Estas três palavras fazem parte do meu cotidiano de consultor em escritórios jurídicos.

Vejo muitos profissionais criando dados, poucos com informação e quase nenhum com crítica.

Qual a diferença?

Dado é qualquer informação que você armazena e pode coletar depois;

Informação é a utilização de dados de maneira a ser-lhe útil;

Crítica é o raciocínio em cima da informação obtida;

Estes três elementos são fundamentais para o desenvolvimento relevante e estável do escritório.

Vejamos um exemplo prático: O escritório lança num controle de processos ou planilha todos os clientes que entraram no escritório no período de uma semana. Isto é um dado. Se através deste dado ele puder concluir quantos fecharam ações com o escritório e quantos foram embora, estamos diante de um dado que transformou-se em informação. Agora, se diante desta informação o sócio tomar uma atitude de investimento em marketing, reformulação de procedimentos, entre outros, estamos diante da crítica, ou seja, da atitude contra o procedimento anterior, ou seja, a evolução.

Esta ideia é similar a utilização do PDCA. Leia aqui sobre este tema.

Tanto o PDCA como a ideia de dado, informação e crítica nos levam ao mesmo objetivo: Temos que analisar o que está acontecendo e raciocinarmos mudanças, ideias e novos procedimentos.

Não podemos aceitar passivamente as coisas como estão simplesmente porque sempre foram assim ou porque nunca tivemos problemas.

Sempre podemos evoluir e buscar o melhor. Não aceite menos que isto!

Padronize com dados, extraia informações e oferte críticas positivas de remodelação do seu negócio. Este é o segredo do sucesso!

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Na última semana no Blog do Larry Bodine nos EUA um número interessante e até impressionante: Temos mais de um milhão de advogados no LinkedIn.

Segundo a reportagem, destes pelo menos uns cinco mil tem perfil profissional no LinkedIn. Se você não sabe o que é o LinkedIn, clique aqui.

Até aí temos números. E o que mais?

Se temos um grupo tão grande de advogados nos EUA usando o LinkedIn e muitos brasileiros também, o que podemos fazer com esta ferramenta?

Muito. Assim como em outras redes sociais como facebook, plaxo e twitter.

Interagir, este é o comando.

Muitos pensam que o sucesso numa rede social se dá pelo número de pessoas amigas ou número de posts na rede.

Não. Absolutamente não.

Se você segue mais de 300 pessoas no twitter (talvez até um pouco menos) e trabalha, você não consegue acompanhar as postagens dos amigos e talvez nem responda a um importante convite ou um assunto que possa lhe interessar passe desapercebido. Não há como acompanhar em tempo real tudo.

Então o segredo é um só: Foco. Interagir com foco.

Se quero posicionar minha marca nas redes sociais devo direciona-la em assuntos, temas, objetivos que tenho interesse.

Por exemplo: Faço cadastro no LinkedIn dizendo que busco parceiros nos EUA. Começo a participar de grupos de advogados por lá, começo a postar em inglês artigos, etc. Estou iniciando o trabalho de interagir com foco.

Se quero buscar clientes, participar de redes sociais é interessante, mas não em grupos de advogados.

Advogados atraem mais advogados, parcerias, negócios entre si e não clientes finais, salvo raras exceções.

Então use e abuse das redes sociais!

Só lembre-se do segredo: Interagir com foco!

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A partir da próxima sexta-feira temos o famoso recesso forense que vai até o início do próximo ano.

Temos alguns escritórios que fecham suas portas, dão férias coletivas, outros mantém normalmente suas atividades, outros apenas dão preferência para que os funcionários tirem férias neste período, enfim, várias variantes.

Mas, se todos concordamos com a afirmação do advogado Otávio Estarque que “somente advogado tem prazo neste país”, o que fazer quando os prazos estão suspensos?

Aproveitar!!!

Não apenas para descansar. Devemos aproveitar este tempo para reorganizar e planejar.

É um período em que todos da equipe podem organizar suas mesas, verificar gavetas, vasculhar arquivos, ler e-mails e deletá-los ou arquivá-los, enfim, podemos fazer aquelas tarefas que cotidianamente não conseguimos por falta de tempo, ou seja, por estarmos fazendo os prazos.

Não jogue este tempo fora!

Se é a única oportunidade de tirar férias, tire.

Se é a única oportunidade de um descanso, aproveite.

Se é a única oportunidade de fazer festa, viva!

Agora, se você pode aproveitar este tempo e ter férias depois, melhor.

Sem prazos, as atitudes podem ser organizadas com calma, sem correria e no retorno dos prazos os caminhos estarem prontos para o início de 2010.

Você tem uma semana para definir isto. Até sexta-feira você pode escolher entre apenas diminuir o ritmo ou organizar de forma que em 2010 você possa iniciar num crescimento.

A escolha é sua!

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A ESCOLA DOS BICHOS
Rosana Rizzuti

Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.

O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de
vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.

E assim foi feito, incluíram tudo, mas…
cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.

O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar.
Colocaram-no numa árvore e disseram: “Voa,
Coelho”. Ele saltou lá de cima e “pluft”…
coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não
aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.

O Pássaro voava como nenhum outro, mas o
obrigaram a cavar buracos como uma topeira.
Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.

SABE DE UMA COISA?

Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS.

Não podemos exigir ou forçar para que as
outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.

Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.

RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO.

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Qual a real importância da tecnolgia na sua vida? E mais: No seu negócio?

Quando pensa em tecnologia apenas vem na cabeça o word? Excel? Talvez um programa de controle de processos?

E toda a real utilidade disto?

Ah! Servem para dizer a todos que temos computadores e podemos pesquisar jurisprudências através da internet, recortar e colar petições, formar um banco de dados, enfim, trabalhar.

Só pra isto?

Usar a tecnologia apenas para substituir o que antes se fazia com menos tecnologia é inútil!

Ter o word e a internet em termos de petições substitui a máquina de escrever e o banco de dados dos Tribunais de Justiça.

A tecnologia tem que ser o ponto de apoio, a celeridade, a organização, a padronização do seu negócio.

Sem estas finalidades, a tecnologia se torna apenas algo bonito. Principalmente no seu negócio.

Ter a tecnologia é apenas uma questão de poder ter. Agora, precisar, saber o que realmente necessário, este é o real poder.

Vamos analisar o caso de um software jurídico.

Um software que controle os prazos, agende audiências, realize relatórios, permita acesso remoto, parece tudo de bom, certo?

Errado!!!

Isto é o básico da tecnologia. O que o escritório realmente precisa é de um produto que faça tudo acima e mais, controle o financeiro do cliente e do escritório, possa incluir documentos de maneira inteligente no sistema, seja simples de operar, acesse em qualquer lugar (via internet), permita que o usuário possa padronizar operações de gestão dentro do escritório e controlar através do sistema, enfim, um sistema que faça e não apenas prometa.

Em resumo: O sistema deve espelhar a realidade do seu escritório.

Como você vê a tecnologia agora?  Uma dica simples: Pense na utilidade. O resto é apenas firula.

Use a abuse da tecnologia no seu negócio. Mas, faça-o consciente!

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Qual a sua visão: Você é livre? Você tem bons costumes?

Ou seja,

Você é livre para pensar, agir, refletir, e sobretudo, mudar?

Você tem bons costumes para fazer do seu passado um alicerce para o seu futuro?

Perguntas, ah! Perguntas… Do que seriam as perguntas, se não fossem as respostas…

A liberdade é muito mais do que apenas um princípio.

A liberdade está intimamente ligada a escolha. Ligada a visão. Ligada a razão. Ligada ao raciocínio.

Bons costumes estão intimamente ligado aos nossos valores morais e éticos. Ligados naquilo que escolhemos como certo para a nossa vida. Ligados ao nosso passado, conectados com o nosso presente e são determinantes no nosso futuro.

Contudo, se você é livre e de bons costumes, mudar não é um problema. E pode ser uma solução.

Ser livre significa não aceitar as verdades como verdades absolutas.

Ser livre significa mudar sendo consciente da mudança.

Ser livre significa ver o mundo com uma folha em branco, prestes a ser escrito.

A liberdade e os bons costumes estão no nosso dia a dia. Basta acolhê-los. Basta usá-los. Basta vivê-los.

Se você aceita a vida como ela é, pense e repense suas atitudes.

Mudar por um objetivo faz bem.

Mudar com planejamento é imprescindível.

Mudar planejando e concretizando o sonho é majestoso.

Se você traz consigo os princípios da liberdade, igualdade e fraternidade sempre buscando em seus ideais elevar a virtude e  colocar nas masmorras da  consciência os vícios que possui, tens forjado em tua alma a força da liberdade e dos bons costumes.

Seja livre e mude.

Seja criador dos bons costumes e aproveite o presente para olhar o passado e planejar o futuro.

O sucesso pertence a quem tem coragem de ser livre, de bons costumes e ousado a mudar, criar, inventar, remodelar e viver como se cada minuto fosse o último.

Pare de apenas pensar. Planeje, execute e, sobretudo, seja a mudança que queres ver no mundo.

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Ontem, numa decisão do Tribunal de Justiça do RS, uma empresa de telefonia foi condenada a rescindir o contrato sem multa e ainda pagar uma indenização a um consumidor que não conseguiu utilizar a sua internet 3g. Leia aqui.

Quero trazer a reflexão uma indagação simples mas profunda:

O que a internet representa para você?

Alguns pensarão que a internet é diversão e trabalho. Outros talvez diversão, outros ainda quiçá trabalho.

A internet não é essencial hoje em dia?

É muito mais que essencial, é vital.

Na conjuntura atual, a internet é mais que uma ferramenta, é um requisito essencial.

No universo jurídico não é diferente.

Estamos com vários tipos de ações que podem ser ingressadas virtualmente. Outras, que no início de 2010 serão obrigatoriamente virtuais.

Então, se o processo é virtual e compramos um modem 3g para acessar a internet enquanto estamos em viagem, a falha deste serviço é muito mais do que simplesmente algo técnico. É como a piadinha que o eletricista entra na UTI e diz “Respirem bem fundo que vou desligar a luz por 5 minutinhos”, ou seja, sem internet estamos sem o nosso respirador, nosso alimentador de informações e também sem nosso ganha pão.

Não vou defender o vício da internet, algo sério, já tratado como vício e doença que é em países sérios, enquanto em outros é apenas piada.

Vou defender que a internet é uma ferramenta imprescindível no nosso dia a dia e banalizar seu uso é um erro. Acertada a decisão do TJRS. Penso que poderia ter condenado em mais. Para uma operadora, aquele valor é ínfimo.

Contudo, voltando ao cerne, vamos pensar no papel versus o virtual, o processo comum e o virtual, quem sabe a internet e a máquina de escrever.

Não vislumbro uma utilidade séria para o computador sem internet. É uma máquina de escrever e fazer desenhos, nada mais.

Pense sobre o quanto você usa a internet em sua vida e como a tecnologia está presente neste meio. Esta será uma reflexão inicial, pois a continuidade dela é a nossa própria existência.

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O que é a justiça pra você?

O dia da justiça é uma homenagem ao poder judiciário, instituído pela Lei 1408/51, pelo então presidente Getúlio Vargas.

O que é o judiciário para você?

Nesta data temos que refletir mais do que um simples feriado judicial, temos que analisar os elementos que constituem o poder judiciário, ou seja, o tríplice: Juiz, Promotor e Advogado.

O que é o poder para você?

Muito além de cordialidade, respeito e urbanidade, o tríplice judiciário (formado por juizes, promotores e advogados) buscam – pelo menos em ideal – fornecer aos cidadãos elementos de paz social, obediência as leis e justiça social.

O que é a verdade para você?

Na maioria das ocasiões a tríplice aliança é mais enfraquecida no lado dos advogados que são taxados como aproveitadores e oportunistas, sendo difundido aos cidadãos a visão de probidade e verdade aos outros elementos da tríplice.

O que você acredita como correto?

Não temos como buscar no judiciário apenas aquilo que é justo e perfeito, pois somos seres humanos, temos interesses diversos e perfeição não é nossa característica.

Mas então fica a dúvida: Sendo injusto e imperfeito, temos o dia da justiça como feriado ou reflexão?

Leia e responda as perguntas em negrito e tire suas conclusões…

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Esta pergunta pode apavorar alguns profissionais. Eles se questionam: Qualquer cliente é bom, todo cliente é importante, devemos pegar o máximo de clientes e por aí vai.

Contudo, mesmo que a máxima de todo cliente é importante, devemos atualizá-la para “todo cliente do meu negócio é importante”.

Explico:

Você tem um custo no seu escritório que é fixo e outro que é variável. É inégavel, todo início de mês, as contas vem, sem dó nem piedade.

Então, de posse deste custo médio você proporciona honorários aos seus clientes, sempre observando, óbvio, os limites mínimos da tabela da OAB.

Alguns dirão que cobrar a tabela da OAB é impossível, os valores são distantes da realidade.

Não vou adentrar esta areia movediça.

Quero focar no cliente e no seu escritório, no seu negócio.

Uma empresa ao fazer um produto projeta um número de vendas e estipula um valor que vai desde que os concorrentes do mercado oferecem, incluindo a qualidade do seu produto.

Em serviços temos a mesma realidade.

Você estudou, aprendeu, já errou e acertou. Você tem o seu conhecimento. Você tem a sua verdade. Quanto vale isto?

Temos que valorizar nossa profissão. Temos que cobrar o quanto vale o nosso trabalho.

Você vai ficar de 4 a 10 anos aguardando  uma decisão final de um processo. Somente depois vai receber algum valor? E os anos de conhecimento empregados na solução desta causa não valem nada???

Alguns irão dizer que isto é realidade de mercado, ou nos adequamos ou morremos de fome.

Eu afirmo: Se você souber o seu valor, o cliente irá reconhecer e pagar o seu valor.

Agora, se o único diferencial que você tem é o preço, daí realmente você tem que cobrar o valor de mercado.

Demonstre seu conhecimento, escreva, escreva e escreva. Publique suas ideias. Defenda sua posição. Crie valor ao seu nome, ao nome do seu escritório, portanto, a sua marca jurídica.

Se você está com escassez de clientes, questione: Estou direcionando meu produto ao nicho correto? Estou desenvolvendo tarefas que demonstrem minhas habilidades ao meu público alvo?

Depois de todas estas respostas, daí sim você estará apto a responder a primeira pergunta: Qual é o seu tipo de cliente?

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“ Seja quem for que procure seu auxílio, essa é a pessoa que você deve ajudar naquele momento .

É seu dever satisfazer a necessidade da pessoa através de seu serviço, e esse será o melhor trabalho que você pode fazer no momento .

Você não vê o futuro porque seus olhos não podem percebê-lo .

O passado já foi e não há nada que você possa fazer sobre isso .

O presente – quando você pode fazer alguma coisa – é o tempo mais sagrado .

Assim, o presente é o melhor tempo para você cumprir seu dever e estar a serviço da pessoa que vem procurar sua ajuda . ”

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