Pensamento de final de semana: Teu Livro

outubro 31, 2009 by Gustavo Rocha · Leave a Comment
Filed under: Gestão.Adv.br, Pensamento 

Neste feriado prolongado deixo um texto que nos remete a uma reflexão fundamental sobre o dia dos mortos e o dia dos vivos:

 

Teu livro

A existência na terra é um livro que estás escrevendo: cada dia é uma página, cada hora é uma afirmação de tua personalidade através das pessoas e das situações que te buscam.

Não menosprezes o ensejo de criar uma epopéia de amor em torno do teu nome.

As boas obras são frases de luz que endereças à humanidade inteira.

Em cada resposta aos outros, em cada gesto para com os semelhantes, em cada manifestação dos teus pontos de vista, e em cada demonstração de tua alma, gravas com tinta perene a história de tua passagem.

Nas impressões que produzes, ergue-se o livro dos teus testemunhos.

A morte é a grande colecionadora, que recolherá as folhas esparsas de tua biografia, gravada em ti mesmo, nas vidas que te rodeiam.

Não desprezes a companhia da indulgência através da senda que o Senhor te deu a trilhar.

Fazei uma área de amor, em derredor do próprio coração, porque só o Amor é suficientemente forte e sábio para orientar-te à escritura individual, convertendo-a em compêndio de auxílio e de esperança para quantos te seguem os passos.

Vive com Jesus na intimidade e no coração.

Não te afaste dele em tuas ações de cada dia, o livro da tua vida transformar-se-á num poema de felicidade e um tesouro de bençãos.

Psicografado por Chico Xavier, do espírito de Emmanuel

 

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O Gerenciamento, a rentabilidade e a permanência no mercado jurídico: três palavras essenciais para o crescimento sustentável.

outubro 30, 2009 by Gustavo Rocha · Leave a Comment
Filed under: Estratégia, Gestão, Gestão.Adv.br 

Muitos escritórios de advocacia cresceram com fundamentos de foco no cliente, solução dos dilemas difíceis que outros escritórios já haviam tentado e não conseguido, em suma, cresceram com muito esforço, garra, competência e vontade.

Não são simples adjetivos. São verdadeiras marcas de escritórios campeões.

Esta marca lhes proporcionou uma garantia de mercado, gerando-lhes um nome reconhecido, sendo procurado cada vez mais por clientes com vistas a obter o sucesso e conseqüentemente, o crescimento do escritório.

Cresceu em número de funcionários e ações, em número de cargos e funções, cresceu e precisou ser gerenciado.

Normalmente aquele funcionário que mais se destaca com perfil de liderança começa a transformar-se no gerente, coordenador ou mesmo sem cargo, naquele que os outros seguirão para compreender a sistemática e organização do escritório.

Então temos um crescimento que continua existindo, com rentabilidade maior e a ilusão de que tudo está indo perfeitamente.

Esta faceta do crescimento leva muitos escritórios à bancarrota. Não estão acostumados ao desenvolvimento sustentável, não extraem de seus controles e controladores mecanismos escorreitos de gerenciamento, não utilizam corretamente o investimento em pessoas e tecnologia com fins de sustentabilidade permanente.

Após o crescimento do escritório, a direção busca a tecnologia para controlar os processos e procedimentos, aproveitando o material humano que possui no escritório. Nada errado investir nos talentos da própria empresa, contudo o que é feito pelos operadores dos programas de informática é mapear, organizar a estrutura de forma a automatizá-la, ou seja, transformar tarefas antes controladas manualmente, agora a serão pelo sistema, fornecendo relatórios, planilhas e um controle efetivo.

Realmente é uma solução que deve ser implementada, contudo, há um hiato que deve ser analisado, para que a sustentabilidade ocorra.

Se a informática conseguiu automatizar tarefas, fornecer um controle perfeito acerca de tudo que existe no escritório, ela o fez com base naquilo que já existe. Ou seja, foram mapeados e mantidos procedimentos que podem não ser os mais adequados para o gerenciamento do escritório.

Em suma, dentro de algum tempo, percebe-se que o gerenciamento não está a contento e altera-o novamente. Mudam-se, então, igualmente a maneira em que era controlado o sistema, normalmente com aplicação de customizações (alterações feitas pelo fabricante exclusivamente para aquele cliente), em resultado de maiores investimentos e a cada mudança, maiores custos.

Isto sem contar que os procedimentos internos que devem ser controlados e aplicados têm que visar um único foco: o cliente. É a satisfação do cliente que mantém o escritório de advocacia.

Diante desta problemática, poderemos ter o crescimento sustentável, se aliarmos o gerenciamento, a tecnologia e o foco no cliente para obtermos a rentabilidade do negócio de forma permanente.

Somente o gerenciamento com uma visão jurídica, aliado as tecnologias do escritório, reduzindo custos e opondo soluções, com vistas aos anseios da clientela, alicerçado com busca de maior rentabilidade e administração sustentável pode trazer a solução ao crescimento desordenado.

Pense nisto!

 

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Petição ou Peticionamento

Recentemente o STF alterou a forma de peticionamento eletrônico – veja aqui -, determinando o cumprimento de mais alguns requisitos e exigências.

A pergunta que você pode fazer é: E eu com isto?

Se esta pergunta povoou seus pensamentos, você é um advogado de petição.

Agora, se a informação do primeiro parágrafo interessa pra você, você é um advogado de peticionamento.

Qual a diferença?

Simples, petição está em caminho de desuso, peticionamento está nascendo para sua utilização.

Lógico, na semântica, tudo é petição, tudo são atos privativos do advogado.

Contudo, a ação, o verbo, a essência é diversa.

Se você peticiona, você está gastando papel, você tem o tempo de impressão, assinatura, organização e fluxo para envio ao fórum, além de ter que ir até o balcão ser atendido e protocolar a petição. Tudo isto num período de algumas horas por dia.

Se você faz peticionamento, você não gasta papel, não gasta impressão, não precisa de fluxos internos e logísticas de fórum, você apenas utiliza a sua certificação digital e envia tudo pelo computador, a qualquer hora do dia e até a meia noite.

Ou seja, um prazo não acabou as 19h. Tem até as 24h para protocolá-lo on line. Sem correria. Sem filas. Sem estresse.

A advocacia está mudando constantemente.

Temos hoje planejamento estratégico, marketing jurídico, gestão aplicada, fluxogramas, controles, tecnologia, enfim, temos muito dentro daquilo que antes era apenas uma defesa de uma tese numa ação judicial.

Se você está se preparando ou está preparado para as linhas do parágrafo acima, ótimo. Seu caminho na profissão está alinhado com o mercado e suas nuances.

Se você peticiona apenas e acha que a advocacia vai lhe dar sustento sempre, melhor repensar e olhar o mercado a sua volta. Tem cada vez menos lugar para o papel, para gestão sem economia, para conceitos sem tecnologia…

Seja ecológicamente correto, seja estrategicamente esperto e, sobretudo, gerencie seu negócio com uma visão de presente e futuro:

Tudo nos leva a Gestão, Tecnologia e Qualidade, não é verdade?

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Marca da advocacia: O Advogado!

outubro 28, 2009 by Gustavo Rocha · Leave a Comment
Filed under: Advocacia, Gestão.Adv.br, Marca 

Se você pensar em algo para marketing, pode pensar em inúmeras questões, tais como os famosos 4 P’s do Marketing: Preço, Produto, Promoção e Praça, podes pensar em redes de relacionamento, enfim, muitas ideias podem vagar na mente.

Ocorre que nada pode ser mais forte para um escritório de advocacia ou advogado do que o seu próprio nome.

Sim, isto mesmo, seu próprio nome.

A advocacia se constrói pela confiança, pelo conhecimento, pela força do nome do advogado ou escritório.

Porque alguns nomes soam para nós como marcas famosas? Algum dia elas foram pequenas. Algum dia elas erraram. Algum dia elas também falharam.

Então, porque algumas crescem e outras não?

Muitas questões influenciam nisto, contudo alguns fatores são preponderantes para o sucesso:

Se errar, assuma o erro e busque o resultado. Não se constrói uma marca baseado em erros;

Seja sempre sincero em relação as causas. Mais vale um cliente sem uma ação, do que uma ação infundada;

Persista.  Não desista nas primeiras dificuldades. Sempre haverão pedras, mas a beleza do caminho ainda existe.

Veja nas possibilidades de conversas e contatos novos negócios para o seu cliente, mesmo que não tenham rentabilidade direta para você. Ofertar uma solução ao teu cliente pode ser muito mais produtivo do que uma ação propriamente dita.

Tire um tempo para o seu cliente, converse com ele pessoalmente, agende compromissos comuns com os interesses dele. Demonstre que você conhece o negócio dele.

Contudo, para que todas as atitudes acima resultem positivamente, o profissional deve ser e agir como.

Como assim?

O advogado é um excelente profissional, conhece bem a área que atua e tudo bem. O cliente entra no escritório encontra o advogado de bermuda, pés em cima da mesa espalitando os dentes. Dá pra imaginar?

Neste exemplo esdrúxulo quero ressaltar que não basta ser, tem que aparentar ser. O profissional deve estar vestido condizente, deve falar adequadamente (sem gírias, palavras de baixo calão), deve ser gentil e compreender as ansiedades do cliente.

E tudo isto que afirmo nada mais é em resumo: Faça primeiro a sua marca, o seu nome. Com o tempo, o mesmo será referência para bancas ou para a sua própria banca jurídica.

Um nome somente tem nexo causal se forjado, lapidado pelo profissional que labuta e desenvolve esta marca. Senão, continua sendo apenas um nome.

Faça do seu nome um caminho para o sucesso. Use suas atitudes para isto!

Sucesso!!!

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