Você já fez seu Facebook, Twitter, LinkedIn?

Atualiza-os periodicamente?

Então você já está nas redes sociais, parabéns!

Agora, você já refletiu sobre o que é postado? Quem faz as postagens?

Muitos escritórios, advogados, estudantes tem criado as ferramentas sociais e atualizado periodicamente. São notícias jurídicas, palestras, cursos, etc.

Até aí uma maravilha. Um universo de informação disponível com total interatividade.

Agora, as redes sociais foram feitas para mais do que um canal de divulgação. Foram idealizadas para serem um canal de conversa, de encontro e debate de ideias.

Então, muito cuidado com o que é postado na rede.

Lembre-se: é o nome do seu escritório, o seu nome que está lá.

Vamos imaginar a seguinte cena: Escritório X contratou um funcionário que além de outras tarefas está atualizando as redes sociais. Ele posta notícias, artigos que foram escritos no Blog, etc.

Então, um cliente do escritório replica um artigo dizendo que perdeu a ação, que o escritório não presta, etc. Se fizer isto no twitter por exemplo, é público. Então o funcionário, na maior das boas intenções, responde a altura: Você é que não presta e começam os xingamentos.

Quem está discutindo com o cliente (ou ex-cliente)? O funcionário ou o escritório?

Por óbvio que é o escritório.

Acompanhe tudo que é escrito nas redes sociais que a sua empresa posta.

O seu escritório não tem ainda?

Igualmente deve acompanhar, deve entrar nas redes e colocar o nome do escritório, nome dos sócios, etc. Muitas vezes estamos sendo difamados sem sabermos.

Da mesma forma, comentários no blog do escritório ou pessoal somente com moderação prévia. A internte não é lugar de discussão. Roupa suja se lava em casa, já diz o ditado popular.

Não deixe que a informação seja prejudicial ao seu negócio. Basta monitorar, acompanhar para saber.

Use a informação e as redes a seu favor: Aja com gestão, planejamento e controle!

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Ontem conversamos sobre as redes sociais e o feudalismo. Mesmo não concordando, você sabe que as redes sociais são uma realidade.

E uma realidade sem volta.

Nos EUA Obama foi precursor a usá-las em sua campanha política.

No Brasil esta tendência para as eleições de 2010 são uma realidade. Já vislumbrei alguns candidatos da OAB usando nas eleições deste ano…

Portugal institucionalizou as redes no parlamento. Leia a notícia completa aqui.

Ao lermos a notícia verificamos a seguinte realidade: Nós já trabalhamos em rede, o que queremos é melhorar este trabalho. Ou seja, a realidade das redes sociais está muito além das fronteiras do particular, do cidadão privado. É uma realidade forte inclusive na administração pública.

Além de concluir que as redes sociais são um caminho sem volta, outra reflexão  é sobre a segurança das informações da rede. Assunto para o post de amanhã…

Boa semana!

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Ao imaginar uma rede social você deve imaginar que a última coisa relacionada a ela é o feudalismo.

Rede social relembra a ideia de globalização, encontrar pessoas de quaisquer países, conversar em várias linguas, etc.

As redes sociais hoje são uma enorme ferramenta de interação, sem sombra de dúvidas.

Contudo, antes das redes sociais, tivemos uma era chamada da era da informação, que ainda estamos um pouco nela e agora a era das redes sociais.

Então, analisando a evolução do movimento humano, temos que antes havia uma sede de informações, se contratava por informação, se buscava mais e mais informações. Atualmente estamos querendo a informação e acumulamos/somamos as redes sociais.

Qual o papel das redes sociais nos negócios (incluído o cliente do escritório jurídico e o próprio escritório jurídico)?

Criar indicações, ampliar contatos, avalisar os negócios.

Se você conhece virtualmente um colega advogado no Piauí e você está no RS. Vocês conversam, trocam ideias, etc. Quando você precisar de algo no Piauí vai procurar a lista telefônica ou a rede de contatos?

Na esteira desta ideia estão sendo criadas várias redes de contatos nas mais diversas áreas, seja na advocacia seja na construção civil.

A proposta é ter membros que possam interagir entre si, com segurança, confiabilidade e a vantagem de se posicionar como uma rede, ou seja, uma marca única, com inúmeros adeptos.

A ideia é muito interessante, contudo ainda penso que está embrionária, posto que vemos estas redes conseguirem preço na hora de comercializar um produto, mas não consegui ver estas redes desenvolverem a interação entre seus membros de maneira a gerar mais e mais negócios entre eles.

Da maneira que estamos caminhando nas redes sociais temos muitas alternativas de futuro. Uma delas é o feudalismo.

Como assim?

Vamos raciocinar: Se as redes começarem a crescer, teremos em breve grandes redes com vários membros em cada uma, se posicionando no mercado como redes e não mais como indivíduos. Então, será muito mais fácil pra ti que pertence a rede “A” comprar, vender, organizar dentro da rede “A”, pois para negociar com a rede “B” você terá que negociar como alguém que pertence a rede “A” e quer negociar com a rede “B”, ou seja, não será uma negociação direta, será através das redes.

Não era igual nos feudos? Cada feudo com sua própria economia, vivendo de pequenas interações entre eles?

Por óbvio é apenas uma ideia de futuro. Inúmeras outras possibilidades existem.

Como você vê a evolução das redes sociais? Compartilhe conosco suas ideias!

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Divido com vocês um discurso do presidente da Wall Mart que é uma lição de atendimento. Eu concordo com as palavras dele…

“- Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
- Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
- Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
- Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
- Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera.
- Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.

Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas.
Engana-se, …sabe quem eu sou???
EU SOU O CLIENTE QUE NUNCA MAIS VOLTA!!!

- Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua empresa.
- Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito eram apenas ter a pequena gentileza, tão barata, de me dar um pouco de ATENÇÃO e CORTESIA.”

Uma ótima reflexão e excelente final de semana!!!

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Soou estranho, não? Intimação judicial via twitter… Mas, foi justamente isto que ocorreu, conforme noticiou a BBC de Londres.

Uma prova real que devemos estar preparados para o Twitter, Facebook, LindekIn, Plaxo, ou seja, para as redes sociais.

Estar apenas nas redes sociais não é o suficiente.

Tem que ter atualização constante.

Tem que ter interação com demais colegas constante.

Tem que estar atualizado de maneira constante.

Em Novembro estarei promovendo um curso sobre as redes sociais na área jurídica. Informo a todos em breve.

Vamos analisar a decisão do Reino Unido (tradução livre minha):

“Danvers Baillieu advogado especialista em tecnologia afirmou que é possível a Corte (Tribunal de lá) intimar utilizando qualquer método, se os métodos tradicionais falharam”.

Em bom português: Vamos usar a tecnologia a favor da justiça!

Por lógico não há sentido em usar apenas o twitter ou redes sociais em intimações judiciais. Contudo, analogicamente, podemos comparar com o nosso processo eletrônico, onde somos intimados virtualmente e o prazo começa a fluir…

Já pensou numa intimação judicial via twitter?

Pois é, deixou de ser sonho, agora é realidade…

Um ótimo final de semana!!!

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A advocacia está em constante evolução. Temos advogados-administradores-informatas-contadores-financeiros entre outros tantas profissões entrelaçadas com o trabalho jurídico.

Esta mescla de inúmeras profissões em conjunto com a advocacia já transformou o advogado em um expert em tecnologia, até mesmo para manejar o processo virtual, certificação digital, entre outros.

Quando lidamos com a advocacia e tecnologia chamamos a advocacia de advocacia 2.0.

Agora temos diversas inserções no mundo da tecnologia que remontam a forma colaborativa.

As pessoas auxiliam umas as outras através das redes sociais.

As pessoas buscam conhecimento através da internet.

As pessoas estão inclusive procurando a subjetividade na rede.

Com atitudes assim nasceu a wikipédia, uma enciclopédia virtual colaborativa, ou seja, as pessoas podem lançar conceitos, auxiliar na evolução da enciclopédia. Há alguns anos atrás nos vendiam enciclopédias em casa, hoje temos na internet de forma colaborativa.

No direito temos a Forensepédia, que inclusive sou coordenador na parte de Gestão e Tecnologia, que a similitude da wikipedia quer definir termos jurídicos.

E o que faz o advogado neste universo colaborativo?

Entre outras coisas o advogado pode (e deve):

* Participar ativamente do negócio do seu cliente (orientar, aconselhar);

* Auxiliar o cliente na prospecção de novos negócios;

* Trabalhar ativamente na solução de litígios visando redução de valores (economia);

* Participar de fóruns de negócios e buscar alianças entre o cliente e possíveis parceiros, sempre com vistas a segurança jurídica;

* Apoiar os projetos do cliente em relação a sustentabilidade, retorno financeiro, novas áreas de projetos, etc;

* Divulgar os negócios do cliente (o escritório pode divulgar que o cliente x está com uma campanha, afinal, o escritório tem orgulho do seu cliente)

Estas são algumas ideias de como o escritório pode atuar de forma colaborativa.

Leia este post onde abordamos que os escritórios podem usar a forma wiki em seus projetos.

Agora vamos a parte prática:

Aonde você pensa que pode ser um advogado 3.0, ou seja, um advogado colaborativo com o seu cliente?

Divida conosco as suas ideias!

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