Quantas e quantas vezes no ambiente de trabalho temos a sensação que iremos “avançar” em cima de uma pessoa?

Quantas e quantas vezes o colega “sacaneia” e nós queremos acabar com ele?

Tolerância.

Tolerância nunca é demais.

O vídeo que repasso é uma analogia o que quero dizer:

Aproveite o final de semana não apenas para exercitar a tolerância no seu trabalho na semana que vem. Exercite com sua esposa/marido, filhos, pais, avós, vizinhos….

Afinal, ter tolerência significa ter inteligência emocional e ter inteligencia emocional significa estar preparado para o mercado de trabalho…

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Sistematicamente nas midias eletrônicas tem se comentado sobre as Redes Sociais, tais como orkut, facebook, twitter, entre outras.

Em vários momentos abordamos este assunto, como podemos verificar aqui.

Recentemente, além das abordagens profissionais costumeiras – avaliando questão do tempo investido do funcionário, dispersão, bem como a força das redes sociais como marketing – temos uma nova visão: a de pesquisa de mercado.

O Twitter, por exemplo, já lançou a sua ferramenta de busca. Em breve este serviço assim como outros serão interligados aos serviços tradicionais de busca. Alguém duvida?

Agora, raciocinamos em conjunto: Se as gerações X e Y estão cada vez mais conectadas, lançando informações nas redes sociais, sejam informações pessoais, sejam profissionais, estas redes estão recheadas de ideias de mercado, interesses, possíveis investimentos e por aí afora.

E mais, justamente nestas redes sociais estão os nossos concorrentes. Seus lançamentos de produtos, visão de mercado, o que o próprio mercado está falando (bem ou mal) de determinado produto, etc.

Imagine: Um número grande de consumidores falando bem do produto x, mas se ele tivesse um atributo “j”, seria perfeito. Então, o concorrente lança o produto “m” que e igual ao x mais o “j”… Quem fica com este mercado?

Na seara jurídica, acontece parecido.

Lógico, não é uma análise simples de produto, mas de mercado como um todo.

Se percebemos que um determinado mercado nosso cliente, por exemplo direito de família, está em mutação, pois há mais separações, mais casais em brigas físicas, etc, podemos estar diante de um diferencial (leia sobre Oceano Azul aqui). Como?

Milhares de advogados leram nos jornais, revistas, etc que existem mais separações, brigas, etc. E a atitude? Quem sabe uma aliança estratégica (leia mais sobre alianças estratégicas aqui) com um psicólogo para ofertar aos seus clientes um produto diferenciado, que não apenas resolve a questão jurídica em si, mas a situação por completo?

Não perca esta oportunidade de visualizar o mercado de maneira diferente.

Ingresse nas redes sociais! Participe e crie seu networking!

Compartilhe conosco através dos seus comentários!!!

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Compartilho com vocês um texto colhido na internet, desconheço a autoria, mas traduz uma grande reflexão:

“Aula de Marketing

Nos Estados Unidos, a maioria das residências tem por tradição ter na frente um lindo gramado.

E, para este serviço, há diversos jardineiros autônomos que fazem reparos nestes jardins.

Um dia, um Executivo de Marketing de uma grande empresa Americana contratou um desses jardineiros.

Chegando a sua casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 13 anos de idade. Claro que o executivo ficou surpreso.

Quando o garoto terminou o serviço, solicitou ao executivo a permissão para utilizar o telefone.

O executivo encantado com a educação do garoto, prontamente atendeu ao pedido e muito curioso com a atitude do garoto, não pôde deixar de escutar a conversa.

O garoto havia ligado para uma senhora e perguntara:

- A senhora está precisando de um jardineiro?
- Não. Eu já tenho um – respondeu a senhora.
- Mas além de aparar, eu também tiro o lixo.
- Isso o meu jardineiro também faz.
- Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço, disse o garoto.
- Mas isso o meu jardineiro também faz.
- Eu faço a programação de atendimento o mais rápido possível.
- O meu jardineiro também me atende prontamente.
- O meu preço é um dos melhores.
- Não, muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom.

Quando o garoto desligou o telefone, o executivo lhe perguntou:

- Você perdeu um cliente?

- Não, respondeu o garoto. Eu sou o jardineiro dela. Eu apenas estava medindo o quanto ela estava satisfeita com o meu serviço.”

Em bom português: esta estória nos demonstra uma faceta do Marketing que muitos escritórios esquecem de usar: A satisfação do seu cliente.

Para alguns, o que importa é captar, ter novos mercados, abrir fronteiras e crescer, crescer e crescer. Todavia, uma vez cliente, problema dele! Já conquistei, agora ele que espere, ele que usufrua dos nossos belos serviços! (parece muito casamento por aí e depois não sabem porque existe o divórcio!)

E a relação com o atual cliente?

E o nível de satisfação dele?

E os possíveis negócios que este cliente pode trazer?

Normalmente, o escritório começa pequeno, atende bem e cresce justamente por atender bem seus clientes, que além de fiéis, indicam outros clientes.

Então, este escritório começa a crescer e vê a possibilidade de ampliar seus lucros, sem se preocupar com a qualidade – no sentido estrito, não largo do termo – e deixa de atender com tanta frequencia o seu cliente, começa a selecionar clientes, ou seja, o que antes era bom, agora não serve, estou grande demais para estes clientes…

Ou seja, este escritório acabou de fuzilar o seu diferencial.

Ou cria alternativas de diferencial ou irá diminuir e está fadado ao insucesso.

Você pensa que trata bem o seu cliente?

Monte uma pequena pesquisa e peça para o cliente preencher. Ai terás certeza.

Faça como diz o texto da aula de marketing: Investigue o cliente para ver o seu grau de satisfação. E faça isto com frequencia.

Um cliente satisfeito indica. Um cliente insatisfeito fala mal, indica concorrente e marca negativamente a marca do escritório, que nada mais é que o próprio nome do advogado e/ou dos sócios.

Pense nisto!

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Esta pergunta povoa desde o advogado iniciante até o advogado mais antigo. Não existe formula mágica, nem meio totalmente certo. Cada escritório tem a sua particularidade, seu jeito de proceder e organizar.

Contudo, algumas regras são universais. Apresento 10 regras de aproximação:

1. Contate os seus atuais clientes/Parceiros

Busque estar sempre presente com o seu cliente/parceiro de negócios. Porque parceiro de negócios? Simples: Eles recebem a conta do trabalho do advogado, mas não tem notícia do andamento do processo. Cliente precisa ser bajulado! Crie newsletter, blog, etc.  Crie uma lista de clientes e coloque quantas vezes ele buscou o escritório e quantas vezes você foi até ele. Você verá que normalmente é sempre o cliente que procura o escritório. Isto tem que ser diferente. É necessário existir um canal de comunicação aberto, permanente, em que o cliente seja atendido.

Contudo, não se resume apenas a isto. É necessário existir um modelo de relacionamento com cliente. São três elementos que formam o relacionamento com o cliente, o famoso CRM: O cliente, o relacionamento e a gestão dos dois primeiros elementos.

Então, não basta unicamente fazer uma ligação para o cliente. É necessário gerenciar estas informações para tornar elas rentáveis. Saber data de aniversário é o mínimo. Saber o que o cliente precisa é que é o segredo. Veremos mais adiante.

2. Observe onde você pode melhorar

Cconhecendo melhor a sua base de clientes e estando em contato com eles, você pode incrementar esta relação. Sempre levante e busque o cliente na recepção. O cliente precisa saber que ele é importante. O cliente espera que o advogado seja mais do que um resolvedor de problemas. Ele espera um parceiro de negócios, espera um psicólogo, etc.

Esteja sempre alinhado na vestimenta. Advogado precisa parecer advogado. Não basta o terno. Tem que estar combinando com a camisa e gravata, sapato com cinto, barba feita e se possível um perfume. Afinal, estar alinhado faz parte da sua apresentação.

Sempre entregue um cartão de visitas. Tenha o cuidado de tê-lo num porta cartões e não na sua carteira e sempre entregue com um sorriso, olhos nos olhos do cliente e diga: “estou a disposição a qualquer tempo” ou ainda “Podemos resolver esta questão quando quiseres”. Quer dizer, não apenas dar o cartão, mas tornar uma experiência memorável.

Envie e-mails com timbre da empresa e escreva-os de maneira técnica mas não em juridiquês, ou seja, apresente o seu escritório como sempre disponível e compreensível as necessidades do cliente.

3. Proteja a sua base de clientes

Pense na segurança dos dados armazenados!

Não basta sair cadastrando e usar um sistema de cem mil reais. Tem que se pensar na estratégia de lançamento dos dados, para depois poder utilizar e extrair estes dados, além de verificar onde salvar, como e quando será feito backups e assim por diante. Informação é poder, lembre-se disto!

Antes de adquirir um sistema, analise tudo que você precisa. Não basta comprar um sistema de gestão do escritório, outro para financeiro, outro para relacionamento de clientes. Quando precisares de uma informação, nenhum sistema irá “conversar” com o outro. Analise uma solução completa.

Além disto, faça um backup – cópia de segurança – dos arquivos (sejam do escritório, sejam do sistema, sejam os e-mails – não esqueça que muito do que hoje transita de informação é por email) no mínimo de duas maneiras: Uma diária interna e outra – pode ser semanal – externa. Assim, a garantia dos dados fica assegurada. Para quem usa sistemas on line, basta entrar em contato com o desenvolvedor para verificar como é feito a cópia de segurança, pois esta responsabildiade é do desenvolvedor.

4. Adicione valor

Em bom português: seja criativo. Dê um bombom ao cliente. Quem sabe um cartão agradecendo o fechamento do contrato? Dê a informação que o cliente precisa e coloque um mimo, carinho, emoção ao atendimento e aproximação. Somos todos seres humanos e queremos assim ser tratados, com respeito, carinho, devoção e admiração.

Igualmente, supreenda o cliente: Ele pediu um contrato “x”, oferte para ele uma solução e apresente o contrato “x” com o contrato “y”, que nem estava no escopo, mas em decorrência do contrato “x” será importante. Isto é valor. Fazer o melhor, demonstrando capacidade e soluções que vão além do simples valor monetário.

5. Mantenha contato para se manter sempre presente

Se na sua rede de contatos estás sempre disponível, enviando newsletter, informando ao cliente ou prospect informações relevantes sobre o assunto que atua e no caso de cliente já contratado mantendo-o bem informado, para quem  ele vai ligar ou indicar quando precisar?

Mantenha contato com seus contatos permanentemente, as chances de fechar outros negócios e indicações é muito maior. 

Procure estar presente também nos eventos do seu cliente. Não apenas na empresa dele. Esteja presente no sindicato, nas reuniões sociais, palestras, etc. No item 8 iremos abordar em detalhes.

6. Seja um bom ouvinte e resolva

Quando um cliente ou possível cliente procura um advogado, ele busca atenção, respeito e solução.

Quando falamos em solução não estamos falando da medida jurídica adequada. Existe a solução jurídica e existe a resolução do problema do cliente.

Vamos analisar o caso de um protesto de duplicata. O cliente te procura e diz que quer sustar – ou “assustar” como dizem alguns – a duplicata. O advogado dita que a solução jurídica é a cautelar de sustação de protesto. Indicação perfeita. Mas, como sabemos, irá gerar duas ações, uma de sustação e outra anulátória de título. Então a pergunta é: Realmente é indevido este protesto? Por que não foi pago a tempo? A mercadoria foi entregue? O serviço foi prestado?

Ora, se o pagamento é devido, melhor orientar o cliente a pagar e resolver o seu problema e não criar duas ações judiciais que restarão inócuas e o cliente continuará com o problema de pagar, com juros, atualização monetária e honorários para a outra parte.

Então, agindo com cordialidade, presteza e ofertando-lhe uma solução adequada, e não apenas a solução juridica,  estarás agindo de maneira a seres sempre recomendado pelos clientes.

7. Negocie expectativas com seus clientes

Se você disse ao cliente que solucionaria em uma semana e já é quinta-feira e não tem perspectiva, avise o cliente. Converse. Ele tem expectativa sob o seu trabalho e frustar esta expectativa não é uma boa idéia. Agora, se ligares e disseres a verdade, mesmo não estando completamente satisfeito, o cliente entenderá que agiste com prudência e profissionalismo.

Quantas vezes o cliente quer um prazo para terminar o processo? O melhor é não dar prazo, mas se não for possível, estime um prazo longo. Melhor resolver em dois anos o que levaria cinco, do que em cinco anos o que era para levar dois.

Além deste quesito, cuidado com expetativas de valor monetário ao cliente. Isto acontece muito nas indenizatórias. Diz o advogado “fique tranquilo, vamos ganhar e vais encher o bolso de dinheiro”. Isto , além de ser infração ética, anti-profissional, é igualmente dizer ao cliente que ele já ganhou. A cada dia que passa ele fica mais e mais ansioso e já vimos onde este filme termina: num cliente insatisfeito e difamador do escritório.

8. Conduza a sobrevivência do cliente

Você já se perguntou quem é o seu verdadeiro cliente?  O verdadeiro cliente do escritório de advocacia é o cliente do cliente. Afinal, manter o negócio/atividade do nosso cliente é manter o nosso próprio negócio.

Participe do negócio do seu cliente. Se você atende sindicatos, por exemplo, visite os sindicatos, conheça as suas reivindicações, etc. Se possível, participe de reuniões e até protestos. Se trabalhas para uma empresa de papel, conheça a realidade, as dificuldades ambientais, sociais, de plantio da celulose, ou seja, esteja preparado para o negócio do seu cliente.

Crie fidelidade com o seu cliente!

Faça uma reunião anual com o seu cliente e converse sobre perspectivas, atendimento, idéias para o negócio dele crescer. Ele se transformará no seu parceiro, além de cliente, fidelizando o trabalho.

9. Demonstre a sua gratidão

Fale ao seu cliente como ele é importante para o seu negócio. Diga ao seu cliente o quanto aprecia a empresa dele. Cite o seu conhecimento da empresa dele no mercado.

Diga obrigado, por gentileza.

Atenda-o sempre com calma, voz suave. Não se altere, mesmo com impropriedades ditas por ele. Aja sempre com razão.

Educação, cordialidade e gratidão. Estas três atitudes abrem portas.

10. Invista um pouco de tempo todos os dias

Procure a cada semana dispor de duas a três horas para retomar contatos, enviar e-mails, escrever um artigo… Ou seja, disponibilize um pouco do seu tempo para o networking!

Organize o seu tempo para que um determinado horário você possa se dedicar ao seu próprio negócio. Se você não pensar no seu negócio, quem irá?

Não adianta marcar para o final da tarde, quando os prazos estão determinando o ritmo do teu trabalho. Separe uns minutos pela manhã ou até a noite, se preferires. Mas, não deixe de separar um tempo.

O tempo organizado e gerido é um dos segredos do sucesso!

Conclusão

As regras auxiliam, mas o principal é a sua atitude. Então, você já separou algum tempo para conquistar o seu cliente hoje?

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A grande frase de Shakespeare em Hamlet se hoje atualizada, pode ser dita como Estar ou não estar on line… Eis a questão!

Recente pesquisa intitulada “Produtos Financeiros e o Consumidor no Brasil”, da Netpop Research, LLC, realizada em fevereiro deste ano, demonstra claramente que cerca de 60% dos consumidores nacionais utilizam sites de busca para obter as informações que necessitam. E o percentual do Google não poderia ser diferente: o índice é de 98% dos entrevistados. Veja a reportagem aqui.

Aí nos resta a pergunta de Hamlet atualizada: Estar ou não estar on line?

Como está a marca do seu escritório hoje?

Quando digita o nome do escritório ou dos sócios encontramos quem?

Quando digita advogados cidade xxx (sua cidade), o seu escritório ou nome aparece em que posição?

A internet é a fonte de busca para toda a geração atual. Estamos cada vez mais conectados e, por que não,  dependentes desta maneira virtual de ser.

Ter um anúncio na lista telefônica ou ter um site? Faça a pesquisa e veja de onde estão vindo os teus clientes…

Certamente a internet, bem como as redes de relacionamento (que podem se intensificar nas redes sociais virtuais) são excelentes ferramentas de indicação para a sua marca.

Estar on line não é escolha. É a atualização das palavras de Hamlet, é ser, é questão de existência.

Quanto mais cedo, melhor. Afinal, tudo tem seu tempo de maturação, então o próprio escritório e seus sócios precisam se acostumar com a vivência/existência on line.

Ponha em prática e divida conosco a sua experiência!

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Um interessante artigo escrito por Jeremiah Ownyang traz esta idéia em que o Twitter está se transformando num CRM.

Leia o artigo em inglês aqui. Uma versão traduzida aqui.

A pergunta que não quer calar: Como o Twitter irá ser financeiramente rentável?

A cada dia milhares de pessoas aderem ao serviço, que é gratuito e não possui nenhum tipo de propaganda. Então, no que o twitter se torna valioso?

Simples,  o Twitter agrega informação.

Quer dizer, quem se cadastra informa dados, o que faz ou deixa de fazer, expôe livremente seus pensamentos e principalmente suas idéias e marcas de consumo. Leia aqui sobre análise de mercado.

O Twitter agrega ao mesmo tempo relacionamento entre as pessoas por afinidade (posso seguir quem eu quero e deixa-lo de seguir também) e informações diretas e precisas sobre o que as pessoas estão fazendo (seja um almoço, seja profissionalmente).

O que falta para ser um cliente de relacionamento? (CRM)

Que o Twitter consiga agregar estas informações num grande banco de dados único, que possa ser explorado comercialmente.

Concordo com o autor do artigo que isto pode ser uma tendência, mas igualmente deve ser explorado com cautela, senão desistimulará a utilização do serviço.

Quem gosta de spam? Quem gosta de expor a sua vida inconsequentemente?

Agora, ofertando links com o interesse do usuário, ou seja, aproveitando a afinidade para aproximação da marca com o cliente, pode ser um nicho de abordagem muito interessante do Twitter.

Reflita sobre isto.

Como você pode abordar prospects via twitter?

Dica: post sempre notícias interessantes, links para artigos bons e úteis dentro da área que se propõe. Se vais falar de direito de familia, post sobre direito, psicologia, relacões humanas, etc. Crie o universo de conhecimento ao redor da sua marca.

Depois de tudo isto ficou curiso de como acessar o Twitter? Leia aqui.

Acesse aqui outras notícias sobre twitter.

Divida sua experiência conosco. Comente este artigo!

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Você já ouviu falar da estratégia do Oceano Azul?

Ela é baseada no livro de W. CHAN KIM e RENEE MAUBORGNE (veja uma sinopse do livro aqui) e tem uma idéia interessante: Não foque os seus esforços onde todos estão focando. Busque a serenidade do desenvolvimento através da inovação, em campos novos.

Semelhante ao ditado que “se fores por onde os outros vão, somente irás até aonde eles foram”, o livro comenta casos práticos de empresas que mudaram de ramo, reestruturaram estratégias e obtiveram bons resultados justamente por estarem navegando em águas azuis, límpidas e não em oceanos vermelhos de discórdia, onde o diferencial é unicamente o preço.

Leia um sumário do livro aqui.

Em termos práticos, a idéia e ter um nicho de mercado mais selecionado, ou até mesmo a idéia de full office, contudo com diferenciais, que são hoje bastante ditos e pouco aplicados na prática, tais como: agregar valor ao cliente do teu cliente, investir em web 2.0 – leia um post aqui sobre isto – dentre outras possibilidades.

A gestão e a tecnologia devem andar intimamente juntas para criarmos ambientes que possam proporcionar cenários diferenciais ao nosso cliente, seja na agilidade, seja na eficácia de nossas medidas ou eficiência de nosso trabalho.

Uma interessante entrevista com o autor do livro pela revista Você S.A.:

“O que diferencia perdedores de vencedores? O que torna algumas empresas ícones de uma época enquanto outras naufragam, tentando vencer a concorrência? O que têm de diferente Michael Bloomberg, atual prefeito de Nova York, e o pesquisador da Unicamp Fernando Galembeck? O professor sul-coreano Chan Kim, da escola de negócios Insead, na França, diz ter encontrado a resposta: ganhadores não competem com os rivais — eles os tornam irrelevantes. A base disso está na maneira como elaboram e executam sua estratégia para o futuro. Kim é co-autor de A Estratégia do Oceano Azul (Ed. Campus/Elsevier), um fenômeno editorial em todo o mundo. Ao estudar a história econômica do último século, ele descobriu que as empresas que inventam seu próprio ambiente de negócios nadam livres num oceano azul, no qual a concorrência não faz a menor diferença.

COMO SURGIU O OCEANO AZUL
Cenário que intrigou Chan Kim e Renée Mauborgne: o mundo atual tem mais oferta do que demanda. A produtividade cresceu drasticamente e a globalização fez surgir novos fornecedores, como a China. Ao mesmo tempo, a população da Europa e do Japão está diminuindo e a taxa de natalidade no resto do mundo não pára de cair. Para tumultuar ainda mais a vida dos executivos, os acionistas estão mais espertos, pois têm informações antes restritas. Para responder a esse caos, as empresas adotam a mesma estratégia: buscam mais lucro e mais crescimento com menor custo.
A constatação: como adotam a mesma estratégia, todas as empresas estão se afogando no oceano vermelho da competição sem fim, tentando vencer a concorrência a qualquer preço.
A descoberta: as empresas que fizeram movimentos estratégicos vencedores entre 1880 e 2000 não recorreram à concorrência como paradigma. Alinharam inovação com utilidade, preço e ganhos de custo: em vez de se esforçar para superar o concorrente, concentraram-se em torná-lo irrelevante. Desbravaram mercados inexplorados. Criaram oceanos azuis.

Para Kim, a mesma regra vale para os profissionais. Tudo começa com uma mudança de foco. Pare de olhar para profissionais concorrentes. Pense em oportunidades alternativas, em que suas competências serão úteis. Pare de enxergar apenas o cliente (chefe e equipe) e analise os não-clientes. Resista à tentação de julgar o seu sucesso pelo sucesso do outro. Um dos exemplos preferidos de Kim vem do Cirque du Soleil, o circo canadense que arrasou em sua passagem pelo Brasil no ano passado. Guy Laliberté criou seu oceano azul ao eliminar atributos do espetáculo tradicional, como os animais, e em seu lugar ofereceu a vibração do circo aliada à sofisticação intelectual do teatro. Ao estudar movimentos estratégicos como esses, Kim e a co-autora de Oceano Azul, Renée Mauborgne, também professora do Insead, descobriram fatores em comum que podem ser copiados por qualquer empresa ou profissional. A partir daí, montaram a metodologia que vem sendo usada por empresas de todo o mundo. Uma das ferramentas é chamada de quatro passos da visualização da estratégia. Em meados de janeiro, Kim recebeu VOCÊ S/A (leia entrevista na página ao lado) e topou o desafio de adaptá-la para a gestão de carreira. Comece agora a criar seu oceano azul.

PASSO 1: O DESPERTAR VISUAL
Kim diz que a primeira coisa que percebe quando a empresa vai elaborar sua estratégia é que ela não se conhece. Com os executivos acontece a mesma coisa. Acabam elaborando planos que não se concretizam ou vão custar muito mais caro que o previsto. No caso dos profissionais, uns se acham melhores do que são e outros vivem inseguros, pensando que são piores do que são. Neste primeiro passo, o objetivo é montar uma matriz de valor, em que constam suas principais competências e aquelas que ainda precisam ser desenvolvidas. “Você desenha quem deseja ser”, diz Kim. No mesmo gráfico (veja modelo ao lado), repita a operação com o perfil de um profissional que você admira e respeita. Talvez essa pessoa não exista, mas você pode colocá-la como um target ideal. Ao comparar as duas linhas, você visualiza onde está em relação ao que pode ser.

PASSO 2: A EXPLORAÇÃO VISUAL
Vá a campo para descobrir como você está sendo percebido. No caso de uma empresa, isso significa entender como seus produtos e serviços são usados e percebidos pelos clientes. Assim como elas, você jamais deve terceirizar seus olhos e ouvidos. “Nada substitui a própria percepção — os grandes artistas não pintam seus quadros com base em descrições apresentadas por outras pessoas, tampouco reproduzem fotografias. Gostam de ver o tema com os próprios olhos”, diz Kim. Michael Bloomberg, antes de virar prefeito de Nova York, criou o mais inovador serviço de informações financeiras a partir da observação de que os operadores usavam papel, lápis e calculadora eletrônica para anotar as cotações e calcular os preços antes de tomar decisões sobre que ações comprar ou vender. Ele mesmo comentava que a idéia deveria ter sido óbvia para qualquer um que observasse que o mercado estava carente de ferramentas que ajudassem a interpretar os dados.

É claro que o primeiro a opinar deve ser seu cliente (no caso, o chefe e a equipe), mas você deve ir atrás também do não-cliente. Não basta conversar. Também é preciso analisar como eles podem encontrar maneiras alternativas de suprir as necessidade que hoje são atendidas por você. A seguir, desenhe uma nova matriz estratégica para sua carreira. O desafio é identificar com sucesso, em meio à pilha de possibilidades existentes, as oportunidades realmente atraentes. Continue sua exploração visual usando aquilo que Kim chama de o modelo das seis fronteira:

a. As competências alternativas: seu concorrente não é apenas quem faz a mesma coisa que você. É também quem tem competências alternativas às suas. Restaurante e cinema são opções de lazer distintas, mas as pessoas vão a eles com o mesmo objetivo: lazer fora de casa. Quem pode concorrer com você?

b. Examine os profissionais estratégicos dentro da empresa: descubra aqueles que cultivam as mesmas diferenças fundamentais. Estude-as.

c. Examine sua cadeia de clientes: questione a definição convencional sobre quem deve e pode ser cliente de suas competências. A Canon criou a indústria de copiadoras de mesa deslocando o cliente-alvo (as empresas) para o usuário final. Qual é a sua cadeia de clientes?

d. Examine a oferta de competências complementares: o oceano azul geralmente se oculta em produtos e serviços complementares aos oferecidos hoje. O estacionamento e a pipoca, por exemplo, são complementares ao cinema.

e. Examine qual é o seu apelo: você oferece mais competências técnicas ou de gestão? Lembre-se que profissionais com apelo gerencial aumentam seu valor de mercado sem oferecer novas habilidades técnicas. No sentido contrário, os técnicos podem ganhar nova vida acrescentando gestão ao seu portfólio.

f. Examine o transcurso do tempo: todos estamos sujeitos a tendências externas que afetam a carreira ao longo do tempo. O problema é que tendemos a nos concentrar na projeção da tendência em si. Daí ajustamos nosso ritmo a ela. No entanto, segundo Kim, os insights mais importantes para a estratégia do oceano azul raramente brotam da tendência em si. Em vez disso, surgem de especulações sobre como a tendência mudará o valor para os clientes e como mudará o modelo de negócios deles.

O VALOR DA COMPETENCIA
Use o modelo abaixo para montar sua matriz de competências. Ao terminar o exercício você visualizará em quais precisa investir para alcançar sua meta de carreira:

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Colaciono aos amigos este texto extraído da internet:

” Certa vez, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.
- Que desgraça, Senhor! – exclamou o sábio – Cada dente caído representa a perda de um parente de Vossa Majestade!
- Mas que insolente – gritou o sultão – Como se atreve a dizer tal coisa?
Então, chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas. Mandou também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho. O outro sábio disse:
- Senhor, uma grande felicidade vos está reservada! O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes!
A fisionomia do sultão se iluminou, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao sábio.
Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou ao sábio:
- Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega. No entanto, ele levou chicotadas, e você, moedas de ouro!
- Lembre-se sempre – respondeu o sábio – tudo depende da maneira de dizer as coisas. A verdade deve ser dita sempre, não resta a menor dúvida, mas a forma como ela é dita é que faz a diferença. “

Fica a reflexão: Como você está se comunicando com público alvo?

Dizendo-lhe que o judiciário não funciona, tudo é lento e complicado?

Ou quem sabe dizendo que apesar de tudo que está ao seu redor acontecendo de difícil, será você o diferencial para alcançar a tão almejada JUSTIÇA para ele?

Vale a pena medidar e mudar as atitudes, se necessário.

Lembre-se: Sábio é aquele que admite os erros e muda, pois o ignorante permanece sempre com a mesma opinião, mesmo em épocas diversas.

Um excelente final de semana!!!

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Recebi um relato do amigo Carlos Mendes – consultor do Grupo Mobra Segurança – sobre atendimento e divido com vocês:

“Como és sabedor de que, sou consultor comercial do GRUPO MOBRA, nosso segmento é o de segurança privada e, por consequencia prestadores de serviço, gostaria de relatar brevemente uma história vivida por mim com a tônica do bom atendimento que, trago comigo por formação e cultura adquirida.

Certa vez prospectei um cliente por longos cinco meses, era um sítio em Gravataí onde, seu proprietério um empresário de Manaus estava preocupado com a segurança de seus pais que são moradores do referido sítio.

Ele solicitou a visita num dia muito chuvoso e frio as 18:00 hs, desloquei-me até lá onde, vistoriamos todo o sítio e apresentei proposta comercial e um plano de segurança.

Enquanto transcorriam os cinco meses, me chamou a atenção o fato de que, ele sempre me ligava de Manaus as 18:30 hs e assim passaram os meses.

Num belo final de tarde, recebi a ligação costumeira as 18:30 quando, ele ao telefone disse-me algumas frases que não me esquecerei jamais e, gostaria de te reproduzir o diálogo;

“Carlos decidi-me pela tua empresa”,

“Sr. Raul agradeço e, com certeza tudo o que foi ofertado será executado, desculpe-me a curiosidade mas, o que determinou a sua escolha, haja visto que o senhor comentou-me que o nosso custo era o mais alto dentre as propostas ofertadas ao senhor? “

“Carlos, decidi-me pela empresa que foi mais cordial comigo e, que me atendeu sempre de imediato, que teve a preocupação de conhecer pessoalmente meus pais, saber de suas preocupações e de seus anseios com relação a segurança patrimonial”

“Agradeço as palavras Sr. Raul e, fico contente em saber que esse nosso diferencial foi preponderante em sua decisão”


Você se preocupa com o seu cliente? Ou você se preocupa com o horário?
Por óbvio ninguém vai afirmar que o horário deve ser desrespeitado, mas em determinadas situações ele é um diferencial.
E um escritório de advocacia?
Não atende depois das 18h? Não atende sábados? Por que?
Conheço escritórios que atendem de segunda a sexta na sua cidade matriz e agendam durante a semana em cidades vizinhas…
Isto é visão de mercado. Isto demonstra que ideias simples, mas objetivas e diferenciais de atendimento, o escritório pode fomentar mais receita.
Alguns irão dizer: Ah! Sim, agora temos que trabalhar de domingo a domingo!!
NÃO!
Agora, se o escritório vai abrir de domingo a domingo é outro departamento. Os funcionários poderão ter rodízio, hora extra, mais funcionários, etc. Mas, a visão de abrir fora do horário ou em horário diferenciado é a estratégia de mercado.
E como o seu escritório vê esta situação? Tem diferenciais de atendimento? Já fez um treinamento?
Ainda não? Conheça o Palestrante André Silva – http://www.palestranteandresilva.com.br/
Ele faz treinamentos de vendas em diversos seguimentos, inclusive em clientes meus, um sucesso de motivação e treinamento.
Se você acha que o seu escritório não precisa, cuidado. O mercado está cada vez mais investindo em diferenciais e atendimento é “O” diferencial no momento do fechamento do negócio.
Pense nisto!

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Muito se questiona sobre reuniões nos escritórios de advocacia, para alguns perda de tempo, para outros um mal necessário.

O portal Espanhol  Legal Today propôs um artigo sobre este tema interessantíssimo. Clique aqui para ler o original em espanhol. Clique aqui para ler uma versão traduzida no português.

Destaco alguns pontos:

1. Cinco ideias fundamentais para a reunião ter sucesso:

1.1. Ter certeza do porque estão reunidos (objetivo);

1.2. Quem irá participar desta reunião (nexo causal);

1.3. Quanto tempo durará esta reunião (objetividade/celeridade);

1.4. Quantas vezes se reunirá este grupo (frequencia/habitualidade);

1.5. Apontamento da reunião (a famosa ata de reunião);

De posse destas informações, resumidamente temos que uma reunião deve ter o seguinte roteiro:

Começar com uma agenda/pauta da reunião, onde já se sabe quem irá moderar/liderar a reunião, com um tempo pré-definido de duração e controlado por este moderador e outra pessoa irá anotar/secretariar esta reunião para que saibamos tudo que foi definido.


E você? Faz reuniões no seu escritório com estes pensamentos na prática? Não? Como funciona para você?

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