Semana passada ministrei um curso sobre redes sociais através da internet. Em duas noites abordamos as principais redes da atualidade de maneira prática e objetiva, com dicas, exemplos práticos e ideias para crescimento.

Se você perdeu, aguarde, faremos novas edições.

Vamos abordar os três aspectos fundamentais das redes sociais na atualidade.

1. Inscrever-se;

2. Interagir;

3. Relacionar-se;

A primeira ideia é a mais simples e óbvia possível: Se você não estiver inscrito nas redes sociais não tem como participar das mesmas. Agora, não basta se inscrever. Preencha o perfil completo, esteja com os dados mais próximos da sua realidade profissional e principalmente, atualize constantemente.

Apenas cadastrar não basta, tem que atualizar.

A segunda regra é: depois de cadastrar e atualizar, interaja!

Como assim?

Bem, comece conversando com os conhecidos, indique para todos bons artigos, estabeleça contatos com colegas nas áreas comuns e assim possíveis parcerias, busque demonstrar o conhecimento com artigos seus nas mais diversas áreas do conhecimento… Há muitas maneiras de se interagir em rede.

Estando conectado e interagindo, a terceira regra é pura consequência, ou seja, o relaciomento irá acontecer.

E o que é o relacionamento nas redes sociais? Marketing jurídico puro e aplicado!

Use e abuse das redes sociais e ponha em prática o seu marketing jurídico!!!

Reflita sobre este assunto com uma frase minha:

“Conectar-se as redes sociais é o início. Interagir é o verbo. Relacionar-se a consequência.” Gustavo Rocha

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Você já pensou na sua marca jurídica?

Seu nome, sobrenome, é tudo aquilo que tens para seres ou não referência na vida profissional.

Kevin Randall escreveu um artigo onde resume o sucesso da marca numa palavra: BRAND.

São cinco elementos que descrevem a marca de sucesso. Vamos analisá-los um a um:

B – Believable – Marca é algo em que acreditamos. De nada adianta investirmos milhões dizendo que a marca XXXX é boa, respeitável, não perde prazos, etc, se nossos funcionários, advogados e demais empregados não defenderem esta ideia.

R – Relevant – Marca tem que estar próxima do seu público alvo, tem que ser relevante, importante para ele. Tem que ter produtos adequados, organizados, encaixados na realidade que ele tem.

A – Adapt – A marca deve ser adaptável, ou seja, deve traduzir o momento do tempo. Um escritório com 30 anos de mercado pode falar em tradição, mas deve estar buscando associar ao seu negócio a ideia da inovação, quiçá tecnologia, posto que apenas tradição – embora importante – no cenário atual não se mostra aprazivel numa época em que o que vinga é o processo eletrônico.

N – Number – OU seja, as decisões acerca da marca devem ser embasadas em números, em estratégias que sejam mensuradas e não apenas em achismos. Se queremos saber o que o cliente pensa do escritório devemos questioná-lo, permitir que ele responda formulários on line ou não, enfim, dados numéricos que possam nos apontar problemas em que estamos falhando para podermos assim fortificarmos a marca.

D – Diferent – Aqui a palavra é inovar a marca. Trazer a ela conceitos diferentes. Colocar seu escritório nas redes sociais associado a ideia de informação em tempo real de assuntos interessantes e relevantes. Uma inovação da sua marca…

Estas cinco palavras são importantes para que a marca do seu escritório possa ser sólida e confiável.

E como você age para manter a sua marca forte e confiável?

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Ontem foi o dia da Proclamação da República, ou seja, em 1889 foi derrubada a Monarquia no Brasil e instaurada a República.

E no seu negócio?

Você age como monarca ou republicano?


Você centraliza todo poder de decisão?

Você comanda com pulso de aço?

Você não terceiriza por receio de não funcionar?

Se as perguntas acima forem respondidas com um sim, você ainda está vivenciando um mundo monárquico.

Contudo a visão republicana é mais interessante, vejamos:

Descentraliza informação e poder

Aceita sugestões e ideias

Remunera por criação, produtividade e visão do negócio


São visões diferentes posto que o monarca define sozinho tudo. O republicano divide responsabilidades. O monarca impõe sua vontade. O republicado respeita a maioria. O monarca quer tudo sem pensar nas consequências (vale a sua vontade). O republicano analisa, planeja, decide com a equipe o caminho a ser tomado, mesmo sendo sua a responsabilidade final e decisão.

Como você vê o seu escritório nesta realidade?

Fica a reflexão para este início de semana. Boa semana!!!

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Uma importante reflexão para todos nós, sejamos pais ou não:

O NÓ DO AFETO

Eloi Zanetti

 

Era um reunião numa escola. A diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças, falando da necessidade da presença deles junto aos filhos. Mesmo sabendo que a maioria dos pais e mães trabalhava fora, ela tinha convicção da necessidade de acharem tempo para seus filhos.

Foi então que um pai, com seu jeito simples, explicou que saía tão cedo de casa, que seu filho ainda dormia e que, quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera. Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim, pois estava cada vez mais difícil sustentar a família. E contou como isso o deixava angustiado, por praticamente só conviver com o filho nos fins de semana.

O pai, então, falou como tentava redimir-se, indo beijar a criança todas as noites, quando chegava em casa. Contou que a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol, para que seu filho soubesse que ele estivera ali. Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava e lá estivera. E era o nó o meio de se ligarem um ao outro.
Aquela história emocionou a diretora da escola que, surpresa, verificou ser aquele menino um dos melhores e mais ajustados alunos da classe. E a fez refletir sobre as infinitas maneiras que pais e filhos têm de se comunicarem, de se fazerem presentes nas vidas uns dos outros. O pai encontrou sua forma simples, mas eficiente, de se fazer presente e, o mais importante, de que seu filho acreditasse na sua presença.
Para que a comunicação se instale, é preciso que os filhos ‘ouçam’ o coração dos pais ou responsáveis, pois os sentimentos falam mais alto do que as palavras. É por essa razão que um beijo, um abraço, um carinho, revestidos de puro afeto, curam até dor de cabeça, arranhão, ciúme do irmão, medo do escuro, etc.
Uma criança pode não entender certas palavras, mas sabe registrar e gravar um gesto de amor, mesmo que este seja um simples nó.

 

E você? Tem dado um nó no lençol do seu filho?

 

(reproduzido da RevistaTiquinho – outubro/2001)

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Um interessante artigo do portal LawBiz nos traz uma reflexão comparando o comportamento dos homens e os cães, bem como os próprios cães entre si.

Sabemos que os cães se vêem como líderes da matilha, então eles tentam buscar esta liderança. A melhor forma de criar um cão obediente é demonstrar que o homem é o alpha, ou seja, o dominante.

Se analisarmos a visão do homem  em relação ao treinamento do cão, percebemos que o homem subjulga o cão pela demonstração, clareza, força e exemplo.

Já pensaste que muitos líderes agem assim com seus liderados?

E o cão, como aprende?

Com uma só faceta: Ele observa. Obseva o jeito, atitudes, cheiro.

Ou seja, o cão sabe se és um líder não pelas tuas palavras, roupas que veste, cargo que ocupa. Ele te reconhece porque vê, enxerga, vislumbra em ti as atitudes de um líder.

E na vida profissional?

Precisamos de cargos, roupas, palavras de impacto?

Em fato, mesmo admitindo que as convenções sociais exigem aparencia e hierarquia, a liderança é exercida por pessoas que não subjulgam, mas mostram o caminho; Pessoas que buscam em suas atitudes incentivar outras a fazerem o mesmo; Pessoas que querem o crescimento coletivo e não apenas o individual.

Como você vê a liderança no seu escritório?

E principalmente: Como você vê a sua liderança?

Reflita com cautela. Observe mais. Seja o exemplo de mudança que quer na equipe. Aja com um perfil de líder da matilha!

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Quando vamos a um médico e eles nos cobra uma consulta particular, não fizemos cara feia, nem reclamamos, nem pensamos em como é caro. Afinal, vida e saúde não tem preço.

Contudo, esta realidade na advocacia é rara e em muitos casos inexistente. Muitos advogados não cobram consultas. Outros sequer cobram para analisar processos. Outros não cobram para ingressar com ações, apenas um pequeno percentual no final.

Em bom português: Quem mesmo está prejudicando a profissão?

Passamos anos a fio estudando na faculdade, pós-graduação, MBA, mestrado, cursos especializantes, horas e horas de estudo de jurisprudência, casos análogos, fora todos os outros problemas que os não advogados também tem, como doença, preocupações com filhos/marido/esposa, etc. Para que?

Para um indivíduo que saiu da empresa por livre e espontânea vontade nos diga: Doutore (sic), o adivogado ao lado cobra 10% e nada para entrar com a reclamatória trabalhista, porque você acha que pode me cobrar 15%?

Estamos banalizando os honorários, como se o trabalho dos advogados fossem meramente peticionar. Fosse meramente pedir e não pensar. Fosse meramente assinar algo que qualquer um poderia fazer.

Se alguém concorda com o parágrafo acima, esqueça a advocacia. Tente a magistratura.

Em alguns dias teremos eleições na OAB. Uma ótima oportunidade para refletirmos sobre como aqueles que nos representam enquanto classe fazem com os honorários de R$ 100,00 depois de 4 anos de trabalho numa ação.

Alguns podem me questionar, mas o que isto tem a ver com Gestão, Tecnologia e Qualidade.

Simplesmente tudo.

Sem uma advocacia forte e estruturada, nada podemos fazer em relação a gestão, marketing jurídico, tecnologia e qualidade.

Precisamos atacar a fonte, ou seja, repensar nosso modo de agir em relação a nós mesmos.

Valorizar a nossa classe.

Exatamente como fazem os médicos. Eles não te perguntam quanto cobra o outro cardiologista. Eles dizem: eu cobro tanto e pronto. Se confia em mim, ótimo. Caso contrário, procure outro.

A advocacia é diferente? Alguém contrata advogado apenas pelo valor? E a confiança na solução da causa?

O médico transpira confiança.

O médico não questiona o problema, oferece uma solução.

O médico visa o resultado prático e não o foco no problema.

Quantos e quantos advogados focam o problema como se ele fosse o seu grande trunfo, a sua grande vitória.

Problema é sempre um problema, não importa aonde.

Se procuro um advogado quero mais que uma orientação. Quero um caminho. Quero solução. Quero um conselheiro com visão no resultado com o menor custo.

Parece mercantil?

Não é. Isto é vida.

Pense no seu modo de agir. Vote consciente. Isto pode fazer a diferença.

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A resolução 417 de 2009 estipulou que algumas classes de recurso e ações no Supremo Tribunal Federal serão processadas UNICAMENTE por meio eletrônico a partir de 31 de Janeiro de 2010.

Isto mesmo!

Daqui a três meses se você quiser ajuizar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade – ADIN, você terá que usar o e-STF, conforme artigo 18 da resolução 417. Veja na íntegra esta resolução aqui.

O texto da resolução também expõe sobre o Recurso Extraordinário, que por enquanto, se começou no modo físico, pode permanecer no modo físico.

Por enquanto.

A advocacia está num caminho sem volta: Ou aprimora-se a tecnologia e adere ao processo virtual ou estará sem mercado.

O judiciário está se moldando ao virtual e o advogado que não vê esta realidade está perdendo tempo.

Uma realidade que muitos pensam ser simples e a tratam de forma simplista, contudo ela não é.

Parece simples, vai até um órgão certificador, pega uma certificação digital, instala no computador, faz o cadastro no STF – por exemplo – e pronto, tudo funcionando.

Simples não?

Infelizmente não é tão simples assim. Apenas ter os meios não significa estar preparado para usar a tecnologia.

O processo virtual limita arquivos no máximo de 300 kb (você sabe quanto é isto de tamanho?)

A certificação digital tem erros comuns de reconhecimento em windows e é complexa em utilizar em linux (você sabe qual windows usa? – XP com SP1, SP2 ou Sp3?, Vista? Windows 7?)

A digitalização de arquivos precisa ser em tamanho pequeno (300 kb), mas não pode ser ilegível. Você sabe o que é resolução de uma digitalização?

Estas três perguntas são simples e básicas para utilização do processo eletrônico.

Se você está a margem desta realidade, busque auxílio, assista palestras, faça cursos, contrate consultorias, amplie seu conhecimento.

Tapar o sol com a peneira achando que nunca irá usar o processo eletrônico é o legítimo “tiro no pé”.

Já pensou daqui uns 7 meses quando o recurso extraordinário for totalmente e EXCLUSIVAMENTE virtual? Vais explicar o que ao cliente que não conseguiu um remédio básico? Que não pode exigir o que preceitua a constituição porque não sabe o que é certificação digital?

Pense nisto.

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Hoje é o primeiro dia do curso de redes sociais para advogados. Aproveite a oportunidade de estar conectado a realidade das redes sociais, extraindo ao máximo as suas potencialidades.

Acesse http://www.gestao.adv.br/palestras.html e participe!

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Quando pensamos em negócios, novas oportunidades, devemos pensar na maneira em como estamos observando estas ideias.

Vamos definir primeiramente os elementos de uma visão holistica estratégica:

Visão: No sentido de ver, de sentir, de “faro” para negócios;

Holística: No sentido de geral, não específico unicamente;

Estratégica: No sentido de planejada, estruturada, ambicionada;

Ou seja, temos que buscar visualizar oportunidades além das coisas do dia a dia  de maneira estruturada e organizada.

Cito um exemplo: Você vê um funcionário fazendo um erro enorme (perda de prazo), você quer demiti-lo, mas repensa, pois na sua visão ele é importante para o negócio. Bem, sem entrar no mérito de ele ser importante, nem do erro, temos que ver o fato de ter sido perdido um prazo sob o prisma da visão holística estratégica.

Ou seja, não adianta analisar unicamente a perda do prazo. Este funcionário já perdeu outros prazos? A perda foi por acúmulo de trabalho? (holística) Se a responsabilidade foi unicamente do funcionário, ele desempenha bem suas funções? Está passando por algum problema pessoal? Então podemos concluir que teremos que demiti-lo. Mas, primeiro, vamos contratar alguém que irá ser treinado e depois ira substitui-lo. (estratégia).

Ter uma visão holística estratégica significa ver os fatos de uma maneira independente, sistêmica e principalmente racional. Ao analisarmos assim, tomamos decisões que valem por muito tempo, nos dão segurança e amparam os colaboradores em prol de um crescimento sustentável.

Como você toma decisões?

Apenas na emoção? Apenas com razão? Apenas com os fatos?

Use e abuse da visão holística estratégica. Esta visão pode transformar o seu universo.

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A FÁBULA DA ÁGUIA E DA GALINHA


Esta é uma história que vem de um pequeno país da África Ocidental, Gana, narrada por um educador popular, James Aggrey, nos inícios deste século, quando se davam os embates pela descolonização. Oxalá nos faça pensar sempre a respeito.

“Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro, a fim de mantê-lo cativo em casa. Conseguiu pegar um filhote de águia.

Colocou-o no galinheiro junto às galinhas. Cresceu como uma galinha.

Depois de cinco anos, esse homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista.

Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:

- Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.

- De fato, disse o homem.- É uma águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais águia. É uma galinha como as outras.

- Não, retrucou o naturalista.- Ela é e será sempre uma águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.

- Não, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.

Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a, disse:

- Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!

A águia ficou sentada sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.

O camponês comentou:

- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!

- Não, tornou a insistir o naturalista. – Ela é uma águia. E uma águia sempre será uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.

No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.

Sussurrou-lhe:

- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!

Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas.

O camponês sorriu e voltou a carga:

- Eu havia lhe dito, ela virou galinha!

- Não, respondeu firmemente o naturalista. – Ela é águia e possui sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.

No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a  águia, levaram-na para o alto de uma montanha. O sol estava nascendo e
dourava os picos das montanhas.

O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:

- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!

A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte.

Foi quando ela abriu suas potentes asas.

Ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto e voar cada vez mais para o alto.

Voou. E nunca mais retornou.”

Existem pessoas que nos fazem pensar como galinhas. E ainda até pensamos
que somos efetivamente galinhas. Porém é preciso ser águia. Abrir as asas e voar. Voar como as águias. E jamais se contentar com os grãos que jogam aos pés para ciscar.”

Extraído de artigo publicado pela Folha de São Paulo, por Leonardo Boff, teólogo, escritor e professor de ética da UERJ.

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