Recentemente uma pesquisa realizada pelo jornal Telegraph informou que a tecnologia pode estar ampliando o trabalho em quase 15 horas a mais.

Com a facilidade dos smartphones, muitos profissionais estão trabalhando mais do que as horas contratadas, pois tem acesso aos e-mails, planilhas e documentos a um clique de distância.

É um escritório na palma da mão.

Uma facilidade, inegavelmente.

Contudo, numa época em que falamos de tecnologia, falamos de home office, falamos de benefícios para maior qualidade de vida, não podemos olvidar os problemas decorrentes do trabalho não contratado.

A tecnologia deve ser um amparo, um auxílio, uma ferramenta. Não uma forma de escravismo velado.

Queremos produtividade, mais trabalho em menos tempo, tudo bem. Contudo, ofertando ao funcionário um trabalho com maior tecnologia e amparo aliado a qualidade de vida se traduz em resultados mais duradouros.

O advogado pode ter acesso aos seus e-mails, arquivos do escritório, sistema de gestão, tudo através do celular ou dos modens de acesso a internet via notebook. Isto facilita, aumenta produtividade e se traduz em crescimento ao escritório.

Todavia, quando cobramos a resposta de um e-mail enviado as 20h de um dia às 9h do dia seguinte, estamos dizendo em alto e bom tom que toda a tecnologia que ofertamos é para que ele trabalhe sem horário determinado.

Aproveite este artigo para refletir. Algumas dicas:

* Como você usa a tecnologia no seu escritório?

* Como a sua equipe usa a tecnologia?

* Até que horas você lê/responde e-mails?

* Até que horas você costuma a ligar para os funcionários questionando sobre trabalho?

* A tecnologia tem auxiliado o trabalho do dia a dia?

Reflita.

Faça a tecnologia uma aliada e não seja servo dela.

Boa semana!!!

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Divido com vocês um interessante texto sobre Bucha – a sociedade secreta do direito…

Bucha: A sociedade secreta do Direito

A antiga sociedade secreta do Direito, conforme relatos esparsos da História foi fundada provavelmente em 1831, pelo professor alemão de História natural do Curso Anexo da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, Júlio Frank.

A origem do nome é Burschenschaft – do alemão bursch, que significa camarada e schaft, confraria. Estas associações já existiam na Alemanha e foram trazidas pelo Professor Júlio a São Paulo. O mesmo pertencia à uma sociedade na Universidade de Gotha.

Esta confraria sofria influência direta dos Illuminati de Weishaupt.  Obviamente, quando se trata de sociedades secretas, é extremamente difícil separar a lenda da verdade ou verificar quanto da verdade há na lenda, principalmente porque esta se presta a reforçar ainda mais o mistério que as envolve, isto é, sua própria motivação.

Sociedades desta natureza encontraram campo fértil em outras comunidades acadêmica no Brasil como lembra Almansur Haddad: na Faculdade de Direito de Olinda/Recife, a Tugendund. A  Landsmannschaft nas Escolas Politécnica de São Paulo e do Rio de Janeiro, a Jugendschaft na Escola de Medicina de São Paulo. A da Politécnica de São Paulo foi presidida por Francisco de Paula Sousa, depois por Ramos de Azevedo e por Rodolfo Santiago e da Medicina, por Arnaldo Vieira de Carvalho.

A Bucha nasceu com a finalidade primordial de proteção aos estudantes de famílias pobres, oferecendo-lhes condições para concluírem seus estudos, bem como o auxílio às suas famílias , caso fosse necessário. Todos os atos da sociedade deveriam ocorrer no mais absoluto sigilo. No entanto a sociedade com o tempo foi tendo desdobramentos em suas atividades, se tornando uma instituição completamente protecionista com seus membros.
Sua estrutura era baseada da seguinte forma: A Bucha era formada por alunos escolhidos entre os que mais se distinguiam por seus méritos morais e intelectuais, não se apresentando eles à sociedade secreta, mas sendo por ela selecionados. Somavam, talvez, dez por cento do corpo discente e eram chefiados por um “Chaveiro”.  Um “Conselho de Apóstolos” orientava a Bucha dentro da Faculdade, enquanto o “Conselho de Invisíveis”, composto de ex-alunos, numa espécie de prolongamento da vida acadêmica, a aconselhava e protegia fora das Arcadas. Reza a lenda que um dos últimos chaveiros foi o jurista Geraldo Ataliba.

Com o tempo a sociedade ia se tornando cada vez mais forte, ao ver seus membros pertencendo aos mais altos cargos do Império e da vida pública brasileira. Pertenceram à “Bucha” os nomes mais importantes do Império e da República Velha, além, obviamente, dos mais representativos professores da Faculdade de Direito de São Paulo: Paulino José Soares de Souza (visconde do Uruguai), Pimenta Bueno, Manuel Alves Alvim, Joaquim José Pacheco, Ildefonso Xavier Ferreira, Vicente Pires da Motta, Antonio Augusto de Queiroga, Antonio Joaquim Ribas, Mariano Rodrigues da Silva e Melo, Alexandrino dos Passos Ourique (entre os fundadores e primeiros membros da Associação); depois, não por ordem cronológica: Rui Barbosa, Barão do Rio Branco, Afonso Pena, Prudente de Morais, Campos Sales, Rodrigues Alves, Wenceslau Brás, Visconde de Ouro Preto, Visconde do Rio Branco, Pinheiro Machado, Assis Brasil, Francisco Otaviano, João Pinheiro, Afrânio de Melo Franco, Pedro Lessa, Bernardino de Campos, Américo Braziliense, David Campista, Washington Luiz, Altino Arantes, Frederico Vergueiro Steidel, Júlio Mesquita Filho, Cândido Mota, Bias Fortes, Paulo Nogueira Filho, José Carlos de Macedo Soares,César Vergueiro, Henrique Bayma, Spencer Vampré, Sebastião Soares de Faria, Antonio Carlos de Abreu Sodré, Francisco Morato, Waldemar Ferreira, Alcides Vidigal, Rafael Sampaio de Rezende, Arthur Bernardes, Abelardo Vergueiro César, Álvares de Azevedo, Castro Alves, Fagundes Varela, José Tomás Pinto de Cerqueira, dentre outros

Dos presidentes civis da República Velha, apenas Epitácio Pessoa, como afirma Carlos Lacerda, não foi da “Bucha”. E acrescenta: “Todos os demais passaram pela Burschenfaft . E o fenômeno não tem nada demais, é o mesmo fenômeno da maçonaria: uma: uma sociedade secreta em que os sujeitos confiavam nos companheiros, digamos “da mesma origem. Um dia, um sobe e chama o outro para ser governador, para ser secretário, para ser ministro e assim por diante.” (Carlos Lacerda, Depoimento, Jornal da Tarde, 28/5/77)
A relação com a maçonaria era também muito forte, conforme afirma os historiadores Bandecchi, Gustavo Barroso e Jamil Almansur Haddad. Bandecchi chega a relacionar nomes comuns às duas. Dentre eles, menciona: Clemente Falcão de Souza Filho (Falcão Filho), Frederico Abranches, Martim Francisco Ribeiro de Andrada III, Clementino de Souza e Castro, Prudente de Morais, Américo Brasiliense, Joaquim Almeida Leite de Morais, José Eduardo Macedo Soares, Bernardino de Campos, Campos Sales, Ubaldino do Amaral, Rangel Pestana, Carlos Reis, Américo de Campos, Quirino dos Santos, Antonio Bento, Almeida Nogueira, Francisco Glicério, Pedro de Toledo, Carlos de Campos, Fausto Ferraz, Armando Prado, Marrey Júnior, Mario Tavares, Fontes Júnior, Júlio Prestes, Ataliba Leonel, Gabriel Rocha e J.A Gomide.

Fora da Academia, prolongando as relações, alguns fatos também poderiam exemplificar a ação da “Bucha”. Afonso Arinos, após transcrever carta de Afonso Pena a Pedro Lessa, professor da Academia, em que se refere explicitamente à Burchschaft, datada de 1906, lembra que foi Afonso Pena “quem chamou Pedro Lessa de sua banca de advogado e da cátedra de professor em São Paulo para o Supremo Tribunal. Lessa resistiu ao convite, mas o presidente demoveu-o com esta declaração: “Eu cumprirei meu dever de nomeá-lo, o senhor saberá como cumprir o seu.”

Durante a República Velha a Bucha se mostrou uma das sociedades com maior influência dentro do contexto nacional, de tal forma que Getúlio Vargas uma vez confessou para Ademar de Barros, ” Não se pode governar o Brasil sem esta gente”.

A decadência da Bucha acompanhou passo a passo a perda de substância da República Velha. A fundação da Liga Nacionalista e, subseqüentemente, do Partido Democrático, por dissidentes da Bucha, veio acelerar o seu processo de deterioração.

A Revolução de 1930, que mereceu o apoio desses dissidentes, hostilizou ferozmente a Bucha, com os mais exaltados, tentando até mesmo profanar o túmulo de Júlio Frank, como se o jovem professor alemão fosse responsável pelo desvio de propósitos que sua Ordem sofrera com os anos.

A Bucha, desde sua criação, percorreu décadas em plena ascenção,  arrebanhando grande parte das cabeças mais brilhantes do país, embriagada de poder, inexplicavelmente submergiu sem deixar rastros, embora seu berço e fonte de captação, a Faculdade do Largo de São Francisco, ainda continua formando homens e agora mulheres hábeis para compor suas fileiras, o que a tornaria perpétua.]

Fonte: http://www.cartaforense.com.br/Materia.aspx?id=4486

Um excelente final de semana!!!

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Roberto Rodrigues escreveu um artigo citando sete regras de convivência humana que é um relato de uma aula de Goffredo Telles Junior.

Cito as regras conforme foram escritas:

 

Primeira regra: “Ser simples de coração e atitude”.

Queria com isso dizer que por mais poderoso possa alguém ser deve banir do coração a arrogância e a insolência. Propunha abafar o orgulho porque a essência humana é uma só, e o poder é passageiro.

Segunda regra: “Ser verdadeiro, mas não falar oracularmente”.

E nessa regra firmava posição irredutível de compromisso com a verdade: nunca escamoteá-la, jamais traí-la, não adulterá-la, não se corromper. Sem a pretensão de ser o dono da verdade, é preciso entender que ela, por circunstâncias, pode até mudar, se prova cabal houver para isso. Portanto, pregar e praticar a verdade não significa ser oracular, absolutamente certo.

Terceira regra: “Saber ouvir, saber reconsiderar, saber confessar nosso engano”.

Saber ouvir, segundo o mestre, não é só escutar: é adentrar o espírito das palavras ouvidas, entendê-las sem preconceito, mesmo discordando ou eventualmente duvidando. Dizia que quem sabe ouvir aprende a evoluir.

Quarta regra: “Não ferir o amor-próprio alheio”. Essa é uma regra de ouro, porque a ferida do amor-próprio não se cura.

Daí que o cinismo e o sarcasmo são armas violentas que matam o entendimento e a amizade. Zombar de outrem é uma agressão inaceitável e muitas vezes covarde. Quinta regra: “Não atormentar o próximo com críticas ou lamúrias”.

A crítica só faz sentido se for construtiva e nunca terá valor se praticada por inveja, despeito ou incapacidade de fazer bem feito.

A crítica como incentivo, sim, mas com muito cuidado, para não ofender e diminuir.

Quanto à lamúria, é sempre um desrespeito para o interlocutor otimista. O lamuriento é um chato, deve guardar suas penas só para si. Sua atitude é um lamento em si mesma. Sexta regra: “Evitar a intimidade”.

E explicava que ser íntimo pode representar a invasão da alma, descerrar o mistério do coração do amigo, e isso é perigoso.

Se oferecida, a intimidade pode ser aceita com dignidade, mas buscá-la a qualquer preço destrói a amizade, inviabilizava a convivência. Ver por dentro a alma do amigo o transforma em vassalo, dominado, e isso é terrível para a relação.

Sétima regra: “Ser prestativo, sem se tornar intruso nem servo”.

Aqui, o mestre pregava o amor em sua essência, cristão mesmo, buscando servir sem pedir compensação ou esperá-la. E servir somente quando precisam da gente, não impondo o serviço. Nem deixando que abusem do dedicado espírito colaborador. Servir sempre, em nome do bem e da verdade.

 

 

Vamos resumir bem:

1. Ser simples de coração e atitude

2. Ser verdadeiro sem falar ocurlarmente

3.  Saber ouvir, saber reconsiderar, saber reconhecer erro.

4. Não ferir o amor-próprio alheio

5. Não atormentar o próximo com críticas ou lamúrias

6.  Evitar a intimidade

7.  Ser prestativo, sem tornar-se intruso ou servo.

Quantas destas regras você aplica no dia a dia?

Uma ótima sexta-feira e excelente final de semana!!!

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Recentemente o TRF2 noticiou uma economia enorme utilizando a videoconferência para realizar reuniões on line entre desembargadores e o STF. Acesse a notícia aqui.

É a tecnologia trazendo economia para o judiciário…

E para a advocacia?

Alguns profissionais já usam processo eletrônico, não precisam mais imprimir, trabalham com a Gestão Eletrônica de Documentos – GED, enfim, já estão usufruindo um pouco do que a tecnologia pode oferecer.

Destes profissionais, poucos usam os smartphones a seu favor, onde todas as informações podem estar disponíveis ao acesso de um clique…

Menos ainda utilizam VOIP, sistemas de ERP, acesso remoto de arquivos, etc…

Quero dizer, muito poucos profissionais estão utilizando a tecnologia a seu favor.

A grande maioria ainda utiliza o computador como uma máquina de escrever melhorada.

Parece que esta realidade está distante de advocacia.

Por que?

Porque nunca nos preocupamos com a tecnologia. Alguns dizem aficcionados pela tecnologia, contudo não conseguem usa-la para economizar.

Isto mesmo!

Investir em tecnologia tem que significar economia real logo ali adiante.

Investir em tecnologia e continuar com despesas elevadas, sem qualquer melhora de eficiência e/ou eficácia do processo interno do escritório é rasgar dinheiro.

É por estes motivos que quando um advogado questiona: Qual a melhor tecnologia? Respondo: Depende.

Depende do seu escritório.

Depende do quanto podes investir.

Depende da tua equipe.

Depende de que tipo de direito que atua.

Depende do ramo do teu cliente.

Depende. Sempre depende.

Agora, depois de levantados estes dados, aí sim, podes escolher uma tecnologia adequada ao seu perfil, do seu cliente, do seu escritório.

Reflita sobre isto antes de trocar computadores, comprar scanners, enfim, mudar processos internos.

Toda mudança gera resilência.

Se esta mudança não proporcionar resultados, investimento vira prejuízo.

A tecnologia é uma maravilhosa aliada, desde que utilizada sob o pálio da Gestão.

Aplique-a assim!

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Você conhece ou já ouviu falar do princípio 90/10?

Vamos iniciar com uma explicação do seu criador Stephen Covey:

Princípio 90/10

Stephen Covey

Que princípio é este? Os 10% da vida estão relacionados com o que se passa com você, os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como você reage ao que se passa com você.

O que isto quer dizer?

Realmente, nós não temos controle sobre 10% do que nos sucede. Não podemos evitar que o carro enguice, que o avião atrase, que o semáforo fique no vermelho. Mas, você é quem determinará os outros 90%. Como ? Com sua reação.

Exemplo: você está tomando o café da manhã com sua família. Sua filha, ao pegar a xícara, deixa o café cair na sua camisa branca de trabalho. Você não tem controle sobre isto. O que acontecerá em seguida será determinado por sua reação. Então, você se irrita. Repreende severamente sua filha e ela começa a chorar. Você censura sua esposa por ter colocado a xícara muito na beirada da mesa. E tem prosseguimento uma batalha verbal.

Contrariado e resmungando, você vai mudar de camisa. Quando volta, encontra sua filha chorando mais ainda e ela acaba perdendo o ônibus para a escola. Sua esposa vai para o trabalho, também contrariada. Você tem de levar sua filha, de carro, pra escola. Como está atrasado, dirige em alta velocidade e é multado. Depois de 15 min. de atraso, uma discussão com o guarda de trânsito e uma multa, vocês chegam à escola, onde sua filha entra, sem se despedir de você. Ao chegar atrasado ao escritório, você percebe que esqueceu de sua maleta. Seu dia começou mal e parece que ficará pior. Você fica ansioso para o dia acabar e quando chega em casa, sua esposa e filha estão de cara fechada, em silêncio e frias com você.

Por quê? Por causa de sua reação ao acontecido no café da manhã. Pense: por quê seu dia foi péssimo?

A) por causa do café?
B) por causa de sua filha?
C) por causa de sua esposa?
D) por causa da multa de trânsito?
E) por sua causa?

A resposta correta é a E). Você não teve controle sobre o que aconteceu com o café, mas o modo como você reagiu naqueles 5 minutos foi o que deixou seu dia ruim.

O café cai na sua camisa. Sua filha começa a chorar. Então, você diz a ela, gentilmente: “Está bem, querida, você só precisa ter mais cuidado”.
Depois de pegar outra camisa e a pasta executiva, você volta , olha pela janela e vê sua filha pegando o ônibus. Dá um sorriso e ela retribui, dando adeus com a mão.

Notou a diferença? Duas situações iguais, que terminam muito diferente.
Por quê? Porque os outros 90% são determinados por sua reação.

Aqui temos um exemplo de como aplicar o Princípio 90/10. Se alguém diz algo negativo sobre você, não leve a sério, não deixe que os comentários negativos te afetem. Reaja apropriadamente e seu dia não ficará arruinado.

Como reagir a alguém que te atrapalha no trânsito? Você fica transtornado? Golpeia o volante? Xinga? Sua pressão sobe? O que acontece se você perder o emprego? Por quê perder o sono e ficar tão chateado? Isto não funcionará. Use a energia da preocupação para procurar outro trabalho. Seu vôo está atrasado, vai atrapalhar a sua programação do dia.

Por quê manifestar frustração com o funcionário do aeroporto? Ele não pode fazer nada. Use seu tempo para estudar, conhecer os outros passageiros.
Estressar-se só piora as coisas.

Agora que você já conhece o Princípio 90/10, utilize-o. Você se surpreenderá com os resultados e não se arrependerá de usá-lo. Milhares de pessoas estão sofrendo de um stress que não vale a pena, sofrimentos,
problemas e dores de cabe ça. Todos devemos conhecer e praticar o Princípio 90/10. Pode mudar a sua vida!

 

Agora que você conhece o princípio, reflita: Como posso aplicar ele no meu escritório de advocacia?

Complexo, não?

A primeira atitude a ser tomada é em relação ao agir. Devo ser mais racional em minhas atitudes, menos emotivo, mais cultivador do bom humor.

Só esta mudança já faz toda a diferença.

E no restante, devo concentrar minhas energias nos reultados positivos:

Não consegui a liminar, mas a tese do juiz está errada, vou recorrer;

Não consegui a liminar, mas realmente este juiz tem razão, vou alterar o pedido;

Não consegui a liminar, mas vou batalhar por uma sentença favorável.

Em suma, o princípio mostra que a grande maioria das pessoas fica na primeira parte da frase (não consegui a liminar) e não busca os reais motivos e objetivos disto.

Não conseguir algo é fato, faz parte da vida.

Como vou encarar isto é que faz toda a diferença.

E você?

Como encara a sua profissão?

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A tautologia é uma teratologia aplicada hodiernamente, haja vista que o escopo das bancas jurídicas tem sido cada vez mais direcionado a verborragia jurídica o que é quase uma concupsciência para muitos profissionais.

Não entendeu o parágrafo acima?

Complexo não?

Traduzindo: Temos repetições desnecessárias (tautologia) de uma maneira monstruosa (teratológica) hoje em dia (hodiernamente) pois as bancas jurídicas tem buscado palavras complexas (verborragia) para termos jurídicos, o que é uma paixão (concupsciência) para muitos profissionais.

O direito é uma fonte inesgotável de informação, cultura, aprendizado, enfim, vida. Não podemos limitá-lo com palavras complexas. Temos que torná-lo acessível.

Estamos na era da informação. Precisamos informar e sermos entendidos, ou seja, intelegíveis.

Precisamos de um direito voltado a sociedade como um todo.

Utópico?

Penso que não. Queremos que qualquer um possa usufruir do nosso conhecimento, mas acabamos conversando apenas com outros advogados, pois nossa verborragia jurídica nos afasta dos demais.

Não lembra desta cena? Numa reunião de amigos, se encontram dois advogados e mais dois amigos de outra profissão. Em menos de 5 minutos os advogados já estão falando de direito, com suas palavras tecnicas e tudo mais, deixando os dois amigos de lado.

Por que???

Porque fomos treinados para um direito arcaico, onde o digesto é que é o certo (Romanos, lembra?), código de Hamurab e por aí vai…

Esquecemos que o direito só existe se aplicado.

Esquecemos que o direito existe antes do nascimento e vai até depois da morte.

Esquecemos que o direito serve para todos e não apenas para alguns…

Esquecemos…

Mas, vamos então lembrar!

Lembrar que vivemos numa sociedade multidisciplinar.

Lembrar que somos mais do que o código civil diz que somos pessoas dotadas de personalidade.

Lembrar que somos livres quando podemos pensar diferente e agir dentro da legalidade, sem deixarmos de ser criativo.

Lembrar…

Enfim, vamos resolver o problema da verborragia jurídica com a arma mais poderosa que temos: O verbo!

Vamos divulgar, difundir, diversificar, anunciar o direito.

Vamos dar informação.

Vamos agir!!!

Vamos divulgar nosso manancial de conhecimento para que todos possam crescer.

Vamos nos socializarmos!!!

Deixe os verbos difícieis pra lá… Use e abuse da simplicidade.

Faça um novo caminho com mais intercomunicação, relacionamentos e convivência.

Faça amigos que são físícos nucleares, músicos, pintores… Aprenda com a diversidade de pensamentos…

A vida existe para ser compartilhada, dividida, aprendida e vivida.

Divida a informação e multiplique o seu conhecimento. Esta é a lei.

Boa semana!!!

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Recentemente no blog AdvTecno o colega Thiago Couto escreveu um artigo sobre direito comparado Brasil x EUA acerca da liberdade de expressão na web dos advogados. Leia na íntegra aqui.

Temos que nos EUA estão sendo liberados, em prol da liberdade de expressão, a publicidade dos profissionais, permitindo na internet mais do que antes era permitido.

Ao revés desta realidade, no Brasil temos que cada vez mais o código de ética mantém sua postura rígida e ultrapassada de que o advogado pode no máximo ter um cartão de visitas na internet, com nome, telefone e OAB.

Não precisamos mercantilizar a advocacia, mas ao mesmo tempo, temos que ofertar aos cidadãos informação.

Sou contra o mercantilismo, todavia, sou absolutamente contra termos cartões de visita em formato html como sendo a única forma dos advogados se manifestarem.

A advocacia é muito mais do que isto. É um munus público, para quem não se lembra do seu juramento. Ou seja, temos deveres para com a sociedade.

Devemos informar, demonstrar nossa opinião, dizer ao universo como pensamos e agimos. Com muita informação o cidadão consciente de seus direitos e deveres será mais producente e o advogado mais responsável.

Sem informação, temos um enorme espaço para profissionais de má-conduta que utilizam a falta de informação para enrolar o público.

Estamos na era da informação. Não podemos olvidar a advocacia da modernidade, da tecnologia e da gestão. Somos parte deste mundo e não alienígenas que vivem num mundo de nuvens, como na alegoria utilizada para explicar o direito ao acadêmico.

Advogado: utilize as ferramentas eletrônicas de marketing jurídico eticamente permitidas. Crie boletins informativos. Tenha um blog atualizado. Tenha um site institucional. Tenha redes de relacionamento.

A vida é baseada em relacionamentos. Desde quando nascemos até depois da morte. O ser humano sem cuidados de sua mãe perece, não sobrevive sozinho. Cultuamos os mortos na singela tentativa de manter contato.

Somos seres relacionais.

Advogados não são alienígenas. Advogados são seres normais, com sentimentos e precisam se relacionar como todos os outros.

Reflita sobre isto e, sobretudo, aja!

Não permita que a letra fria da lei determine o fim da sua profissão. Aja dentro da lei, mas não espere que a lei venha lhe buscar.

Busque e crie o seu caminho!

Muito sucesso!!!

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Divido com vocês um texto muito interessante:

O Novo Guardião – Roberto Shinyashiki – (adaptado por Josue Prates)
Certo dia, num mosteiro zen-budista, com a morte do guardião foi preciso encontrar um substituto. O grande Mestre convocou então todos os discípulos para determinar quem seria o novo sentinela. O Mestre, com muita tranqüilidade, falou:
- “Assumirá o posto o primeiro monge que resolver o problema que vou apresentar.”
Então, ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo e disse apenas:
- “Aqui está o problema!” Todos ficaram olhando a cena. O vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro. O que representaria? O que fazer? Qual o enigma?
Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e … ZAPT … destruiu tudo, com um só golpe. Tão logo o discípulo retornou a seu lugar, o Mestre disse:
- “Você será o novo Guardião do Castelo.”
Moral da História:

Não importa qual o problema. Nem que seja algo lindíssimo. Se for um problema, precisa ser eliminado. Um problema é um problema. Mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou. Por mais lindo que seja ou, tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, tem que ser suprimido.
Muitas pessoas carregam a vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam um espaço inútil em seus corações e mentes. Espaço esse indispensável para recriar a vida. Existe um provérbio oriental que diz: “Para você beber vinho numa taça cheia de chá é necessário primeiro jogar o chá fora, para então, beber o vinho.”
Ou seja, para aprender o novo, é essencial desaprender o velho.

Em bom português: Permita-se aprender!

Deixe de lado o orgulho, o famoso “Eu sei tudo” e coloque os verbos da humildade, recepção e aprendizado na sua vida.

Um excelente final de semana!!!

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“A advocacia é uma consultoria especializada em fornecer soluções adequadas ao negócio do seu cliente com uma base de conhecimento multidisciplinar, focada em resultado, administração e visão legal” (Gustavo Rocha)

Esta minidefinição alhures é como penso a advocacia moderna.

Temos que repensar a advocacia chamada tradicional.

A advocacia tradicional versus a moderna:

Na tradicional, processos e mais processos, na moderna, busca de resultados;

Na tradicional, visão sistêmica e sequencial, na moderna, visão holística e multidisciplinar;

Na tradicional, papel, processos e sentenças, na moderna, processo eletrônico, digitalização e resultados.

Alguns irão questionar: A advocacia é uma profissão de meio e não de fim, não podemos dizer qual será o resultado.

Concordo. Contudo, se apenas pensarmos assim, de nada terá valia nossos esforços.

Temos que pensar na advocacia como se fosse realmente uma consultoria de resultados, focados em solucionar as mazelas de nossos clientes, pensando desde ideias de gestão, organização e arbitragem até mesmo um processo judicial.

Na pessoa jurídica parece mais simples entender este conceito, basta entender que o que importa para a empresa é que o advogado possa dar diretrizes e caminhos corretos para que a empresa não assuma riscos jurídicos desnecessários. É muito comum em reuniões de decisão termos a presença de alguém do financeiro da empresa. O advogado é tão imprescindível como o financeiro. Afinal, a visão estratégica do advogado é que poderá demonstrar que o caminho de uma franquia pode ser mais benéfico ou não do que comprar uma marca, por exemplo.

Na pessoa física, a verdade é a mesma. Se um cliente nos procura para uma determinada situação, nem sempre o direito está ao seu alcance. Precisamos dar a ele palavra de apoio, ideias de reverter a situação, enfim, mesmo sem nos envolvermos emocionalmente, temos que ser solidários. E, claro, sempre ofertar todas as possibilidades ao cliente e não apenas as possibilidades óbvias.

Diante de tudo isto, como você pensa a advocacia?

Concorda com o meu conceito? Diverge?

Divida conosco suas ideias!

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“O Deus átomo repousa nas rochas, Cresce nas plantas, Anda nos animais, Pensa nos homens, Ama nos anjos… Por isso, respeite: As rochas como se fossem plantas, As plantas como se fossem animais, Os animais como se fossem homens e Os homens como se fossem anjos.” (Inscrição Rupestre-Tibet-3000 A.C.)

 

Lendo esta inscrição rupestre temos uma reflexão inicial sobre respeito.

Respeito a vida.

Respeito a todos os seres vivos.

Respeito ao próximo.

Muitas vezes pensamos no respeito como sendo educação. Educação é uma forma social de nos relacionar, bom senso, cultura. Respeito é muito maior. Respeito é diferente de medo, indiferença ou religião.

Respeito é atenção ao próximo.

Respeito é ouvir e depois falar.

Respeito é sentir a dor do colega e auxiliar, se esta for a sua vontade.

No mundo corporativo temos a palavra respeito ligada a hierarquia. Será? Somente respeito porque é meu chefe? Caso contrário estaria brigando, difamando ou algo assim?

Respeito. Ah! Respeito. O respeito não provém de terceiros. Ele está no nosso ser.

Respeito é atitude.

Respeito é sentimento.

Respeito é de dentro para fora.

Respeito também é sinonimo de carinho, pois com respeito temos mais atenção ao próximo, mais escutar do que falar, mais servir do que pedir.

Respeito também tem uma conotação profissional.

Estamos respeitando nossa classe quando ofertamos uma vaga de advogado por R$ 800,00 (oitocentos reais)?

Estamos respeitando nossa classe cobrando honorários de R$ 200,00 (duzentos reais) para fazermos uma separação litigiosa?

Estamos respeitando nossa classe vendendo uma imagem de sorrateiros, fazedores de jeitinho?

É… As fronteiras do respeito.

Muito mais que simples palavra, quiçá adjetivo.

Respeito é um verbo que deve ser conjugado todos os dias!

Respeito por nossa classe!

Respeito pelo nosso cliente!

Respeito pelo nosso colega!

E principalmente respeito conosco, com o nosso próprio eu. Não mude senão for para melhor. Não aja com desprezo, sem sentimentos, sem razão. Seja catalizador do bom, da verdade, da virtude, da justiça.

Respeite todos os animais – humanos ou não humanos e estes principalmente, por serem indefesos e sempre estarem a nossa disposição para alegrar o nosso dia – as plantas, as rochas, enfim toda obra de Pai-Grande.

Respeite independente das fronteiras do teu ser.

Respeite todo o ser.

Respeite.

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