Conforme descrito por Marina Ito no saite Consultor Jurídico, CNJ unifica numeração de processos em todo o país.

Leia na íntegra

A confusão dos números dos processos deve acabar até o final do ano. O Conselho Nacional de Justiça aprovou, em dezembro, a Resolução 16, que fixa um padrão para a numeração dos processos que deve ser respeitado em todos os tribunais. A idéia é permitir que os advogados, juízes, promotores e partes saibam como consultar processos em qualquer corte, inclusive nas cortes superiores.

De acordo com a Resolução 16, do Conselho Nacional de Justiça, o padrão será NNNNNNN-DD.AAAA.JTR.OOOO. Cada tribunal recebeu um número específico. Assim, o STF é identificado pelo número 1 no lugar do código J, o CNJ, pelo número 2, e o Superior Tribunal de Justiça pelo número 3. (Clique aqui para ver a tabela completa com a numeração).

Tabela

Os Tribunais Regionais Federais serão identificados pelo número 4. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região será identificado pelo 401, da 2ª Região, 402, e assim por diante. A Justiça estadual é representada pelo número 8. Por ordem alfabética, os estados receberam um número. O TJ do Acre é identificado pelo número 801, o do Rio de Janeiro, 819, o de São Paulo, 826.

A mudança da numeração, unificando a babel de códigos na Justiça, visa facilitar o acesso às informações, principalmente, aos jurisdicionados. Os tribunais terão até dia 31 de dezembro de 2009 para implantar a nova numeração. A resolução também estabelece o prazo até 30 de junho para que os tribunais informem as providências para a modificação do sistema.

Os operadores do Direito terão que se adaptar às novas regras. No Rio de Janeiro, por exemplo, até então, sabem que um processo com o número 2009.001.93478 (os últimos cinco números foram digitados aleatoriamente) trata-se de uma Apelação Cível. Se trocar o 001 por 002, será um Agravo de Instrumento, por 004, um Mandado de Segurança, 007, uma Representação por Inconstitucionalidade. No Tribunal Regional Federal da 2ª Região, os números são completamente diferentes. Seguem esse padrão: 2009.51.01.87348-6 (os últimos seis números também foram digitados aleatoriamente).

No Tribunal de Justiça de São Paulo, 584.8768 (últimos quatro números são aleatórios) trata de uma apelação no Direito Privado I. Já 195. 0246, de um agravo também no Direito Privado I. Pelo número do processo, só quem está muito habituado à Justiça Paulista consegue identificar que tipo de ação se trata.

Para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, a unificação dos números dos processos vai ajudar os advogados. “O Judiciário brasileiro está, corretamente, unificando sua linguagem, sobretudo com o advento da informática”, afirma. Segundo Britto, isso ocorre em um momento em que a advocacia também se nacionaliza. Um advogado do Acre, exemplifica, ao eventualmente peticionar no Rio Grande de Sul, terá conhecimento da forma de acesso, porque é a mesma que utiliza em seu estado. O presidente da OAB também explicou que o processo de unificação da numeração na Justiça do Trabalho melhorou muito o acompanhamento processual.

“No início, como qualquer inovação, pode trazer confusão”, afirma o presidente da OAB fluminense, Wadih Damous. Mas ele concorda com Britto. Damous acredita que com o tempo, quando os advogados dominarem os novos códigos, o trabalho ficará mais fácil. “A forma de consultar um processo no Rio será a mesma no interior do Maranhão. É muito interessante. Vai simplificar”, constata.

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Muitos escritórios de advocacia tem se questionado sobre os benefícios da certificação ISO 9001/2008.

Além de benefícios pontuais no próprio questionar do processo – leia-se rotina interna e não processo de justiça – que a norma proporciona, destaco dois pontos cruciais:

1. O “poder” do nome ISO atrelado a sua marca;

2. A gestão que a norma ISO pode proporcionar ao escritório;

Em relação ao certificado ISO, basta compreender dois aspectos que após a certificação serão inerentes ao escritório: Um, que a logomarca certificado ISO 9001/2008 poderá estar desde a folha que vai para o fórum, cabeçalho de e-mail, site, material impresso e tudo mais, colocando a marca do escritório como referência de qualidade. Dois, que algumas empresas, principalmente indústrias, estão certificadas há bastante tempo e atualmente buscam como fornecedores – e daí compreenda-se escritório de advocacia como fornecedor da solução jurídica – empresas com certificação ISO e excluem da lista quem não possui pelo menos o certificado 9001/2008, que é relativo a serviços.

Agora imagine a cena: Um escritório terceirizado trabalha há vários anos e por uma nova norma interna é obrigado a ter o certificado ISO para continuar a ser fornecedor de soluções jurídicas. O escritório pode até não se preocupar até quando ocorrer isto, pois daí irá buscar o certificado. Só não podemos esquecer que a obtenção do certificado ISO leva em média um ano.

Em bom português: sem planejamento não há crescimento e não há igualmente certificado.

Em relação ao segundo tópico, gestão, saliento que a norma prevê idéias, monitoramentos, proporciona controle total de funções e pessoas, em suma, traz em seu bojo um conceito de gestão aplicado e prático.

Isto pode ser um crescimento importante para vários escritórios, que além de estarem com um certificado que representa qualidade em qualquer lugar do mundo, auxilia no controle, organização e reflexão de fluxos internos da empresa.

Assista aos slides da palestra “Os benefícios do ISO para escritórios de advocacia” aqui. Neste 200inove estaremos ministrando esta e outras palestras em várias cidades do Brasil.

Entre em contato conosco para sugerir locais de palestras e/ou buscar maiores informações sobre Gestão, Tecnologia e Qualidade no site Gestao.Adv.Br

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Li um artigo muito interessante da Lou Martins hoje que divido com vocês.

O erro aconteceu, acontece e acontecerá. Temos sim é que nos prepararmos para estarmos em constante evolução e busca de soluções tanto para o escritório como para o nosso maior bem: o nosso cliente.

Leia o artigo:

Já errou hoje?

De vez em quando eu acho que as empresas sofrem da síndrome do estagiário sem defeitos (aquele que adora dizer em entrevista “ah, meu defeito é ser perfeccionista”). Não se dão ao direito de errar e, pior, quando erram, não nos dão o direito de reclamar. A grande maioria dificulta ao máximo o processo de feedback. Mas sejamos sensatos e vamos aceitar que shit happens.

Eu erro, você erra e por aí vai. Então por que não aceitar que empresas também erram? As empresas precisam se humanizar, deixarem um pouco de lado esse racional praticamente mecânico que não prevê erros no processo. Aceitar a possibilidade de errar é o primeiro passo para estar preparado para o erro.

Você pode me dizer “Não posso errar. Se eu errar, eu perco meus clientes”. Bom, isso pra mim é mentira na maioria dos casos (lógico, há erros e erros).

Por exemplo, você é casado com uma pessoa que ama muito, praticamente daria sua vida por esta pessoa. Um belo dia, bem no dia do aniversário de casamento de vocês, essa pessoa esquece de te dar os parabéns, simplesmente ignora a data como se fosse um dia qualquer. Você se separa dela por isso? Lógico que não. Você fica triste, se sente de lado, até ignora um pouquinho como ‘vingancinha’, mas separar mesmo, não.

É mais ou menos assim entre clientes e empresas. Se o cliente realmente tem uma ligação com sua empresa, se identifica que seu produto/serviço é bom para ele, ele vai aceitar eventuais erros (lógico que você tem que se esforçar em oferecer cada vez mais o melhor, mas também tem que estar preparado para os erros quando eles acontecem).

Agora se no erro você perde muitos clientes, o erro na verdade é você. Você que não conseguiu criar uma relação forte o suficiente com seu cliente, a ponto do laço se romper numa derrapa. Isso deve deixar claro uma coisa: seu produto/serviço, ou até o relacionamento, não é tão importante assim para o seu cliente, logo está na hora de rever não só o que ocasionou o erro, mas toda a sua estratégia.

Russell Davies fala sobre o porquê as empresas poderiam incorporar um pouco o conceito do “beta eterno”. Para ele isso é bom, pois elas aprenderiam a viver melhor num mundo tão imprevisível quanto o de hoje.

As coisas mudam numa velocidade grande e, o que antes era dito como correto, hoje pode não ser e a empresa precisa saber lidar com isso, mudar sempre que possível, se aperfeiçoando e ganhando mais experiência em consertar os eventuais erros que surgirem.

Ele comenta também que aquele antigo modelo de grandes lançamentos de tempo em tempo será substituído pela habilidade de ter sempre pequenas, mas boas, idéias que sejam facilmente aplicáveis. Isso me lembra Maquiavel, em “O príncipe”, quando falava que o bem deveria ser feito aos pouquinhos e constantemente, enquanto o mal deveria ser feito de uma só vez (na justificativa de que a memória do povo é curta, logo é mais fácil lembrar de coisas recentes e/ou constantes do que de algo que aconteceu todo de uma vez e passou).

O erro é uma das grandes formas que temos em aprender o certo. Aceitar que os erros acontecem é estar preparado para eles e, melhor ainda, conseguir prevê-los para transformar em oportunidades.

************************************************************************

Ainda acrescento: Se você já errou hoje? Vocè já se perdoou hoje?

Precisamos estar em constante evolução e crescimento e para isto precisamos de maturidade emocional como já escrevi aqui, e mais, precisamos nos perdoar e continuar buscando o acerto.

Pense nisto!

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Publicado hoje no blog americano LawInfo, a informação é no mínimo curiosa: Uma lei antipornografia para crianças na internet que tramita há mais de 10 anos no legislativo americano foi derrubada na Suprema Corte.

Para quem lê em inglês, aqui vai na íntegra.

A idéia foi rechaçada, pois na concepção da Suprema Corte a liberdade de expressão é um bem maior. Os argumentos dos favoráveis a lei eram justamente a liberdade de expressão e as possibilidades existentes de controle dos pais (parental control) existentes nos navegadores como Internet Explorer e Firefox. Já os contrários a lei, argumentavam que as crianças conseguem passar por este tipo de controle e ficariam expostas a conteúdo impróprio, já que a indústria pornográfica cresceu assustadoramente nas últimas duas décadas. Leia uma notícia aqui.

Independente de juízo de valor sobre quem está certo ou não, a reflexão que obtenho é que a internet ainda é um campo livre, que todos os anos sofre tentativas de cerceamento que até o momento não deram certo. Agora, se um dia darão, é outra estória…

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Vírus!

Amigos,

Como já postei aqui antes, o vírus chamado Kido foi classificado como meteórico em relação a sua propagação. São mais de 9 milhões de máquinas infectadas.

Agora se descobriu que ele infecta máquinas com qualquer tipo de windows (antes era até o XP) e está se propagando por pen drives também.

O principal risco são as senhas, que este vírus já “furta” instantaneamente.

Veja aqui as dicas para se proteger.

Uma ótima semana!!!

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Confira as dicas neste site http://pcworld.uol.com.br/dicas/2009/01/20/faca-ajustes-na-configuracao-e-deixe-o-outlook-um-pouco-mais-rapido/

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Este artigo abaixo foi escrito por Bernhard Schultze, publicado no saite PC Magazine e apresenta algumas dicas interessantes, que reproduzo aqui:

A cada dia, mais executivos e empreendedores do mundo online e offline se dão conta da importância de estarem bem posicionados nos resultados de sites de busca. Para muitos, aparecer ou não na primeira página do Google é a diferença entre o sucesso e fracasso de seu negócio. Pagar por cliques em campanhas de links patrocinados pode não ser eficiente ou economicamente viável, restando então aparecer nos resultados naturais, ou seja, os não pagos. Por uma limitação matemática e para desespero de muitos, só existe um primeiro lugar, e geralmente só são exibidos 10 resultados na primeira página.

O Google utiliza perto de 200 variáveis em constante mutação para definir o posicionamento de cada site. Ao invés de tentar mapeá-las, existem algumas regras básicas que podem ser seguidas.

1. Escolha as palavras-chave corretas

Você quer aparecer na primeira página do Google, mas já parou para pensar para quais palavras? É comum ouvir de clientes frases como “quero aparecer em primeiro lugar para a palavra ‘carros’”. Mas, convenhamos, quem digita “carros” no Google? Provavelmente uma criança de cinco anos atrás de fotos do Lightning McQueen, o carrinho vermelho e tagarela do filme da Disney. Aparecer em primeiro lugar para a palavra “carros” não significa que você aparecerá em primeiro para “perfume para carros” ou “classificados de automóveis”. Um trabalho de SEO (do inglês Search Engine Optimization, ou otimização para sites de busca) começa exatamente na escolha das palavras-chave mais importantes para o seu negócio. Para cada palavra-chave escolhida, tenha no mínimo uma página em seu site relacionada a ela. É importante ainda não se prender a termos técnicos demais que apenas você e seu concorrente conhecem. Escolha as palavras mais popularmente utilizadas.

2. Conquiste o topo por mérito

Sites de busca existem para oferecer a usuários os resultados mais relevantes possíveis às buscas efetuadas. Olhe para o seu site e pergunte-se: “Eu mereço estar na primeira posição, na primeira página dos resultados do Google? O meu site é o melhor? É o que tem o conteúdo mais relevante do meu setor? Sou a empresa com mais tempo de mercado, a mais conhecida?” Faça-se merecedor da primeira página do Google! Tenha um site rico em conteúdo, com áreas úteis, educativas, com produtos exclusivos.

3. Mil palavras valem muito mais do que uma imagem…

Bem, ao menos para sites de busca… O Google lê e interpreta o texto de seu site para determinar sobre o que este se trata e calcular em que posição deve aparecer para cada uma das palavras lidas. Um site muito gráfico e com pouco texto pode ser excelente para transmitir um conceito diferenciado, mas não ajuda em nada ao Google decifrar o seu conteúdo. Sites desenvolvidos em Flash ou Javascript também apresentam barreiras que podem impedir a sua correta interpretação. Procure desenvolver o seu site utilizando tecnologias que facilitem o trabalho do Google, como HTML, ASP, PHP, CSS e com páginas ricas em texto.

4. Seja o mais votado

O Google criou um mecanismo similar a uma eleição chamado de PageRank, onde ao invés de votos, as páginas na internet que possuem uma maior quantidade de links apontados tornam-se mais propensas a se destacar nos resultados de busca. Cada link é considerado um voto de confiança dado pelo site. Além da quantidade de links, o Google avalia ainda a importância e relevância do site de origem do mesmo. Um link do site da PC Magazine, por exemplo, apontado para um site de jogos online tem muito mais peso do que 10 links de blogs sem importância falando de turismo na Patagônia. À medida em que o seu site for ficando mais conhecido, mais links espontâneos receberá. Não custa acelerar o processo e pedir a seus principais parceiros comerciais e amigos para apontarem um link para o seu site!

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Amigos,

Aderi ao Twitter. Para quem não conhece é uma ferramenta semelhante ao Blog, só que somente pode ter mensagens de no máximo 140 caracteres. É chamado de microblog.

Achei interessante e estou postando algumas mensagens, dicas, links para outros sites e algumas coisas pessoais, afinal, é um canal mais light de comunicação.

Convido vocês a visitarem e àqueles que já estão lá, podem follow-me!

http://twitter.com/GestaoAdvBr

Uma ótima semana a todos!!!

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Inteligência emocional.

Estas duas palavras fazem toda a diferença neste novo cenário de 2009.

Antigamente, se analisava muito o perfil do candidato, experiência, ambição, visão empresarial, etc. Hoje em dia, além de tudo isto, o candidato que não possuir um mínimo de inteligência emocional, pode estar com os seus dias contatos.

Um dos principais motivos para isto é o fato de que cada vez mais temos menos prazos, maiores desafios e menor orçamento para fazermos o mesmo trabalho. Em bom português: muito, mas muito mais pressão de trabalho, pressão por resultados, pressão por soluções.

Em 2008 muito se comentou acerca do ano de resultados, busca por soluções diferentes, entre outros.

Em 2009, temos a inovação como regra absoluta do crescimento aliado a uma boa inteligência emocional.

Vamos pensar juntos: De que adianta ter um sonho, uma meta e um planejamento, sem ter uma inteligência emocional para suportar as dificuldades e desafios do projeto?

Se a cada meta que não for atingida encararmos como nós mesmos falhos, como teremos força para buscarmos as metas no outro mês?

As falhas são inicialmente resultado do trabalho e esforço – ou falta deste – para atingir os objetivos, mas não são relativas a pessoa.

Um trabalho deve ser feito em 30 dias, foi concluído em 32 dias. Houve falha, seja no planejamento, seja na execução, mas não quer dizer que a pessoa responsável pelo projeto seja um inútil. Quer dizer sim, que houve falha de planejamento ou de execução.

Vamos aproveitar o adágio popular: “Pessoas inteligentes discutem idéias e não outras pessoas”.

E você? Já pensou na sua inteligência emocional? Na sua capacidade de reagir frente as dificuldades e desafios?

Reflita. O primeiro passo para amadurecimento da nossa inteligência emocional é compreender que isto deve acontecer dia após dia, construindo um tijolo depois do outro, com o cimento da perseverança, auxílio da paciência e uma pitada de fé.

Uma ótima semana!!!

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Li hoje na Folha On Line uma reportagem que o início me chamou a atenção pelos argumentos.

Não apenas a saída do Steve Jobs e a incerteza do futuro da Apple, mas a questão mais profunda: As empresas deixam de ser ícones pelos seus fundadores e começam a serem ícones pela sua marca.

Penso que esta realidade marca uma nova visão no mundo empresarial: Não estamos mais personificando. Estamos desenvolvendo empresas, marcas, produtos para muito mais que uma geração…

Muitos escritórios de advocacia passam por esta realidade, a sucessão do fundador. Matéria árdua de ser debatida junto a direção, mas quando é enfrentada, produz frutos salutares, pois o escritório planeja a continuidade mesmo com a aposentadoria ou falta do fundador. Com certeza, uma justa homenagem que os sucessores fazem a todo trabalho desenvolvido pelo seu fundador.

E você? Já pensou na sucessão? Já imaginou a continuidade do seu negócio?

Boa reflexão e um excelente final de semana!!!

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