencer a si próprio. Para se poder entregar tranquilamente à doçura de uma vida sem montanhas para subir.

No entanto, aquela doçura acabava por o maçar. Tornava-se amarga: não na boca, mas num lugar qualquer que ele não sabia identificar com exactidão. Ora, aquilo doía-lhe. Era como se tomasse veneno.

O Zero sabia a solução, a resposta, a verdade, mas fugia de pensar nisso. Também lhe doía… O Zero sabia que o verdadeiro problema não era a preguiça nem a falta de capacidade. A questão importante era o orgulho.

Sucedia que o orgulho o levava a procurar sempre o primeiro lugar quando se juntava aos outros algarismos para fazerem alguma coisa em conjunto. Conseguia esse lugar porque era o mais forte de todos, mas os outros algarismos não achavam aquilo bem. E quando isso sucedia formava-se uma barreira, uma vírgula, entre ele e os outros. E, assim, com o Zero no primeiro lugar e a vírgula logo a seguir, aquilo que faziam não valia quase nada.

O Zero pressentia que, se aceitasse um dos últimos lugares, tudo seria diferente. Talvez então pudessem, em conjunto, aproximar-se do infinito e até tocar-lhe. Talvez assim se abrissem as portas a todos os sonhos que desde sempre trouxera consigo. Mas teria – assim pensava – de se curvar perante os outros, e baixar a cabeça era para ele uma impossibilidade…

Não vou acabar de contar a história do Zero. Não vou dizer como chegou a entender que para um zero o melhor lugar é o último. Nem como acabou por pedir desculpa aos outros. Nem como conseguiu depois – não sempre, mas muitas vezes – a glória de baixar a cabeça e se colocar no último posto.

É que estas transformações são sempre muito íntimas e dolorosas. Sou amigo do Zero – conheço-o muito bem – e não está certo que revele em público a sua intimidade.

Paulo Geraldo

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Nada melhor para uma sexta-feira do que pensarmos em novas ideias, reflexões para o final de semana ser mais profícuo.

Todos os pensamentos em destaque são atribuidos ao mestre oriental Confuncio.

Não são as ervas más que afogam a boa semente, e sim a negligência do lavrador.

Em bom português: Se você não fizer a diferença, nada o fará. Não adianta reclamar do governo, por a culpa nos impostos, dizer que o mercado não existe, que os clientes querem pagar pouco. O que resolve é não ser negligente: Trate de plantar as tuas ideias! Comece planejando os caminhos (exatamente como preparar a terra), depois vá semando (escreva textos, divulgue seus pensamentos) depois proteja a semeadura das interpéries (ou seja, crie boa fama a si mesmo) e pronto, esteja preparado para a colheita.

Se queres prever o futuro, estuda o passado.

Aconteceram problemas? E daí? Se tudo fosse maravilhoso seria um tédio. Os problemas estão aí para nos mostrarem o quanto somos bons. Os espinhos existem para valorizarmos a rosa. Então, arregaçe as mangas e vá a luta! Estude seu planejamento, veja suas ações e admita seus erros. Simplesmente mudar o rumo não adianta. Sem reconhecer seus erros, eles voltarão a acontecer da mesma forma, com rumo diferente. Admita seus erros e comece a fazer um caminho diferente pra valer!

Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha.

Aqui fica o ensinamento máximo do mestre Confúncio para hoje. De nada adianta atitudes, verdades, vontades se não houver persistência. Ninguém é vitorioso da noite para o dia. Tudo que começa rápido é efêmero e portanto acaba. Aproveite cada dia para o seu crescimento. Cada dia para novos desafios. Cada dia para novos sucessos. A vida é feita de pequenas coisas e não de grandes conquistas.

Enfim, finalizo os pensamentos com uma ideia fundamental na vida de todos nós: Se queres que algo mude, mude você.

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Os Cinco Macacos
(autor desconhecido)

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio da jaula, uma escada, e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.

Depois de um certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros pegavam-no e enchiam-no de pancada. Com mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo já não mais subia a escada.

Um segundo macaco, veterano, foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e, afinal, o último dos veteranos, foram substituídos.

Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

“Não sei… Mas as coisas sempre foram assim por aqui…”

Este texto nos traz uma reflexão importante, relacionada diretamente a nossa atitude:

Nós criticamos o que acontece conosco?

Criticamos os procedimentos existentes?

Criticamos as atitudes dos colegas?

Ou simplistamente aceitamos as regras como elas são?

Não se trata de crítica por maldade ou crítica sem fundamento. Trata-se de análise crítica.

Devemos analisar o que está acontecendo ao nosso redor, verificarmos maneiras de mudarmos os procedimentos e evoluirmos.

Não importa se você é estagiário, faxineira ou subalterno. Se você não tem voz no escritório ou empresa, procure outra empresa.

Ouvir seus funcionários, principalmente aqueles que possuem ideias não é favor, É OBRIGAÇÃO DE QUALQUER EMPRESA SÉRIA.

Não aceite as coisas como ela são. Seu raciocínio e conhecimento é que fazem a vida existir e ser um verbo e não um mero substantivo.

Critique os procedimentos com ideias, sugestões e coloque voz nos seus pensamentos. A inovação, inteligência e criatividade agradecem!

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Quem nunca errou que atire a primeira pedra. Somos seres humanos, falíveis por natureza. Buscamos em nossa essência aperfeiçoarmos, buscamos a perfeição, contudo temos nossos momentos de erros e fraquezas.

Se é algo tão comum, por que nos importamos tanto?

Porque somos treinados para não errarmos. Somos cobrados para sermos perfeitos. Enfim, somos obrigados a ser o que não somos.

Não estou fazendo apologia ao erro, nem é meu intuito afirmar que devemos errar e pronto. Estou buscando demonstrar que o erro faz parte da vida, apenas isto.

E qual a importância disto? Que ao errarmos, temos que admitir o erro.

Nada adianta ficar fazendo promessas vazias, inverdades cada vez maiores para justificar erros. Errou, assuma.

Mas eu vou perder o cliente, pode dizer um. Pense no cliente: O que é mais valioso num profissional: A verdade com um pedido de desculpas e busca pelo acerto ou uma mentira que depois cai por terra?

Não existe mentira eterna.

“Você pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; mas não consegue enganar todas por todo o tempo.” ( Abraham Lincoln )

A verdade pode ser crua, dura, mas é sempre mais doce do que a mais fantasiosa mentira.

Somente existe uma questão que não tem volta (e alguns como eu acreditam que até isto tem volta): a morte. Para todo resto há um jeito.

Perdi o prazo de apelação, isto não tem volta. E o recurso adesivo?

Perdi o prazo de contestação, isto não tem volta. E a nulidade da citação?

Perdi o prazo de recurso especial, isto não tem volta. Existia matéria para este recurso? A intimação foi válida?

Sempre poderão existir argumentos. Basta pensar com a razão e não com o sentimento de frustração de perda ou do erro.

Errei. E agora?

Agora vou ser sincero comigo mesmo, respirar fundo e buscar a solução. Esta é a resposta.

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