Quando falamos em liberdade, falamos de um bem supremo. Algo que todos que sentem-se nela ofendidos buscam sem peso transformar o estado em liberto novamente.

O direito é belo, envolvente, quiçá sensual quando lida em relação a liberdade.

Por óbvio, liberdade é diferente de libertinagem.

Recentemente assistimos ao julgamento do Pirate Bay, o maior site de downloads ilegais. Eles foram condenados a uma multa de mais de 9 milhões de reais e um ano de cadeia. Recorreram, lógico.

E mais!

Agora vão lançar outro site com download de videos, sem nenhum tipo de copyright (direito autoral) protegido. Leia a notícia na integra aqui.

Alguns dizem ser impossível proteger o conteúdo na internet. Outros tentam, como o caso do Irã que bloqueou o Google, Youtube e outros e eles se comunicavam pelo Twitter.

A censura realmente não parece surtir efeitos neste mundo virtual… (não adentro o mérito da legalidade ou não dos atos)

Contudo, ao ler esta notícia muitos irão dizer: Absurdo! Estas pessoas deveriam ser presas, impedidas de acessar a internet, etc…

Agora vamos analisar no prisma da realidade brasileira: A pirataria é ou não uma realidade?

Quantos preferem ter windows, office e outros programas piratas em seus computadores do que usar plataformas livres?

Muitos. Dizem que é complexo, não funciona, difícil de usar e por aí vai.

Sinceramente: Desculpas.

Linux é outro sistema operacional, mas não é ruim, nem feio, nem mesmo difícil.

Convido-os a conhecer o Ubuntu - http://www.ubuntu-br.org/

Uma das versões de linux mais simples e fáceis de usar. Já vem com BR Office – pacote que lê e salva no mesmo formato que o office, portanto, continuarás usando doc, xls, ppt, etc.

No meu notebook tenho dois sistemas completos: Windows Vista – com pacote Office – e Ubuntu. Uso Ubuntu todos os dias como meu sistema principal. Mais rápido, eficiente e direto. Vista, só de vez em quando.

Não pretendo aqui defender apenas o software livre. Afinal, a Microsoft cobra o que ela pensa ser justo pelo seu produto (eu só uso software licenciado).

Agora, se não pudesse pagar pelo windows, teria apenas o Ubuntu(minha posição pessoal).

Contudo, vamos pensar na realidade da internet: Quase tudo é gratuito. Desde as redes sociais (orkut, facebook, plaxo, etc), mensageiros instantâneos (MSN, GTalk, Skype, etc), exceto pela conexão a internet (em alguns lugares já é realidade ser gratuita). E com a ideia de computador nas nuvens, até os aplicativos Office estão on line de graça, como é o caso do Google Docs.

Por óbvio, lógico, ululante que os pacotes são mais simples que o Office da Microsoft, mas já ajudam e muito.

Porque ter um software pirata?

Não há motivos plausíveis. Licencie seu software.

Não pode pagar? Use o software livre.

Não quer usar o software livre? Adquira as licenças aos poucos e vá legalizando máquina a máquina.

Mais do que as multas e processos caríssimos que envolvem softwares piratas, seja consciente: Seja legal!

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Se você ainda faz parte dos profissionais que pensam que computador é uma máquina de escrever, cuidado…

A realidade está mudando todos os dias. Antes se falava de processo virtual como algo futurístico. Hoje é realidade plena na Justiça Federal (incluindo trabalhista).

Depois temos aqueles que pensam que na justiça estadual esta situação não irá ocorrer… Vamos analisar três reportagens da semana passada:

Ministra Laurita Vaz decide primeiro habeas corpus eletrônico

Integração da justiça estadual ao processo eletrônico já é uma realidade

Em 33 minutos, processo virtual sai de Fortaleza e chega ao gabinete de ministro do STJ

Precisa explicar?

O processo eletrônico é uma realidade sem volta. Lidar com escaneamento de documentos, abrir prazos de forma eletrônica, ter um ótimo sistema para gerenciar o escritório e toda esta realidade virtual é fundamental e necessário não mais apenas para diferenciar os escritórios, mas para sua própria sobrevivência.

Não podemos olvidar que a advocacia não está sendo fadada ao extermínio com pensam alguns, haja vista que para fugirmos do massificado temos que inovar.

Leiam esta decisão do STJ:

Primeira Seção tem exame recorde de recursos repetitivos no semestre

Se no início de toda esta virtualização já temos julgamentos recordes, imaginem com todos os processos virtuais implementados.

O profissional do futuro será aquele com visão de negócios, produtos jurídicos, aliados a aplicação prática de tecnologia e gestão.

Não sente-se preparado?

Participe de nossas palestras, treinamentos e dicas! Acesse www.gestao.adv.br

O sucesso está cada vez mais pautado na visão estratégica do profissional. Não deixe o mercado dizer o que deve ser feito.

Aja!

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Uma frase do filme que divido com vocês abaixo é a razão de postá-lo: “Quem tem um porquê, enfrenta qualquer como.” Autor: Viktor Frankl.

Vamos assistir o vídeo e sua bela trilha musical:

Linda a reflexão deste vídeo.

Primeiro, por nos relembrar uma premissa fundamental: Devemos ter tempo para olharmos para nós mesmos.

Segundo, por nos demonstrar que toda a força que precisamos está dentro de nós mesmos.

Terceiro pela frase final: “Quem tem um porquê, enfrenta qualquer como.” Autor: Viktor Frankl.

Quantas vezes desanimamos quando estamos diante de vários problemas e tudo parece despencar na nossa frente?

Advogados lidam sempre com o problema dos outros, isto é básico.

Os outros quando tem um problema e passam para um advogado pensam que o problema está resolvido, mesmo que o advogado tenha alertado sobre os riscos e possibilidades da ação, isto é normal.

Quando algo sai errado, o juiz decide contra e por aí afora, o mundo parece que caiu e o único culpado é o bendito advogado, isto é o dia a dia…

Advogados são pscicólogos com conhecimento de leis, eu sempre digo.

Devemos ser fortes. Devemos ter paciência. Devemos ter tolerância. Devemos ser nós mesmos.

Lembre-se: A força está sempre com você (e não é um filme de Guerra nas Estrelas).

Tire um tempo para você. Pense. Reflita. E, sobretudo, SEJA FELIZ!!!!

Um ótimo final de semana!!!

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“Não basta ser pai, tem que participar”, já diz o brocardo popular. No mundo empresarial, podemos atualizar como: “Não basta ser líder, tem que participar”.

Para alguns, liderança se adquire. Para outros, já se nasce com ela.

Liderar é trazer os outros na mesma linha de raciocínio, eficácia e motivação para o trabalho que o líder. O líder mostra o caminho que deve ser seguido, enquanto o chefe aponta o caminho. O líder comanda e está à frente do trabalho. O chefe somente aparece para colher louros ou se esconde atrás dos subordinados quando tem problemas.

Mas e no mundo jurídico-corporativo?

Muitos confundem liderança com poder, mandos e desmandos. Uma confusão imperdoável.

O líder jurídico é aquela pessoa que agrega em si primeiramente o conhecimento da sua área de atuação, depois carisma e principalmente comunicação.

Isto mesmo, o líder se comunica!

Liderar não é ficar em sua mesa de vidro dando ordens. Liderar é dizer ao estagiário que a atitude dele no fórum não é aceitável, pois uma certidão narratória fica pronta de um dia para o outro e não uma semana depois. É ensiná-lo que sendo gentil e firme no balcão da secretaria judiciária ele conseguirá manter o nome do escritório e fazer o seu próprio nome.

Cito a vocês dez elementos que formam um bom líder gestor:

1. Ser objetivo, justo e basear em fatos: Nada melhor. Ou seja, ser objetivo, direto ao ponto, sem rodeios, sem frescuras e basear suas decisões em fatos não em conversas. Muitos gestores criam uma “panelinha” em volta de si e acreditam apenas nas informações trazidas por estes colegas. Isto é um erro! A decisão deve ser sempre baseada em fatos, indicadores, relatórios, ou seja, a decisão de quem trabalha ou não é diretamente proporcional a quantidade de trabalho que os indicadores apontam e não aquele relatório verbal no boteco do happy hour pelo seu amigo do peito. É fundamental igualmente distinguir a amizade do trabalho. Muitos fazem verdadeiras “chantagens emocionais” com o colega que acabou de ser promovido. Amizades são maravilhosas e essenciais para o desenvolvimento humano, mas devem ter local para serem exercidas e sobretudo reflita: Se a pessoa é realmente teu amigo(a) ele(a) vai querer o melhor para ti e não o melhor para si, não é?

2. Deixar a sua equipe participar das decisões difíceis: Muito importante. Contar com o apoio da equipe é fundamental em épocas difíceis. Algumas idéias simples podem gerar resultados fantásticos. Conversar com todos da equipe pode se traduzir em redução de despesas, organização mais clara para o trabalho, entre outras questões. Exercite isto. Converse com a pessoa que serve o café. Converse com quem faxina. Converse com o colega mais quieto do escritório. Leve-os para uma sala separada dos demais e converse abertamente. Deixe eles se manifestarem. Verás que muitas idéias vem daqueles que quase nunca são ouvidos. Por óbvio não temos como fazer uma votação com toda empresa em cada decisão que deve ser tomada. Contudo, ouvir os funcionários e ser-lhes franco quando das decisões é fundamental para evitar a rotatividade da equipe e estimular a criatividade e potencialidade da equipe.

3. Fale com freqüência – e pessoalmente: Muitas vezes a comunicação é falha. Bastava uma ligação, uma simples ordem direta e pronto, tudo resolvido. Mas, a direção muitas vezes age como se o funcionário soubesse do que se trata e na verdade não sabe. Não estamos menosprezando ninguém, contudo, quem lida na operação precisa de subsídios. Fale! Não mande e-mails! Muitas vezes os gestores passam o tempo inteiro em suas salas fechadas disparando ordens por e-mails, bilhetes, ordenando a um para ordenar para outro, ou seja, a comunicação é sempre indireta. Não permita isto. Converse francamente com seus funcionários. Pessoalmente de preferência. Por obvio que nem sempre isto é possível. Mas, não deixe que a rotina não permita uma “passeada” pelo escritório com sorriso aberto, cumprimentando a equipe e ouvindo um pouco seus anseios. Esta é uma atitude líder!

4. Caminhe pela empresa: Você confia apenas no que diz seu funcionário? Ande pela empresa. Faça-se presente. Sinta os ânimos. Isto traz mais confiança aos funcionários. Além disto, numa simples caminhada, verás pessoas brabas, alegres, infantis, perceberás que estás rodeados de pessoas diferentes e poderás entender as qualidades de cada um para serem melhor aproveitadas. Além, claro, de que ver o “dono” da empresa ao seu lado e ouvir dele um bom dia, gostei da sua gravata, etc, é um incentivo que não tem preço.

5. Seja criativo na redução de custos: Para reduzir custos nem sempre é necessário demitir pessoas. Comece por outras áreas e deixe a pessoal por último. Faça campanhas de diminuição de papel, luz, água, telefone. Premie as equipes que conseguirem reduzir as despesas. Só há uma maneira de reduzir custos: Englobar, incentivar e fazer toda a empresa participar deste processo!

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Antigamente muitos diziam que ingressavam na faculdade de direito por não gostarem de matemática. Hoje, esta realidade é diversa.

É um atributo fundamental ao bom advogado que o mesmo conheça matemática básica, financeira e tenha um raciocínio matemático valorativo.

O que é raciocínio matemático valorativo?

É entender que, se por exemplo, o cliente deve de imposto R$ 1.000,00 (mil reais), sendo que na tese de contestação afirmamos ser totalmente indevido o valor, mas seria justo aceitar um acordo de quitação por R$ 300,00 (trezentos reais), posto que a tese de ser indevido pode ser rechaçada posteriormente ou ainda podemos ter uma reviravolta desta ação daqui há alguns anos, traduzindo-se em prejuízo real ao cliente a não elaboração de um acordo.

Em bom português: Não significa entender apenas que 3 é maior que 1. Significa entender que podemos ter que pagar 5, se não fizermos um acordo por 2.

Por óbvio, para chegarmos a este tipo de raciocínio devemos primeiro ter amplo conhecimento da matéria (tese) abordada. O conhecimento deve ser profundo e holístico, ou seja, deve ser interligado com todos os ramos do direito e da vida em si.

Com isto, afirmo que não basta conhecer, por exemplo, de direito tributário pura e simplesmente. Deverás conhecer o direito tributário, direito penal empresarial, direito previdenciário, direito trabalhista e etc… Afinal, a situação não é de um direito em si. A situação que ocorre com o cliente é fática e nestes fatos podem estar ocorrendo ilicitudes e/ou quebras de paradigmas de outros ramos do direito.

Por isto uma estratégia de números, fatos e teses precisa ser articulada. Este é um dos diferenciais vencedores da advocacia.

E você? Aplica o raciocínio matemático valorativo no seu dia a dia?

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Uma pessoa ingressa no seu escritório. Não agendou horário, esperou por quase uma hora para ser atendido e quando senta na frente do advogado diz: “Doutor, você é o único que pode me ajudar!”.

Esta cena não é de um filme, mas da realidade diária dos escritórios de advocacia.

Este cliente buscou o escritório com um único propósito: Resolver o seu problema. Para ele não existe processo judicial, processo eletrônico, oficial de justiça, juiz, promotor, desembargador, recurso… Para ele existe um problema e a solução é o advogado que está na frente dele.

Todos nós sabemos que a advocacia não é uma profissão de fim, mas sim de meio, portanto, somos o instrumento para realização da justiça, mas não somos a justiça em si. Aliás, para quem não se lembra, está no artigo 133 da Constituição Federal Brasileira: “Artigo 133 – O advogado é indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei.”

E como lidar com a bendita expectativa do cliente?

Simples: Sendo verdadeiro.

Nada de firulas, enrolação ou como alguns gostam de dizer “eu falo de uma maneira diferente”. Basta dizer: O seu caso é assim, o que irá acontecer é ingressarmos com a ação Y e teremos uma possibilidade de liminar, etc.

Com a verdade, o cliente fica satisfeito. Com enrolações, a expectativa somente aumenta e o tiro pode sair pela culatra.

Com a verdade, se a liminar não for ganha, é uma explicação e atitudes que serão tomadas (recurso, etc).

Com a enrolação, nenhuma explicação será plausível, pois como antes de contratar a certeza existia e agora temos uma liminar indeferida?

Alguns irão dizer: Mas, se eu somente explicar o processo ao cliente, ele vai no outro advogado que diz que resolve em dois dias e eu perco o cliente!

Sim! É verdade.

Mas, igualmente é verdade que se a liminar não for ganha o cliente nunca mais irá procurar aquele profissional.

A verdade se traduz em clientes sempre indicando outros clientes. A enrolação apenas em uma tentativa de ganho rápido que pode acabar na primeira liminar indeferida.

Analisar a expectativa do cliente e auxilia-lo a vencê-la é o primeiro passo para fidelizar o cliente.

Depois, a verdade, conhecimento e estratégia do profissional definem os rumos desta relação cliente – advogado.

Reflita sobre isto.

Analise nos clientes que hoje ingressam no escritório.

Verás que com expectativa e frustração não devemos brincar.

Muito sucesso!!!

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Uma notícia publicada ontem no portal do TST pode ter passado desapercebida pela maioria dos advogados, contudo esta notícia tem uma informação substancial para a sobrevivência na advocacia.

A notícia tem o seguinte título: Escola de Magistrados inicia curso de formação de gestores. Leia na íntegra aqui.

Você deve estar se perguntando: O que o estudo dos juízes tem a ver com o meu trabalho? Quiçá minha sobrevivência?

Vamos juntos raciocinarmos:

Princípios básicos de gestão nos norteiam que devemos ter indicadores para apurarmos com precisão o que está acontecendo e desta forma poder agir de maneira racional e planejada.

Vamos analisar no judiciário:

Princípios básicos de gestão nos norteiam que devemos ter indicadores (levantamento sistemático do número de ações, de recursos, de tipos de demanda, etc) para apurarmos com precisão o que está acontecendo e desta forma poder agir de maneira racional e planejada.(alguém desconfia do que teremos em prol da agilidade além da tecnologia? Muitos recursos acabam com o processo, tornando-o lento… Já ouviu isto antes? E se vier maquiado com uma palavra mágica: A gestão do judiciário irá fazer com que o processo dure apenas 3 meses! Claro, sem nenhum tipo de Agravo ou Mandado de Segurança…)

Sem adentrar o mérito da súmula vinculante e extinção de recursos, mas discorrendo sobre gestão: Com os processos organizados por tipo de ação, quantidade de recursos, etc, aplicar em ações de massa será simples. Basta um clique e mais de 20 mil processos julgados… Dirão os juízes do alto de seu desenvolvimento de gestão: São todos processos iguais, todos foram julgados de maneira igual.

Agora, nós advogados – que somos indispensáveis a administração da justiça – sabemos que cada profissional tem sua maneira, seu jeito de abordar a matéria. Mesmo matérias sumuladas, como juros, por exemplo, podem ser debatidas sob uma nova ótica… Senão, cadê a liberdade? Como teremos novos julgados ou reanálises de assuntos antes julgados? Afinal, quem vai classificar o processo será um serventuário e não um juiz…

Então, quem precisa de gestão?

OS ADVOGADOS, MAIS DO QUE NUNCA!

A gestão está intimamente ligada a organização interna do escritório, reestruturação dos processos internos, entre outras atividades, mas é, sobretudo, visão de gestor que faz a diferença entre o simples advogado e o profissional do futuro.

O simples advogado lê tudo que está neste post, concorda ou não, mas volta para o seu micro e vai peticionar, ler jornais, etc.

O profissional do futuro lê tudo que está neste post, concorda ou não, mas procura elementos para mudar.

Como assim mudar?

Ver o mundo de uma forma diferente. Se temos a consciência de alguma coisa e nada fazemos, a responsabilidade é nossa!

Se cada vez mais teremos ações padronizadas, devemos buscar outras formas de chegarmos aos objetivos de Justiça dos clientes, seja através da arbitragem, consultoria preventiva de litígios, etc.

Devemos reestruturar o escritório com vistas aos novos mercados, estarmos preparados para processo virtual – um caminho sem volta – vislumbrarmos ações antes tidas como garantidas, hoje são ações de risco…

Mudar, inovar, criar…

Mude sua forma de ver o processo judicial!

Pense o processo como um meio e não como fim. Quer dizer, o ideal é obter o resultado, mas o meio utilizado nem sempre precisa ser o judicial.

Inove, pense em colocar nos contratos a arbitragem, estude assuntos diferentes daqueles que sempre estudou.

Crie alternativas de crescimento, pense nas alianças estratégicas, parcerias com outros colegas, escritório full office.

Sempre há espaço para um profissional de futuro… Já para o simples advogado, resta a súmula vinculante e processos com destino certo…

Não aceite isto!

Aplique a gestão no seu escritório e quiçá, e porque não, na sua vida!

Seja realmente o comandante do seu negócio!

E, sobretudo, analise o mundo ao seu redor… ele está em constante mutação… Encontre o seu espaço!

Muito sucesso!!!

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Muitos confundem as alianças estratégicas com advocacia de correspondente.

Quando remetemos uma precatória para outro Estado, estamos agindo sob a ideia de advocacia correspondente.

Quando solicitamos cópias ou a realização de audiência por outro colega, estamos agindo sob a ideia de advocacia correspondente.

A ideia de aliança estratégica envolve outros elementos:

1. Envolve um trabalho em comum;

2. Pode envolver áreas diferentes ou iguais;

3. Pode ennvolver diferente territorialidade ou não;

4. Envolve marcas de escritórios diferentes;

5. Envolve objetivos comuns;

Existem inúmeros outros motivos que podem alinhavar dois ou mais escritórios em prol de uma aliança estratégica.

Atualmente muitos escritórios estão começando a traçar objetivos comuns, percebendo uma máxima simples de mercado empresarial: Se sozinho posso x, em conjunto consigo x + y!

Algumas perguntas, contudo, devem ser feitas antes de qualquer pensamento em aliar-se a outro escritório:

1. Tenho aporte para investir numa aliança? (pensamento óbvio, que em algumas coisas o escritório terá que ceder e outras o parceiro irá ceder)

2. O momento do escritório é favorável? (não estou numa roda viva de processos e necessitando antes de uma organização interna ANTES de acumular mais processos e negócios de um parceiro)

3. Qual(is) objetivos quero desta aliança? (expansão territorial, escritório full office, maior visibilidade nacional, etc)

Além disto, precisamos estabelecer certos conceitos internos para uma aliança de sucesso:

1. Definir os objetivos comuns dos escritórios parceiros, para que todos remem na mesma direção;

2. Na aliança, qual será o papel do escritório X e qual do escritório Y (um será responsável por expansão territorial e outro leva em si a marca do escritório, por exemplo);

3. Qual o investimento financeiro e humano que podemos dispor para uma aliança? (no mínimo, uma pessoa será responsável – além do sócio – para controlar os documentos, agendamentos, etc da aliança);

Diante de todas estas ideias, você pode estar se perguntando o mais óbvio de tudo ele não disse: Como eu começo uma aliança?

A resposta é a mesma que serve para o escritório de advocacia: através da tua rede de contatos. Tudo começa com conversa, definições de interesse mútuo, visão de crescimento comum.

Conheceu num curso um advogado de outra cidade, áreas diferentes? Quem sabe um café pode ajustar uma parceria que pode se transformar em aliança?

Conheceu num curso outro colega da mesma cidade, área diferente? Quem sabe uma conversa para parceria ou aliança de complementar o escritório (visão full office)?

Enfim, é visualizando no colega advogado um possível parceiro de negócios e não um concorrente que a aliança estratégica pode e irá nascer.

Boa sorte!

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Vamos assistir a um interessante vídeo indiano:

Basta ver este vídeo para refletirmos: Quantas vezes em nosso trabalho, vida social, etc sentimo-nos como o menino?

Iniciamos ideias, tentamos mudar o mundo e nem sempre somos ouvidos, escutados…

Contudo, o filme remonta justamente a esta ideia: Sem a iniciativa não há mudança possível!!!

Comece hoje!

Comece já!

Seja a mudança que você quer ver no mundo, já dizia Gandhi.

Seja você mesmo e o mundo ao seu redor será do seu jeito…

Bom finde!!!

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Muitos termos são utilizados e nem sempre sabemos ao certo o que querem dizer.

Full Office vem do inglês, que numa tradução literal significa escritório completo.

E o que isto tem a ver com escritório de advocacia?

Tudo!

Os mais antigos vão se lembrar que advogado significava uma pessoa com conhecimento em tudo, desde tempo, política, e, principalmente, qualquer área do direito.

Antigamente se procurava um advogado para uma separação, por exemplo. Se dali alguns anos precisasse de uma reclamatória trabalhista, iria procurar o mesmo advogado, pois este era o meu advogado. Um conceito que ajudou a classe em difundir uma ideia associada na confiança, sobretudo.

Há alguns anos atrás, tivemos uma enorme especialização do direito. Então, temos advogados trabalhistas reclamante que não fazem uma separação de corpus, advogados tributaristas quer não fazem um pedido de aposentadoria e por aí vai. Com a especialização tivemos a falsa impressão que teríamos mais oportunidades, pois os clientes teriam que procurar 3 advogados diferentes para fazer três ações.

Só que a vida é uma caixinha de surpresas… (quem nunca assistiu o Joseph Kimbler, clique aqui)

E o cliente preferiu – logicamente – contratar um advogado que ele confiasse e fizesse todo o trabalho, ou seja, as três ações.

Esta é a realidade de hoje: a confiança é a base de qualquer contratação de serviços. Então, se o teu escritório faz uma determinada área e o teu cliente precisa de uma solução em outra área o que você faz:

a) Indica outro escritório;

b) Entra em contato com outro escritório e faz uma parceria ou aliança estratégica para ofertar ao teu cliente;

Se você faz a alternativa “a”, cuidado. Este cliente pode confiar mais no trabalho do outro colega e voialá, foi-se o cliente.

A alternativa “b” é a melhor solução. Faça uma parceria com o colega, se for o caso ele vem atender o teu cliente no teu escritório, ou seja, aos olhos do cliente é sempre o teu escritório que tem a solução.

Esta é a ideia Full Office, ou seja, tudo que o cliente precisar, o escritório poderá resolver.

Lógico, tudo é muito abrangente, normalmente se tem áreas afins, então se o teu escritório é trabalhista, porque não fazer uma parceria com escritório previdenciário? Quem sabe com outro cível? Já será um escritório com três ao invés de uma área de atuação…

Esteja atento, semana que vem vamos abordar o assunto alianças estratégicas, onde esmiuçaremos melhor esta faceta.

Agora aproveite o final de semana e pense: O seu escritório vai continuar sendo apenas com uma, duas ou três áreas de atuação? Ou será um Full Office?

Os clientes esperam esta resposta…

Bom finde!

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