Certamente você procura desenvolver cada vez mais o seu escritório, sempre objetivando crescimento, sustentabilidade e principalmente atrair novos clientes.

Veja estas cinco dicas:

1. Foque na sua rede de relacionamentos;

2. Aproveite oportunidades do dia a dia;

3. Escreva;

4. Faça voluntariado;

5. Organize eventos de educação;

1. Foque na sua rede de relacionamentos;

É uma tentação natural queremos ampliar nossa rede de relacionamentos, mas jamais devemos esquecer a nossa rede. Converse com seus amigos, participe de reuniões de condomínio, cumprimente as pessoas, enfim, exerça o melhor de si na sua rede. A sua rede de relacionamentos nada mais é do que as pessoas que você conhece mais as pessoas que estas pessoas conhecem. Esta é a sua rede direta e usá-la é fundamental para o crescimento.

2. Aproveite oportunidades do dia a dia;

Todos os dias nos jornais, tv, rádio e outros meios temos notícias que falam do cotidiano, contudo, o direito nada mais é que o cotidiano com características jurídicas.

Um carro que invadiu uma casa? E o direito dos moradores da casa? E a defesa da pessoa do carro?

Por óbvio não se trata de caça a clientes, mas sim de um comentário com seus amigos sobre um caso do jornal, tv ou rádio. Demonstrar conhecimento é imperioso.

3. Escreva;

Escreva nas redes sociais; Escreva em seu site; Escreva para outros sites; Escreva no seu Blog; Escreva para outros Blogs; Enfim, escreva. Demonstrar o seu conhecimento é imperioso. Os outros saberem dele é a sua sobrevivência.

4. Faça voluntariado;

Fazer voluntariado não significa apenas caridade. Significa disseminar o seu conhecimento. Procure uma associação de bairro e organize uma palestra sobre um assunto de interesse deles. Vá a um asilo falar de direito previdenciário. Ou seja, vá onde o seu cliente está. Além disto, estarás ajudando a todos que precisam de informação.

5. Organize eventos de educação;

Não apenas na caridade, mas pode-se organizar eventos buscando um público alvo.

Por exemplo, organize um evento sobre meio ambiente e políticas de proteção ambiental e convide seu cliente empresarial.

Tem cliente pessoa física? Que tal um evento sobre o cadastro positivo ou o negativo e seu impacto na sociedade?

A advocacia é muito mais que apenas direito, petições e juízes. A advocacia é um instrumento social de igualdade e constante busca da justiça. Gustavo Rocha

Aplique o marketing jurídico ao seu favor. Use as dicas e muito sucesso!

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INFORMAÇÃO, POR FAVOR

Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança.

Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém.

Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era “Uma informação, por favor” e não havia nada que ela não soubesse. “Uma informação, por favor” poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.

Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível, mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia.

Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido ate que pensei: O telefone! Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente a cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse:

- Uma informação, por favor.

Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido:

- Informações.

- Eu machuquei meu dedo… – disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência.

- A sua mãe não está em casa? – ela perguntou.

- Não tem ninguém aqui… – eu soluçava.

- Está sangrando?

- Não. – respondi – Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo…

- Você consegue abrir o congelador? – ela perguntou.

Eu respondi que sim.

- Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo. – disse a voz.

Depois daquele dia, eu ligava para “Uma informação, por favor” por qualquer motivo. Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philadelphia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas. Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para “Uma informação, por favor” e contei o ocorrido. Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável. Eu perguntava:

- Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?

Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente:

- Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também…

De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor. No outro dia, lá estava eu de novo.

- Informações. – disse a voz já tão familiar.

- Você sabe como se escreve “exceção”?

Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacífico. Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga. “Uma informação, por favor” pertencia aquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala. Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Freqüentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo.

Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um molequinho. Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos. Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos.

Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o numero da operadora daquela minha cidade natal e pedi:

- Uma informação, por favor.

Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo:

- Informações.

Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando:

- Você sabe como se escreve “exceção”?

Houve uma longa pausa.

Então, veio uma resposta suave:

- Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul.

Eu ri:

- Então, é você mesma!

Eu disse:

- Você não imagina como era importante para mim naquele tempo.

- Eu imagino. – ela disse – E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse.

Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.

- É claro! – ela respondeu – Venha até aqui e chame pela Sally.

Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente respondeu:

- Informações.

Eu pedi para chamar a Sally.

- Você é amigo dela? – a voz perguntou.

- Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul.

- Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas.

Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou:

- Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?

- Sim.

- A Sally deixou uma mensagem para você.

- Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler pra você.

A mensagem dizia:

“Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender.”

Eu agradeci e desliguei. Eu entendi…

NUNCA SUBESTIME A MARCA QUE VOCE DEIXA NAS PESSOAS!

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Amigos, como ontem postado no twitter de maneira inédita, hoje divulgo abertamente no blog: Sou o novo colaborador do Blog LawRD, mantido pela MuchBeta em Portugal.

Meu escopo será de colaborar com os advogados Portugueses e Brasileiros em interatividade, negócios, oportunidades e ideias.

Semanalmente escreverei textos no blog LawRD acerca de gestão e tecnologia, colaborando com os leitores no desenvolvimento e reflexão acerca destas áreas.

Leia o post inaugural.

Desta notícia já podemos tirar um ensinamento: O mundo é um só. As diferenças entre paises, continentes e povos estão cada vez menores.

Há poucos dias recebi uma apresentação muito interessante de um advogado da Índia ofertando seus serviços no Brasil.

O que você acha desta realidade?

Temos a colaboração como palavra chave. Conheça mais sobre advocacia colaborativa aqui.

O universo está conclamando pela colaboração, pelas redes sociais, pela interatividade.

Pense nisto!

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Quando pensamos em gestão, pensamos em organização. Quando pensamos em organização pensamos algo positivo, que funciona.

Quando vemos um escritório de advocacia, logo lembramos de papel. São processos, papéis para todo lado.

A gestão está intimamente ligada a organização, contudo é muito mais do que apenas isto.

A gestão está intimamente ligada a tecnologia, ligada as pessoas, ligada a maneira em que sócio vê o seu negócio.

Enquanto aos sócios vislumbrarem a advocacia como antigamente, ou seja, algo artesanal, feito processo a processo, onde o advogado dispunha de muito tempo para cada processo, as chances de crescimento, organização e futuro são mínimas.

A gestão demonstra que devemos nos preocupar com processos, pessoas, tecnologia, organização. Isto quer dizer em bom português: A gestão demonstra que a visão deve ser holística e não restrita.

Devemos ver mais do que processos. Devemos canalizar soluções.

Quando você conversa com o cliente discorre acerca de possíveis ações ou acerca de soluções?

Pense bem: Quem procura um advogado quer uma solução e não uma ação judicial para ficar 10 anos esperando uma sentença que pode ser inexequível.

Faça pelo menos esta reflexão: No que o meu escritório pode melhorar hoje?

Em produtos?

Em novos mercados?

Em apenas ofertar uma bala aos meus clientes?

Não importa o tamanho do seu escritório. Importa realmente como você o gerencia. Isto sim faz a diferença.

Busque soluções em ações. Não apenas planeje.

Faça!

Execute!

Mude!

Seja, enfim, o verbo da ação do seu negócio!

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Em julho de 2009 escrevi sobre a web 3.0, a chamada web semântica. Leia aqui sobre isto.

Semana passada o buscador Bing da Microsoft anunciou que está usando o API de pesquisas do Wolfram Alpha.

Em bom português: Em breve poderemos pesquisar a palavra laranja e saberemos se ela é calórica, se tem vitaminas, etc. Ou seja, a pesquisa será completa.

E na advocacia?

Você tem um site, blog e redes sociais.

Em breve, pesquisará num simples buscador como google ou bing pela palavra advogado e terás informações completas e atualizadas na sua cidade, área de atuação, etc.

Pensando grande, numa parceria com a OAB, podemos ter isto até mesmo com pesquisa completa no banco de dados da ordem, excluindo os falecidos e os que não podem advogar…

O futuro está chegando… De maneira galopante.

E o seu escritório sequer tem um site ou blog? Não participa das redes sociais?

Pense bem…

O direito não socorre àqueles que dormem, já diz o brocardo jurídico.

Não espere acontecer as mudanças. Faça uma releitura do seu escritório e prepare-o já para o futuro. Aproveite as férias forenses de Dezembro para reorganizar o seu negócio, aplicar estratégias e futurizar o seu escritório.

Sucesso!

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Um interessante artigo da revista eletrônica CIO expõe cinco características dos profissionais da TI devem ter na carreira de CIO – Chief Information Officer ou também conhecido com diretor de informática.

Todavia, estas cinco características são igualmente comuns aos diretores ou advogados sêniors das bancas jurídicas.

1. Experiência em outras operações não ligadas ao direito – Não basta saber os códigos de cor e salteado, conhecer o processo civil se o advogado não conhecer as mazelas do dia a dia, ter experiência de vida e quiçá de tecnologia ou outra área profissional. Quem sabe o que está acontecendo no mundo respeita a natureza, respeita o colega, compreende o coordenador, enfim, lidera ao natural.

2. Perfil de mudanças e desafios – O coordenador deve entender que a rotina não é aceitável no dia a dia de um chefe. Mudança é natural. Superar metas é natural. O desejo de crescimento deve estar alicerçado nestes patamares.

3. Experiência de liderança – Apenas liderar, parece simples, não? Mas, compreende inteligência emocional, motivação constante, criatividade, tolerância, organização, entre outros atributos. É fundamental ao líder comandar pelo exemplo e não pela ordem, cargo ou roupa que usa.

4. Conhecimento das múltiplas funções do escritório – Saber coordenar é saber o que o coordenado desenvolve. Dar ordens sem saber as mazelas é atirar para qualquer direção. O líder deve ter sido estagiário, boy, copeiro, etc. Aprende-se muito servindo e menos ensinando.

5. Conhecimento profundo da área de atuação do escritório – Mesmo sendo uma excelente pessoa, lider nata, organizada, etc, sem conhecer as áreas em que o escritório atua esta pessoa não poderá ser respeitada pelos seus subordinados, nem poderá auxiliar os colegas em dúvidas, etc.

Prepare-se para o futuro estudando o passado, analisando e vivendo o presente!

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Qual Sua Vantagem Nisso ?
(JG AMARAL)

Um senhor de idade avançada estava cuidando  da planta com todo o carinho, quando um jovem aproximou-se dele e perguntou:

Que planta é esta que o senhor está cuidando ?
É uma jabuticabeira – respondeu o senhor.
E ela demora quanto tempo para dar frutos ?
Pelo menos uns 15 anos – informou o senhor.
E o senhor espera viver tanto tempo assim ? Indagou irônico o rapaz.
Não, não creio que viva mais tanto tempo, pois já estou no fim da minha jornada – disse o ancião.
Então, que vantagem você leva com isso, meu velho?
Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas se todos pensassem como  você…

Esta parábola é muito interessante para refletirmos no fazer o presente pensando no futuro.

Como você vê o seu presente?

Um emaranhado de prazos e clientes cobrando soluções?

Você quer um futuro mais promissor de trabalho e rentabilidade?

Não se trata de promessas.

A ideia é resolver o que precisa ser resolvido agora e planejar o futuro.

Você não pode parar de fazer os prazos para planejar. Mas, pode planejar depois de fazer os prazos. Pode passar para alguém os prazos ou petições de andamento para ter mais tempo de planejamento.

Ah!Entendi. Você trabalha sozinho ou sua equipe não é hábil para que se deleguem  estas tarefas.

Bem, neste caso, só sobrou você. Mãos a obra. Chega de sábados e domingos.

O momento é de você assumir a rédea da situação.

Você deve ter momentos de lazer, contudo muitos deles podem ser privados por um tempo (e não como rotina ou eternamente) para planejamento.

O planejamento é fundamental.

Estamos próximos do final do ano.

Estamos próximos do recesso forense.

Estamos próximos de Janeiro e Fevereiro…

Tempo de praia.

Tempo de calor.

Tempo descanso…

Se você quer se destacar, então é tempo de:

Planejar,

Começar a executar,

E principalmente corrigir.


Ou seja,

Planeje seu crescimento.

Execute atitudes concretas, por menores que sejam.

Corrija eventuais falhas.

E livre-se de pessoas ao seu redor que não compartilhem o seu sonho ou não saibam trabalhar.

Se você quer plantar jabuticabeiras, deve entender que primeiro deve revolver a terra, aduba-la, plantar e depois regar.

No escritório vale a mesma regra:

Mude as pessoas que não servem (revolver a terra);

Coloque pessoas comprometidas com o seu negócio (adube);

Coloque o planejamento em execução (plante);

Verifique e corrija o planejado (regue);

Depois de tudo feito, responda a pergunta original:

Qual a sua vantagem nisto?

A resposta é o balizador das tuas decisões.

Boa semana!!!

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Hoje é dia 21 de Novembro, dia do aniversário do meu amigo, irmão, camarada Jorge Delmar. Parabéns! Que a vida sempre te reserve o melhor.

Em tua homenagem meu amigo deixo este texto:

MEUS SECRETOS AMIGOS

(Extraído do livro O Gênio Idiota de Paulo Sant’Anna)

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. A amizade é um sentimento mais nobre que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida entre outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite rivalidade, disse Jorge Luiz Borges. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivesse morrido todos os meus amores. Mas, enlouqueceria se morressem meus amigos. Até mesmo aqueles amigos que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências.

A alguns deles eu não procuro. Basta-me saber que eles existem, essa mera condição encoraja-me a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, pejo-me de lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo essa crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação dos meus amigos. Mas, é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare nem os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não têm a noção de como eles são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital. Porque eles fazem parte do mundo que eu tremulamente construí. E se tornaram os alicerces do meu encanto pela vida. Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo para a loucura ou para o suicídio. Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho porque essa minha prece é em síntese dirigida ao meu bem estar. Ela é talvez maior fruto do meu egoísmo do que por quanto eles souberam tornar-se por mim caros. Mas como as duas coisas se confundem, eu alivio a minha consciência.

Por vezes, mergulho em pensamentos sobre algum deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me uma lágrima por não estarem junto a mim, compartilhando daquele prazer. Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, vivendo comigo, falando comigo, todos os meus amigos que sabem que são meus amigos. E principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos.

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Uma pesquisa demonstrou que o uso do Google Docs cresceu vertiginosamente nas empresas.

O que é o Google Docs? É um aplicativo do Google que não necessita de instalação, é gratuito e tem um pacote similar ao Word, Excel e Power Point.

Já usei como editor de textos (word) e como apresentação de slides (Power Point) e não tenho nada a reclamar.

É um produto mais simples do que o pacote Office, por lógico, contudo, as ferramentas de interatividade com os usuários são fantásticas.

Faço um documento on line, uma petição, por exemplo. Ao invés de salvar, guardar, abrir e-mail, anexar no e-mail, enviar para o meu colega que está em Portugal a petição, no Google Docs simplesmente clico em compartilhar, digito e-mail dele e pronto, ele receberá um e-mail avisando que a petição está a disposição.

Se ele alterar algo, sem problema, quando eu abrir aqui estará tudo alterado.

Sem e-mails de correções, sem “qual a última versão desta petição mesmo?”.

Muitos advogados não usam por desconhecimento. Outros porque temem que sejam as petições ou dados ali constantes roubados por algum hacker.

Começo dizendo que a lei autoral não protege as petições, então não há porque se preocupar com alguém copiar. Se não copiar pela internet, copia no próprio processo.

Afirmo também que se tens uma senha complexa e tens cuidados básicos de logar (entrar) e sair do sistema sem salvar senhas, e outros cuidados, a possibilidade disto acontecer é remota.

Ainda, temos a facilidade de que tens a tua disposição todas as petições que estiverem no Google Docs sempre, de qualquer computador. Estás no forum e precisa imprimir mais uma cópia ou queres acessar teus arquivos, simples, vai em qualquer computador, até mesmo de lan house, e teus documentos estarão lá, podendo ser baixados em formato (doc – word) e pdf, ou seja, baixa a petição feita on line e já envia pelo processo eletronico.

Vantagens existem, basta o profissional se adaptar.

Conheça o Google Docs aqui.

Saliento que existem outros on line, como Zoho e a própria Microsoft tem uma versão on line do Office, mas somente posso recomendar aquilo que usei, então recomendo o Google Docs.

Usou o sistema on line também? Compartilhe conosco!!!

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Nesta semana foi publicada uma notícia que repercutiu no mercado jurídico e internet: Um juiz do Mato Grosso proibiu dois blogueiros de emitirem sua opinião no blog, ou seja, uma verdadeira censura. Leia aqui a reportagem completa.

Muito além da questão da censura, da questão da liberdade de expressão, até mesmo do direito em si de manifestar-se e da proibição de calúnias, difamações ou injúrias, temos um aspecto de mercado a ser analisado.

Já paraste pra pensar em quem vai defender os blogueiros?

Vamos mais profundamente: Que tipo de conhecimento mínimo este advogado deverá ter?

No mínimo este profissional deverá conhecer bem a Constituição pela ofensa a liberdade de expressão, o direito penal, pelas questões do crime contra a honra, direito autoral, afinal foi escrito e publicado, mas deverá também conhecer como funciona um blog, onde se hospeda, como cumprir a decisão judicial retirando os posts, como vasculhar a internet atrás de posts iguais ou cópias dos mesmos publicados, para solicitar que sejam retirados, sob pena de não cumprimento da ordem judicial, ou seja, terá este profissional que ter conhecimento de tecnologia.

Então esta notícia foi apenas uma notícia sobre um blog censurado ou foi uma oportunidade de mercado?

O advogado deve começar a ver oportunidades em qualquer notícia, assunto, etc. Não podemos mais ficar centrados apenas na advocacia tradicional, em inventários, ações trabalhistas, etc. O mercado precisa de profissionais que vejam o mercado como profissionais.

Pense nisto!

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