Amigos,

Um artigo muito interessante escrito por Fernando Pinheiro sobre liderança, coaching e vida.

Divido com vocês:

A SOLIDÃO DO LIDER

Por Fernando B. Pinheiro – advogado, sócio sênior de Fernando Pinheiro – Advogados

Nos meus 36 anos de experiência profissional tenho tido contato com líderes das mais variadas atividades. Além disso, vivi com o grande líder que foi meu pai, que montou um dos maiores e melhores escritórios de advocacia do Brasil e, quiçá, da América Latina. Além da experiência profissional advocatícia, durante todo esse tempo venho coaching (treinando) inúmeros amigos, companheiros de trabalho e conhecidos.

E o que vem a ser um líder? O bom líder é aquele que consegue reunir um grupo para realizar determinada tarefa, equalizando as diferenças dos integrantes do grupo e sabendo usar o que cada um deles tem de melhor. E o grupo pode ter um número grande de integrantes e, aí, nesse caso, o líder irá liderar um grupo de líderes. Exemplificando, na grande empresa, o presidente exerce a liderança sobre a diretoria, e cada um dos diretores sobre os seus comandados, e assim por diante.

Os presidentes de empresa ao exercerem a liderança encontram dificuldade, muitas vezes, de discutir o que pensam com os demais diretores, com receio de eventualmente mostrar certa fraqueza ou insegurança. E assim vão ficando cada vez mais isolados, passando a sofrer o que chamam de a síndrome da solidão. Enquanto os diretores podem discutir abertamente com o presidente as suas questões, o presidente fica isolado. O presidente da empresa sabe para onde ir, seja intuitivamente, cientificamente ou pela sua própria experiência. Mas ele acha que não pode discutir suas questões com a diretoria. Assim, eles ficam isolados em suas atividades, sem ter com quem discutir suas questões.

A questão não é o isolamento, e sim as conseqüências que isso pode trazer. Esse isolamento poderá causar decisões menos acertadas, angústias, insegurança ou depressão, com todas as conseqüências daí advindas, inclusive o medo de errar. O líder precisa ter alguém com quem trocar idéias, alguém que o faça pensar em diversas alternativas, alguém que o ajude a não ter medo de errar.

A pessoa ideal para um líder discutir certos assuntos relacionados à empresa, seria o líder da empresa concorrente, mas isso é inimaginável quase sempre. A esposa, o marido, os filhos também são pessoas com quem o líder não conseguiria discutir os assuntos da empresa. Talvez algum amigo, mas não haveria o comprometimento necessário para essa discussão. Um terapeuta também não seria a pessoa ideal, por estar acostumado a lidar com outras questões.

E assim nasceu a figura do coach, ou treinador, para ajudar (ou treinar) o líder a conseguir mais em menos tempo. O coach, como a própria palavra diz, é um treinador para o empresário ou para qualquer profissional. No esporte, o treinador procura fazer com que o esportista dê o melhor de si para vencer a competição, ajuda na concentração. O coach para o empresário fará a mesma coisa, ele deverá ouvir o líder com o compromisso de sigilo, e estimulá-lo a escolher o melhor caminho. Não é o coach que escolhe o caminho, é o empresário.

O coach, como já dito, é um treinador. Não há competição entre o líder e seu treinador. O treinador vai, simplesmente, estimular o empresário a encontrar a melhor solução na opinião dele, empresário. Por esse motivo, o coach não precisa ser um especialista no ramo de atividade da empresa do líder, mas precisará conhecer as pessoas e o mundo dos negócios.

O coach deverá ser um bom ouvinte e um bom inquisidor, deverá ter experiência e vivência para poder discutir com o empresário os diversos dilemas deste na condução da empresa, na liderança da sua empresa. O coach deverá entender os objetivos do empresário líder e estimulá-lo a encontrar as respostas para as suas dúvidas. Nisso o coach difere de um consultor, porque este indica os caminhos possíveis.

Já se formaram no mundo vários institutos para estudar e discutir o que vem a ser coach. Mas o coach não se forma na escola. O coach requer experiência de vida, saber lidar com empresários, saber ouvir as pessoas e suas angústias e, finalmente, estimular o pensamento do líder para que este encontre, dentro de si, as respostas que lá estão.

Agora vamos a prática: pense, reflita e coloque estas idéias no seu dia-a-dia. O conhecimento só pode existir se for multiplicado. Conhecimento sozinho é inútil.

Faça acontecer!

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Você já parou para pensar que pelo menos um serviço do Google utilizou/utilizará hoje no seu dia?

Estamos dependentes totalmente ou parcialmente, mas cada vez mais dependentes do “bonzinho” Google.

Quem usa o Gmail, já observou que as notícias que aparecem no topo da página são totalmente direcionadas ao e-mail que abrimos. Quer dizer, segundo o Google, eles não ficam com seus dados, mas sabem o que você está lendo/acessando.

Seria pueril dizer que isto não é poder. Informação é poder.

O lançamento do Google Latitude foi um boom no mercado recentemente. Acesse aqui para conhecer o serviço.

Simplesmente através do nosso celular poderemos digitar padaria e ele localizará as padarias ao nosso redor. Diremos advogado e ele dirá quais advogados estão perto da nossa localização. Alguém duvida que em alguns anos não existirá mais lista telefônica? Eu não.

Mas, e o preço disto?

Quer dizer, através do meu número de celular, cadastro e IP o Google sabe o que eu como, quando jantei fora, quando tive dor de barriga e pedi remédios, enfim, sabe a minha vida e mais, com endereço e localização exata! E a privacidade?

Alguns dirão: Mas, só se cadastra quem quer. Então quem quer diz a sua localização. Isto seria inocência? E se em nome desta “bondade” o Google fecha uma parceria com empresas de telefone e disponibiliza a você e sua agenda de celular a localização exata de todos, através da triangulação de satélites do celular? Impossível? Não, até simples de ser feito.

Claro, não quero dizer aqui que sou contra o Google. Não sou. Tanto que uso os serviços deles e gosto. Não podemos negar que eles estão sendo inovadores e inteligentes para criarem soluções diferentes e que “facilitem” a nossa vida.

Contudo, pensarmos mais um pouco sobre a nossa privacidade também vale a pena.

Fica a idéia para reflexão e debate.

Uma ótima sexta-feira!

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O portal G1 lançou um pacotão de dicas variadas ligadas a tecnologia, que vão desde o que fazer quando o celular cai na privada até como aumentar a recepção da sua internet wi-fi.

Vale a pena conferir. Clique aqui.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha e publicado no Portal O Gerente em 22/02/2009.

Muitas vezes no processo decisório, seja de compra de materiais, seja de contratação de pessoas, seja de produtos intangíveis – como o caso de consultoria – o gestor se baseia em fatos ou quiçá achismos (algo que devemos repudiar, leia este post) e pensa estar tomando a decisão correta.

Pode ser que sim, mas pode ser que não.

Primeiramente que a decisão deve ser tomada sempre, eu disse SEMPRE, com base em fatos, números, ou outros elementos palpáveis de indicação e não em opiniões unicamente ou pior, analisando apenas o que um gerente pensa ou quer dar a entender.

Uma dica para facilitar o processo decisório é antes de tomar a decisão analisar cinco fatores: O quê, Quem, Como, Porque e Onde.

Vamos esmiuçar um a um.

O quê: Primeiramente temos que compreender sobre o quê, ou seja, assunto, valor ou relevância. Parece simples, posto que para tomarmos uma decisão precisamos ter no mínimo sobre o quê decidir, mas é fundamental que neste momento se abstraia de todo sentimento e utilize apenas a razão: afinal o quê eu estou decidindo?

Quem: Aqui se analisa os resultados e aplicações práticas da decisão. Ou seja, quem pode ser afetado por ela (pessoas ou áreas) e também quem irá ser o decisor efetivo. Este “quem” pode ser fundamental para escolhas estratégicas de pessoas e de hierarquia da organização. Pense bem antes de definir este item.

Como: Afinal, de que maneira, como iremos resolver isto? Será que faremos com demissões? Será com contratações? Será pela CLT? Será pela cooperativa? Aqui se envolve a forma da decisão, principalmente com foco na operação, ou seja, naquilo que a decisão irá influenciar diretamente.

Porque: Este tópico é complexo. Os porquês são sempre difíceis. Aqui o foco deve ser a razão, com base nos números ou dados fundamentados que podem alicerçar a decisão. Ter porques de querer, ou seja, dar vasão a emoção para um porque de decisão é, normalmente, uma decisão errada.

Onde: Este quesito é fundamental. O onde está relacionado ao lugar, mas igualmente penso que ao tempo. O onde pode ser na nova fabrica que será construída ou pode ser no segundo semestre deste ano.

Em resumo, aplique os 5 fatores acima como balizadores da decisão. Por exemplo: O gerente me pede mais um estagiário para fazer fórum. A pergunta natural é: Precisamos de mais um estagiário? Agora, aplique os 5 fatores:

Preciso de um estagiário para desempenhar quais funções (o quê);

Preciso de um estagiário ou de um advogado recém formado, que além de cargas, pode fazer audiências e/ou outras tarefas e ainda posso incentivá-lo a um crescimento dentro do meu quadro de pessoal (Quem);

Irei contratá-lo por uma organização tipo CIEE ou própria univerisdade ou se for advogado quem sabe pela CLT (com contrato de experiência por 90 dias) ou como associado (Como);

Quem desempenha esta função hoje ficará como? Terei demissão? Ou estou reaproveitando a pessoa? OU ainda são realmente necessários dois funcionários nesta mesma função frente ao volume? (Porque);

Tenho fluxo de caixa para esta contratação hoje? Este investimento tem um prazo médio de que retorno? Faz apenas parte da despesa operacional ou posso contratar alguém que fará mais tarefas e, portanto, agrego mais valor a esta contratação? (Onde);

A decisão fica recheada de vários outros elementos, não?

Experimente esta idéia de usar estas 5 perguntas no seu dia-a-dia e veja a diferença.

Muito sucesso!!!

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Compartilho com os amigos esta importante decisão do STJ, frente monstruosidade que é a pornografia infantil:

“A Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que é indiferente a localização do provedor de acesso à internet para determinar a competência para julgar caso de publicação de imagens pedófilo-pornográficas na internet. O relator do caso é o ministro Og Fernandes.

Foi instaurado procedimento administrativo para apurar a responsabilidade criminal de acusado de veicular imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes, por meio da internet.

O juízo federal do estado de São Paulo declinou da competência, acolhendo a manifestação do Ministério Público de que os autos deveriam ser remetidos ao endereço do titular do portal onde foi consumado o delito, no Rio de Janeiro. Já o Juízo Federal da 4ª Vara Criminal da Seção Judiciária do Estado do Rio de Janeiro atribuiu a competência ao Juízo de São Paulo, já que teria sido demonstrado que existiram protocolos de internet referentes à empresa situada na capital paulista.

Segundo o ministro Og Fernandes, de acordo com o entendimento do STJ, o delito consuma-se no momento da publicação das imagens, ou seja, aquele em que ocorre o lançamento na internet das fotografias de pornografia infantil, o que, no caso, se deu em São Paulo. Dessa forma, não se mostra relevante, para fins de fixação da competência, o local em que se encontra sediado o provedor de acesso ao ambiente virtual.

Diante do contexto, o ministro conheceu do conflito de competência e declarou competente o Juízo Federal da 1ª Vara Criminal, do Júri e das Execuções Penais da Seção Judiciária do Estado de São Paulo. A decisão foi seguida por unanimidade pelos demais ministros da Terceira Seção.”

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Este artigo foi escrito por Fernanda Bottoni e publicado no site Você S.A.

Divido com vocês por ser um artigo leve, prático e simples de ser aplicado na prática.

“No mundo corporativo, networking é uma palavrinha estratégica. Quem sabe usá-lo tem mais chances de se recolocar no mercado, criar novas oportunidades de negócios, contratar gente e descobrir o que as outras empresas estão fazendo. Com tantos benefícios, ainda tem muito profissional que trava na hora de acionar (ou descobrir a melhor forma de usar) sua rede de contatos. Por outro lado, tem gente que faz networking muito bem. Basta olhar o seu colega da área de vendas. Talvez você não saiba que ele conta com um importante aliado para gerenciar sua rede de relacionamentos, o CRM — um software de comunicação das empresas com seus clientes. Com ele, seu colega de vendas tem todas as informações de cada contato muito bem organizadas e pode acessá-las rapidamente. Outra vantagem de usar o CRM é que ele evita sair do radar das pessoas, porque o sistema traz lembretes para que você periodicamente envie emails, telefone ou até marque reuniões ou almoços. Daí a vantagem do CRM sobre qualquer tipo de comunidade virtual. É claro que você não precisa ter um CRM para aperfeiçoar o networking. O LinkedIn e o Orkut ajudam a organizar seus contatos, mas não substituem o seu empenho em procurar as pessoas. Reunimos seis dicas essenciais de usuários desses programas para você alimentar sua rede e ainda economizar tempo. Confira.

Reúna as informações. O primeiro passo para transformar sua rede de contatos numa espécie de CRM, sigla em inglês para Costumer Relationship Management, é centralizar e organizar as informações de forma que elas estejam disponíveis rapidamente quando você precisar. “O CRM nada mais é do que uma ferramenta que centraliza e organiza informações”, diz Fábio Bermúdez, de 32 anos, diretor de desenvolvimento de mercados da Tito Global Trade Services, empresa especializada em logística, com escritório em São Paulo.
Como fazer: Consolide os dados numa ferramenta de gerenciamento de contatos. A maior parte dos programas de e-mail oferece uma. Outra opção é usar o Palm ou Blackberry.

Dê munição para o sistema. Inclua tudo o que for relevante sobre a pessoa, desde o departamento e a área em que ela trabalha, para quem ela responde, o bairro em que ela mora.
Como fazer: Vale a pena cadastrar informações que possam servir para puxar um assunto, como data de aniversário, o time para qual o contato torce ou suas preferências culinárias. Tudo isso você descobre durante as interações que tem com a pessoa.

Organize os contatos por categoria. Se o volume de contatos for muito grande, crie várias categorias para facilitar a visualização do todo. A sugestão é de Renata Bove, da Crivo. “Esta foi uma das principais lições que aprendi usando o software de comunicação CRM”, diz a gerente.
Como fazer: Defina com clareza as categorias que melhor dividem os seus contatos, como clientes, pares, gerentes, amigos, médicos, por exemplo. Se possível, escolha uma cor para cada categoria.

Aproveite a memória extra. Quer saber quais e-mails você trocou com um contato profissional quando se reuniu com ele e quais assuntos foram discutidos? Arquive tudo o que for importante. “No CRM, registro todo o fluxo de informações trocadas com clientes, parceiros e fornecedores, até mesmo as conversas telefônicas. Quando preciso, acesso tudo com um clique”, diz Renata Bove, de 33 anos, gerente de marketing da Crivo, empresa de software.
Como fazer: Se não conseguir gravar as conversas telefônicas, como no CRM, crie o hábito de resumir as interações feitas com as pessoas. Conte com a tecnologia e o recurso “Localizar” dos programas de correio eletrônico. No Outlook não é preciso grandes esforços para “remediar” uma falha de memória. Basta abrir o contato desejado e clicar no ícone “Atividades”. Em segundos, o programa traz o histórico de mensagens, compromissos e tarefas relacionados à pessoa.

Não perca prazos. Outra função extremamente elogiada por quem utiliza o CRM são os lembretes para não perder a hora de fazer um novo contato telefônico, enviar um e-mail ou uma proposta comercial. “Nós temos, no CRM, três sinais: verde, amarelo e vermelho. Quando alguma tarefa está em vermelho, alguma ação tem de ser tomada”, diz Fábio, da Tito Global.
Como fazer: Adaptando essa funcionalidade para o seu dia-a-dia, vale definir datas para ser lembrado de marcar uma reunião ou enviar um e-mail para alguém. Se possível, adicione “Lembretes” no calendário do Outlook — eles passarão a saltar na sua tela com a antecedência que você escolher, de 15 minutos a duas semanas. Ou então coloque os lembretes no “Organizador” do seu celular.

Desvie dos imprevistos. Vai sair para encontrar um contato e está com o horário apertado? Utilize ferramentas web para checar como andam (ou não) as condições do trânsito da cidade.
Como fazer: No Outlook, o caminho é curto. Se o endereço do contato estiver corretamente cadastrado, é preciso apenas um clique no ícone “Mapa” para acessar o mapa de localização e as condições do trânsito. As informações são fornecidas pelo Live Search Maps. Há também o serviço oferecido pelo Google Maps, disponível no www.maps.google.com.br.

Integração
As redes sociais focadas no trabalho, como LinkedIn, Plaxo Pulse e Naymz, – podem ser integradas com aplicativos, -como o Outlook. Com isso, você economiza tempo – na busca e atualização de informações.”

Em bom português: Estamos na era do cliente e dos relacionamentos. Portanto, atenda bem e se relacione!

Sucesso!!!

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Uma notícia interessante foi publicada no site da Info esta semana: Crise alavanca audiência do LinkedIn.

Para quem não conhece, o Linkedin é uma rede social tipo orkut, só que o único propósito é fazer networking de negócios, ou seja, uma rede profissional. Veja meu perfil lá http://www.linkedin.com/in/gustavorochacom

OU seja, a cada dia que passamos, percebemos mais e mais a necessidade de estar conectado, estar em conjunto.

Vislumbro, na minha humilde opinião, que esta crise está proporcionando a forma de ver o mundo diferente. Daremos mais valor ao dinheiro. Procuraremos soluções inteligentes, quiçá mirabolantes em inovação, e menos coisas sem utilidade.

Iremos perseguir o valor das coisas, seja ele agregar valor, seja o valor financeiro melhor impregado e agregado.

Não temos mais espaço para que o profissional fique escondido numa redoma de vidro. Já nos anos 90 se falava de trabalho em equipe. Nos anos 2000, muito se falou e se fala em resultados. Mas, hodiernamente queremos um misto de tudo isto: Queremos agregar valor.

Busque incessantemente agregar valor em cada ato. Seja no bom dia sorrindo, seja naquela tarefa mais chata. Este pode ser o seu diferencial de empregabilidade em épocas mais áridas.

Leia mais sobre networking jurídico aqui.

Você troca de tecnologia como troca de roupa? Você busca soluções caras ou compra apenas pela marca e nem pensa no valor/utilidade do produto? Repense seus valores. O mundo está mudando. Aproveite a oportunidade de mudar também.

Sucesso!

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Quantas vezes pensamos em investir no escritório, organizando materiais, fixando marca, buscando cada vez mais o marketing jurídico como solução?

Mas, além de muita reflexão e planejamento, devemos olhar algo simples, que passa muitas vezes desapercebido: a forma que nos comunicamos.

Uma publicação do Blog Espanhol Legal Today aborta este tema de forma direta e interessante. Leia aqui.

Para ler uma versão traduzida do Google Tradutor, acesse aqui.

Destaco o óbvio, ululante, diáfano, cristalino e direto: Devemos nos comunicar claramente com o nosso público alvo para termos qualquer investimento de marketing como retorno.

Quer dizer: Se vou escrever um artigo e publicá-lo na Folha de São Paulo e meu público é de trabalhadores rurais, não estou investindo no local certo. Devo investir em associações rurais e buscar estar mais próximo do meu cliente alvo, conhecendo suas dificuldades e necessidades. Afinal, não irá um cliente contratar um advogado para que ele diga o que o cliente já sabe. O cliente busca soluções e o meio jurídico é apenas uma alternativa.

Já pensou nisto? Arbitragem, chamar a outra parte para uma composição, conversar, dialogar, unir ao invés de separar, enfim, antes de lide, buscar uma solução amigável?

Tente. Pelo menos tente. O cliente valorizará muito mais uma solução simples e direta – mesmo com honorários menores – mas, solução imediata, do que um longo e custoso processo. Por lógico, se nosso advogado sempre soluciona de maneira eficiente – e não onerosa ao extremo, ou simplistamente quer resolver tudo com ações judiciais – ele será sempre procurado e bem recomendado…

Pense!
Aja!

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Artigo escrito por Gustavo Rocha e publicado no portal O Gerente em 14/02/2009:

Muito se fala em inovação para escritórios, mas o que normalmente acompanhamos é um misto de iniciativa e marketing.

Falar em inovação, lembramos do Marketing Jurídico, que muito abordamos neste Blog, lembramos também de que o inovador deve ter iniciativa, ou seja, começar algo, mas raramente lembramos que ser inovador é sair da zona de conforto, e, portanto, é estar num terreno novo, diariamente procurando ser diferente, melhor e mais competitivo.

Um artigo muito interessante sobre este tema pode ser lido em espanhol no blog da Espanha Legal Today, aqui. Para acessar uma versão traduzida pelo Google Tradutor, acesse aqui.

Em meus clientes sempre defendo a inovação como solução direta para inúmeras questões, entre elas Marketing Jurídico, mas, sobretudo, para tratar sobre vantagem competitiva.

Afinal, o que é vantagem competitiva?

Tudo aquilo que o escritório pode fazer de diferente em termos de seus colegas para satisfazer seus clientes e possíveis clientes.

Ora, apenas isto?

Claro que se fosse tão simples, seria muito fácil e a maioria já teria implementado. Mas, mesmo sendo uma implementação mais complexa do que o discurso, não é impossível de ser conquistada.

Idéias simples de Marketing Jurídico podem ser inovadoras, como palestras sobre assuntos diferentes no meio jurídico, ou ainda, muito específicos, dedicadas a um público muito especial, como é o caso do direito minerário ou até mesmo ambiental, num foco diferente de processos judiciais, mas de defesa viável do meio ambiente.

Como disse antes, inovar significa sair da zona de conforto. Quer dizer, antes o advogado sabia no que investir, como investir, qual o retorno e por aí vai. Agora, a realidade é diferente. O mercado está em constante evolução e mutação. Os investimentos não são certos, mas podem ser minimizados os seus riscos, fazendo estudos sérios de mercado, bem como das perspectivas que este mercado tem de manutenção de ser um potencial mercado em expansão ou não.

Estamos no ano certo para isto, então aproveite e feliz 200INOVE!

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Um escritório de advocacia nos Estados Unidos resolveu inovar com um slogan “Nós matamos a cobrança por hora”.

Num período de recessão como estamos – diz o site – a cobrança por hora está sendo reajustada sistematicamente, tornando o trabalho do advogado uma sucessão de horas e não um objetivo. Eles demonstram inclusive com levantamentos estatísticos isto.

Segundo a idéia do site, eles buscam valores maiores que a cobrança, eles querem ser parceiros dos clientes, querem dar valor ao cliente, querem resolver o problema do cliente e não apenas cobrar.

Eles fazem de uma maneira bem humorada um marketing muito eficiente e envolvente, tendo como slogan ” Nós trabalhamos seriamente, mas não nos levamos tão a sério assim”, querendo demonstrar que o ambiente pode ser descontraído, mesmo com profissionais qualificados e com preços diferenciados.

Numa página com o título “Porque nos contratar” eles elencam 4 motivos:

1. Porque nós somos qualificados;
2. Nós buscamos alternativas que você precisa e não qualquer uma serve;
3. Litigar sob uma perspectiva empresarial, ou seja, queremos ir para justiça analisando investimento, tempo, razoabilidade, etc, e não investir para depois ver se consegue receber;
4. Coragem e Paixão, coragem para analisar e dizer ao cliente a verdade e os pontos de vista a serem debatidos e feitos e paixão pela advocacia e trabalho;

Muito instigante e diferente.

No Brasil não temos como regra a cobrança por hora como lá, mas os diferenciais são muito inovadores e demonstram a preocupação que sempre ressalto aqui: temos que atender o cliente!

Veja o site deste escritório aqui.

Leia um artigo em inglês sobre este escritório aqui.

Leia uma tradução deste artigo, aqui.

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