Neste feriado prolongado deixo um texto que nos remete a uma reflexão fundamental sobre o dia dos mortos e o dia dos vivos:

 

Teu livro

A existência na terra é um livro que estás escrevendo: cada dia é uma página, cada hora é uma afirmação de tua personalidade através das pessoas e das situações que te buscam.

Não menosprezes o ensejo de criar uma epopéia de amor em torno do teu nome.

As boas obras são frases de luz que endereças à humanidade inteira.

Em cada resposta aos outros, em cada gesto para com os semelhantes, em cada manifestação dos teus pontos de vista, e em cada demonstração de tua alma, gravas com tinta perene a história de tua passagem.

Nas impressões que produzes, ergue-se o livro dos teus testemunhos.

A morte é a grande colecionadora, que recolherá as folhas esparsas de tua biografia, gravada em ti mesmo, nas vidas que te rodeiam.

Não desprezes a companhia da indulgência através da senda que o Senhor te deu a trilhar.

Fazei uma área de amor, em derredor do próprio coração, porque só o Amor é suficientemente forte e sábio para orientar-te à escritura individual, convertendo-a em compêndio de auxílio e de esperança para quantos te seguem os passos.

Vive com Jesus na intimidade e no coração.

Não te afaste dele em tuas ações de cada dia, o livro da tua vida transformar-se-á num poema de felicidade e um tesouro de bençãos.

Psicografado por Chico Xavier, do espírito de Emmanuel

 

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Muitos escritórios de advocacia cresceram com fundamentos de foco no cliente, solução dos dilemas difíceis que outros escritórios já haviam tentado e não conseguido, em suma, cresceram com muito esforço, garra, competência e vontade.

Não são simples adjetivos. São verdadeiras marcas de escritórios campeões.

Esta marca lhes proporcionou uma garantia de mercado, gerando-lhes um nome reconhecido, sendo procurado cada vez mais por clientes com vistas a obter o sucesso e conseqüentemente, o crescimento do escritório.

Cresceu em número de funcionários e ações, em número de cargos e funções, cresceu e precisou ser gerenciado.

Normalmente aquele funcionário que mais se destaca com perfil de liderança começa a transformar-se no gerente, coordenador ou mesmo sem cargo, naquele que os outros seguirão para compreender a sistemática e organização do escritório.

Então temos um crescimento que continua existindo, com rentabilidade maior e a ilusão de que tudo está indo perfeitamente.

Esta faceta do crescimento leva muitos escritórios à bancarrota. Não estão acostumados ao desenvolvimento sustentável, não extraem de seus controles e controladores mecanismos escorreitos de gerenciamento, não utilizam corretamente o investimento em pessoas e tecnologia com fins de sustentabilidade permanente.

Após o crescimento do escritório, a direção busca a tecnologia para controlar os processos e procedimentos, aproveitando o material humano que possui no escritório. Nada errado investir nos talentos da própria empresa, contudo o que é feito pelos operadores dos programas de informática é mapear, organizar a estrutura de forma a automatizá-la, ou seja, transformar tarefas antes controladas manualmente, agora a serão pelo sistema, fornecendo relatórios, planilhas e um controle efetivo.

Realmente é uma solução que deve ser implementada, contudo, há um hiato que deve ser analisado, para que a sustentabilidade ocorra.

Se a informática conseguiu automatizar tarefas, fornecer um controle perfeito acerca de tudo que existe no escritório, ela o fez com base naquilo que já existe. Ou seja, foram mapeados e mantidos procedimentos que podem não ser os mais adequados para o gerenciamento do escritório.

Em suma, dentro de algum tempo, percebe-se que o gerenciamento não está a contento e altera-o novamente. Mudam-se, então, igualmente a maneira em que era controlado o sistema, normalmente com aplicação de customizações (alterações feitas pelo fabricante exclusivamente para aquele cliente), em resultado de maiores investimentos e a cada mudança, maiores custos.

Isto sem contar que os procedimentos internos que devem ser controlados e aplicados têm que visar um único foco: o cliente. É a satisfação do cliente que mantém o escritório de advocacia.

Diante desta problemática, poderemos ter o crescimento sustentável, se aliarmos o gerenciamento, a tecnologia e o foco no cliente para obtermos a rentabilidade do negócio de forma permanente.

Somente o gerenciamento com uma visão jurídica, aliado as tecnologias do escritório, reduzindo custos e opondo soluções, com vistas aos anseios da clientela, alicerçado com busca de maior rentabilidade e administração sustentável pode trazer a solução ao crescimento desordenado.

Pense nisto!

 

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Recentemente o STF alterou a forma de peticionamento eletrônico – veja aqui -, determinando o cumprimento de mais alguns requisitos e exigências.

A pergunta que você pode fazer é: E eu com isto?

Se esta pergunta povoou seus pensamentos, você é um advogado de petição.

Agora, se a informação do primeiro parágrafo interessa pra você, você é um advogado de peticionamento.

Qual a diferença?

Simples, petição está em caminho de desuso, peticionamento está nascendo para sua utilização.

Lógico, na semântica, tudo é petição, tudo são atos privativos do advogado.

Contudo, a ação, o verbo, a essência é diversa.

Se você peticiona, você está gastando papel, você tem o tempo de impressão, assinatura, organização e fluxo para envio ao fórum, além de ter que ir até o balcão ser atendido e protocolar a petição. Tudo isto num período de algumas horas por dia.

Se você faz peticionamento, você não gasta papel, não gasta impressão, não precisa de fluxos internos e logísticas de fórum, você apenas utiliza a sua certificação digital e envia tudo pelo computador, a qualquer hora do dia e até a meia noite.

Ou seja, um prazo não acabou as 19h. Tem até as 24h para protocolá-lo on line. Sem correria. Sem filas. Sem estresse.

A advocacia está mudando constantemente.

Temos hoje planejamento estratégico, marketing jurídico, gestão aplicada, fluxogramas, controles, tecnologia, enfim, temos muito dentro daquilo que antes era apenas uma defesa de uma tese numa ação judicial.

Se você está se preparando ou está preparado para as linhas do parágrafo acima, ótimo. Seu caminho na profissão está alinhado com o mercado e suas nuances.

Se você peticiona apenas e acha que a advocacia vai lhe dar sustento sempre, melhor repensar e olhar o mercado a sua volta. Tem cada vez menos lugar para o papel, para gestão sem economia, para conceitos sem tecnologia…

Seja ecológicamente correto, seja estrategicamente esperto e, sobretudo, gerencie seu negócio com uma visão de presente e futuro:

Tudo nos leva a Gestão, Tecnologia e Qualidade, não é verdade?

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Se você pensar em algo para marketing, pode pensar em inúmeras questões, tais como os famosos 4 P’s do Marketing: Preço, Produto, Promoção e Praça, podes pensar em redes de relacionamento, enfim, muitas ideias podem vagar na mente.

Ocorre que nada pode ser mais forte para um escritório de advocacia ou advogado do que o seu próprio nome.

Sim, isto mesmo, seu próprio nome.

A advocacia se constrói pela confiança, pelo conhecimento, pela força do nome do advogado ou escritório.

Porque alguns nomes soam para nós como marcas famosas? Algum dia elas foram pequenas. Algum dia elas erraram. Algum dia elas também falharam.

Então, porque algumas crescem e outras não?

Muitas questões influenciam nisto, contudo alguns fatores são preponderantes para o sucesso:

Se errar, assuma o erro e busque o resultado. Não se constrói uma marca baseado em erros;

Seja sempre sincero em relação as causas. Mais vale um cliente sem uma ação, do que uma ação infundada;

Persista.  Não desista nas primeiras dificuldades. Sempre haverão pedras, mas a beleza do caminho ainda existe.

Veja nas possibilidades de conversas e contatos novos negócios para o seu cliente, mesmo que não tenham rentabilidade direta para você. Ofertar uma solução ao teu cliente pode ser muito mais produtivo do que uma ação propriamente dita.

Tire um tempo para o seu cliente, converse com ele pessoalmente, agende compromissos comuns com os interesses dele. Demonstre que você conhece o negócio dele.

Contudo, para que todas as atitudes acima resultem positivamente, o profissional deve ser e agir como.

Como assim?

O advogado é um excelente profissional, conhece bem a área que atua e tudo bem. O cliente entra no escritório encontra o advogado de bermuda, pés em cima da mesa espalitando os dentes. Dá pra imaginar?

Neste exemplo esdrúxulo quero ressaltar que não basta ser, tem que aparentar ser. O profissional deve estar vestido condizente, deve falar adequadamente (sem gírias, palavras de baixo calão), deve ser gentil e compreender as ansiedades do cliente.

E tudo isto que afirmo nada mais é em resumo: Faça primeiro a sua marca, o seu nome. Com o tempo, o mesmo será referência para bancas ou para a sua própria banca jurídica.

Um nome somente tem nexo causal se forjado, lapidado pelo profissional que labuta e desenvolve esta marca. Senão, continua sendo apenas um nome.

Faça do seu nome um caminho para o sucesso. Use suas atitudes para isto!

Sucesso!!!

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Um interessante artigo do Ivan Cavalero de La Peña no seu Blog PráticaLegal traz a ideia de que devemos nvestir em Marketing Jurídico quando o escritório está bem, pois se traduz em maior rentabilidade ao investimento, sendo mais simples divulgar projetos bem sucedidos.

Compreendo o que o autor quer, mas não concordo na integralidade.

Investir em Marketing Jurídico é uma ideia que não pode ser relegada por problemas financeiros por exemplo, unicamente.

Se o escritório tem condições de investir, ótimo. Se não tem condições de investir, deve procurar meios gratuitos ou quase gratuitos, baseados sempre no networking e fortalecimento da rede de contatos.

Uma importante ferramenta gratuita é a rede social eletrônica.

Cadastre-se nas redes sociais como twitter, facebook, plaxo, etc. Interaja com as pessoas, comente os assuntos ali debatidos, divida seu conhecimento com o mundo.

Faça-se as cinco perguntas:

Como?

Quem?

Quando?

Onde?

Porque?

Ou seja,

Como? Vou investir, que parte do orçamento vou aplicar, posso usar recursos gratuitos ou não, etc.

Quem? Vai se envolver neste projeto, farei sozinho, com um colega, etc.

Quando? Aqui é o pensamento do Ivan, somente quando estiveres bem. Contudo, restrinjo para não invista se não tens capacidade técnica ou operacional. Se o único impedimento for o financeiro, invista nas redes gratuitas, participe de eventos, ajude ONG’s, enfim, busque interatividade.

Onde? Nas redes sociais virtuais, em palestras, encontros de classe (não da OAB, mas sim dos sindicatos, engenheiros, arquitetos, encanadores, enfim, alguém que possa ser seu cliente), sempre com cartões de visita de sobra.

Porque? Para que possas continuar o teu sonho de ser advogado, com crescimento profissional, pessoal e espiritual, que tal?

São perguntas simples, respostas também, contudo a lição que podemos perceber é que a vida é simples e nós é que gostamos de complicá-la.

Quer investir e pode, ótimo.

Quer investir e não pode, invista no que é gratuito.

Não quer investir, paciência, repense seu negócio.

Contudo, deixar o Marketing Jurídico apenas para quando puderes investir sem aproveitar teu conhecimento, inovação e vontade é deixar o sonho em razão de estar acordado…

Sonhe!

Invista!

Sucesso!

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Quando falamos em Marketing Jurídico pensamos em artigos, site, blog, redes sociais como twitter, facebook, etc.

São ações concretas, dentro do nosso código de ética, que permitem maior visibilidade no mercado.

E a estratégia?

Estratégia geralmente está associada ao financeiro, redução de custos, organização de pessoas, maquinário, novas áreas de atuação, etc.

E o Marketing Jurídico Estratégico?

Este é o Marketing que devemos aplicar na prática nos escritórios.

Um Marketing que pensa em ações concretas de marca jurídica.

Um Marketing que atua diretamente no negócio do escritório, produzindo maiores resultados.

Um Marketing que se traduz em endomarketing para ofertar a marca jurídica aos próprios funcionários.

Enfim, um Marketing que faz da estratégia a sua ferramenta de atuação.

E você se pergunta: Mas como se faz isto?

* Começamos a pensar de maneira estratégica, planejando o futuro. Estamos no final de Setembro. Já estamos planejando o primeiro semestre de 2010. O ano de 2009 já passou em termos de planejamento.

* Continuamos analisando o mercado, verificando tendências de crescimento, possibilidades de negócios.

* Não vislumbramos outros colegas de profissão como concorrentes, mas sim como possíveis parceiros de alianças estratégicas.

* Conversamos com nossos clientes para conhecer melhor as redes de relacionamento dele e podermos participar cada vez mais ativamente delas, visando ampliar nossas redes de relacionamento e consequentemente de negócios.

* Utilizamos a internet, redes sociais e outras ferramentas como lançamento de nossas ideias e objetivos, compartilhando com o mundo o nosso negócio.

* Investimos em tecnologia e controle dos processos internos, visando melhores resultados em médio prazo.

Estas são algumas ideias. Cada escritório tem suas características e portanto é único em análise.

Mesmo assim, algumas ideias como as expostas são universais.

Você aplica o Marketing Jurídico? Ou o Marketing Jurídico Estratégico?

Como você investe nestas ideias?

O direito não socorre aqueles que dormem, diz o brocardo jurídico, e podem ter certeza que o mercado age da mesma forma.

Uma ótima semana!!!

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Um pequeno texto do Prof. Marins sobre empreendedorismo:

10 Dicas Para Ser um Empreendedor

Quais as principais características de um empreendedor? Aqui vão elas:

1. Boas idéias são comuns a muitas pessoas. A diferença esta naqueles que
conseguem fazer as idéias transformarem-se em realidade, isto é, implementar
as idéias. A maioria das pessoas fica apenas na “boa idéia” e não passa para
a ação. O empreendedor passa do pensamento ! ;a ação e faz as coisas
acontecerem;

2. Todo empreendedor tem uma verdadeira paixão por aquilo que faz. Paixão
faz a diferença. Entusiasmo e Paixão são as principais características de um
empreendedor.

3. O empreendedor e aquele que consegue escolher entre várias alternativas
e não fica pensando no que deixou para trás. Sabe ter foco e fica focado no
que quer;

4. O empreendedor tem profundo conhecimento daquilo que quer e daquilo que
faz e se esforça continuadamente para aumentar esse conhecimento sob todas
as formas possíveis;

5. O empreended! or tem uma tenacidade incrível. Ele&n! bsp;não& nbsp;desiste!

6. O empreendedor acredita na sua própria capacidade. Tem alto grau de
autoconfiança;

7. O empreendedor não tem fracassos. Ele vê os “fracassos” como
oportunidades de aprendizagem e segue em frente;

8. O empreendedor faz uso de sua imaginação. Ele imagina-se sempre
vencedor;

9. O empreendedor tem sempre uma visão de vários cenários pela frente.
Tem, na cabeça, várias alternativas para vencer;

10. O empreendedor nunca se acha uma “vítima”. Ele não fica parado,
reclamando das coisas e dos acontecimentos. Ele age para modificar a
realidade.

Um excelente final de semana!!!

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Esta semana ocorreu o lançamento de mais um portal de buscas na internet, o Wowd. Leia aqui.

Assim como o buscador Bing da Microsoft, leia aqui, este novo portal está acompanhando as tendências de mercado e fará buscas baseado nas redes sociais e popularidade das páginas.

Relembrando um pouco, dia atrás comentei sobre o sidewiki do Google. Leia aqui.

E o próprio Google anunciou que irá fazer pesquisa no twitter, bem como gerou um buscador específico de redes sociais que será lançado em breve. Leia aqui.

O que temos em comum nestes três assuntos: Buscador, redes sociais e sidewiki?

A nova forma de ver a internet, o marketing e principalmente como você está posicionado.

Vejamos:

Você tem um site e blog jurídico, escreve sobre direito autoral, já se tornou conhecido dos internautas neste assunto, participa do twitter, facebook, plaxo, publica artigos em sites diversos. Neste exemplo, temos alguém que domina direito autoral que participa das redes sociais.

Pois bem.

Então, com o sidewiki do Google, as pessoas vão começar a comentar suas páginas na internet e dar recomendações delas aos outros internautas. Através das redes sociais, os buscadores encontrarão o teu site sempre em boa posição, posto que ativamente você participa destas redes.

Em bom português: Se você participa das redes, está no mundo. Caso contrário, apenas tem um site e um blog.

Ter um site, blog e participar das redes sociais é básico.

Quer sucesso?

Seja ativo.

Seja criativo.

Seja inovador.

Sendo ativo, terás sempre teus textos, artigos, slides, etc publicados e divulgados na rede.

Sendo criativo, perceberás oportunidade de negócio em conversas, troca de e-mails e informações através das redes sociais.

Sendo inovador, verás que o direito está se atualizando tão depressa e com tantas novidades jurídicas que penso que a advocacia é uma carreira em evolução e ebulição e não uma profissão saturada.

Saturado estamos de profissionais básicos!

Seja diferente e, sobretudo, faça a diferença!

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No dia 20 de Outubro, nesta terça-feira portanto, comemorei meu aniversário. Ao fazê-lo, postei dentro do discorrer do artigo de terça esta informação (que era meu aniversário).

Fiz propositalmente. Um motivo: Gosto do meu aniversário e dividí-lo com meus leitores é um prazer. Outro motivo e fundamental: Demonstrar o poder da mídia social.

Leia aqui o artigo de terça. Como podemos perceber a indicação do meu aniversário foi sutil.

Enviei o título do artigo com o link para o blog para várias redes sociais, bem como grupos que participo. A resposta foi maravilhosa. Durante todo o dia pessoas que sequer tinham como saber que era meu aniversário começaram a mandar e-mails, posts no twitter e telefonemas. Adorei.

Entretanto, se não fosse meu aniversário, mas sim uma nova tese do seu escritório de advocacia? Ou ainda um evento que o seu escritório está organizando?

Não podemos olvidar a força das redes sociais.

Devemos usá-la. Fortificá-la. Crescer com ela.

Manter-se distante é ficar distante de um público que quando gosta de um assunto, divulga, comenta, enfim, faz chegar de um lado ao outro do mundo sem muito esforço.

As redes sociais são gratuitas.

As redes sociais são simples de operar.

As redes sociais exigem apenas um elemento: atualização.

Não fique distante do seu público alvo.

Invista no seu negócio. Invista no social!

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Um artigo publicado no portal RainMakerLawyer traz uma ideia simples, mas bem interessante acerca dos perigos do número um em escritorios jurídicos.

São três razões em que o perigo é evidenciado.

Primeira razão: Concentração de clientes. Ter um único cliente que sustente o escritório é um risco muito grande. Muitos profissionais esquecem do marketing jurídico e se preocupam apenas ofertar ao único cliente o melhor de si. Quando este cliente é grande, o tempo que ele ocupa também o é, e mais, as exigências também o são. E se este cliente resolver procurar outro profissional, ou quebrar ou ainda resolver fechar as portas? Como fica o escritório? Ter um ou poucos clientes que concentrem as receitas é um problema mais cedo ou mais tarde. A ideia é dividir em vários clientes a receita, sempre com foco estratégico de marketing.

Segunda razão: Concentrar sua estratégia de novos clientes em um único negócio. A ideia também é diverisificar as possibilidades de atrair novos clientes. Fazer um site e blog é muito bom, mas se for uma atitude isolada não surtirá efeitos. As ações devem ser conjuntas e estratégicas para terem resultado.

Terceira razão: Aplicar as estratégias de atrair clientes apenas uma vez é um erro. Nem sempre temos resultados rápidos e positivos em atrair clientes nas primeiras oportunidades que lançamos no mercado. Devemos sempre buscar inovar, construir caminhos, principalmente relacionamentos, com vistas a termos novos clientes.

Dê pelo menos uma chance a cada estratégia que desenvolveres dela ser aplicada em três momentos distintos. Caso não dê certo, parta para outra.

Desistir logo em seguida apenas desistimula a equipe e transforma um projeto que pode ser consolidado com um pouco de insistência num projeto perdido.

Pense sobre isto e faça como a soma do dia de hoje: 21, 2 + 1 = 3 e dê três chances ao sucesso!!!

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