Muitos já ouviram falar da onda web, da onda web 1.0 e da onda web 2.0…

Primeiro vamos as definições de Web 1.0 e 2.0, conforme a Wikipédia:

“Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva

Então estamos falando de Blog, site, orkut, facebook, twitter, certo?

Se você quer ler sobre estas idéias, clique aqui.

Se você quer ler especificamente sobre Twitter, leia aqui.

Agora, você já pensou na apresentação do seu escritório?

Na marca do seu escritório? Da cor que seu escritório utiliza?

E do material de apresentação aos possíveis clientes?

Ah! Você já fez portifólio, apresentação com currículo da equipe e tudo mais…

E a mídia eletrônica?

Como assim? Você pode questionar…

Pense comigo: Você investe em um folder impresso, cartão de vistas (leia mais sobre cartões de visita aqui), material de ações específicas que o escritório desenvolve e assim por diante.

E se tudo isto estivesse num cd card (aquele cd em formato de cartão de visita)?

E se ao invés de um folder impresso, uma apresentação bem elaborada no cd?

E se ao invés de material impresso, um e-book que fica no site do escritório e pode ser entregue ao cliente em CD ou email?

Alliás, além do cartão de visita, o restante pode ser eletrônico…

Idéias, idéias, idéias…

Se ficarem como idéias perdem o sentido.

Reflita, faça reuniões estratégicas com os demais sócios.

Tem medo da mídia eletrônica?

Faça um teste. Entregue um folder impresso e junto um cd de apresentação.

Melhor, leve seu notebook e além de entregar o folder e o cd de apresentação, demonstre a apresentação no seu notebook para o cliente.

Gosta de tecnologia? Tudo que disse acima dá pra fazer pelo celular também, sem levar o notebook….

Além de sermos competentes, devemos aparentar sermos competentes.

E você? Pensou, pensou e daí? Qual a sua decisão?

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Em perfil de pessoas nas gestões de equipe, temos que analisar inúmeros fatores e estarmos prontos para ouvirmos inúmeras opiniões contrárias.

O título deste artigo se propõe a uma reflexão importante: Aquilo que a pessoa é (ser) em análise ou contradição com o que esta mesma pessoa têm (ter) e frente ao poder que ela possui (poder).

Cito como exemplo a situação do pedido de aumento.

Pedir aumento é realmente necessário? Para alguns sim, senão nunca terão o devido reconhecimento. Para outros, este aumento acontece ao natural e muitos o criticam de puxa-saco, entre outros adjetivos.

Vamos supor a função de estagiário. O cidadão do nosso exemplo tem a função de fazer fórum.

Ele sai todos os dias e “varre” os fóruns da capital buscando os mais diversos tipos de cópias, certidões, protocolos, etc.

Ele pode simplesmente fazer o que lhe é pedido, ou seja, se no papel da nota de expediente está escrito: pegar cópia, nem quero saber o que eles vão fazer com a cópia, vou tirar a cópia e pronto.

Certo?

Não. Errado. A atitude correta é no mínimo dar importância a atividade que se está fazendo. Ou seja, verificar se as cópias foram bem feitas, se a cópia era para um agravo, verificar se a intimação do despacho agravado foi copiada e assim por diante.

Daí tem a velha desculpa: Não tenho tempo para isto. Se ficar fazendo isto não poderei cumprir todas as tarefas.

Sinceramente, para o escritório é preferível ter dois estagiários, do que um que faça o serviço correndo e não agregue valor.

Se o sócio não pensa assim, não está valorizando o próprio negócio, afinal, o resultado que importa é a celeridade do processo, com qualidade e não a perda do processo pela celeridade. Um agravo mal instruído gera preclusão do prazo…

Por óbvio, diáfano, ululante que isto não ocorre apenas na esfera dos estagiários. Ocorre e muito, nas eferas dos advogados.

E afinal, o que quero trazer a baila da reflexão com estes exemplos?

Simples, que executando uma tarefa adequadamente (ser), será lhe dado cada vez mais reponsabilidades (ter) e consequentemente maior poder (poder), resultado matemático que tem como produto a valorização salarial.

Concordas com este raciocínio?

Execute diferente as tarefas. Pense em como elas vão agregar valor ao negócio. Não pense na tarefa em si, pense no todo que ela representa. Irás ver a diferença de raciocínio.

Siga estas idéias e veja os resultados. E, claro, compartilhe conosco!

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Amigos,

Quero convidá-los para assistirem a palestra MARKETING JURÍDICO E AS FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS que realizar-se-á no dia 04 de Junho de 2009 às 19h30min na ACI de Cruz Alta/RS.

As vagas são limitadas!!!


Dados da palestra:


Data: 04/06/2009
Horário: 19h30min
Local: Rua General Câmara, 935 – 1º andar, Sala de eventos da ACI Cruz Alta/RS
Preço: 1kg de alimento não perecível que será revertido a entidades carentes
Inscrições: contato@vargasadvogados.adv.br e fone/fax 55 3322 2085
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Um estudo realizado pelo New York Times com mais de duas mil pessoas demonstrou que de 2004 até 2008 ocorreu um aumento de 300% (trezentos por cento!) na criação de Blogs e que 47% destas pessoas entrevistas estavam vendo blogs regularmente.

Já pensou quantas pessoas sedentas por informação estão a procura dos serviços do escritório agora?

Estamos na sociedade da informação!

O cliente da sua área de atuação está ávido por conhecimento. Ele lê nos jornais, sites, blogs e quando vai conversar com o escritório está preparado para entender e compreender o seu caso.

Acesse dicas e mais informações sobre Blogs – http://blog.gestao.adv.br/?s=blogs

Pense nisto.

Fazer um blog pode ser de graça. Mantê-lo não é complexo.

O importante é ter foco. O fundamental é ser frequente. O imprescindível é que você comece hoje, já!

O Código de Ética da OAB não veda a informação. Veda comentário de casos isolados, mas a informação não.

Então, informe!

Escreva sobre sua área de atuação, informe sobre as possibilidades jurídicas atuais, use e abuse do verbo escrito, falado e, quiçá, videogravado.

O cliente de hoje e principalmente do futuro está cada vez mais conectado na internet e nas redes sociais. Leia mais sobre redes sociais aqui.

Como diz Peter Drucker “A melhor forma de prever o futuro é criá-lo”. Comece ja!

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Primeiramente vamos a uma reflexão interessante:

Porque o sapo não pula?

De acordo com um mito (não sou biólogo para dizer se é verdade), se você colocar um sapo numa panela de água fervendo ele pula fora e salva a própria vida. Mas, se você colocar o sapo numa panela de água fria e for esquentando a água aos poucos, ele não percebe a mudança da temperatura e morre cozido.

Mas porque o sapo não pula quando a água começa a ficar quente? Será que ele não sente que a água esquentou? Vamos tomar a personalidade dele enquanto a água está esquentando, e verificar o que se passa na cabeça do sapo:

28 graus – Humm… que água gostosa …

32 graus – É … a água está boazinha …

36 graus – Esta água está ficando sem graça, será que está esquentando? Bobagem! Por que a água iria esquentar? Deve ser impressão minha.

38 graus – Estou ficando com calor … Que droga de água! Ela nunca foi quente, por que está esquentando?

39 graus – Essa água é uma porcaria! Melhor nadar um pouco em círculos até a água esfriar de novo.

40 graus – Esta água é muito quente, humm que ruim! Vou voltar lá para aquele lado que estava mais fresco ou será que é melhor esperar um pouco?

42 graus – Realmente, esta água está péssima, quente de verdade, tenho que falar com o supervisor das águas. Claro, eu podia pular fora, mas onde será que vou cair? Melhor esperar só mais um pouquinho.

43 graus – Meu Deus! Será que eu tenho que fazer tudo por aqui? Já reclamei e ninguém toma uma atitude?

44 graus – Mas este supervisor de águas não faz nada? Será que ninguém nota que a água está super quente? Vou esperar mais um pouco …

45 graus – Se ninguém fizer nada eu vou fazer um escândalo … Aiiiii que calor!

46 graus – Eu devia ter pulado fora quando eu tive oportunidade, agora é tarde. Estou sem forças.

48 graus – “Sapo morto”.

O pensamento do sapo ilustra como as pessoas reagem ao processo de mudança no ambiente. Mudanças sempre ocorrem e nos afetam diariamente, quer queiramos ou não, quer reclamemos ou não. A cada mudança de “temperatura”, cabe somente a nós mesmos a escolha de mudar também e saltar para crescer, ou não.

E você? O que acha disto?

Quantas e quantas vezes queremos que os outros tomem as atitudes e ficamos literalmente “fritando” enquanto nada acontece.

Como diz a música “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer!!!”

Não fique esperando as outras pessoas tomarem atitudes.

Primeiro reflita. Depois analise as consequências e por óbvio: AJA!!!!

Sem atitudes nada muda.

Nas palavras de Gandhi – Seja você a mudança que quer ver no mundo.

Um excelente final de semana!!!

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Divido com vocês um artigo escrito por Max Gehringer inserido em Coleções Lições para o Sucesso:

“Tenha um olhar diferente

Muitas empresas deixam uma caixinha de idéias e sugestões à disposição dos funcionários. Qualquer um pode depositar ali a sua sugestão. É um jeito pratico e barato de captar idéias que podem se transformar em grandes soluções.

Na prática

Um amigo meu, o Fernando, é campeão de dar sugestões para a empresa em que trabalha. A cada ano, ele apresenta umas cem idéias. E metade delas sai do papel e passa a fazer parte do dia-a-dia.

O mais interessante é que as sugestões do Fernando são bem simples, fáceis de colocar em prática e de baixo investimento. A tal ponto que meu amigo ficou conhecido como “rei das pequenas idéias”, um título que ele carrega com muito orgulho.

E qual a fonte de inspiração para tantas pequenas idéias que dão certo?  Para o Fernando foi a história mundialmente famosa da invenção do Post-It  – aquele bloquinho adesivo amarelo para anotações.

Para quem não sabe, a fabricante 3M inventou em 1980 uma cola que não colava. A idéia tão fora de propósito que foi engavetada. Até que um funcionário chamado Athur Fry teve a idéia de usar a tal cola para criar o Post-It, o papelzinho que adere, mas não gruda. Em pouco tempo, a invenção ganhou o mundo e rendeu uma fortuna para a 3M.

O que profissionais como Fernando fazem é algo semelhante.

Eles conseguem ter um olhar diferente para tudo o que está ao redor, ver algum detalhe que passa despercebido por todos. Ele é o modelo do profissional criativo do século XXI, capaz de ter pequenas idéias que, ao fim de um ano, rendem mais do que uma grande idéia. Tanto para a lucravidade da empresa, quanto para o prestigio dele.”

Já presenciei empresas que sequer escutam seus funcionários e afirmam categoricamente: “Eles não sabem nada!”

Todos sabemos algo. Alguns mais sobre determinado assunto e menos sobre outro.

Precisamos dar azo para dois adjetivos: Pensar e Criar.

As idéias dos funcionários em uma caixinha podem não ser a solução, mas crie canais de comunicação com os funcionários. Permita que eles possam lhe dizer o que sentem, pensam e avaliam a tua empresa.

Este diferencial pode te trazer ao topo.

Igualmente não mate a criatividade do funcionário. São idéias simples que podem economizar. Leia esta idéia aqui.

Reflita e crie este mecanismos de comunicação.

Depois venha aqui e nos conte como foi!

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Cada vez mais precisamos de gestores alinhados com os objetivos da empresa, com visão de redução de custos, investimentos programados, etc.

Proponho uma reflexão em 10 pontos cruciais para a formação de um bom gestor.

1. Ser objetivo, justo e basear em fatos: Nada melhor. Ou seja, ser objetivo, direto ao ponto, sem rodeios, sem frescuras e basear suas decisões em fatos não em conversas. Muitos gestores criam uma “panelinha” em volta de si e acreditam apenas nas informações trazidas por estes colegas. Isto é um erro! A decisão deve ser sempre baseada em fatos, indicadores, relatórios, ou seja, a decisão de quem trabalha ou não é diretamente proporcional a quantidade de trabalho que os indicadores apontam e não aquele relatório verbal no boteco do happy hour pelo seu amigo do peito. É fundamental igualmente distinguir a amizade do trabalho. Muitos fazem verdadeiras “chantagens emocionais” com o colega que acabou de ser promovido. Amizades são maravilhosas e essenciais para o desenvolvimento humano, mas devem ter local para serem exercidas e sobretudo reflita: Se a pessoa é realmente teu amigo(a) ele(a) vai querer o melhor para ti e não o melhor para si, não é?

2. Deixar a sua equipe participar das decisões difíceis: Muito importante. Contar com o apoio da equipe é fundamental em épocas difíceis. Algumas ideías simples podem gerar resultados fantásticos. Conversar com todos da equipe pode se traduzir em redução de despesas, organização mais clara para o trabalho, entre outras questões. Exercite isto. Converse com a pessoa que serve o café. Converse com quem faxina. Converse com o colega mais quieto do escritório. Leve-os para uma sala separada dos demais e converse abertamente. Deixe eles se manifestarem. Verás que muitas idéias vem daqueles que quase nunca são ouvidos. Por óbvio não temos como fazer uma votação com toda empresa em cada decisão que deve ser tomada. Contudo, ouvir os funcionários e ser-lhes franco quando das decisões é fundamental para evitar a rotatividade da equipe e estimular a criatividade e potencialidade da equipe.

3. Fale com frequência – e pessoalmente: Muitas vezes a comunicação é falha. Bastava uma ligação, uma simples ordem direta e pronto, tudo resolvido. Mas, a direção muitas vezes age como se o funcionário soubesse do que se trata e na verdade não sabe. Não estamos menosprezando ninguém, contudo, quem lida na operação precisa de subsídios. Fale! Não mande e-mails! Muitas vezes os gestores passam o tempo inteiro em suas salas fechadas disparando ordens por e-mails, bilhetes, ordenando a um para ordenar para outro, ou seja, a comunicação é sempre indireta. Não permita isto. Converse francamente com seus funcionários. Pessoalmente de preferência. Por obvio que nem sempre isto é possível. Mas, não deixe que a rotina não permita uma “passeada” pelo escritório com sorriso aberto, cumprimentando a equipe e ouvindo um pouco seus anseios. Esta é uma atitude líder!

4. Caminhe pela empresa: Você confia apenas no que diz seu funcionário? Ande pela empresa. Faça-se presente. Sinta os ânimos. Isto traz mais confiança aos funcionários. Além disto, numa simples caminhada, verás pessoas brabas, alegres, infantis, perceberás que estás rodeados de pessoas diferentes e poderás entender as qualidades de cada um para serem melhor aproveitadas. Além, claro, de que ver o “dono” da empresa ao seu lado e ouvir dele um bom dia, gostei da sua gravata, etc, é um incentivo que não tem preço.

5. Seja criativo na redução de custos: Para reduzir custos nem sempre é necessário demitir pessoas. Comece por outras áreas e deixe a pessoal por último. Faça campanhas de diminuição de papel, luz, água, telefone. Premie as equipes que conseguirem reduzir as despesas. Só há uma maneira de reduzir custos: Englobar, incentivar e fazer toda a empresa participar deste processo!

6. Seja você mesmo: Muitas vezes para termos tempo somos duros, fechamos a cara, etc. Seja você mesmo! Curta a vida enquanto trabalha. Não quer dizer ir trabalhar de pijama, mas quer dizer que um sorriso não faz mal a ninguém. Por óbvio, há momentos e momentos. Não podemos estar sorrindo se a produtividade está caindo. Mas, podemos demonstrar o otimismo, felicidade em estarmos na empresa, ou seja, liderarmos porque estamos visualizando os objetivos da empresa e não apenas por estar hierarquicamente dando ordens.

7. Do direito das demissões: Se tiver que demitir, o faça com propriedade, informando a equipe sobre o porque de fazê-lo. Escrevi recentemente sobre as cinco perguntas antes de fazer uma demissão: O quê, quem, como, porque e onde. Compartilho com vocês a parte nuclear do artigo:

“Primeiramente vamos analisar o quê: Parece simples, afinal estamos falando de uma demissão, certo? Errado. Demitir é tão ou mais complexo que contratar. Se na contratação queremos a certeza de fidelidade, garra, continuidade e inovação do profissional, na demissão, temos que analisar o contexto em que este processo de demissão está relacionado. Comece com a seguinte pergunta: Ele está relacionado a situações ou pessoas? Se for em relação a situações que aconteceram, por exemplo, a perda de um prazo, o mais importante é verificar como isto aconteceu, ou seja, uma análise racional dos fatos e “erros” que podem ter levado a situação. Também se destaca que pode ser o primeiro ou o décimo quinto erro da mesma natureza… Bom, tudo isto deve ser levado em conta. Agora, se for em relação a comentários de colegas, ou situações de pessoas, faça uma análise racional da mesma e jamais caia no engodo de fazer uma análise emotiva. Sempre digo que quando usamos a razão em nossas decisões somente nos resta duas escolhas: Sim ou não. Tire as emoções e somente restará um sim ou não. Compreendeste o porque da complexidade?

Agora que entendemos a complexidade, vamos analisar o fator quem: Esta pessoa que está no processo demissional é quem dentro da empresa? Mais um advogado? Mais um estagiário? Mais um gerente? Se você pensa assim, cuidado. Em 99% dos casos em que pensamos se tratar de apenas mais um, percebemos que após a saída deste profissional as falhas apontadas pelos outros aumentaram, contudo não percebemos que a falta dele no trabalho também foi sentida. Não pela pessoa que ele representa, que no meu ponto de vista igualmente deve ser levado em conta, afinal uma liderança no trabalho – sendo a mesma positiva – tem o seu valor. Mas, porque normalmente não sabemos tudo que este profissional faz antes de demiti-lo. Simplesmente achamos que ele somente fazia prazos. Mas, somente aquele colega que trabalha com ele sabe que além de fazer prazos ele cuidava da agenda, preparava relatórios, solucionava problemas na impressora e a baixa produtividade dele era justamente por ter muitas tarefas adjacentes e não conseguia dar conta da principal. Se como consultor ganhasse por cada vez que enfrentei este tipo de situação em escritórios, ficava rico. Isto é tão comum, e pior, mais comum é a direção pensar que este funcionário é apenas mais um. Certifique-se de quem é esta pessoa realmente. Tarefas, contatos, etc. Quer uma dica? Ao invés de demitir sumariamente, converse longamente e peça para que ele te relate todas as atividades, verifique tarefas que estão em contradição, etc. Terás uma boa oportunidade de ver quem ele é.

Visto isto, temos o como: Mais uma vez indago: Parece simples, não? Se é contratado pela CLT, demite via CLT. Se associado, rescinde o contrato. Repito: Não é somente isto. Estamos em um momento em que o futuro depende das nossas relações sociais, o famoso networking. Se estiveres diante de um líder e este não esta mais servindo aos propósitos da empresa, demiti-lo é correto? Sim, óbvio. Mas, a forma, o como fazê-lo. Converse longamente sobre os objetivos e fatos que ocasionaram a saída. Informe a ele que a porta ficou aberta para conversarem, estreitarem negócios, etc. Este ex-funcionário pode ser o decisor de uma grande empresa amanhã. E vai se lembrar das lições de experiência que passaste neste momento de ruptura. Podemos não lembrar de muitas coisas, mas nunca esquecemos daqueles que nos apoiam em situações adversa. Mude sua forma de agir. Pense no como fazer. Tenho vários anos na área jurídica e muitos dos ex-estagiários que contratei, hoje me indicam a clientes. Porque? Porque confiam no trabalho que desenvolvi e desenvolvo junto a equipes e profissionais.

Este tópico é complexo: O porque: Neste quesito ressalto o aspecto que a decisão deve ser racional e nunca, em hipótese nenhuma, deve ser emocional. Devemos basear em fatos concretos, analisados, com a métrica do tempo, para tomarmos uma decisão escorreita. Ou seja, não é uma perda de um prazo que irá ocasionar numa demissão (até pode, mas igualmente não precisa ser), porque errar faz parte da vida do ser humano, e ver como sair do erro é que diferencia o profissional competente do profissional medíocre. Então, antes de formar a convicção do porque, monte uma espécie de dossiê administrativo deste processo de demissão, com fatos concretos, verdadeiros e sem emoções. Mais, antes de demitir, certifique-se que alguém da direção ou do poder decisório como gerente, supervisor, facilitador, etc, conversou com este funcionário alertando sobre as falhas que foram levantadas. Não permita que um bom profissional seja massacrado sem ter a chance de defesa. Lembre-se do adágio popular: “ninguém atira pedras no chão. Se estão atirando pedras, é porque esta pessoa está se sobressaindo”.

Onde: Não estamos apenas referindo ao local. Este tópico também deve ser analisado em relação ao tempo. Passei o processo demissional e cheguei a conclusão que sim, vou demitir. Mas, quando? Preferencialmente quando a empresa já tiver um substituto. A maioria prefere contratar após a demissão e isto faz contratações com pressa, sem análise de muitos requisitos, afinal a vaga está aberta, estamos “tapando buracos” e não temos como esperar. Então, porque demitiu com pressa? A análise tem que ser da direção. Ou seja, abrimos um processo seletivo, verificamos um profissional adequado e posteriormente demitirmos àquele(s) que não estão adequados ao perfil da empresa.”

Analise com cautela uma demissão e passe ela sob a ótica das cinco perguntas. O resultado pode ser surpreendente…

8. Não desista do desenvolvimento profissional: Continue investindo na equipe e na empresa. Crise não é sinônimo de não ter investimento. Justamente quem sairá com sucesso dela é quem estiver melhor preparado. Quanto mais a equipe estiver preparada para atender bem, conhecer o foco de atuação, criar inteligência emocional, mais fácil ela alcançará o sucesso. É uma cadeia – se não investir em atendimento, não terás bons funcionários atendendo, seus clientes ficarão insatisfeitos e procurarão outro profissional – ou seja, desenvolver a equipe é sinônimo de sucesso!

9. Mantenha-se no planejamento: Quer dizer, analise o foco da empresa e faça as redefinições necessárias, contudo, mantenha-se alinhados as tendências de mercado. Isto quer dizer que se você planejou ir pelo caminho “A” e o mercado, situação e indicadores não afirmam isto, saia do caminho “A”. Manter-se no planejamento significa estar alinhado as tendências de mercado e de futuro, reinventando todos os dias. Nas palavras de Peter Drucker: “A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo”.

10. Olhe para o futuro: Não fique lamentando o desempenho de ontem, analise e foque nos resultados de curto e médio prazo. Busque indicadores mais apurados, invista em tecnologia inteligente (ou seja, tecnologia que vá agregar valor ao negócio e não apenas para bonito), busque pessoas inteligentes e criativas para incrementar o negócio. É inovando que o sucesso aparece!

Por óbvio estas ideias não esgotam o assunto, mas demonstram claramente que para ser um bom gestor tem que se ter um misto de visão criativa, de vanguarda, tecnologica e mesmo com os pés no chão em relação a investimento, tem a mente nas nuvens para criar alternativas e soluções.

Mãos a obra!

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Compartilho com vocês este artigo do Fisioterapeuta Leonardo Rodrigues sobre um problema que atinge inúmeros escritórios jurídicos e pode ser resolvido com pequenos investimentos em ergonomia e saúde.

“Desde que o homem adotou um modelo vida baseado na tecnologia ele foi fadado a redução dos movimentos naturais do seu corpo. Como conseqüência surgiram as limitações de movimento e desconfortos corporais. Toda imobilidade perante ao computador leva a um aumento de tensão dos músculos que sustentam a cabeça e os ombros.

Somado a tensão gerada pela postura imóvel que adotamos a frente do computador existem outros fatores de risco para o desenvolvimento de doenças ligadas ao trabalho, em especial os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT). Os principais fatores ligados a estes distúrbios são a postura inadequada, a aplicação de forças excessivas, a repetitividade de uma tarefa e quando há compressão mecânica de uma parte do corpo, como por exemplo o seu punho comprimido na borda da mesa.

Escritórios jurídicos estão especialmente expostos ao desenvolvimento destes problemas, uma vez que estão intimamente ligados ao uso do computador e seus funcionários têm contato com vários fatores primários e secundários de risco. Entres os fatores primários encontram-se o desconhecimento da postura adequada perante o computador, a repetitividade envolta na digitação constante de documentos, a força exercida ao manusear grandes volumes de papel e a compressão do antebraço na borda da mesa, que muitas vezes possui ângulo reto aumentando o risco. Fatores secundários ligados a escritórios jurídicos em geral estão ligados as características psicofísicas das tarefas de um advogado e aos constrangimentos ambientais do local de trabalho, uma vez que a atividade exige concentração e desempenho cognitivo importantes.

Fiquem ligados! A tecnologia é aliada do advogado tanto quanto a boa utilização dela é aliada dos seus colaboradores! O recurso humano de uma empresa sempre é o seu maior bem! Cuide dele!”


E você? Como vê a postura e a saúde no seu escritório?

Acha que não é importante?

Quanto mais pode render um funcionário que está de bem com o seu corpo?

Reflita sobre isto. Dúvidas, entrem em contato com o fisioterapeuta Leonardo Rodrigues através do e-mail fisioleo@terra.com.br

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Recentemente li um artigo da Célia de Gouveia Franco em que ela cita o livro “Hábitos de Consumo – O Comportamento do Consumidor que a Maioria dos Profissionais de Marketing Ignora” de Neali Martins.

Peço vênia para transcrever parte do artigo:

“Recheado de histórias e casos de marketing fracassados por que não se conseguiu vencer a “tendência natural” do consumidor de escolher o produto de sempre, o livro de Martin dá grande importância a uma série de trabalhos de pesquisadores da Duke University, dos Estados Unidos, que dão conta de que as pessoas fazem as mesmas escolhas, nos mesmos horários, todos os dias, 45% do tempo, enquanto pensam sobre outro assunto qualquer. As implicações desse levantamento sobre as decisões de compra são amplas e profundas.

Quando são chamadas a explicar por que preferem um produto a outro semelhante ou o que acham de determinado sabor ou cor, muitos consumidores buscam uma explicação “racional” para suas decisões que, na verdade, foram feitas automaticamente, como resultado de hábitos. Por isso mesmo, pesquisas sobre as preferências dos consumidores muitas vezes falham ao procurar identificar as razões do sucesso ou do fracasso de uma marca. O consumidor nem sabe explicar por que comprou um sabonete Nivea em vez de um Lux ou vice-versa.

A “teoria” do livro é facilmente compreensível e parece mesmo verdadeira quando se pensa como muitos consumidores – em especial aqueles que têm a responsabilidade de abastecer os armários da cozinha da sua casa – fazem compras no supermercados. A cada vez, seguem mais ou menos a mesma sequência de compras, trilham o mesmo caminho entre as prateleiras do supermercado e colocam no carrinho basicamente os mesmos produtos, como que obedecendo a uma lista mental.

Mesmo em segmentos onde supostamente a tomada de decisões é mais lenta do que a simples compra de um refrigerante ou sabão em pó, a “mente habitual” continua comandando as ações dos consumidores, assegura Martin. A compra de produtos eletrônicos ou a escolha de um investimento em um fundo ou em caderneta de poupança também seriam feitas por força de hábito.

O que as empresas deveriam fazer, por conseguinte, na opinião de Martin, é investir na formação de hábitos dos consumidores. O que é preciso fazer para que a compra de determinado item se torne parte da rotina de milhões de pessoas, que vão comprá-lo “inconscientemente”, sem gastar seus miolos para tirar o produto das gôndolas do supermercado de forma automática? Esta seria a questão-chave que transforma um novo item ou serviço em um retumbante sucesso ou faz com que ele engorde as estatísticas que mostram que cerca de 80% de todos os produtos novos fracassam ou têm desempenho de vendas drasticamente menor do que o esperado.

Mesmo a questão da definição crucial do preço pode ser encarada nessa perspectiva, afirma Martin. Assim, quando um cliente desenvolve o uso rotineiro de determinado produto, o preço já é parte integrante de seu comportamento – o consumidor fiel do café macchiato tamanho grande da Starbucks não pensa mais em quanto está pagando por ele, mesmo que seja muito mais caro que outras opções também de fácil acesso.”

Como podemos aproveitar esta idéia em Marketing Jurídico?

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Amigos,

Quero convidá-los para assistirem a palestra MARKETING JURÍDICO E AS FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS que realizar-se-á no dia 04 de Junho de 2009 às 19h30min na ACI de Cruz Alta/RS.

As vagas são limitadas!!!


Dados da palestra:


Data: 04/06/2009
Horário: 19h30min
Local: Rua General Câmara, 935 – 1º andar, Sala de eventos da ACI Cruz Alta/RS
Preço: 1kg de alimento não perecível que será revertido a entidades carentes
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