O título do post de hoje é o título de um filme de 1984: 2010 – O ano em que faremos contato – que era a continuação do 2001 uma odisséia no espaço. Leia mais aqui.

Numa reflexão de 2009, penso que o ano foi muito proveitoso na área jurídica. Tivemos muita evolução tecnológica, mais advogados vendo seus escritórios como empresas, mais gestão, tecnologia e qualidade aflorando na consciência jurídica. O judiciário melhorou em alguns aspectos (processo virtual, certificação,  padronização) e piorou em outros (filas e mais filas, péssimo atendimento cartorário, lentidão, desorganização interna, falta de planejamento).

Foi um ano de muito marketing jurídico, redes sociais e alianças estratégicas.

Penso que clientes, leitores do Blog Gestão.Adv.br e amigos puderam compartilhar conosco estes três pilares com propriedade.

E o que teremos para 2010?

Sonhos, anseios, desejos e principalmente trabalho.

Sim, desejo que você sonhe muito, pois o sonho alimenta nossa esperança e faz a felicidade aparecer nas coisas pequenas, nas concretizações menores, naquilo que é palpável.

Que os anseios que você tem se tornem realidade. Se você busca as coisas boas, elas virão.

Que o desejo invada a sua vida. Deseje a felicidade, o amor, a amizade, o carinho e depois de sonhar, pensar e desejar, faça o principal: Trabalhe.

Que o trabalho em 2010 seja o norte do teu caminho. Não apenas trabalho como forma de satisfação profissional. Trabalho como verbo de construção. Trabalho como vontade de mudança. Trabalho como forma de ver o mundo de uma maneira diferente.

Penso que o filme predestinou a advocacia em 2010.

A advocacia e seu marketing estão totalmente interligados a esta palavra: contatos.

É assim que nascem as redes sejam virtuais e/ou presenciais. É assim que as pessoas confiam uma nas outras. É assim que conseguimos contratar um profissional de serviços.

Tudo são contatos!

Não apenas o contato em si. A demonstração de confiança. A externalização do contato: ou seja, a indicação.

Aprenda que indicar é tão importante e deve ser tão criterioso quanto fazer contatos. Indicar é dar a alguém o seu aval, o seu crédito, a sua boa fama.

Aprender a lidar nas redes é essencial para 2010.

Não basta estar conectado nas redes, ter mil seguidores no twitter, facebook ou plaxo. O importante é estar conectado. É interagir com este público.

Então, resumindo este ano de 2009, 2010 será o ano em que faremos contato!

Deixo um texto de minha autoria como reflexão para esta virada de ano:

Neste ano de 2009…

(escrito por Gustavo Rocha)

Neste ano de 2009 tive inúmeras oportunidades de fazer tudo que quis.

Pude ir ao cinema.

Pude jantar com minha esposa.

Pude trocar de carro.

Pude viajar.

Pude fazer novos amigos.

Pude conservar os velhos amigos.

Pude fazer meu coração feliz com o sorriso de uma criança.

Pude chorar as lágrimas de ver um parente descansar em paz.

Pude caminhar a exaustão e ver que ainda sou capaz.

Pude descobrir a doença e tratar dela.

Pude, realmente pude.

Mas, se fiz ou não, depende exclusivamente de mim mesmo.

Poder vem logo após o querer e vai acontecer se você agir.

A regra é querer, para poder, para ser o verbo da transformação.

Então estamos diante do ano novo.

Faltam poucas horas para 2010…

Muitas promessas, muitos sonhos.

Ano novo, vida nova.

Os sonhos se renovam nesta época mágica de final de ano.

Com certeza você já organizou a virada de ano, está com tudo preparado ou em vias de preparar…

Mais um ciclo encerra-se.

Mais um pedaço da vida cumpre o seu papel e se despede.

Momento ímpar de reflexão para todos nós.

O que queremos para 2010?

O que iremos fazer diferença em 2010?

O que será diferente em 2010?

Por enquanto apenas palavras, volições e expectativa.

Contudo, recorde do início deste texto. Pude. Pode. Poderá. Basta você agir.

Não é o dinheiro o obstáculo para os seus sonhos. Se não pode ser grande, comece pequeno.

Não é o desânimo o obstáculo para os seus sonhos. A vontade e iniciativa devem prevalecer.

Não é a realidade o obstáculo para os seus sonhos. A vontade pode mudar a realidade.

Mude em 2010. Faça diferente. Faça a diferença. E seja muito feliz!

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Sempre lidei com tecnologia, mesmo quando advogava. A advocacia pode muito mais com a tecnologia, contudo sempre defendi que a profissão do advogado é um mister público honroso, que deve ser enaltecido, pois diante de tantas barbáries, opressão de grande monopólios, injustiças sociais, o advogado é o agente que pode minimizar ou quiçá equalizar estas mazelas.

Compartilho uma reportagem interessante, contudo preocupante, sobre a tecnologia e os advogados:

Contratos sem advogados: sistema eletrônico elabora e administra contratos

Pesquisadores europeus desenvolveram um sistema computadorizado capaz de criar, monitorar, gerir, renovar ou cancelar contratos empresariais, tudo de forma automática e sem precisar de advogados.

O objetivo da pesquisa é acelerar as transações online e dar maior segurança e confiabilidade ao chamado e-business.

Contratos de comércio eletrônico

Ao longo de séculos, advogados e juristas vêm desenvolvendo e refinando seu vocabulário a fim de evitar incertezas e ambiguidades na terminologia dos contratos.

Se obter clareza em termos humanos já é uma tarefa hercúlea, desenvolver termos contratuais que possam ser interpretados por computadores é um trabalho ainda maior, que exige vários níveis adicionais de especificações e definições.

Mas os pesquisadores do projeto Contract já fizeram alguns progressos importantes: eles criaram um conjunto de algoritmos capazes de fazer uma validação efetiva – tanto online quanto offline – de contratos fechados em transações de comércio eletrônico.

Uma pessoa física, uma empresa ou qualquer outro tipo de organização, podem usar o programa para verificar se existem conflitos entre um novo contrato que está prestes a ser assinado e outros contratos já em andamento.

O programa também aponta obrigações que estão sendo assumidas mas que serão difíceis de cumprir, como prazos inexequíveis, cláusulas conflitantes e prazos indeterminados.

Linguagem contratual eletrônica

“Para desenvolver uma linguagem contratual eletrônica, nós tivemos dois desafios principais,” conta Javier Vázquez-Salceda, da Universidade Politécnica da Catalunha, na Espanha, que é coordenador do Projeto Contract.

“Nós tivemos que encontrar uma linguagem contratual que fosse expressiva o suficiente para ser capaz de abarcar uma grande variedade de cenários de acordos contratuais e que, ao mesmo tempo, pudesse ser traduzida em termos adequados a serem usados em um programa de computador.”

A solução foi encontrada na inteligência artificial e em estudos conceituais de grupos de pesquisadores que estudam essas questões legais em termos teóricos. “Eles possuem teorias formalmente definidas de conceitos importantes, como norma, obrigação, permissão, violação etc, e algumas abordagens para a verificação de normas, compliance e monitoramento. Mas a maioria dessas teorias nunca havia sido traduzida em sistemas práticos,” conta o pesquisador.

Contratos eletrônicos

O segundo desafio estava em um hiato existente entre as capacidades que os sistemas eletrônicos já têm e a capacidade que a elaboração de administração de contratos exige.

No nível mais baixo, os computadores são capazes de entender tarefas como transferir dinheiro entre duas contas ou indicar quando um prazo expirou. Mas ligar os conceitos contratuais de alto nível, tais como obrigação e permissão, em ações de baixo nível, tipicamente operacional, mostrou-se um grande problema.

Um problema difícil, mas não insuperável. Os pesquisadores desenvolveram uma arquitetura de dois níveis para tornar mais fácil sua linguagem eletrônica de contratos. Isto deu flexibilidade aos contratos eletrônicos.

No nível mais alto, o contrato pode especificar que um pagamento precisa ser feito numa certa data e num determinado valor. O sistema então tenta mapear, no nível mais baixo, o que ‘pagamento’ realmente significa e quais serviços atendem à necessidade de realizá-lo.

Gerente eletrônico de contratos

A linguagem eletrônica de contratos inclui ainda cláusulas contratuais muito mais definidas. As descrições operacionais da linguagem incluem protocolos para permitir que o próprio sistema eletrônico gerencie o contrato.

Isto permite que o “gerente eletrônico de contratos” ative, cancele ou suspenda contratos em determinadas circunstâncias ou quando algum evento específico ocorrer, como um fato previsto em uma cláusula de penalidades.

O sistema eletrônico de contratos já foi avaliado em situações reais de negócios, incluindo um contrato de manutenção de aviões, que prevê todos os serviços que devem ser feitos em prazos definidos, assim como o suprimento e a manutenção de um estoque mínimo de peças de reposição.

Um segundo estudo de caso envolveu o acompanhamento de um contrato de manutenção de carros de uma companhia seguradora, que prevê critérios de qualidade, preço e prazo dos consertos dos veículos.

Uma universidade da República Tcheca já está utilizando o sistema para acompanhar os contratos com seus alunos e a empresa Fujitsu está usando o programa para criar um sistema de monitoramento de contratos de desenvolvimento de programas de computador.

Baixar gratuitamente

O conjunto de ferramentas e bibliotecas para a celebração e acompanhamento de contratos foi colocado à disposição do público na forma de software livre, podendo ser baixado gratuitamente no site do Projeto Contracts.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=contratos-sem-advogados-sistema-eletronico-elabora-administra-contratos&id=010150091222&ebol=sim

Este será o fim dos advogados?

No Brasil já estamos com uma ditadura velada do judiciário, em que os profissionais estão sendo tolidos de pensar de uma forma diferente do que a justiça diz que é justiça. Leia mais aqui.

Agora um software que diz o que deve ou não ter num contrato sem o aval de um profissional… O que está acontecendo?

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Semana passada uma notícia me chamou atenção: “Tatuar sanduíche rende desconto vitalício de 25% em lanchonete de Ohio”.  Leia a reportagem aqui.

Já pensaste? Tatuar no seu próprio corpo um sanduíche para ter um desconto?

Parece irreal, mas aconteceu e tem adeptos.

Quer dizer, existem pessoas que estão dispostas a dizer a todos, de forma vitalícia, que a marca de sanduíche que elas gostam está ali, presente, e lhes rende um desconto.

É apenas pelo valor que eles tatuam? Óbvio que não.

Existe o potencial da marca. A crença em que a marca lhes representa algo de bom.

E, a propósito, o que você anda fazendo para sua marca ter o mesmo efeito?

Não precisa sair por aí oferecendo desconto nos honorários se alguém fizer uma tatuagem… Mas, pensando bem, é importante conversar com o cliente, oferecer a ele além de resultados, ideias e soluções, oferecer carinho, atenção, uma bala, um bombom, uma lembrança de final de ano, um e-mail, enfim, algo que não seja apenas cobrança.

Como é comum ouvir: Meu advogado só lembra que eu existo quando eu fico devendo. Ou seja, precisamos informar, dar atenção ao nosso cliente.

E o que é isto senão tatuar na sua alma, no seu âmago a nossa marca?

Não precisamos da prova física.

Precisamos da marca indelével que uma indicação pode proporcionar.

Precisamos da confiança que é concedida a marca (escritório, pessoa) que confiamos.

Precisamos da palavra (indicação) que expondo nossas atitudes pode refletir em novos negócios.

Enfim, precisamos tatuar em nossos clientes a nossa marca!

Faça disto a sua meta para 2010.

Tatue seu nome, sua marca na mente, corações e palavras do seu cliente!

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Separei este texto do Roberto Shiniashiki para deleite de vocês nesta época em que o amor, vida, perdão e reflexão invade nossos corações.

 

CRIE RELACIONAMENTOS SAUDÁVEIS – Por Roberto Shinyashiki

Precisamos resgatar a beleza da generosidade com pontos de vista divergentes e ter a curiosidade de conhecer uma forma de pensar diferente da nossa .

Conviver não é um ato facultativo em nossas vidas . É vital, seja no ambiente familiar, seja no profissional. Um trabalhador nunca pede demissão da empresa, e sim de seu chefe . A maneira como um líder se relaciona com as pessoas define sua qualidade como profissional e também como ser humano .

O líder precisa se relacionar, seja na sociedade, no trabalho, na família, no relacionamento amoroso ! Mesmo que seu ritmo de trabalho seja intenso, é muito importante conversar com as pessoas do seu dia-a-dia . É uma forma saudável de mostrar a todos que os valoriza e também de saber como suas vidas e projetos estão andando .

Conviver é permitir que todos tenham chance de participar da criação dos resultados e se sintam respeitados .

Líderes que não sabem se relacionar são fontes de tensão. Precisamos criar um ambiente saudável. A maioria das empresas e das famílias vive poluída de ressentimento, culpa e insegurança . É nosso dever lutar para que a compreensão e a cooperação imperem no trabalho e em casa .

Precisamos resgatar a beleza da generosidade com pontos de vista divergentes e ter a curiosidade de conhecer uma forma de pensar diferente da nossa . Essas virtudes criam a beleza de nossa passagem por este planeta azul .

Vejamos, então, algumas sugestões de como desenvolver ótimos relacionamentos, dignos de um líder pra valer .
1. Conversar.

O casal até conversa sobre decoração, mas quase nada sobre o lar que deseja construir. Os pais orientam os filhos, mas poucos perguntam sobre seus sonhos. Os filhos costumam reclamar que os pais não entendem o que eles dizem, mas não se dispõe ao diálogo.

Nas empresas, discutem-se projetos, mas não se abrem espaços para que anseios sejam compartilhados.
Precisamos deixar nossa imaginação voar com um companheiro. Criar tempo para conhecer o outro é fazê-lo entrar em nosso mundo.  Conversar, antes de mais nada, é ter curiosidade sobre o mundo do outro, é olhar essa pessoa com os olhos do novo.

2. Confrontar.

Acontecimentos desagradáveis ou sem interesse fazem parte de nossa vida. No entanto, é fundamental dizer às pessoas, de maneira direta, firme e clara, quando uma atitude incomoda. Quando não expressamos nosso desagrado, corremos o risco de nos afastar, negando ao outro a oportunidade de nos conhecer.
Aí vai uma sugestão: é fundamental resolver uma questão antes de se iniciar outra. Em geral, a pessoa confrontada põe na mesa outro tema que a incomoda. Mas insista e se comprometa em conversar sobre a insatisfação dele depois. Lembre-se de que cabe à pessoa confrontada a decisão de mudar ou não. Aí, é sua opção continuar ou não com esse relacionamento.

3. Pedir desculpas.

Do mesmo modo que é impossível viver sem que alguém pise em nosso calo, é difícil passar pelas pessoas sem cometer algum erro ou sem incomodá-las. No entanto, quando negamos um erro, agravamos a situação.
Reconhecer o próprio erro e pedir desculpas são demonstrações de humildade e de valorização do outro. É ter consciência do mal-estar gerado pela conduta inadequada e assumir o compromisso de agir diferente da próxima vez. É dizer “Você é importante para mim” de forma sensível.

4. Elogiar.

Todo mundo tem necessidade de ser reconhecido, de saber que provoca admiração. A imagem que as pessoas fazem de si mesmas se reflete na forma como elas arriscam na vida. Um colaborador precisa saber que é importante para sua equipe, de maneira a ousar sempre mais.
Quando as pessoas se consideram valorizadas e capazes, as mudanças ficam mais fáceis. E ao elogiar alguém, além de demonstrar suas virtudes, você revela que reconhece um bom profissional.  Infelizmente, a maior parte das pessoas acredita que, para ajudar alguém a crescer, é preciso criticar os erros dos outros. As dicas são importantes, mas elogiar é essencial. Revelar admiração pelas pessoas só enriquece os relacionamentos.

5. Agradecer.

Na Índia, alguns mestres dizem que a pessoa iluminada vive em estado de gratidão. Quando se agradece a alguém, reconhece-se a comunhão entre duas pessoas e cria-se a energia que fará a celebração se repetir.
Agradecer é a melhor maneira de aumentar a comunhão com as pessoas que são importantes para você. Mas agradeça também ao seu concorrente, que não deixa você se acomodar. Agradeça àquele comprador difícil, que obriga você a crescer para conquistá-lo. Agradeça aos problemas que o tornam um guerreiro preparado para campeonatos mais difíceis.

6. Pedir ajuda.

Todos os seres humanos passam por momentos de fragilidade, insegurança e confusão. Quando isso acontece, há três reações prováveis. Isolar-se, para que os outros não descubram a necessidade de ajuda. Manipular, a fim de que os outros prestem ajuda por se sentirem pressionados pelo medo ou pelo sentimento de culpa. E, a mais indicada, pedir ajuda.
Somente as pessoas com elevada autoestima revelam fragilidades e mostram que confiam no outro. Pedir ajuda valoriza os conhecimentos do parceiro, mostrando que suas opiniões e ideias são importantes. E, quando todos se sentem aptos e importantes, a equipe fica mais forte!

 

Roberto Shinyashiki é psiquiatra, palestrante e autor de 13 títulos, entre eles: Os Segredos dos Campeões, Tudo ou Nada, Heróis de Verdade, Amar Pode Dar Certo, O Sucesso é Ser Feliz e A Carícia Essencial

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Nesta época do ano estamos paradoxalmente cansados, loucos por férias e incrivelmente amáveis e compreensíveis. Estamos com a carga do ano todo findando e temos a expectativa do Natal chegando…

Uma época ímpar…

Época em que o amor preenche nossos corações com palavras doces e gestos gentis.

Então, época perfeita para pensarmos em nossos semelhantes, nossos colegas, nossos amigos e principalmente nosso cliente.

Você lhe dirigiu alguma palavra de boas festas este ano? Você desejou a ele tudo de bom que quer para todos neste Natal?

Não???

Quer dizer que somente se recorda dele quando fala de processos ou de cobranças?

Isto é o pior que pode acontecer a uma empresa.

O cliente deve ser enaltecido, ter um tapete vermelho, flores, bombons e não apenas problemas.

O cliente procura o advogado porque quer que os seus problemas sejam transferidos para outra pessoa.

O cliente precisa ser mimado.

Lembre-se, o Natal é tempo de nascimento. Tempo de renovação. Tempo de amor.

Aproveite esta energia positiva ao teu redor para fazer a mudança no teu caminho.

Crie ideias, cumprimente as pessoas, aja com naturalidade, pense a respeito de tudo de bom que está acontecendo, pois sempre temos e teremos espinhos, mas não é por tê-los que a rosa deixa de ser bela e cheirosa.

Permita que o amor que ronda a Terra nesta época invada ao seu coração para que a bondade seja a palavra mestra, a emoção o verbo de essência e amor a solução final.

Muita luz, benção e paz!

Finalizo com um texto de minha autoria como reflexão nesta data de nascimento e felicidade:


Aprendi

(escrito por Gustavo Rocha)


Aprendi que ter pressa é estar errado, pois planejando, sempre tenho tempo.

Aprendi que a velocidade máxima que preciso no meu carro é aquela em que consigo ver as flores no caminho.

Aprendi que a paciência que quero que os outros tenham comigo, preciso primeiro eu ter comigo mesmo.

Aprendi que a essência da vida está no amor e a essência do amor está na vida.

Aprendi que tudo que quero e não preciso é luxo. Se não preciso, porque quero?

Aprendi que amar alguém significa mais compartilhar do que receber.

Aprendi que o trabalho é importante, mas não substitui uma boa gargalhada.

Aprendi que vivendo apenas para o trabalho sou escravo. Se vivo apenas para o amor também sou. O equilíbrio é a regra.

Aprendi que posso amar todas as pessoas sem ser infiel. A fidelidade está em mim e não nos outros.

Aprendi que a única pessoa que posso mudar sou eu e ponto final.

Aprendi que o amor é tão belo, forte e poderoso e mesmo assim não posso exigir ele dos outros, pois a minha obrigação é dar e não cobrá-lo.

Aprendi tanto…

Por isto compartilho com você o mais absoluto resumo de tudo que aprendi:

Se fortaleço o meu templo interior com virtudes e deixo os vícios de lado utilizando o amor como fonte de energia e vida, tudo se resume a decisões, escolhas e, portanto, viver é ser feliz.

Que o amor que o Natal traz em seu símbolo maior, que é o nascimento de Jesus Cristo, seja sempre na tua vida a força e a beleza, como verdadeiras colunas do teu templo interior, para que a felicidade seja constante e a verdade a grande companheira do teu caminho.

Feliz Natal!!!

Com carinho,

Gustavo Rocha e equipe da Consultoria GestaoAdvBr

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Na semana passada uma notícia circulou no universo jurídico como no mínimo uma curiosidade: Uma advogada de Londres dava cupons de desconto pela proximidade do Natal para quem quisesse fazer um divórcio. Leia a reportagem aqui.

Permitam-me fazer uma reflexão deste episódio em conjunto com a proximidade do Natal.

Quando pensamos em estratégias de marketing, pensamos em relacionamentos, que nos levam a pensar em pessoas, em união, em divórcios e, sobretudo, em nós mesmos.

Já pensaram em como os homens tem se isolado nos últimos tempos?

Em como os homens valorizam o ter e não o ser?

Em como estamos sendo classificados pelas nossas posses e não pela nossa essência?

Sei que alguns dirão que isto é demagógico. Mas, procurem pensar com sinceridade: Ficamos mais amáveis nesta época mágica que é o Natal, sem nem nos darmos conta disto. É época de presentes, sorrisos, papai noéis espalhados e crianças felizes a cantar seus sonhos infantis…

E conosco?

Isto, aquela reflexão interior, introspecção. Aquela visita ao mais profundo ser de você mesmo.

Normalmente fugimos disto.

Queremos que o outro amadureça, queremos que o outro seja compreensivo, mas nós mesmos não somos, porque não nos conhecemos.

Agimos sem pensar e pedimos desculpas. Por não nos conhecemos.

Não sabemos nossos limites e verdades, por não nos conhecemos.

E o que tudo isto tem a ver com escopo deste Blog de Gestão, Tecnologia e Qualidade?

Sem análise interior, reflexão, enfim, conhecimento de nós mesmos, não seremos capazes de desenvolver nossa vontade, amadurecer profissionalmente e pessoalmente e, assim sendo, não seremos capazes de evoluirmos no mais básico da gestão, que é a análise e reconhecimento da necessidade de mudança.

Sem analisarmos o que está acontecendo e, consequentemente, assumirmos aquilo de errado, não temos a consciência que devemos e podemos mudar.

Em resumo: Sem desenvolvimento interior, não temos como crescer.

Aproveite este dia para refletir sobre si mesmo. A verdade não está nos outros, está em nós mesmos.

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Vamos aproveitar o primeiro dia útil de recesso forense para pensarmos em estratégias de atuação para 2010.

Você já sabe que estamos com a súmula vinculante a pleno vapor, que o STJ bateu recorde de súmulas em 2009, que temos a figura dos recursos repetitivos, ou seja, as teses são decididas com um padrão.

Semana passada do STJ decidiu que se o recurso não for fundamentado e for contrário as teses do STJ, o mesmo será devolvido aos TJ e TRF. Leia aqui.

Talvez você se pergunte: Mas o que eu tenho a ver com isto?

Melhor pensar bem… A advocacia está sendo rotulada. Estamos vivenciando uma ditadura de padronização dos direitos dos cidadãos.

Então vamos raciocinar: Se o STJ já afirmou que os juros podem ser cobrados como lei de mercado, de que adianta ingressar com ação revisional? Acabaram as ações revisionais? Ainda não. Mas, do jeito que está ficando, acabarão, pois os juizes estão engessados a decidir como o STJ para não terem que ficar rejulgado (altera o mapa de produtividade e crescimento na carreira).

Resumo da ópera: O STJ manda. Em inglês: STJ rulls!

Então, vamos cruzar os braços? Não!

O bom de pensarmos de maneira estratégica está justamente na possibilidade de avaliarmos melhor as situações que nos são apresentadas e buscarmos soluções.

O STJ diz que precisa de fundamentação. Ótimo. Vamos dar fundamentação para eles. A salvação está na Constituição Federal.

Comece a alterar suas iniciais, contestações e manifestações fundamentando na lei e na Constituição. Busque teses e coloque os direitos fundamentais, os direitos sociais. Recentemente o TST deu dano moral em fatos de danos sociais. Leia aqui.

Tendo matéria de lei e constituição, teremos a alçada do STJ e STF e ambos poderão começar a repensar o direito, pois deixa de ser algo isolado e passa a ser coletivo.

Temos que reinventar a advocacia com foco no cliente e olho no judiciário, já que a justiça atualmente é só um formulário.

Boa reflexão!

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Com a proximidade do Natal, cujo símbolo máximo é o perdão, brindo-lhes com este pensamento de final de semana:

A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO


O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no
assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns
serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai
dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito comigo. Desejo
tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que continua a reclamar:

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.

Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma
pergunta, o pai lhe propõe algo:

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no
varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O
varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços certavam o
alvo.

Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

- Filho como está se sentindo agora?

- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela
brincadeira, e carinhoso lhe fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande
espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.

O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você.
O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos…

Moral da história
Cuidado com seus pensamentos; eles se transformam em palavras.
Cuidado com suas palavras; elas se transformam em ações.
Cuidados com suas ações; elas se transformam em hábitos.
Cuidado com seus hábitos; eles moldam o seu caráter.
Cuidado com seu caráter; ele controla o seu destino

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No twitter do amigo Alexandre Lindoso (@alexandresl) houve uma indagação nesta quinta-feira dia 17/12:

Marca não é uma entidade que paira no vazio. http://migre.me/eqfz Como aplicar esses conceitos à advocacia?

Aceitei responder a ele, então seguem algumas ideias:

Já escrevi sobre este tema em duas oportunidades. Acesse aqui e aqui.

O texto indicado pelo Alexandre tem princípios fundamentais em qualquer profissão e cito sua relação com a advocacia.

O texto aduz:

Em suas palestras mais recentes, o senhor tem comentado sobre o anti-branding. Quais os erros mais comuns cometidos por empresas brasileiras?

São os seguintes – embora não sejam cometidos apenas por empresas brasileiras e nem sejam os únicos:

A. Mudar constantemente de fornecedor de serviços de comunicação. Em nome de negociações que achatam o valor dos serviços prestados por essas empresas, elas têm sido substituídas com muito maior frequência do que o desejável. As grandes marcas sempre tiveram relações estáveis e duradouras com suas agências de comunicação. Fiquei sabendo há pouco tempo que os grandes tenistas sempre tiveram poucos técnicos em sua carreira. Acho que isso também vale para o processo de construção de marcas de prestígio e de valor. Relacionamentos fragmentados com vários fornecedores de comunicação levam a resultados inconsistentes.

B. O segundo erro é o que eu denomino de “vaidade corporativa”. Um sentimento de soberba que impede a empresa de olhar para suas marcas com o ponto de vista do cliente, do consumidor. É a suposição de que a visão dos principais executivos é plena e capaz de compreender o que acontece no mercado. O Louis Gestner, ex-IBM, sempre dizia que a mesa de nosso escritório é um lugar muito arriscado de onde se observar o mundo e o mercado. Falta de humildade ou vaidade corporativa alimentam o anti-branding.

C. O terceiro é o erro do “tapume”. É imaginar que a marca é um tapume que revela a empresa apenas do lado de fora e esconde quem ela é da porta da rua para dentro. Os projetos que temos desenvolvido pela Bright House Brasil (uma empresa do Grupo Troiano de Branding), deixam muito claro que o público interno das organizações é constituído de apóstolos da marca. Se eles, antes de qualquer outro stakeholder, não forem convertidos e compreendam os princípios e os valores que pautam a vida da marca, dificilmente a empresa fará bem isso da porta da rua para fora.

D. O quarto é o sentimento exagerado de propriedade que o departamento de marketing tem sobre a gestão da marca, como se ela fosse uma capitania hereditária desse departamento. Os trabalhos que temos feito no Grupo Troiano mostram que todos, literalmente todos, os colaboradores de uma organização têm algo a dizer a respeito desse tema. Mesmo que sua contribuição não seja decisiva, o fato de ouvi-los cria uma natural relação de cumplicidade e fortalece o sentimento de orgulho corporativo.

Na advocacia temos algo similar (comento ponto a ponto do exarado acima):

a. Não mudamos de fornecedor de propaganda, mas mudamos de fornecedores de papel, telefonia, etc. Ao invés de negociarmos, deixamos a cargo de nossos funcionários estas preocupações e em um ano temos muitos e muitos fornecedores diferentes. Falta-lhes fidelidade ao nosso negocio. Falta-lhes identidade com o nosso objetivo. Preço é importante mas não é a palavra final.

b. Apenas afirmar que porque sou advogado a x anos e isto garante a minha marca é não pensar na sua marca de maneira adequada. O fato da existência de uma banca de advocacia com x anos ou com uma marca boa no mercado é sinal de que ela deve ser investida, deve ser monitorada, com ações assertivas e não passivas.

c. Neste quesito vale a máxima: De nada adianta a propaganda se internamente não fazemos aquilo que demonstramos ser. Precisa explicar mais?

d. Os escritórios devem aprender a ouvir seus funcionários, conversar sobre suas ideias, objetivos e principalmente visão. Já obtive soluções de problemas complexos dentro de uma visão simples de alguém acostumado com a operação e não com a estratégia. Me faz lembrar este post.

Não basta ler e nada fazer. Lembre-se que a única forma de solucionar é agir, é ser verbo, é ser transformação.

E você? Como vê a marca do seu escritório?

Responda este questionamento e mude em 2010 a visão de si mesmo!

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Nesta semana colocamos um dado interessante sobre as redes sociais, posto que temos milhões de advogados inscritos nelas. Discorremos sobre o Marketing Jurídico e as formas de abordagem.

Uma regra muito antiga e ainda válida são os cartões de visita.

Em Janeiro de 2009 escrevi algumas dicas interessantes. Confira aqui.

Ter um cartão de visitas ainda é uma excelente forma de trocar os contatos com pessoas que não temos intimidade. Numa reunião ou encontro casual é uma troca interessante e normalmente profícua.

Em tempos de internet, redes sociais e tecnologia devemos pensar em aposentar o nosso cartão de visitas?

Não.

Podemos atualiza-lo, ou seja, ter nele endereços que antes não colocávamos, como nosso twitter, MSN, Skype, etc.

Podemos também utilizar serviços on line bem interessantes como o TOTTALCard, que disponibiliza o seu cartão de visitas on line com seus dados sempre atualizados. Confira o meu aqui.

Não podemos esquecer que a regra número um e de ouro do Marketing Jurídico é o relacionamento.

Se o relacionamento é o caminho, o cartão de visitas pode ser o lembrete, o contato, a ponte, a agenda, enfim, a solução.

Se você não usa cartões de visita, repense sua atitude. Não gosta do papel, utilize o eletronico, como o da TOTALCard. Agora, não ter nenhum tipo é não querer que as pessoas tenham relacionamento com o seu negócio.

Utilize todas as maneiras de conversar, atender e estar a disposição do seu cliente. Somente Marketing não faz uma empresa. É necessário o Marketing e por consequente a atitude, ação, ou seja, o verbo de essência.

Uma empresa é muito mais que o seu marketing, mas pode ser mais ainda com um marketing bem desenvolvido.

Use e abuse das formas de relacionamento sociais, sejam físicas ou virtuais.

O seu sucesso está pautado neste caminho.

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