Todos estamos acompanhando a evolução do processo digital no dia a dia.

Quem atua na Justiça Federal já sabe e está acostumado com o processo eletrônico, já teve que se adaptar aos scanners, resoluções em pdf (por causa do tamanho do arquivo), entre outras questões. Uma revolução necessária e sofrida para alguns que ainda penam em se adaptar.

Só que não tem mais volta. Em pouco tempo, bem provável até no máximo 2010, teremos o judiciário estadual igualmente de forma eletrônica.

Em bom português: O processo eletrônico é um caminho sem volta.

Você já pensou nisto?

Já refletiu de como o seu escritório está se preparando?

Não faz nem idéia do que eu estou escrevendo e pensa que esta realidade está distante? Melhor se preparar.

O título deste artigo é justamente uma chamada para um tempo em que quem estiver preparado sairá na frente e terá maiores chances no mercado.

Quer nós queiramos ou não, o processo eletrônico tem a sua celeridade.

Então vamos imaginar o seguinte: Daqui a um ano, março de 2010. Processo eletrônico valendo na Justiça Federal, Trabalhista e Estadual em partes, mas já disponível.

Até esta época o escritório X não se preparou, deixou acontecer. Já o escritório Y investiu em tecnologia, estudou, capacitou os funcionários, etc.

Em março de 2010 o hiato já será uma realidade. O cliente irá querer o seu processo eletrônico, posto que tudo pode ser acompanhado mais facilmente nos tribunais, ele terá acesso a maiores dados, a celeridade das intimações e decisões é uma realidade e por aí vai.

Então o cliente procura o escritório X. Lá é informado que o processo é manual, que deve demorar cerca de 5 anos, etc. Ele sai e visita o escritório Y, que informa que o tempo médio é de 3 anos e o escritório possui sistemas integrados que permitem maior agilidade, etc.

Com quem o cliente vai ficar?

E em relação a valores? O escritório X não é tão competitvo como o escritório Y, posto que os investimentos em tecnologia se traduzem em agilidade e maior produção com o mesmo material humano. Então, o valor de investimento no escritório X também será maior.

Agora, com esta idéia – e relembro que estamos em tese em março de 2010 – o escritório X quer investir em tecnologia para se adaptar. Isto levará no mínimo de 6 a 8 meses. Não se trata apenas de investir em máquinas de última geração. Trata-se de equipe, treinamento, tecnologia agregada ao escritório como um todo e não apenas comprar um produto de prateleira…

Reflita bem. Como já afirmei no post da Geração Y e X, estar preparado para este mercado tecnologico não é uma escolha.

É, literalmente, sobrevivência!

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Que os escritórios estrangeiros já estão no Brasil, muitos já leram e sabem a respeito. Até porque esta notícia já foi noticiada em 2007. Leia uma reportagem sobre este assunto aqui, onde demonstram que em 2007 já tinhamos seis escritórios estrangeiros estabelecidos em São Paulo.

Recentemente escrevi um post que relatava esta questão dos escritórios estrangeiros no Brasil, leia aqui.

Nesta última semana fui contatado por dois representantes de software europeus, especializados em softwares jurídicos.

Começam a perceber o que quero dizer?

Se já estamos com a presença dos escritórios estrangeiros há algum tempo entre nós e agora até os softwares estrangeiros estão querendo uma fatia do nosso mercado, temos que estar alertas.

Lógico, nada de xenofobia.

Mas, precisamos compreender que o nosso mercado terá que conviver com estas novas tendências. E nós, advogados, pensarmos e repensarmos a advocacia.

Você já pensou sobre isto?

Você já fez um planejamento dos próximos 6 meses?

Você já plantou novos serviços jurídicos no seu atual cliente?

Você lê, pensa e reflte sobre Marketing Jurídico? (Se você fez um Ah? quando leu Marketing Jurídico, clique aqui)

Você investe em tecnologia útil ( e não modismos) no seu escritório?

Se a maioria das alternativas você respondeu assertivamente, parabéns, você está no caminho certo.

Agora, se você respondeu negativamente a estas assertivas, clique aqui.

Não deixe para amanhã. O mundo está em constante evolução. Começe hoje a mudança no seu escritório!

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Recentemente publicou na internet uma notícia informando que famosos estão pagando a jornalistas para atualizarem os seus perfis no twitter, facebook, orkut, etc. Acesse a notícia aqui.

Para alguns, um absurdo, pois perde o sentido de acompanhar o que o seu/sua fã está escrevendo. Soa falso, segundo outros.

Mas, analisando sem a emoção, parece bem razoável a idéia.

Vamos ver na esfera jurídica.

Sempre afirmo que devemos ter um pensamento em relação ao trabalho baseado no dito popular: “cada macaco no seu galho”.

O escritório de advocacia é composto de de advogados, estagiários e funcionários. Mesmo admitindo a multidisciplinariedade, não é a realidade do país que escritórios possam investir em jornalistas, web designers, engenheiros, entre outros, ficando tais situações mais adistritas a escritórios maiores.

Muitos compram o site pronto, só colocam os artigos e ponto final. Para participar do twitter, orkut, etc, a grande maioria usa o próprio advogado sênior ou sócio para atualizar.

Não desmerecendo a boa vontade, o resultado prático é que sem a visão escorreita do que se quer atingir, não há resultado.

Afinal, como pensar estrategicamente em marketing jurídico, redes sociais, entrevistas, blog, site e – ao mesmo tempo – cuidar de prazos, impressoras falhando, atendimento ao cliente, etc.

É querer ser goleiro e atacante ao mesmo tempo, o que resulta em não ser nem um nem o outro satisfatoriamente.

E qual a solução?

Terceirizar. Naquilo que não é atividade precípua da minha atividade, é mais economico, organizacional e operacional deixar quem já faz isto fazer melhor para mim.

Um exemplo prático: comodato de impressoras. Muitos relutam, mas num escritório de pequeno a médio porte, quem cuida do tonner? Quem cuida se a impressora tranca? Quem é responsável pela manutenção? Geralmente um dos sócios. Então, fazer um comodato resulta numa empresa que irá cuidar do tonner, das peças, tem prazo curto de substituição (geralmente 4 horas ou menos) e o escritório nunca fica parado por impressora. Pense nisto!

Outro exemplo que serve como uma luva para a notícia acima é a respeito de um serviço terceirizado que descobri e estou usando em clientes meus: Uma empresa que cuida desde a hospedagem do site, e-mails, etc, com um jornalista específico para cuidar de atualizar para o escritório de advocacia as notícias no site, no blog, no Twitter e assim por diante.

Em bom português: o advogado manda a notícia e rascunho para um profissional, que escreve, edita, etc, o advogado aprova e este texto é divulgado em todas as mídias sociais. Parece um sonho, não? Mas, não é. É uma realidade e, no meu ver, uma necessidade de mercado para os escritórios de advocacia, quiçá outros ramos.

E você, como cuida das suas mídias sociais? Leia mais sobre isto aqui.

Não deixe para amanhã. Faça como eu, publique no domingo, não espere para depois.

O amanhã é de quem planejou ontem e executa hoje.

Reflita e responda a este questionamento: Você está preparado para as redes sociais?

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Um artigo interessante saiu na revista Exame desta semana.

Esta é uma maneira de ver um problema como uma solução:

“MELHOR DEPOIS DA TRAGÉDIA
Exame – 25/03/2009

Desastres aéreos costumam manchar a reputação das empresas que o protagonizam.  Porém, a queda de um avião da US Airways no rio Hudson, em Nova York, em janeiro, provou que o acidente também pode – ainda que de maneira tortuosa – favorecer a imagem.  Tudo depende da maneira como a empresa gerencia a crise.

Além da habilidade do piloto, que conseguiu aterrisar no rio, a US Airways surpreendeu os passageiros ao colocar em marcha rapidamente uma série de ações para reduzir o transtorno.

Imediatamente após a queda, cerca de 100 funcionários da companhia ofereceram aos passageiros celulares e dinheiro para comprar ítens como roupas e remédios.  Também se encarregaram de instalar vários deles em hotéis.  QUem quis ir logo para casa e não desejava voar pôde voltar de trem ou alugar um carro mesmo sem os documentos – altos executivos de empresas de locação foram contatados para facilitar o processo.

Além disso, as 150 vítimas tiveram a passagem reembolsada e receberam um cheque de 5.000 dólares para cobrir as suas perdas.

Desde então, segundo a US Airways, um terço delas já teria coltado a voar em seus aviões.”

Vamos analisar a postura da empresa.

Primeiro: Qual foi a real preocupação da empresa diante da queda do avião?

O custo da aeronave? Os milhões perdidos?

NÃO.

O foco foi um só: O bem estar do cliente.

Vamos analisar o lado jurídico.

Embora o cliente nem queira saber disto, a advocacia é uma profissão de meio e não de fim. Assim, quando o advogado patrocina uma causa, ele está patrocinando um ideal e não um resultado.

Sendo assim, a advocacia é como o contrato de transporte da US Airways, um contrato de meio – por óbvio respeitando as diferenças em relação a contrato de transporte – mas a advocacia preza um bem jurídico a ser alcançado, mas não como foco de fim, resultado, mas sim de meio, ação, interlocução.

Desta maneira, quando temos uma causa que não deu certo, qual a atitude do profissional?

Se esconder diante do prejuízo? Pedir a outros darem a má notícia?

Penso diferente.

Se o cliente confiou na hora de contratar, deve ser avisado de qualquer mazela que aconteceu no processo, e mais, deve ser visto a ele justamente como no exemplo da USAirways, ou seja, buscar alternativas de solução ao cliente.

Podemos ter não conseguido nesta ação, vamos batalhar uma rescisória.

Podemos ter não conseguido nesta ação, vamos reformular a tese e entrar com outra.

Podemos ter não conseguido nesta ação, vamos encarar os fatos, fazer um trabalho preventido e mudar a postura do cliente, para que este mesmo problema não aconteça.

Em bom português:

Em época de crise ou de bonança, o que é importa é a atitude do profissional frente aos problemas que ocorrem.

Isto é muito mais do que simples maturidade emocional ou quiçá esperiência.

Ver o mundo desta forma é uma questão de sobrevivência!

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Para aqueles menos familiarizados com o direito, o PDCA é uma sigla que quer dizer:

Plan
Do
Check
Act

Ou seja, planejar, fazer, verificar e agir. Se seguirmos esta ordem sempre teremos a melhoria contínua.

Mas, o que é melhoria contínua?

Basta pensar no seguinte: Se hoje faço algo da maneira X, em Y horas, se conseguir fazer o mesmo X em Y – 1 hora, terei ganho tempo e evoluido no meu trabalho. Isto é estar se renovando constantemente, ou seja, melhoria contínua.

Agora como o PDCA pode ajudar?

Na prática: Por exemplo, o escritório quer controlar melhor a saída de documentos para o fórum. Executando o PDCA temos:

Plan – Planejamento – organiza as idéias de como fazer o controle, pode ser via sistema de gestão do próprio escritório ou mesmo com uma planilha;

Do – Fazer – ele põe em prática a idéia planejada, fornecendo aos executores o que deve ser feito.

Check – Verificar – Verifica-se após 30 dias como está indo o controle planejado e colocado em prática e anotam-se eventuais problemas, idéias, correções.

Act – Agir – Agenda-se reuniões de análise crítica para debater mudanças e voltar ao planejamento de como estas mudanças poderão ser postas em prática para serem verificadas e posteriormente analisadas eventuais falhas, ou seja, toma-se atitude para rodar novamente o PDCA em prol do crescimento.

Em bom português, rodar o PDCA pode salvar o seu escritório!

Quando analisamos com a ótica do PDCA, conseguimos sempre estar planejando, agindo, verificando e tomando-se decisões com bases sólidas, de números, fatos e dados e não em achismos ou pessoas.

Lembre-se: “O erro é operacional. Querer sempre achar um culpado é algo que apenas resolve o ego de algumas pessoas. Na organização, todos somos partícipes. Se existe erro, há alguém que não verificou, alguém que era responsável e alguém que pode ter se omitido. Mas, exacrar a pessoa não resolve. Resolve sim, com atitudes concretas e objetivas para que o erro não aconteça e principalmente de monitoramento da atividade. E não uma “mijada” e fica tudo por isto mesmo.” Gustavo Rocha

Conheça mais sobre PDCA nos slides da palestra que proferi no Seminário de Gestão Empresarial em SP sobre “Os benefícios do ISO para escritórios de advocacia. Acesse aqui.

Conheça mais sobre o trabalho de Qualidade que a Gestão.Adv.br desenvolve aqui.

Pense!

Reflita!

E rode o PDCA!

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Recentemente num blog Americano chamado Sui Generis (acesse aqui a versão em inglês e aqui uma versão traduzida) propôs uma reflexão interessante: Repensar a profissão de advogado.

Feita a proposta, aceitei o desafio e escrevo sobre meus pensamentos a respeito.

Ser advogado não é apenas defender leis, buscar a justiça, ser indispensável, aliás, para a administração da mesma, conforme preceitua a Constituição Federal. Ser advogado é tudo isto, mas é muito mais.

Ser advogado pressupõe jogo de cintura para atender um cliente nervoso e transformar um problema impossível numa solução jurídica complexa, que não pode ser muito cara, nem durar muito tempo, tem que ser para “ontem”. Ah! Como isto ocorre todos os dias…

Ser advogado significa pegar um relatório de 10.000 processos na frente de um cliente e aleatoriamente discorrer sobre um dos 10.000 que o cliente quer saber o porque está a 60 dias para sair a sentença… Ah! Se ele soubesse quanto tempo leva um alvará ou precatório…

Ser advogado é ser um ser humano, humano, que é tratado como super-homem e recebe seus honorários como se fosse o vilão, mesmo ele pertencendo a “Liga da Justiça”. Ah! Se o cliente soubesse como é complicado não saber se no final do mês teremos condições de pagar funcionários sem fazer um empréstimo…

Atualmente, mais do que nunca, ser advogado é sinônimo de tecnologia, seja pelo processo virtual (veja mais aqui),  seja pela idéia do paper less (leia mais aqui), seja pela celeridade  e rentabilidade que os programas de gestão para escritórios podem proporcionar com um investimento pequeno. Ah! Se o cliente soubesse que quando comecei éramos eu e máquina de escrever…

Sem falar em Gestão, em que ser advogado,siginifica todas as idéias acima, mais algumas outras e ainda por cima, ter que gerenciar toda esta informação, tanto processual, tecnológica, prazos, audiências, estórias dos clientes, cases de sucesso, sem perder o bom humor, sorriso no rosto e estar sempre preparado para happy hours, reuniões de negócios a noite, viagens em finais de semana e por aí vai… Ah! Como era feliz com o meu primeiro processo…

Esta minha narratória é uma forma bem humorada de dizer que OS ADVOGADOS TEM UM VALOR INESGOTÁVEL PARA A SOCIEDADE, seja pelo aspecto social, munus público do seu trabalho, seja pelo aspecto de tranquilidade que deixa o seu cliente – que em fato transfere o seu problema para o advogado – e também por ser um profissional em que o horário não importa. Importa sim a busca incansável pela JUSTIÇA!

Destaco, por lógico, óbvio, ululante, diáfano, que a advocacia moderna está intimamente ligada a Gestão e a Tecnologia, que hodiernamente são mais do que simples conceitos, são ferramentas indispensáveis para que o advogado possa administrar o seu maior bem jurídico: O IDEAL DE JUSTIÇA do seu cliente!

Reflita a respeito.

Valorize-se como profissional. Tenha orgulho da sua profissão!

E para finalizar, deixo os pensamentos de Eduardo Couture, intitulados “Os mandamentos do Advogado”:

1) ESTUDA – O Direito se transforma constantemente. Se não seguires seus passos, serás a cada dia um pouco menos advogado.

2) PENSA – O Direito se aprende estudando, mas se exerce pensando.

3) TRABALHA – A advocacia é uma árdua fadiga posta a serviço da justiça.

4) LUTA – Teu dever é lutar pelo Direito, mas o dia em que encontrares em conflito o direito e a justiça, luta pela justiça.

5) SÊ LEAL- Leal para com o teu cliente, a que não deves abandonar até que compreendas que é indigno de ti. Leal para com o adversário, ainda que ele seja desleal contigo. Leal para com o juiz, que ignora os fatos e deve confiar no que tu lhe dizes; e que quanto ao direito, alguma outra vez, deve confiar no que tu lhe invocas.

6) TOLERA – Tolera a verdade alheia na mesma medida em que queres que seja tolerada a tua.

7) TEM PACIÊNCIA – O tempo se vinga das coisas que se fazem sem a sua colaboração.

8) TEM FÉ – Tem fé no Direito, como o melhor insrumento para a convivência humana, na Justiça, como destino normal do Direito, na Paz, como substituto bondoso da Justiça e, sobretudo, tem fé na Liberdade, sem a qual não há Direito, nem Justiça, nem Paz.

9) OLVIDA – A advocacia é uma luta de paixões. Se em cada batalha fores carregando tua alma de rancor, chegará um dia em que a vida será impossível para ti. Concluído o combate, olvida tão prontamente tua vitória como tua derrota.

10) AMA A TUA PROFISSÃO - Trata de considerar a advocacia de tal maneira que o dia em que teu filho te pedir conselho sobre seu destino, consideres um honra para ti propor-lhe que se faça advogado.

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Ontem publicamos uma artigo que trouxe a baila a evolução do Youtube em números, dando dicas inclusive de como fazer vídeos.

Segundo o site americano Lawyercasting, somente em Janeiro de 2009, o Youtube alcançou a audiência de mais de 100.000.000 (cem milhões) de visitantes apenas nos EUA. Acesse a notícia aqui em inglês. Ou uma versão traduzida pelo Google aqui.

Não foi a toa a compra deles pelo Google.

Estará o Youtube se transformando numa ferramenta indispensável do Marketing Jurídico?

Uma simples pesquisa no Youtube nos demonstra inúmeros advogados americanos e brasileiros com vídeos.

Alguns com propaganda explícita, pior do que venda de balcão de mercearia, o que é totalmente vedado pelo nosso Código de Ética.

Agora, alguns também produzindo material elucidativo aos possíveis clientes, realmente informando, como bem autoriza e preceitua o nosso Código de Ética.

Podemos sim informar, até porque a advocacia é um munus público, ou seja, tem uma função pública de administração da justiça.

E você, está pensando em utilizar esta ferramenta?

Leia mais neste post sobre como usar o Youtube passo a passo.

Não deixe o tempo decidir quem serão os  seus clientes. Utilize as ferramentas permitidas pelo nosso Código de Ética e mãos a obra!

Pense!

Reflita!

Mas, sobretudo, aja!

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Depois que no segundo semestre do ano passado o Youtube tem superado sistematicamente o Yahoo como buscador em pesquisas na internet, muitos escritórios se questionam sobre como usar esta ferramenta de marketing.

É uma ferramenta simples, gratuita e pode ser poderosa.

Vimos um exemplo do advogado Marcos Alencar – acesse o site dele aqui – que faz vídeos com o seu celular e tira dúvidas na área do direito do trabalho.

Este é um exemplo positivo. Agora, não podemos colocar qualquer vídeo no youtube. Isto pode se transformar numa propaganda negativa. Veja este post como exemplo negativo que está no Youtube.

Agora a pergunta é: Como fazer estes vídeos?

Existem “n” maneiras. Vou colocar alguns sites que dão dicas interessantes:

Dica 1 |:| Dica 2 |:| Dica 3

Você já pensou em fazer um vídeo da sua área de atuação?

Tem medo das câmeras? Que tal fazer um podcast?

O que e um podcast? É um arquivo gravado, geralmente em formato mp3, que traz assuntos interessantes. Veja exemplos de podcasts aqui.

Faça um teste com as dicas aqui.

Pense sobre isto. São ferramentas gratuitas e muitos se interessam em ouvir e/ou ver e ouvir o que você tem a dizer!

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Hoje é sábado, está um sol lindo neste Rio Grande do Sul, então compartilho com vocês um texto light sobre os 10 mandamentos da Qualidade, no nosso dia-a-dia (desconheço o autor).


1. Ao acordar, não permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. No máximo, comente seus planos no sentido de tornar seu trabalho cada vez mais produtivo.

Pensar Positivo é Qualidade.

2. Ao entrar no prédio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirige o olhar, mesmo não sendo colega de sua área.

Ser Educado é Qualidade.

3. Seja metódico ao abrir seu armário, ligar seu terminal, disponibilizar os recursos ao seu redor. Comece relembrando as notícias de ontem.

Ser Organizado é Qualidade.

4. Não se deixe envolver pela primeira informação de erro recebida de quem talvez não saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permita obter um parecer correto sobre o assunto.

Ser Prevenido é Qualidade.

5. Quando for abordado por alguém, tente adiar sua própria tarefa, pois quem veio lhe procurar deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em você. Ele ficará feliz pelo auxílio que você possa lhe dar.

Ser Atencioso é Qualidade.

6. Não deixe de alimentar-se na hora do almoço. Pode ser até um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades humanas. Aquela tarefa urgente pode aguardar mais 30 minutos.

Respeitar a Saúde é Qualidade.

7. Dentro do possível tente agendar tarefas (comerciais e sociais) para os próximos 10 dias. Não fique trocando datas a todo momento, principalmente a minutos do evento. Lembre-se, você afetará o horário de vários colegas.

Cumprir o Acordo é Qualidade.

8. Ao comparecer a estes eventos, leve tudo o que for preciso para a ocasião, principalmente suas idéias. E divulgue-as sem receio. O máximo que pode ocorrer é alguém poderoso – ou um grupo – não comprá-la. Em dois ou três meses, talvez você tenha chance de mostrar, com mais ênfase, que estava com a razão. Saiba esperar.

Ter Paciência é Qualidade.

9. Não prometa o que está além do seu alcance só para impressionar quem lhe ouve. Se você ficar devendo um dia, vai arranhar o conceito que levou anos para construir.

Falar a Verdade é Qualidade.

10. Na saída do trabalho, esqueça-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a família, o que lhe dá segurança para desenvolver suas tarefas com equilíbrio.

Amar a Família é a Maior Qualidade.

Um excelente final de semana!!!

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Esta idéia pode soar estranha num primeiro momento, mas não é de todo ruim.

Para quem não conhece o que é Wiki, conheça a Wikipédia aqui. Wiki é, em resumo, uma forma de texto colaborativo.

Quando li o texto no site Law.com, a primeira comparação que fiz com a idéia de um texto wiki foi com o Google Docs. No Google Docs podemos colocar um texto na internet e compartilhá-lo com outras pessoas, permitindo que estas pessoas editem, modifiquem, etc. Mas a idéia de um texto wiki para escritórios de advocacia é mais arrojada.

Para ler o texto original em inglês, acesse aqui.

Para ler uma tradução pelo Google Tradutor, acesse aqui.

No Brasil, o advogado Gustavo D’Andrea criou a FORENSEPÉDIA, que é um texto wiki com foco jurídico. Conheça aqui.

Leia também este post sobre a Forensepédia.

Agora, porque um texto wiki ao invés de simplesmente compartilhamento de arquivos na internet, como oferta o Google Docs e tantos outros?

Pelo poder de um texto wiki ser uma fonte fidedigna de conhecimento.

Ao lermos um texto na wikipédia, sabemos que o mesmo foi produzido por alguém e pode ser corrigido por outras pessoas, dando conta que se for uma mentira ou algo errôneo, o mesmo será denunciado.

Vamos imaginar isto num escritório de advocacia.

Um escritório quer desenvolver uma tese e pega um esboço e coloca neste texto de formato wiki. Compartilha com outros colegas de seu interesse e tese. Depois, ao começar a ver o resultado no judiciário, começa a corrigir a tese, podendo a mesma estar disponível para clientes ou não clientes.

No ambiente wiki se controla quem edita.

No ambiente wiki tem níveis de acesso.

No ambiente wiki já há uma certa presunção de fonte fidedigna.

Esta é uma idéia muito interessante. Se vai ou não dar certo nos escritórios Brasileiros é outra questão. Nem nos EUA ainda é uma realidade, mas que a idéia é de ser pensada, a ísto é.

Reflita.

Quem sabe o seu escritório pode ser pioneiro?

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